Eu Não Estou Com Ciúmes

   Skinner e Dana foram chamados ao quarto de Ana. Ela começa a contar sobre o telefonema que deu no aeroporto, e sobre como sua irmã, agente da KGB, Mila Kunis, conseguiu fazer com que Joe fosse ao Japão.
   - Falei com minha irmã no aeroportoo. Ela já fez com que Joe viesse para cá. Só há um pequeno problema...
   - E qual seria este problema? - pergunta SSkinner, credo que a resposta será algo sobre o comportamento avoado do agente Perry.
   - Diana Smith esta vindo com ele!
   - Diana Smith? O que uma garotada equipe aanti-hackers, recém entrada ao FBI estaria fazendo com o agente, Perry?
   - Chefe, posso?
   - Sim, diga Dana.
   - Diana Smith, é a nova parceira dee Joe...Paula colocou ela em meu lugar., depois que a agente Deborah constatou que...
   - Um minuto! Como sabe de tudo isso? Expliique-se, Dana.
   - Eu contei com a ajudinha de um amigo.

   - Que tipo de amigo?
   Ana e Skinner estão olhando para ela como quem quer condená-la e mandá-la para uma injeção letal por ter matado milhões de pessoas. Tanto que ela mente:
   - Eu invadi o sistema do FBI!!!
   - O que?
   - Sim, foi isso. Eu liguei para um amigo, ele disse que viu Joe com outra garota, eu quis saber quem era. Invadi o sistema e coloquei as informações dela para ver se batiam, como cor de cabelo, olhos e essas coisas. Acabou caindo nela, mas você não abe o pior!
   - Pior que invadir o sistema de seu pr&oaccute;prio local de trabalho?
   - Esfria a cabeça Skinner, voc&ecirrc; sabe que sempre fiz isso.
   Ele fica sem palavras, enquanto ela pega seu laptop.
   - Aqui estão informaçõe;es sobre ela, os pais desta tal Smith trabalhavam com Tyler. E quase foram condenados junto com ele!
   - Quase? O que houve de errado? Na R&uacutte;ssia quando alguém é culpa é condenado, não existe "quase", ou é ou não é. - Ana demonstra-se interessada.
   - Quase porque uma defesa eficiente foi caapaz de "provar" que não eram culpados. Steven não estava no julgamento, ele já estava foragido. Mas algo me diz que o juiz foi comprado!
   - Aff...e você ainda querem continuaar no capitalismo? - brinca Ana, mas os dois não ficam muito contentes e olha para ela com caras fechadas - Brincadeira, é que o capitalismo russo não é ditado pelo dinheiro, só isso.
   - E para variar, o tonto do Joe deve ter aacreditado em toda essa desculpa esfarrapada de que ela é "uma boa moça". Ela pode colocar toda a operação abaixo!
   - Não sei ainda como Joe esta no FBBI, mas assim que voltarmos ele vai perder o posto se algo de errado, por mínimo que seja o deslize!

   Falando em Joe, ele e Diana acabaram de chegar no aeroporto internacional japonês.
   - O Japão é pequeno sóe; no mapa, tem idéia de como vamos achar sua ex-parceira no meio da multidão?
   - Sim, perguntando.
   - O que??
   Joe liga para Dana, ela por sua vez havia acabado de retornar ao seu quarto para tomar um banho e ficar de tocaia nos passos de Tyler.
   - Alo?
   - Olha só, telefone ela atende.
   - Joe!
   - Onde esta a senhorita?
   - Eu que pergunto, aonde está voc&eecirc;?
   - No aeroporto, ainda. Acabei de chegar, aaonde posso achar você e o Skinner?
   - Bem, estamos no hotel Tok-Chan...>
   - Explique-me como chego ai.
   - Bem, eu recomendo que alugue um carro, &é meio longe. Mas outra coisa: use o cinto!
   - E quem disse que não uso?<
   - Eu sei bem...Bem, de qualquer forma &agrrave; uma concessionária perto do aeroporto. Vá até lá e tente alugar um carro como um simples turista. Existem mafiosos japoneses por todos os locais, e acho que você não pretende virar presunto.
   - Certamente não...
   Dana vai explicando para Joe como chegar ao hotel enquanto tenta acertar a temperatura da água no chuveiro.

   Um tempo depois, Joe e Diana estão com a dura missão de chegar ao hotel em uma cidade onde "Streets have no name"! Sim, com certeza o U2 tirou o nome da música das cidades japonesas.
   Diana ainda esta encafifada com a idéia de contar com a ajuda de hackers, já que hackerismo (de certa forma) foi o que colocou a carreira de sus pais no buraco.
   - Bem, tenho que ser sincera, não cconfiei muito em seus amigos hackers. Todos são traiçoeiros e...
   - Eu já falei pra você que coonfio neles, eles são os melhores que eu já vi. Afinal, foram eles que fizeram aquela pesquisa sobre você...
   - Bom, isso é verdade...Aliá;s, o que mais você descobriu com aquela pesquisa?
   - Agora ficou curiosa, é? 
   - Não...é só que...
   - O que? Tem mais alguma coisa que eu n&attilde;o deveria saber?
   - Não, é só que eu n&ão me sinto confortável sabendo que o meu parceiro, que eu mal conheço, sabe absolutamente tudo sobre mim!
   - Ah, então quer dizer que voc&ecirrc; quer saber mais sobre mim, é? Tá interessada? - brinca Joe antes de levar a sério o que ela diz.
   - Ai, deixa pra lá...
   - Ok, você nasceu em Albany, morou ccom seus pais, agentes da CIA, até a faculdade, quando mudou de cidade, para Boston...No último ano, foi chamada pelo FBI, por suas notas, como eu já tinha dito, e estava quase tudo acertado quando aconteceu esse incidente com seus pais...Você pensou em desistir, mas queria tanto entrar no FBI que preferiu apagar os dados sobre os seus pais. Isso até dificultou um pouquinho o trabalho dos hackers, mas eles conseguiram descobrir seu nome verdadeiro a partir de algumas provas da faculdade...
   - Eles o que?
   - Descobriram o seu nome, oras. Você; pode ter mudado os seus registros de computadores e tudo mais, mas não poderia ter apagado seu histórico escolar, já que ele é armazenado em arquivos de papel... De vez em quando é bom não usar muito dessas modernidades de computadores...Mas afinal, o que é que tem demais o seu nome original?
   - Nada, é que eu não gosto mmuito dele...
   - Porque, não? Acha que não ficaria bom Agente Passy Yip? Aliás, esse sobrenome é o quê?
   - É metade francês e metade cchinês...seus hackers num pesquisaram a origem dele também não, é?
   - Não, eles não são mmuito ligados nessas coisas...Mas eu não tinha percebido que você era mestiça...
   Ai, desculpa, foi falha da autora. Mas eu falo agora: a agente Passy Yip..
   - Hei!
   Tá, desculpa, a agente Smith é mestiça de chineses...
   - Ah, assim tá melhor
   Tá reclamando do que? Eu sou a autora, se quiser posso fazer você sofrer um acidente bem ridículo!
   - Ah, é? Tipo o que?
   Você quer que eu faça você cair num bueiro quando estiver andando na rua, ou talvez bater a cabeça num poste e ficar em coma..
   - Ôpa, quero não, pode deixarr que eu tomo jeito...
   É bom mesmo! De atrevido já basta o Joe!
   - Nem ficando quieto eu escapo...
   Os dois olham para os lados e percebem que já passaram por esta rua diversas vezes, chegando a conclusão de que estão perdidos...
   - Porque não pedimos informaçl;ão? - diz a garota.
   - Uma boa idéia.
   Diana pergunta há um japonês como chegar ao hotel e o cara dispara, Joe e ela só ficam olhando para ele sem entender bulhufas! Quando o cara termina, vira para o lado de vai embora depois de fazer tchau com a mão.
   - Ixi, você entendeu o que ele dissee?
   - Eu? E porque eu iria entender?
   - Ah, sei lá, você nãoo é parente de orientais?
   - Sou, mas de chineses, não de japooneses!
   - Ah, oriental é tudo igual...
   - É, nisso eu concordo com voc&ecirrc;...
   Os dois saem do carro prestes a desistir.
   Joe começa a olhar para os lados até que avista, ninguém menos que: Dana!
   - Hei!!
   Ele começa a correm na direção dela e Diana fica lá parada sem entender.
   Dana, que estava perseguindo Steven, até perdê-lo de vista, decidiu praticar uma corridinha quando vê Joe.
   - Olha só, não é Joe Perry?
   - Você corre, hein? Nem morta perdeuu o pique? 
   - Hahha, correr atrás de ladr&otildde;es de salto é complicado. Tenho que treinar sempre.
   Tudo parece as mil maravilhas, até que Diana se aproxima.
   - Joe, quem é ela?
   - Diana, esta é a famosa morta, ageente Dana Squilo. E Dana esta é...
   - Diana Smith...ou diria Diana Passy Yip?<
   Diana fica assustado por ela saber seu nome original, e Joe idem.
   - Joe, preciso conversar com você, eeu e Skinner. Será que demorará muito para virar a esquerda na próxima e chegar ao hotel?
   - Eu não acredito que estamos t&atiilde;o perto...
   - Não vai me dizer que estava perdiido? Joe, você é uma parada mesmo. Bem, eu preciso correr, ainda tenho cinco minutos de caminhada.
   Diana e Joe vão em direção ao carro.
   - Como ela sabia meu nome?
   - Eu não sei, mas não gosto disso. Tem algo estranho aqui, e essa garota odeia esportes, duvido que atravessar o oceano a faria correr assim...
   Mais a frente.
   - Maldito Joe! Maldito Steven! Malditos!
   Ela pega seu telefone e disca para Skinner, ele por sua vez esta com Ana no restaurante do Hotel (devidamente disfarçados) passando-se por um casal em férias com a filha, que deve estar com as amiguinhas conhecendo a cidade. Mas esta parte 'filha', não havia sido dita a Dana.
   Skinner pega o telefone:
   - Olha querida, é a nossa princesa.. Alo, filha?
   - Filha?
   - Onde está? Sua mãe esta prreocupada.
   - Minha o que?? Mas que idéia Skinnner, mas tudo bem, eu perdi o Tyler, o maldito Joe acabou me distraindo!
   - Perdeu sua amiga? Bem, melhor você; voltar para o hotel então e quanto ao seu namorado, não se preocupe, ele vai chegar logo aqui e viu dar uma bronca por implicar com a minha garotinha.
   - Meu o que?? Ah não, ai já é demais Skinner!! Eu sei que vocês devem estar num lugar aberto, mas nem que o Joe fosse o último ser da Terra eu seria capaz de namorá-lo!
   - Nossa filha realmente brigou feio com noo namorado - Skinner faz estar falando com a 'esposa' - Calma filha, vocês jovens, são muito temperamentais.
   - Ai meu são...Estou indo para ai ''papai'.
   Dana passa em uma loja para comprar roupas de 'filha mimada', depois vai há um cabeleireiro fazer algumas mexas rosa-choque, e por fim vai ao hotel colocar seu plano em prática.
   - Eles querem uma filha rebelde, nã;o? Pois cá estou!
   Ela coloca todo o seu novo visual em prática, e sai do quarto. Quando vai fechar a porta sua chave cai e para sua feliz surpresa: Steven a vê e vai ajudá-la.
   - Posso ajudá-la, mocinha?
   - Não, eu não preciso de ajuuda de ninguém. muito menos um desconhecido.
   - Ah, não? Mas é uma pena, ttão bonita e tão mau criada...
   - Meus pais me criariam melhor se parassemm de brigar, mas isso não é da sua conta!
   Ela tira a chave da mão de Steven e tranca o quarto.
   - Te verei de novo?
   - Eu espero que nunca mais!
   Ela vai até o elevador sem olhar para trás, mas pode sentir que Steven esta andando atrás dela. Perto da porta ela vira e o repreende:
   - Escuta, não tem nada melhor pra ffazer do que atormentar garotas?
   Ele sorri e responde:
   - Acontece que quando aquela chave caiu, eeu vi uma princesa e não uma garota. Acho até que era uma deusa, ou quem sabe um anjo?
   - Anjo? Não me faça rir, notta-se que não me conhece mesmo. Eu nunca tive vocação para santa!
   Ela entra no elevador e Steven fica só olhando para ela. Realmente aquela 'mau criada' havia mexido com ele, ele decide segui-la e espera o elevador retornar.
   Já no restaurante do hotel, os 'pais' dela ficam chocados com o visual da 'filha':
   - Qual é, hein? Até parece qque faz um século que não me vêem. E ai, quando vão parar com esta idéia estúpida de divorcio e dormirem em quartos separados??
   Ana e Skinner percebem que ela esta dando um jeito de arrumar a cena para que Marcela, que se encontrava no restaurante, não suspeita-se de nada em ver aquele 'casal' dormindo em quartos separados.
   Ana tenta bancar a mãe protetora:
   - Filha, sabe que te amamos, mas nã;o é tão fácil assim. Você tem que entender.
   - Eu não tenho que entender nada, ee eu preferia estar em casa!
   - Querida, não é porque seu namorado te trocou por outra que tem que destratar sua mãe. - Skinner decide colocar ela na saia justa, também.
   - Minha mãe? Não brinca que agora lembraram que são casados? E eu quero que aquele cínico se dane!
   - Pare de gritar querida, esta fazendo um escândalo. - encena Ana.
   - E agora eu sou a vergonha da famí;lia. Então é melhor eu sentar sozinha.
   Ela levanta e vai para outra mesa, deixando os dois de boca aberta que entendem o truque quando Steven chega perto dela, quem não gosta de nada disso é Marcela, que estava ali perto, mas não foi notada por Steven.
   - Garota, deveria tratar seus pais melhorees.
   - Mas você aqui de novo?! já te disse que não quero nada com você.
   - E quem disse que sou de abandonar uma deeusa assim tão fácil? Esse lugar esta vazio?
   - Esta, e se você se sentar ai &eacuute; este aqui que vai ficar...
   - Mas é mesmo uma graça.
   Ele se senta e puxa o braço dela para que não se levante.
   - E quem foi o otário que te trocouu por outra?
   - Um panaca...Também, não seentia nada por ele mesmo.
   - Não? E porque ficou tão neervosa quando seus pais falaram dele?
   - Você ouviu minha conversa toda??
   - Eu, e acredito, que todo o restaurante.<
   Marcela chega perto de Steven e coloca-o em uma situação nada agradável:
   - Oras e quem é essa?
   - Nossa vizinha de quarto, ela estava aquii sozinha e decidi fazer companhia.
   Dana decide deixá-lo, mais, em piores lençóis:
   - Eu não pedi companhia nenhuma.
   - Ela é meio temperamental, e perguunte aos pais dela como é mentirosa, eles estão naquela mesa.
   - Sei, mas porque não subimos, amorr? Acho que a garotinha ai tem dever de casa para fazer, não poderá ficar falando com você...
   Enquanto isso, Skinner e Ana estão abismados com a facilidade na qual ela conseguiu atrair tanto Steven quanto Marcela para perto dela, sem nem ao menos ter que correr atrás deles.
   Skinner vê Joe e decide sair de lá para falar com ele, antes que ele seja visto por Steven ou Marcela.
   Skinner conta para ele todo o teatro que acontece na lanchonete e Joe e Diana decidem participar, entrando em cena como o casalzinho apaixonado.
   Marcela não conseguiu tirar Steven de lá, mas decidiu então ficar para fazer companhia, o que não agradou muito Steven, mas a muito Dana, afinal ela conseguiu fazer o casal se desentender sem querer.
   Joe e Diana entram abraçadinhos no restaurante e Joe vai mexer com ela.
   - Mas já segurando vela?
   - Mas o que? Que diabos você esta faazendo aqui??
   - Eu e minha namorada estamos passando f&eeacute;rias aqui, não é querida?
   - É sim, mas que pena que vocêc; veio com os seus pais, não? - 'ataca' Diana.
   - Ah, queridinha, eu sou do tipo que prefeere estar só do que mau acompanhada - 'rebate' Dana.
   - É o que todos os maus perdedores dizem, meu bem. - 'revida' Diana que parece estar levando a trama para o lado pessoal.
   Marcela cochicha para Steven que é melhor os dois saírem dali pois eles terão um encontro com um dos compradores do vírus, ele pede par que ela vá pois tem planos de usar a rebeldezinha como cobaia do novo vírus.
    Dana ouviu tudo, mas se faz de desentendida a maior parte do tempo enquanto 'briga' com Joe e Diana.
   - Porque não deixam a moça eem paz? - Steven se faz de pacificador da situação.
   - Escuta, a conversa não chegou em você, cara - responde Joe.
   - Porque vocês dois não somemm, hein? Pega essa sua namoradinha, que nem é tão linda assim, e faz o seguinte: sumam para o fundo do mar!
   Ela joga um copo de água nos dois e se levanta da mesa, Steven vai atrás dela e Ana segura a vontade de rir com a cena de puro ciúmes que Dana acabou de protagonizar, que aliás parece bem real.
   Fora do restaurante, Dana, p da vida, vira-se para Steven:
   - E você, hein? O que quer de mim?
   - Sabe que sempre admirei garotas de g&eciirc;nio forte?
   - Então, corra atrás da sua....aquela lá que estava na mesa a 'sua garota', não?
   - Somos só bons amigos.
   - Ha! Eu conheço essa histórria, aquele palerma dizia o mesmo para aquela perua quando se referia a mim.
   - Como uma garota como você se apaixxona por alguém como ele?
   - Eu não sei...É por isso quue estou riscando a palavra do meu dicionário.
   Ela empurra ele em um dos sofás da recepção e vai para o elevador. Steven suspira e fala sozinho:
   - Aonde ela estava escondida esse tempo toodo?
   Má vinha vindo na direção de Steven.
   - Temos que ter uma conversinha agora!
   Steven cai de seus sonhos e só então percebe Má em sua frente.
   - O que quer? - ele vai andando para o quaarto.
   - Steven é sério. Nãoo vou aturar você dando em cima de qualquer uma não? Ouviu??
   - E quem disse que estou dando em cima de alguém?
   - E a tal garotinha?
   - Que garotinha?
   - A que pra variar você acompanhou aaté o quarto!!!
   - Mas não entrei, viu como nãe;o tô dando em cima dela?
   Nesse momento ele agarra Má e começa a beijá-la, ou seja, ela esqueceu de todo o motivo da briga na hora!

   Depois de Steven e Má entrarem no quarto, Joe, Diana, Ana e Skinner que estavam escondidos perto da escada vão até o quarto de Dana. Ela por sua vez estava pronta para telefonar aos hackers quando batem na porta. Enquanto ela vai até a porta crendo ser Steven e totalmente brava, vai dizendo:
   - Escuta aqui, eu já falei que n&attilde;o quero na...oi gente.
   Skinner já vai entrando querendo explicações de como ela conseguiu chamar a atenção de dois procurados da polícia.
   - Simples! Mas só vou explicar quanndo estazinha ia sair do meu quarto!
   - Dana não é hora pra cena dde ciúmes. - diz Joe.
   - Não é ciúmes, eu n&ão estou com ciúmes dela. Apenas é porque não confio nela! Nenhum pouco!
   Diana fica p da vida e não sabe se sai ou fica, Joe decide tomar as dores da colega.
   - Dana, você nem a conhece, como podde tratá-la assim? Se não é ciúmes é o que então??
   - Eu não me sinto bem trabalhando ccoma  filha de um dos coleguinhas do Steven! É isso!
   Ana e Skinner ficam abismados e Diana quer pular no pescoço de Dana.
   - Pense bem antes de falar do meu pai, suaa...
   Joe agarra Diana.
   - Sua nada. Bem, Dana se não confiaa nela, também vai ter que agir sem mim. Ela é minha parceira agora e eu acredito que os pais dela são inocentes.
   - Joe, você acredita em qualquer umaa! É por isso que a Marcela tá ai solta!
   Skinner decide colocar ordem na casa.
   - Eu quero todos quietos agora! Eu ainda ssou a autoridade maior aqui!
   - Não Skinner, não é.. Desde que decidiu se passar de morto. - responde Joe.
   - Então, já que obedece a ouutro chefe, é melhor que retire-se imediatamente. Você foi cortado da missão. E como sempre, se revelar algo antes dela ser terminada pagará as conseqüências.
   Diana puxa o braço de Joe:
   - Joe, é melhor não insistirr, apenas faça com que eles estejam lá para serem vistos como vivos e você não ser preso...
   Ana chega perto de Joe e Skinner para também tentar apaziguar:
   - Na Rússia as pessoas sabem que h&á dois modos de uma pessoa sair. Um deles é por bem, no qual pedimos educadamente. E o outro... - ela pega sua arma e aponta para Diana e Joe - é por mau, onde forçamos a pessoa a sair. Qual deles vai querer agente Perry??
   - Ana, não precisa disso. Fique traanqüilo Joe, pois Skinner e eu não deixaremos te condenarem. E ainda lhe provaremos quem é essa sua "parceirinha" na verdade, antes que seja tarde...
   Diana e Joe saem do quarto, afinal eles não foram até o Japão para morrer com um tiro na teste dado pelos "aliados"...Porem os dois pretendem continuar no hotel, afinal eles não poderão expulsar "um casal de namorados em férias".
   Os dois vão até a recepção a fim e alugarem um quarto, coisa que até agora não tiveram tempo de fazer.
   Diana esta revoltada com a situação, ela entra no quarto xingando meio mundo.
   - Sabe Di, nós somos namorados n&attilde;o casados...
   - Ah, desculpa. Mas é que a atitudee desta sua antiga parceira me revolta! Quem mandou ela pesquisar sobre mim??
   - Ela é paga pra saber da vida dos outros...é o trabalho dela.
   - Pra mim isso é coisa de fofoqueirra desocupada!

   Enquanto isso Dana explicava para Skinner e Ana o seu plano, mas este não poderá ser explicado até o momento certo, ou perderá toda a graça...Afinal se até em filmes isso acontece, porque eu entregaria tudo de bandeja para vocês? Hein??
   - Eu falo que ela é chata!
   Cala a boca Joe, sai de cena!
   Bem, retomando a cena...

   Já passam das duas da madrugada, Steven não esta conseguindo dormir e decide descer até o térreo, afinal é melhor ficar sem fazer nada andando pela rua do que ficar sem fazer nada enfurnado em um quarto de hotel.
   Se bem que, mau sabia ele que não teria que sair pra passear para ter o que fazer. Perto da piscina ele vê alguém, parecia estar falando num telefone celular, e como a curiosidade era tremenda ele decide espiar para ver quem é.
   Dana é quem esta no telefone, falando com Joey que esta curtindo sua tarde tirando uma com Madonna...
   - Mas eu não acredito que vocêc; invadiu o site da Madonna! Você é louco??
   - E você tinha dúvidas a resppeito disso?
   - Algumas! Hahahah, mas da Madonna! Minha nossa e o que tinha lá?
   - Eu só pegue todas as músiccas novas dela que serão lançadas amanhã!
   - Não acredito...Eu quero essas m&uuacute;sicas!
   Nessas alturas Dana já percebeu que esta sendo observada por Steven e tenta bancar a adolescente, até Joey repara que há algo de errado com ela.
   - O que esta acontecendo ai, tem algu&eacuute;m te vigiando??
   - Sim...De certa forma.
   - Ah tá, afinal você nunca fooi tão fã da Madonna.
   - Bem, você vai ter que me passar esssas músicas viu? Vou desligar ou "papai" me mata, ele só sabe implicar com o meu celular!
   - Papi seria Skinner? Hahahahahha! Estou bbem curioso par saber quem o Joe é, me conta outra hora...
   - Tchau...
   Ela desliga e se faz de surpresa ao ver Steven.
   - Que susto! Desde que hora esta ai?
   - Cheguei agora mesmo...Falando com uma ammiga??
   - Sim, a Joana, ela é um amor. Semppre consegue coisas incríveis!
   - Bem, você é fã da Maadonna, tem uma amiga chamada Joana, foi trocada por outra garota...Sabe sei quase tudo sobre você, menos uma coisa...
   - E que coisa seria essa?
   - Seu nome.
   - Ah! Nossa que distração, nnão te falei? - mil hipóteses passam na cabeça dela e ela pensa "mas que diabo de nome eu tenho!!".
   - É, você estava mais preocuppada em brigar com seu namorado do que em dizer. não é uma pergunta tão difícil, é?
   - Mas é claro que não...Eu mme chamo Carolina, e aliás qual seu nome?
   - Carolina, bem combina com você. Euu sou Victor.
   - Nome bem "senhor", hein? Eu processaria meus pais! Hehehhe.
   - O problema é que um dia serei sennhor, dai o nome estará certo. Mas o que faz acordada uma hora dessas?
   - Insônia...ai é terrí;vel! Já tentei de tudo, mas nunca achei a solução. Acho que é nervoso por aquele mala estar aqui... - ela usa toda a sua capacidade teatral.
   Dana precisa ter a confiança dele para conseguir saber toda a verdade sobre os pais de Diana, com quem exatamente é o único capaz de lhe dizer a verdade...ou a mentira.
   - Aquela moça com você no resstaurante hoje, é sua esposa?
   - Ela, claro que não...
   - Hum...noiva?
   - Não.
   - Namorada? - ela pensa - "tarado, t&aacutte; achando que tenho segundas intenções!"
   - Também não.
   - Puxa que bonitinho, dois irmão viiajando juntos!
   - Irmãos?
   - É, é encantador verem irm&ão darem-se tão bem - e ela pensa "Te peguei! Agora ou fala que é namorada ou sustenta a mentira!"
   - É...irmã... - ele se v&eciirc; sem saída.
   Ela pensa "mentiroso, desgraçado!".
   - Mas o que faz acordado agora?
   - Acha que insônia é sua excllusividade?
   - Ah...sim, claro. Quer dizer: não,, não acho...Me desculpa, é que...
   - Confusa?
   - Sim, um pouco...Sabe, não costumoo falar com estranhos.
   - Bem, mas eu quero ser seu amigo.<
   - Esta ai o problema, ninguém nuncaa quer ser meu amigo, entende?
   - Uma garota solitária...bem, voc&eecirc; não deve ser diferente da maioria, só um pouquinho temperamental!
   - Certo, mas, me fale de você. O quee faz no Japão? não parece ter uma família que te obriga a vir pra cá e posar de "estamos bem".
   - Realmente não tenho, estou a neg&ócios aqui.
   - Ah...é empresário ou algo assim?
   - Sim, e sou cientista...
   - Legal, nossa sempre fui péssima eem química e ciências, como pode gostar disso?
   - Se torna bem divertido a medida que voc&ê descobre tudo o que pode fazer.
   "Roubar a NASA, por exemplo", ela pensa.
   - Hum...eu conheci uma garota, filha de ciientistas, o nome dela era...ai não consigo me lembrar...Era algo com Passy? Hum! Ah, é isso Diana Passy Yip! Já ouviu falar?
   - Claro que sim, veja só, já; trabalhei com os pais dela.
   - Sério?! Nossa, éramos supeer amigas, até que ela sumiu. A mãe dela disse que ela tinha vergonha da família....Acho ela uma tonta, afinal eu é quem devia fugir de casa, não ela...
   - Ela fugiu, é?
   - Sim, sabe porque?
   - Talvez eu saiba...
   - E vai me contar? - ela olha com uma cariinha e implora - Por favor...
   Ele fica pensativo, repara que ela esta conseguindo comovê-lo rápido demais. Coisa que ninguém nunca fez. Mas porque? Bem, simplesmente porque ele vê nela algo no qual ele já foi, pois ela não é a única que teve pais nada dedicados e uma vida complicada. Mesmo assim ele decide tomar alguma cautela e pensa bem em como agir. Afinal, ele acabou de conhecê-la!
   - Ah, conta vai...Olha, não deve seer difícil, afinal você não trabalhou com os pais dela? Se trabalhou mesmo você conta, porque se demorar muito vou achar que esta inventando...
   Steven acaba por ser convencido pela garota e decide contar, porem antes avisa a ela que este é um caminho sem volta:
   - Posso te contar sim, é claro. Mass este é um caminho sem volta, quem sabe disto jamais poderá escapar. Entende?
   - Entendo que sua imaginaçãoo é fértil!
   - Estou falando sério. Quer realmennte saber?
   - Olhe bem pra mim. O que tenho a perder???
   - É, de certa foram você n&attilde;o me parece perigosa, e com a fama de mentirosa que tem eu posso negar tudo...
   - Nossa, se não quer contar n&atildde;o conta, mais não precisa ofender!!!! 
   Ele a segura pelo braço e a faz ficar.
   - Para o seu bem, eu irei negar.