Não Confie Em Ninguém
"Nunca achei que pudesse sentir falta de uma pessoa contratada para me
perseguir...Eu estava errada. Quem poderia me garantir que ele tinha interesses
contra mim? Acho que o subjuguei sem conhecê-lo melhor...Agora terei que
encarar o Skinner...Oh, céus! O que direi? 'Bem, Skinner o Joe sumiu'...Não
vou suportar aquele olhar de 'o que você fez com ele?'...Mas como
posso esconder o desaparecimento de um agente? Como?"
Dana pensava essas e outras palavras mais enquanto caminhava pelos corredores
do Bureau. Ela havia recebido um chamado de Skinner, mas pela primeira
vez sentira medo de enfrentar seu chefe...As coisas talvez estivessem mudando
contra o seu favor.
Ela precisava pensar, achar um modo de explicar o sumiço de Joe.
"Qual?", era tudo que ela podia pensar.
Em sua sala, no porão do FBI, ela olhava para as coisas do agente,
arrependida ao lembrar da primeira vez que ele havia entrado ali.
Seus olhos percorriam toda a sala, embora não estivesse prestando
atenção em nada, até que seus olhos param no laptop
de Perry. "A Gamma Rax!" pensou ela e logo correu para o computador.
"Se eles pegaram Danny e Cristy, com certeza estão com Joe!"
Depois de reexaminar os arquivos ela saiu em passos largos de sua sala,
no corredor ela encontra Skinner, que tenta em vão falar com ela:
- Dana? Dana?...Aonde essa garota vai?
Ele olha para sua secretária que vinha logo atrás dele. Tudo
que ela pode fazer é um sinal com a cabeça e os ombros indicando
"não sei".
Terça
- 7:07, rua a frente do Bureau
O celular tocou e só então, depois de atender, ela reparou
que tanto o carro quanto o telefone eram de Joe...(nota: xi...). Do outro
lado uma garota impaciente a chamava de nomes nada agradáveis por
ter atendido o telefone...Só poderia ser:
- Senhorita! Eu sei que você ée; a namorada de Joe, eu posso
me apresentar?
A garota do outro lado da linha se recusava a parar de falar...
- Ok, de qualquer forma sou Dana Squilo, pparceira de Joe.
A garota para de falar e decide prestar atenção no que ela
dizia.
- Joe esta em uma reunião com nossoos superiores. Ele teve que deixar
o telefone aqui fora para não ser interrompido. Você deve
saber como são os chefes, não é?
- Oh, desculpe-me. Por favor! - sãoo as palavras de arrependimento
que a garota consegue falar, depois dos milhões de palavrões
que agora a envergonhavam...
- Eu entendo. A senhorita devia estar preoocupada. Eu não gostaria
que uma mulher atendesse ao telefone de meu namorado também...
- Eu sinto muito...Você deve saber ccomo é difícil manter
seu namorado longe de outras...
- Com certeza! E acho que preciso ligar paara o meu agora. Desculpe-me pelo
susto.
- Imagina, desculpe-me por tudo.
- Está desculpada. Tchau.
- Tchau.
"Joe tem uma namorada nervosinha...coitado. Bem, agora como não
tenho namorado para ligar de verdade, vou atrás da Gamma Rax!"
Ela segue em direção ao consulado canadense. Lá ela
não encontra nada...sim, nada (surpreso?). O local nunca existiu
de fato...Ela liga para Thomas Hamilton:
- Alô?
- Hamilton, sou eu. Desligue logo isso! Euu conheço sua voz...
- Ok, ok, para que servem equipamentos parra modificar nossas vozes se você
sempre saca tudo, Dana?
- Qual é a nova, Dana? - Pergunta JJoey Kramer.
- Joe sumiu...
- Que bom não? - zomba Joey.>
- Você finalmente se livrou do cara,, que felicidades! Meus parabéns!
- Brad Whitford diz na terceira extens&atiilde;o do esconderijo.
- Por favor, isso é sério....Ele sumiu por me proteger e eu
acredito que ele tenha sido abduzido...
Os três ficaram surpresos e ela ouve um "Como?" em coro.
- Mas agora me parece que pode ter sido umma armação. Eu estava
com ele e houve um clarão...Mas ele sumiu sem deixar pistas e o
tal consulado, nem a Gamma Rax existem. Esse lugar é um tremendo
nada!
- Acha que aquele babaca a trairia Dana? -- pergunta Whitford.
- Eu não sei mais o que pensar...Issso foi bem planejado para eu
pensar que ele foi abduzido e ter duvidas a isso...Skinner esta na minha
cola. E para piorar a situação eu atendi o telefone de Joe
e a namorada do cara me disse poucas e boas...
- Ai!! Que sensação maravilhhosa!
- Não brinque Kramer! Não &eeacute; nada legal ouvir o que
eu ouvi..
- Ok, desculpe-me.
- Por favor, vocês tem que descobrirr tudo sobre essa tal Cristy Stand,
acho que ela nunca existiu.
- Positivo Squilo, enquanto você vollta, iremos procurar arquivos
sobre ela. - Kramer em um momento de seriedade a responde.
Squilo desliga e se sente mais desolada por não saber o que pensar
de Joe, seria ele parte da solução ou do problema?
Terça
- 11:01, prédio de Squilo.
Squilo vai em direção ao seu apartamento, ainda atordoada
e sem ter dormido a noite, ela decide descansar (nota: sim em período
de expediente, mas não contem ao chefe dela ok?).
Ao abrir a porta ela vê um monte de cartas no chão, mas não
abaixa para pegá-las, a janela parece chamar mais sua atenção,
pois estava arrombada, não por completo, talvez o suposto ladrão
ainda estivesse ai, ela pulou pela janela e desceu a escadaria até
dar em um beco. Ninguém por perto, mas um barulho acima - na escada
- chama sua atenção e ela soobe apressada, ao se aproximar
do andar de número 13 ela vê um corpo cair, ela olha para
cima e vê um vulto, ao olhar pra baixo não vê nada,
nenhum sinal de um corpo jogado da janela...nem nada. Então ela
acorda! (nota: sim, ela estava dormindo)
Terça
- 11:01, local real: frente do préddio.
Ela se dá conta de que estava desmaiada no volante do carro de Joe,
mas não consegue se lembrar como chegou ali.
Algumas crianças gritando na rua acordaram-na, sem intenção,
pois estavam brincando e nem haviam a notado. Squilo pega seu sobretudo
que estava sobre o banco de trás, alguns papéis, os celulares
- seu e de seu sumido parceiro - e por fimm as chave do carro.
O porteiro abre a porta, e ela não escapa do comentário:
- Anda cansada, dona? Anda trabalhando demmais, eu pensei em acordá-la,
mas nunca se sabe como são vocês da polícia.
Ela sorri e finge não se importar.
- Eu estava trabalhando em um caso, e passsei a noite toda acordada...Alguém
me procurou?
Ele analisa algumas anotações e alguns minutos depois responde:
- Bem, sim. Um cara alto, de cabelo castannho e que dizia ser da policia
também...Conhece?
- Joe? Era esse seu nome?
- Não...Ele disse que a senhora n&aatilde;o o conhecia.
- Qual o nome dele?
- Ele não disse.
- Você confia em qualquer idiota quee se faça passar por policial?
Faça-me um favor, não invente mais isso, ok? Quando for sério
eu posso não acreditar...
- Tá certo, a dona é espertaa demais para eu enganar.
- Tchau...
Ela passou pelo portão e foi em direção aos elevadores,
geralmente ela subiria de escada até o quinto andar, mas estava
cansada demais e não queria correr o risco de dormir na escada.
Ao chegar em seu quarto ela tem um deja-vu (nota: deja-vu é uma
sensação de já ter passado por cena idêntica
e saber exatamente o que se passa, conhecendo o local mesmo nunca estando
nele; nota particular: eu vivo tendo isso!). Ela olha no chão e
não vê nada.
- Ok, pelo menos sem cartas...Sem cartas.<
Ela olha para a janela e não vê nada também.
- Uh... - ela treme toda - isso assusta!/font>
Ela decide tomar um banho e se deitar um pouco, com certeza seus amigos
ligaram para ela procurando-a ou Skinner chegará de mau humorado
mais tarde.
"É melhor aproveitar meus únicos momentos possíveis
de sono."
Quarta
- 8:00, apartamento de Squilo
O telefone toca, só agora ela pode ver no relógio que dormiu
demais. Do outro lado da linha é Skinner, preocupado, aparentemente.
- Dana? Onde esteve?
- Skinner? Eu...passei a noite toda acordaada e...acho que dormi demais,
eu...
- Ok, progrediu no caso? Aonde esta Perry??
- O caso? Não...nada foi encontradoo. Perry sumiu.
Ela ainda tentava acordar aos poucos, quando ouve Skinner:
- O que? Sumiu como?
- Não sei explicar senhor.
- Tanto faz Dana, preciso falhar-lhe algo urgente.
- Eu vou tomar banho e já vou para ai, desculpe-me pelo atraso...
- Tudo bem, venha o mais rápido quee puder, até breve.
- Tchau...
Ela desliga o telefone e ainda fica olhando para ele em sua mão
enquanto se encontra sentada na cama por alguns minutos.
"Deveria trocar de telefone...Telefones sem fio podem ser escutados por
sistemas de rádio..."
Depois de seu primeiro pensamento concreto do dia, ela dirigi-se ao banheiro,
onde permanece em um banhinho gostoso por alguns minutos.
Quarta
- 8:46, estacionamento do prédio dee Squilo
Ela pega seu carro, estaciona-o fora da garagem e coloca o de Joe em sua
vaga.
"Bem, nunca se sabe quando alguém quer seu carro de volta consertado
ou detonado...Não pretendo pagar outro para o agente Perry."
Squilo pega seu carro e vai para o Bureau.
Quarta
- 10:32, Bureau
Ao chegar, Skinner diz que precisa falar com ela, e a chama a sua sala.
- Onde esta Joe?
- Eu não sei...Ele sumiu...<
- Há quanto tempo não o v&eccirc;?
- Desde ontem...Porque?
- A namorada dele foi encontrada morta hojje, e segundo testemunhas ela
brigou com Joe por telefone por volta das 7 da manhã. A empregada
disse que ela xingou muito ele, mas ela não quis intrometer-se,
pois já estava saindo.
Squilo, apesar de gelar-se, não diz nada, pois seu telefone toca.
- Um momento por favor.
Ela vai até a janela e atende o telefone, no outro lado da linha
era Thomas, dizendo que a garota Cristy nunca existiu...
Depois de desligar ela vira-se para Skinner, disposta a proteger Joe:
- Eu falei com Elisa essa manhã...ffoi comigo que ela discutiu...Eu
estava com o celular de Joe e ela achou que eu era...algo dele, você
entende, não é?
- Oh, sim...Mas porque a arma dele estava no local do crime?
- Eu não sei...Acabo de falar com JJoe...
- Onde ele esta?
- Não pôde dizer, parecia ofeegante e preocupado. Ele disse
que acabou de descobrir que Cristy Sandy nunca existiu...
- Pois descubra aonde ele esta e traga-o aaqui. Quero que Joe nos explique
todo o caso!
- Sim senhor.
Ela sai da sala disposta a encontrar o parceiro.
Skinner mexe em seus arquivos e descobre que a garota realmente nunca existiu.
Depois de conseguir com uma certa facilidade o endereço de Joe,
Dana vai para onde ele reside. Um lugar meio afastado da cidade, onde diversos
médicos moram. Mas antes decide almoçar, pois já eram
mais de 11 horas a essas alturas...
Quarta
- 15:07>
Depois de parar para almoçar, a agente chega até a casa de
Perry. Ela fica no fim da cidade em um bairro desolado e não parece
combinar muito com o estilo de vida de alguém que deveria ir a hospitais
diariamente. Por ser distante demais da cidade, ela acredita que ele pouco
ia trabalhar, talvez por isso seja melhor investigador do que médico.
Ela bate na porta, mas não ouve resposta.
Depois de esperara alguns minutos ela decide dar uma volta em torno da
casa olhando janela por janela. Em uma dessas janelas, ela vê o corpo
de seu
parceiro
jogado no chão todo ensangüentado.
Desesperada, ela quebra a janela com seu revolver (nota: é a única
coisa que ela tinha em mãos para quebrar algo, não é
muito criativo, porem parece mais real). Após quebrar a janela ela
pula dentro da casa e corre em direção a Joe.
- Joe? Joe por favor fale comigo. Joe?
O agente esta desacordado e muito machucado. Ela não faz idéia
de como ele possa ter parado ali, e nem faz questão disso, no momento
ela esta mais preocupada em ajudá-lo.
Ela corre em direção ao telefone da casa, mas lembra dos
grampos que o FBI costuma colocar nos telefones de seus agentes...grampos
esses que ela tem que
retirar
diariamente de seu próprio telefone, antes de ter conversas particulares
e recoloca-los logo depois para não ter que responder aos seus superiores
pelo ato.
Com seu próprio celular a mão, ela liga para sua amiga médica,
Bárbara, que mora também por ali e não é muito
dedicada também. Na verdade ela começa
a
pensar que aquele bairro é um bairro médico...
- Alô? Bárbara?
A jovem médica atende o telefone e logo reconhece a voz de sua,
também jovem, amiga:
- Dana! Quanto tempo!
- Bárbara, eu preciso que corra a ccasa 17 deste mesmo condomínio,
por favor. É urgente! Traga sua maleta de primeiros socorros e seja
rápida, isso é tudo que
posso
dizer.
Ao desligar o telefone, Bárbara não se surpreende e pensa:
"Dana, Dana, desde o colégio sempre exagerada!"
Ela decide se apressar de qualquer forma e enquanto Squilo procura a chave
da casa (logo após ter colocado Perry no sofá - com certo
esforcinho, é claro) ela
acha
a tal chave, bem a tempo de abrir a porta a doutora.
Ao ver Perry naquele estado, Bárbara não consegue falar nada,
apenas correr até lá para socorrê-lo. Minutos depois, já
o atendendo, ela consegue fazer as
primeiras
perguntas a amiga:
- O que houve aqui?
- Eu não sei...Ele sumiu, vim aqui procurá-lo e o encontrei caído
no chão, desacordado e machucado.
- Ele é seu parceiro?
- Sim.
- Vejam só, até que em fim pparou de trabalhar sozinha - ela
estava mais calma, pois já havia remediado o paciente e ele estava
extremamente bem, porem
ainda
desacordado.
- Skinner acha que não posso mais ttrabalhar sozinha. Mas vou pedir
a ele que volte a me deixar trabalhar só...
- Porque?
- Me sinto culpada por isso...
- Ah...compreendo. Bem, ele vai sobreviverr.
- Pelo menos uma culpa a menos para mim, nnão me perdoaria se ele
morresse.
- Há algo mais entre vocês?/font>
- Não! É claro que nã;o! Só não quero
pagar anos e anos na cadeia por matar meus parceiros...
- Ok, desculpe-me...Bem, preciso ir. Qualqquer coisa me ligue, ok?
- Tudo bem, obrigada.
- De nada.
Squilo decide ficar por lá até que Perry acorde e possa contá-la
tudo o que aconteceu. Mas ela sabe muito bem que Skinner esta correndo
atrás dele, então
não
pode deixar com que saibam que ela o achou.
Quinta
- 02:08, casa de Perry, em um condom&iacutte;nio próximo a Nova Iorque
(não muito próximo)
Perry acorda assustado no meio da madrugada, Squilo que estava sentada
perto de quase entregando-se ao sono, assusta-se e acordar de vez.
- Joe, você está bem? Calma eeu estou aqui com você.
O que houve?
Ela acende a luz da sala e vai buscar um copo de água para ele enquanto
ele se recupera do pesadelo.
- Dana? Como entrou?
Ela entrega o copo de água para ele e enquanto ele toma ela conta,
meio sem graça...
- Bem, eu pago outra janela...Desculpe-me..
- Ah? Tudo bem. Obrigado.
- De nada...Mas, Joe o que houve?
- Eu não sei explicar, eu estava inndo atrás de você
e algo me atingiu. Eu não consegui gritar e quando acordei já
não sabia mais onde estava e você estava
sentada
a minha frente aqui...
- É tudo que lembra?
- Sim, nada parece claro para mim...O que aconteceu? Depois que você
correu, o que houve?
- Eu corri mais não pude ver nada, só uma luz muito forte,
talvez um helicóptero - ela tenta dar uma razão lógica
ao pobre coitado.
- E?
- Eu voltei, mas você não esttava mais lá, não
havia ninguém lá. E Joe, há algo sobre sua namorada
que preciso contar...
- Elisa? Como a conhece?
- Bem, ela ligou para você, eu estavva com seu telefone e...
- Essa não...Melhor ligar para ela e explicar...
Antes que ele pudesse terminar ela o impede de falar.
- Ela não está mais entre n&ós...
- O que?
- A mataram Joe...Com sua arma na casa della, enquanto você estava
desaparecido.
Joe não consegue falar nada. Ela prossegue:
- Skinner, acha que você é cuulpado...
- E você?
- Eu? Como?
- Acha que sou culpado?
- Eu? Não, você diz que n&atiilde;o lembra de nada, eu acredito...acho
que eu sou culpada...
- Como? O que quer dizer?
- O caso que trabalhávamos, a meninna nunca existiu. Talvez tenham
matado ela por minha culpa. Eu não deveria mexer nos casos do Arquivo
A...Desculpe-me, Joe.
- Dana! Você não fez nada, n&ão fizemos nada! Não
percebe? Querem nos culpar. Não percebe?
- Porque fariam isso?
- Para se livrarem de nós dois de uuma vez só.
- Eu sei que o FBI me odeia, mas vocêc;...
- Eu tenho uma lista tão grande quaanto a sua...Desculpe-me mas também
trabalhava com o Arquivo A.
- O que? - ela fica extremamente furiosa. - Eu achei que Skinner quisesse
acabar com meu trabalho, quando na verdade ele estava ajudando! Joe, porque
não
contou
desde o começo?
- Fiz um trato com ele. Ele parece gostar muito de você...
- Skinner? Que isso...Somos só amiggos, ou melhor: chefe e funcionária.
Depois de um tempo sem falarem nada, Joe decide pedir, pela primeira vez,
ajuda a sua parceira:
- Preciso provar que não matei Elissa, pode me ajudar?
- Posso...Mas agora você vai descanssar, pois ainda não esta
nada legal, tá bom? E já que acordou é melhor você
ir para sua cama.
- Você vai para casa?
- Sim, nos encontramos amanhã as seete em meu apartamento....bem, eu
passo para te pegar. Estou com seu carro também.
- Tudo bem, até amanhã. Ou mmelhor...hoje.
Quarta
- 04:21, apartamento de Squilo
Ela chega, nem se troca e já pula na cama...Ela estava tão
cansada que nem lembra de tirar o relógio ou o sapato. Na verdade
ela nem respondia mais por si
ultimamente,
seu sono era tão perturbado que ela acabava tentando aproveitar
ao máximo "os momentos de cama" que tinha (nota: vida de agente
secreto é isso
ai
mesmo....melhor você escolher outra profissão caro leitor).
Quarta
- 07:28>
Dana vai até a casa de Joe devolver-lhe o carro e o celular.
Logo depois, os dois seguem em direção ao FBI, dar explicações
ao Skinner. Para alegria deles, Skinner havia recebido uma ligação
anônima que dizia o
nome
de um tal Xaram Mag como o assassino de Elisa e investigações
noturnas haviam provado isso. Joe era inocente.
Ao chegarem em sua sala, Joe pára e começa a pensar no nome
do assassino.
- Dana, inverta Xaram Mag.
- Gam Mrax...Gamma Rax! Não era umaa empresa, era uma pessoa!
- Que agora está presa...Por assasssinato.
- Eu sinto muito mesmo, Joe.
- Eu preciso ir, Skinner me deu o dia de ffolga.
- Vai ao velório?
- Sim.
Joe deixa a sala e Dana termina suas reflexões:
"Como me dei mau hoje, vejam só: cheguei a duvidar dele! É...realmente
não podemos confiar em ninguém..."
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