A Verdade Dói
Dana chega no hospital, visivelmente abatida.
Joe - O que aconteceu com o Steven?
Dana - Steven? - só agora se dá conta de que a mentira que
contou para ver Tom teria que ser consertada.
Joe - Sim, o próprio.
Dana - Esta com a Má...Eu não vou espiá-los no quarto! Como
esta o Skinner?
Joe - Esta melhorando, em alguns dias já estará totalmente
curado, segundo o doutor Scott.
Dana estava meio atordoada com todos os acontecimento e Joe estava percebendo
isso nela.
- Dana, vem.
Ele puxa ela para um dos quartos do andar que estavam vazio.
- O que foi?
- É exatamente o que você vaii me contar agora.
- Não é nada, Joe...<
- Nada? E você branca como uma cera,, totalmente desconcentrada...nada,
mesmo? Certeza?
- Problemas pessoais, Joe...
- De "nada" à "problemas pessoais"?? Acho que se perguntar de novo
você mudará de resposta. Você esta mentindo!
Ela não consegue responder nada.
- Quer ser submetida ao detector de mentirra?
- Joe, pára! Pára com isso!<
- Agora é sério, o que voc&eecirc; tem? Não aconteceu
nada entre você e o Steven, aconteceu?
- Não!! Joe, o que você pensaa de mim!?
Ele percebeu que realmente não era isso, ela estava indignada demais
para ser isso, se fosse ela estaria nervosa e no mínimo daria um
tapa nele.
- E o que foi?
- Me deixa quieta, Joe! Pára com issso.
- Acho que é melhor para você; contar antes que eu descubra
sozinho.
- Não há nada para vocêc; descobrir. Agora, me deixa
em paz vai, Joe...
- Bem, tudo bem. Você decide o que ffaz, eu tentei ajudar, se não
deu certo...
- Odeio seu método de ajuda!>
- Prefere o do Steven?
- Como você é chato! Eu n&atiilde;o tenho nada com ele. Eu
nem vi ele hoje! - sem querer ela acabou entregando que mentiu antes.
- Ué? Num ia ficar de olho nele? Viiu só como foi induzida
a contar a verdade??
- Se isso te faz sentir melhor: sim eu mennti! Mas não tenho nada
com o Steven!
- E?
- Droga! - ela respira fundo e só eentão cria coragem para
falar - eu fui atrás do Tom e ele sabe onde esta a Diana! Ele acobertou-a!
- E eu cheguei a ficar com dó dele....Se bobear o mala do irmão
dele esta certo.
Dana não diz nada, ela não sabe se esta com raiva ou não
de Tom.
- Há mais alguma coisa?
Ela olha para a cara dele já cheia de tantas perguntas.
- Tudo bem, não precisa falar mais nada...Espera.
- O que foi agora, Joe?
- Aconteceu alguma coisa entre você e o Tom?
- Tom? Não!
- Você pode tentar esconder quanto ttempo quiser, mas eu ainda descubro
o que você tem.
Ao terminar de disse isso, Joe sai do quarto e deixa ela sem reação.
- Porque ele não corre atráss da Diana e me deixa em paz...Eles!
Os dois gostam dela, porque não me esquecem e correm atrás
dela.
Scott chega ao quarto querendo conversar com ela sobre Tom, mas a vê
totalmente perturbada.
Scott - Agente Squilo?
Dana gela por completo, ela não queria que ninguém a ouvisse
e vira-se para ver quem era.
Dana - Scott? - ela fica mais tranqüila. - Há quanto tempo
está ai?
Scott - Acabei de chegar, você não parece bem.
Dana - É...acho que preciso de umas férias e de uma cor mais
natural no cabelo...
Scott - Não precisa se preocupar mais com seu chefe, ele esta fora
de perigo. Na verdade nunca vi alguém que se preocupasse tanto com
o chefe como vocês três.
Dana - Três? Ah, Joe, Ana e eu? Ana não é funcionária
dele...Ela é da KGB.
Scott - KGB??
Dana - Se acalme, eu sei que na época da OSS você roubavam
informações da KGB...
Scott - Guerra é guerra.
Dana - Mas esta guerra já foi. Ninguém pode culpá-los por
querer superar o Sputinik, mas realmente foi algo baixo...
Scott - Vejo que esta bem inteirada nos assuntos da OSS. Parece ser bem
competente, apesar...
Dana - Apesar do cabelo!
Scott - É um ótimo disfarce, ninguém diz que você
é uma agente secreta...
Dana - Eu sei muito sobre o seus Ofice os Strategic Services. Sei por exemplo
que os tais "Serviços técnicos" na verdade eram um departamento
para roubos, grampeamento de telefones, teste de drogas e outras dessas
atividades nada legais...
Scott - Incrível. Como soube de tudo isso?
Dana - Digamos que não sou tão correta em tudo do FBI...Eu
invadi sistemas e hackeei senhas.
Scott - Você? Uma hacker?
Dana - Esta com conceitos antiquados, os hackers não são
mais pessoas que só querem acabar com tudo e todos...não
todos eles.
Ele faz de conta que o "cutucão" não fez efeito:
- No tempo da OSS você certamente seeria eliminada, ou transferida
para lá.
- Não tenho medo de ameaças,, doutor!
Ele nada diz, até que lembra o motivo pelo qual esta ali:
- Como conheceu meu irmão?
- Nossa um giro de 180 graus no assunto!/font>
- Pode me dizer?
- Sim, não tenho nada a esconder. CConheci ele trabalhando numa tese
na faculdade.
- Que tese?
- Sobre a influência de jogos eletr&ônicos na mente das pessoas.
Ele parece visivelmente desapontado.
- Conheci Tom e outros dois caras que eramm estrategistas, na verdade achei
que eram bons demais para simples amadores. Quando tentei invadir o micro
de um deles na rede, fui pega por Tom.
Sabe que nesse ponto ele até ficou orgulhoso do irmão.
- Eu não sabia como explicar, nuncaa ninguém tinha descoberto
uma invasão daquela, fiquei perplexa.
Ele continua ouvindo sem dizer nada.
- Joey, um dos amigos dele, veio falar commigo. Eles me desafiaram a conseguir
roubar alguma informação de seus micros pessoais que não
fossem na lan que estávamos. Uma semana depois eu dei a eles algumas
"coisinhas" que havia pego deles durante o horário em que os hackers
dormem...
Ele demonstrar nem fazer idéia do horário.
- Meio dia! O encontro já estava prrogramado, acabamos nos tornando
amigos. Eles ficaram assustados quando entrei para o FBI, mas sempre me
deram a maior força e me salvaram de muitas encrencas.
- Não tem medo de conhecer hackers e não prendê-los? Sua
carreira pode ir por água a baixo?
- E quanto a sua? - ela provoca do mesmo mmodo, pois se ela é amiga,
ele é irmão.
Scott não diz nada, apenas sai da sala, realmente a agente é
uma pessoa difícil de lidar, "Tom deveria ser psicólogo,
suas amizades são incríveis!" ele pensa.
Joe reencontra Scott, ele voltava do banheiro quando vê o doutor
saindo do quarto.
- Algo me diz que sua conversa com ela n&aatilde;o foi das mais fáceis...
- Não mesmo...
- Dana esta meio alterada, eu não ssei o que aconteceu com ela, mas
vou tentar descobrir.
- Significa que este não é oo normal dela?
- Sim, ela não é assim.
- Menos mau...
- Bem, acho que não disse ao senhorr: sou psicólogo, já
vi casos de agentes piores. Porem, eu sei quais são os distúrbios
que levam ela a portar-se assim...Não são muito diferentes
do resto da humanidade, eu garanto.
- Para mim isso é TPM.
- Se engana, ela fica pior que isso.
- Como agüenta ela?
- Tem coisas que ninguém consegue eexplicar! Mas ela é uma
boa pessoa nos restantes 20 e poucos dias do mês...
Dana respira fundo e decide se acalmar um pouco, se continuar no ataque
dará na cara que algo aconteceu, sendo que realmente nada de grave
aconteceu. Afinal beijar alguém não é crime nenhum,
independente do que essa pessoa faça.
Depois de um tempo ela cria coragem e sai do quarto, imediatamente vê
Joe e Scott conversando, a possibilidade dela ser o assunto a deixa totalmente
constrangida.
Dana vai até o balcão da recepção perguntar
qual é o estado de Skinner e fica tremendamente aliviada quando
dizem que ele teve uma melhora fantástica inexplicavelmente.
Ela esta feliz, mas reconhece que ainda esta irritada e é melhor
não conversar com nenhum dos outros dois. Ela decide ir até
um café para tomar um chá e pensar um pouco no que fazer,
afinal o Joey sempre mandava ela tomar chá quando estava brava e
parecia que funcionava.
Dana estava lá sentada, tomando o chazinho e folheando uma revista
que havia acabado de comprar...bem folheando é o termo mais que
correto, porque ela não entendia tanto assim de japonês para
ler as matérias. Neste momento alguém toca em seu braço,
ela vira-se e vê Samuel, o amigo de Steven!
- O que faz aqui princesinha?
- Meu pai esta internado no hospital...
- Sinto muito, mas o que ele tem?
- Minha mãe não me diz...&Aaacute;s vezes nem ela saiba...
- Bem, eu tenho certeza de que ele ir&aacuute; melhorar.
- Eu também, eu ainda tenho que peddir desculpas de um monte de coisas...Quer
chá?
- Chá? Bem, não gosto muito,, mas posso te fazer companhia?
- Claro.
- Bem, eu vou pegar um café, j&aacuute; volto, tudo bem?
- Sim.
Ela pensa que esse é o momento perfeito para tentar arrancar alguma
informação dele. Minutos depois ele volta.
- E então, no que você e o Stteven trabalham?
- Nós? - apesar da pergunta ele n&aatilde;o parecia estar surpreso
- Somos empresário, de certa forma comerciantes.
- Legal - ela pensa "traficantes, voc&ecirrc; quer dizer". - Vocês
vendem o que?
- Equipamentos eletrônicos e outras coisas.
Ela pensa "entre as outras coisas está as drogas, certo?".
- Aquela moça com ele, a...<
- Má?
- Sim, ela. O que ela é dele?
- É namorada.
"Ahahaha, não combinaram a mentira, ele me disse irmã!",
ela pensa triunfante.
- E você? Tem namorada?
- Sou casado.
- E onde ela está?
- Moramos no Canadá.
- Puxa, é um bocado frio lá.. - e em pensamentos "já
sei por onde buscar para te prender".
- Sim, mas você se acostuma. E voc&eecirc;? Ainda sem namorado?
- Bem, ainda estou num rolo...Eu acho que vou acabar desbancado a chata
da Alice...Eu sei que não devia, mas ainda amo o idiota do Andrew.
- Ele é sortudo e não sabe. E onde mora?
- Inglaterra.
- Você não tem sotaque ingl&eecirc;s.
- Sim, não tenho porque nasci nos EEUA e mudei para a Inglaterra
para freqüentar um colégio interno.
- Entendo...
"Eu não, como os pais podem fazer isso com os filhos?" ela brinca
com a resposta em pensamentos, nem acredita como é fácil
enganá-lo.
- E estuda o que na Inglaterra?
- Artes, meus pais querem que eu seja atriiz. Falam que me ensinará
a ter disciplina...
- Não gosta muito?
- Mais ou menos...seus filhos fazem o que??
Ele fica meio desconsertado e nem ela esperava essa resposta:
- Meus filhos faleceram...
- Eu sinto muito. Me desculpa, não fazia idéia...Nem devia
ter perguntado.
- Não teria como você saber. Não se preocupe.
- Nem imagina como estou envergonhada....<
- Essas coisas acontecem...
- Mas...como foi?
- Foram seqüestrados e mortos...
- Que crueldade! Quem seria capaz de fazerr isso?
- Ninguém até hoje soube expplicar...
Ela acaba até ficando com pena do pobre Samuel, talvez fosse Steven
quem tivesse feito uma coisa dessas, ou algum rival dele...
Dana olha para o relógio e vê que já esta chegando
na hora de "crianças estarem em casa" e como faz "a aborrencente"
ela tem que ir.
- Samuel, eu preciso voltar ao hotel...
- Tudo bem, eu te levo. Já tive a ssua idade e também não
gostava de levar bronca dos meus pais.
- Acho que ninguém gosta!
Samuel pega para ela a bolsa e a jaqueta.
- É melhor vestir, aqui tambée;m não é tão
quente um horário desses.
- Ah, obrigada.
Ela nota que com certeza ele devia ser um pai super atencioso com seus
filhos e fica com raiva de pensar que Steven pode ter algo haver com isso.
Já no hotel, Carol [Dana] agradece Samuel pela carona e lhe dá
um beijinho no rosto. Ele olhava para ela indo até a recepção
pegar a chave de seu quarto e lembra-se de sua filha, realmente as duas
eram bem parecidas, e se sua filha estivesse viva teria a idade dela.
Samuel vai até o quarto de Steven e encontra Marcela lá,
sozinha.
- Samuel? Que surpresa!
- Onde esta Steven?
- Eu não sei...porque?
- O pai da Carolina esta internado, ele n&ão devia ter usado o vírus
contra ele.
- O que foi, Samuel? Piedade?
- Aquela garota não merece perder sseus pais assim.
- A vá! Ela é uma tranqueiriinha, não merecia nem ter
pais!
Samuel pega ela pelo braço:
- É melhor retirar o que disse! Agoora!
- Me larga seu maluco!
- Estou falando sério!
- Tá bom! Desculpa, ela merece os ppais que tem, exatamente como
são: não dando um pingo de atenção a ela!
Samuel joga Má no chão.
- Você vai se arrepender, Samuel! Euu estou te avisando!
- E quem o cretino vai matar desta vez??/font>
- Que tal a sua esposa?
- Fará um favor à ela! Desdee que as crianças morreram
ela ficou louca!
Má fica sem reação, ela não sabia que a mulher
de Samuel havia pirado.
- Samuel...me desculpa. Eu...
- Não quero suas desculpas! Corra ppara seu querido contar o que
eu fiz! Vamos!
Ela ainda fica com pena dele e vê o quanto ele ainda esta desesperado,
não se contendo, ela decide contar a verdade.
- Samuel...É difícil dizer, mas seu filhos estão vivos...
- Não faça piadas! Sua...
- É verdade!!!
Samuel fica sem reação.
- Um de seus filhos é um hacker...eele atende pelo nome de Joey Kramer.
- Joey...Porque você escondeu isso!!!
- Samuel, tem que entender que eu nãe;o podia contar! Eu descobri
faz pouco tempo.
- O que fez ele não...
- Não matá-los? Eu não sei SSamuel, mas sua filha também
esta viva, eu só não sei quem ela é. Ambos foram adotados
por boas famílias, eles estão bem.
- Marcela, você...
Steven abre a porta e dá de cara com os dois.
- O que faz aqui, Samuel?
Samuel parte pra cima de Steven mas Má tenta segurá-lo:
Marcela - Samuel, não!!
Samuel - Seu sem caráter! Desprezível!
Steven - Pirou é?
Samuel - Porque queria matar meus filhos?
Steven - Eu?? - ele se faz de desentendido.
Samuel - Você sim, seu crápula!
Steven - Controle-se, você não vai querer terminar como eles??
Samuel - Vai me dar para a adoção?
Steven fica surpreso e olha zangado para Marcela. Ela nada diz.
Steven - A razão por você ainda estar vivo é que a
organização precisa de você, então é
melhor não querer que eu diminua seus dias!
Samuel - É melhor que você dê logo a vacina para o pai
de Carol, a garota não merece o que esta fazendo com ela.
Steven - Eu decido quem merece o que aqui.
Ele aponta uma arma para Samuel.
Marcela - Steven pára com isso. Deixa ele ir.
Steven - Salvo por uma mulher, hein?
Marcela - Pára! Samuel, saia por favor.
Samuel sai descontente com tudo. Mas Steven não esta feliz com Marcela.
Steven - O que você contou a ele! Vamos, fala!
Marcela fica com medo da reação de Steven, mas decide falar:
- Apenas disse para ele que os filhos delee estavam vivos e bem...Isso era
tudo que eu sabia, eu juro!
- É melhor tomar cuidado e espero qque não saiba mais nada!
- Quem são os filhos dele?
- Não te interessa! Já dissee que é bom que não
saiba de mais nada!
Ela fica meio assustada e decide não perguntar mais nada.
Como Skinner estava fora de perigo, Joe decidiu voltar ao hotel. Apenas
o doutor Scott Hamilton pediu para ficar lá, a fim de saber quais
eram as etapas na qual a vacina se dissipava no corpo e se haviam efeitos
colaterais.
Dana esta sentada em seu computador procurando notícias sobre o
assassinato dos filhos de Samuel e realmente acha uma que chama a atenção
dela. Ela começa a ler algumas partes:
- Ótimo, um jornal canadense! "filhhos do empresário Samuel
Meyer são dados como mortos pela policia local. As investigações
já duram três meses e nada ainda foi encontrado." que triste.
"A esposa de Samuel, Marina Meyer, teve que ser internada devido ao alto
índice de stress emocional", ah...babacas, digam logo que ela ficou
louca..."Os distúrbios mentais..", aff não quero ler isso,
quero saber sobre as crianças.
Ela estava cada vez mais aflita, tentando se acalmar ao máximo,
mas cada palavra que li pesava fundo nela. De repente aquela que parecia
ser uma família sólida e feliz, com um pai e uma mãe
igualmente dedicados e crianças super felizes estava arruinada com
o desaparecimento dos dois filhos de um casal. Ela não via porque
Steven se divertia em fazê-los sofrer e seu ódio por ele só
aumentava.
- Até que em fim! - os olhos dela sse depararam com uma menção
sobre os pequenos - "o garotinho de 3 anos e a garotinha de apenas 1 ano
desapareceram na manhã enquanto estavam na escolinha.". Maldito!
Como pode fazer isso com essas crianças??
Dana não percebeu mas já estava chorando, mesmo involuntariamente.
Ela percebe que a campainha está tocando e rapidamente fecha o laptop
para atendê-la.
Na porta era Joe, ele vê as lágrimas no rosto dela e inevitavelmente
pergunta:
- O que aconteceu? Porque esta chorando?/font>
- Chorando? Eu? - ela passa a mão nno rosto e só então
percebe.
- Agora vai ter que me contar. É umma crise feminina ou algo mais?
- Você venceu Joe, não estou boa pra brigar agora.
Ela volta para a mesinha e senta na frente do computador. Joe fecha a porta
e vai para perto dela ainda sem entender nada.
- Dana, seria muito pedir para você me explicar o que esta acontecendo?
Eu já estou ficando preocupado...
Dana abre as páginas com a matéria sobre Samuel, levanta-se
e o manda sentar, enquanto ela vai sentar na cama diz:
- Leia isso ai. Enquanto isso eu te explicco como descobri.
- Tudo bem. Mas prefiro que me conte primeeiro e depois eu leio.
Dana toma fôlego e começa.
- O Joey sempre me falou que eu era meio hhistérica e vivia me mandando
tomar chá. Ai, como eu sai nervosa do hospital decidi ir até
um café fazer isso, afinal eu posso não admitir mas ele esta
certo.
Joe fica olhada para ela tentando pensar no que o Joey tinha haver com
isso. Ela continua.
- Eu estava lá sentada quando o Sammuel chegou, ele veio falar comigo,
perguntou como eu estava e essas coisas...Eu disse que o mau pai, ou seja
o Skinner nesta nossa farsa, estava internado e não sabia o que
ele tinha, que estava super arrependida por viver brigando com meus pais...Na
verdade eu queria tomar tempo para ver a reação dele ao saber
que o Skinner estava mau. Ele ficou pálido e começou a tentar
me acalmar.
- Isso prova que ele tem mais coraç;ão que o Steven, ou é
um ótimo ator.
- Acredito na primeira hipótese e ttambém vai crer depois
de ler isso ai. Mas continuando, nós começamos a conversar,
eu estava tirando dele algumas informações sem que ele percebesse
nada em meio a uma conversinha inocente. Acabei descobrindo que ele mora
no Canadá, é casado e seus filhos morreram..
- Morreram como?
- Leia agora e saberá. Algo me diz que foi o Steven que matou os
coitadinhos...
Joe vira-se para o laptop e começa a ler as notícias do jornal
canadense que Dana havia achado.
- O que não entendo é: porquue Samuel ajudaria o assassino
de seus filhos?
- Eu também não sei explicarr. Mas fiquei arrasada com isso,
ele parecia ser um pai super dedicado...
- Dana, vamos investigar isso mais a fundoo, mas você não pode
se deixar levar por tudo o que acontece. O nosso trabalho é cheio
dessas coisas e se você sofrer por todas é melhor arrumar
outra profissão. Fica calma e raciocina, isso não é
uma coisa que afeta a sua família, tá bom?
Joe diz essa palavras olhando fixamente para ela. E ela responde tudo o
que pode perante a situação, ou seja, o que Joe espera ouvir:
- Tudo bem...
- Dana, se continuar se envolvendo assim, vou ter que tirá-la da missão.
Para o seu bem.
- Eu sei...e se achar que isso é o melhor não vou resistir
para ficar.
Pela primeira vez Joe via que ela não havia gritado querendo ficar
na missão ou tentado manipulá-lo dizendo que o comando era dela.
- Você esta mau mesmo...Vem, ée; melhor descermos, ainda precisamos
esclarecer as coisas com o Tom, e você não pode sumir da missão
assim, afinal se tornou a peça principal entre o Steven e o FBI.
- Eu não quero descer...
- Mas vai, vamos Dana. Esqueça os pproblemas do Samuel, eu juro que
vou investigar tudo pessoalmente e te contarei tudo o que descobrir. Esta
bem assim?
- Tá...
Os dois acabam descendo depois de Dana ter lavado o rosto e feito toda
a sua maquiagem de novo.
- A pior coisa dessa missão ée; a maquiagem e o cabelo.
- Mas você tá tão boniitinha!
Dana olha para ele e vê que ela até se diverte com a cara
dela. Mas do nada muda de humor e fica sério:
- Agora vamos.
Quando saem do quarto dão de cara com Ana.
Ana - Filha, parece mau, o que foi?
Dana - Nada mamãe...
Ana - Aconteceu algo? - ela vira-se para Joe.
Joe - não olhe para mim, eu não fiz nada.
Dana - Não, não foi nada mãe - e olha para o Joe -,
nada de interessante.
Ana - Vocês estão estranhos, mas tudo bem...
Joe muda de assunto:
Joe - Viu o Thomas?
Ana - Sim, ele acabou de descer.
Joe - Obrigada sogrinha, vamos...
Ele puxa Dana que nem tem tempo de reagir.
Ana brinca:
- Mas não são o casal de nammorados mais lindo do mundo?
Dana para Joe, ela acaba de se lembra de uma coisa:
- Céus! Eu sei porque a Deborah te achou!
- Como?
- Me dá sua caneta.
- Pra que?
- Agora!
Joe dá a caneta para ela, ela desmonta e acha um mini chip de computador.
- Com isso!
- Esta voltando ao normal?
Ela dá um sorrisinho.
- Como adivinhou?
- Ski.., você sabe quem, me disse quue eles grampearam todos os agentes.
Podemos usar o grampo de Diana para descobri-la, caso Tom não queira
nos contar onde ela esta.
- Ótima idéia. Viu quando voocê para de agir pela emoção
como pensa melhor?
Ela nada responde e os dois correm para o elevador.
No mezanino eles encontram Tom. Joe puxa ele pelo colarinho.
Tom - Hei! O que foi? Não vê que tô no meio de um jogo?
- e ao virar - Dana?! - ele fica branco coomo cera.
Joe - Onde esta Diana?
Tom - Dana como pode contar?
Dana - Me desculpa, Tom...
Tom - Então foi tudo mentira? Você estava me fazendo de bobo,
não é?
Dana não tem tempo de falar nada, pois Joe quer a verdade de Tom
a todo custo:
Joe - Não sei do que esta falando, mas quem faz as perguntas aqui
sou eu!
Dana - É melhor se acalmarem, vamos conversar em outro lugar, Joe...
- ela faz com que ele note a cambada de haackers que há ali.
Joe sai puxando Tom e todos ficam olhando para Dana:
Dana - O que posso fazer? O PC-cillin dele falhou e o outro roubou algumas
coisinhas...
Todos fazem "Ixi!" e Dana sai de fininho.
Dana não sabe para onde eles foram:
- Droga demorei demais!
O telefone dela toca, é Deborah com péssimas notícias... |