Agente Andersen

   Joe decide tomar uma atitude em relação a Liv e vai falar com a comissária de bordo, que no começo não acredita que ele é do FBI e só leva a sério depois que mostra sua credencial.
   - Moça, eu estou falando sériio. A passageira Liv Tyler é filha de um assassino, preciso que a senhora dê um jeito de avisar a torre de comando para chamar policiais para que ela possa ser detida assim que pisar no aeroporto, para que possamos interrogá-la.
   - Mas e se ela aprontar alguma coisa no aviião?
   - Ah, mais três agentes e um Marechall no avião, nós cinco podemos tomar conta dela se aprontar algo aqui. Mas o aeroporto fica mais complicado e precisamos de reforços. Pode fazer isso?
   - Sim senhor.
   A comissária tentar permanecer normal, para não dar na cara dos passageiros que está em pânico ao saber que a filha de um assassino esta no vôo.
   Liv não esta nem ai, ela esta ouvindo som no máximo (ou seja, até Scott que queria ler esta ouvindo perfeitamente a música que ela ouve no diskman) e com os olhos fechados nem nota a movimentação.
   Joe pega alguns papéis e escreve neles sobre Liv, depois pede a uma das aeromoças que entregue a Skinner e Diana. De inicio Diana fica super feliz em perceber que é a letra de Joe, mas ao ler o conteúdo ela gela. Skinner começa a ler e depois mostra ao Marechal. Joe quer que todos fiquem avisados para qualquer emergência.
   Joe volta para seu lugar, a fim de que Liv não desconfie de nada, nesse ponto as aeromoças (que já ficaram sabendo de Liv) ficam super constrangidas do que pensaram sobre Joe e Dana. para elas, com certeza eles estavam encenado e elas caíram como patinhas.
   O piloto avisa a torre de comando sobre Liv. Deborah e Clayton são avisados imediatamente e correm para o aeroporto, a fim de deter a garota no portão de desembarque, antes mesmo que possa pensar em fugir.
   Skinner - Mas que infeliz foi essa garota de cair num vôo cheio de agentes...
   Michael - Nenhum pouco precavida, ou achou que passaria desapercebida.
   - Não dá para negar, ela reallmente parece alguém normal.
   - Como acha que Joe descobriu que ela &eacuute; Liv Tyler?
   - Não sei, mas ele vai nos explicar depois. Tenha certeza disso, ele e sua filha nunca deixam algo passar.

   No aeroporto:
   - Clayton, quero que mande os seguran&ccediil;as do aeroporto bloquearem todas as saídas. Eu vou conferir as fichas de embarque a fim de ver se acho uma foto recente dela.
   - Pode deixar Deborah, ela não vai eescapar de nós.
   - Espero que não mesmo.
   - Os polícias que estavam aqui para receber os ladrões mantidos em cadeias da KGB já foram chamados para voltarem ao aeroporto assim que trancarem os prisioneiros.
   - Excelente! Liv fará companhia paraa Marcela rapidinho!
   Não muito tempo depois (só umas duas horas, pouquinho, né?), eles acabam chegando no aeroporto.
   Liv não fazia idéia do que se tratava e saiu toda cantante até ser puxada por Clayton.
   Liv - Hei! Que foi? Tá louco?
   Clayton - Mocinha, você esta detida.
   Liv - Eu?? Porque??
   Deborah chega perto dela.
   Deborah - Estamos fazendo algumas investigações e a senhorita é suspeita.
   Liv - Mas eu acabei de chegar! Quem vai avisar meus pais?
   Deborah e Clayton entreolham-se.
   Clayton - Seu pai já esta preso mesmo!
   Liv fica pálida.
   Liv - O que?? Meu pai?
   Clayton - Vamos, e não comece com drama!
   Skinner, Joe, Dana e Diana que saíram do avião prontos para persegui-la, ficam meio que decepcionados:
   Skinner - Achei que ela correria...
   Diana - No mínimo...
   Joe - O pior é que perdemos toda a cena...
   Dana - Ela vai contar de novo na cadeia mesmo.
   Joe - Falando em cadeia, precisamos interrogar o Steven e os outros ainda hoje.
   Skinner - Eu já vou direto para o FBI, vocês podem passar em suas casas antes se preferirem.
   Diana - Eu acho melhor ir também...
   Joe vira-se para Dana:
   Joe - E nós?
   Dana - Melhor irmos também, assim já liquidamos esse assunto de uma vez.

   Diana e Deborah ficam com a missão de interrogar Liv...ou tentar, porque ela só chora. Enquanto Joe e Dana vão falar com Steven.
   Dana - Você esta ciente de que se cooperar sua pena será menor?
   Steven - E você com isso?
   Dana - Bem, vamos começar, então: a partir de quando começou a roubar experimentos da NASA?
   Steven - Eu não roubei.
   Dana - Chama aquilo de pegar emprestado?
   Steven - E você com isso?
   Dana - Por favor, responda as perguntas. Não me faça perder a paciência!
   Steven - E se fizer?
   Dana - Por favor, coopere, sim?
   Steven - Não, eu não falarei nada.
   Joe - Calma Dana, se ficar brava com ele, ele irá dizer para a advogada que os maltratamos.
   Steven - Isso é verdade.
   Joe chega perto de Steven e o puxa pela roupa.
   Joe - Então vou te dar um motivo para reclamar!
   Dana - Joe, pára! Deixei-o, ele vai responder as perguntas, não vai?
   Steven - Não!
   Dana - Tudo bem...sua filha responderá para nós, então.
   Steven - Minha filha?
   Joe - Sabe, é que não vamos responder suas perguntas, Steven...
   Joe e Dana saem da sala deixando Steven aflito.
   Dana - Será que elas se deram melhor?
   Joe - Não sei, vou lá dar uma olhada.
   Dana - Tudo bem, eu vou levar o laptop e alguns papéis para a sala, ok? Vou mandar alguém vim buscar este mala e encaminhá-lo para sua grandinha também...
   Joe dá de cara com Deborah que deixava a sala.
   Joe - E no que deu?
   Deborah - Nada, ela só chora e jura que o pai é inocente...talvez ela nem saiba...
   Joe - Duvido muito.
   Deborah - Quer tentar? Diana ainda esta lá, pode ir também se quiser.
   Joe decide ir, pelo menos para ver se Diana conseguiu tirar algo de Liv.

   Dana esta mexendo na mesa de uma das recepcionistas quando Deborah a puxa.
   Deborah - Olha aquele gato!
   Dana - Ah?
   Deborah - Ali! Ele é o novo membro da equipe anti-hackers!
   Dana - Hum, até que ele é...bonitinho.
   Deborah - Bonitinho? É um Deus, isso sim! Eu não me importaria nenhum pouco se ele invadisse meu sistema!
   Dana - Olha só? Deixa o Clayton ouvir isso. - ela volta a mexer nos papéis.
   Deborah - Eu não tenho nada com o Clayton.
   Dana - Mas cria esperanças, que eu sei!
   Deborah - Mas me diz ai: e você e o Joe?
   Dana - Nós? Estamos namorando.
   Deborah - Verdade? Desde quando?
   Dana - Desde hoje de manhã - ela acha os papéis. - Bem, vou para a minha sala.
   Deborah - Precisará de algo? - ela quase grita
   Dana, que já estava meio longe:
   - Não, senhorita Landresk, qualquer coisa eu aviso!
   O carinha que elas estavam falando era Neo, que havia acabado de chegar. Ele estava examinando alguns computadores na mesma sala que elas estavam e inevitavelmente ouvi a conversa das duas, mas se fez de desentendido.
   Deborah senta em seu computador e começa a checar alguns dados de Liv quando uma janelinha aparece com o escrito: "Senhorita Landresk?". Ela olha para os lado não entendo nada, afinal ela sabia exatamente como hackear alguém e não sabia explicar aquela janela. Recuperando a calma outra janela aparece: "assustada?".
   Ela consegue achar a porta de entrada do invasor e manda uma mensagem de volta: "Não, mas o senhor é da equipe anti-hackers, não de hackers".
   Neo olha para ela: "só estou realizando desejos".
   Deborah: "engraçadinho!".
   Neo: "mas me diga: como localizou o caminho?".
   Deborah: "por mais inofensivas que as pessoas possam parecer por aqui, não subestime-as. A maior parte são hacker, como eu acredito que você é!".
   Neo: "obrigado pela lição, senhorita Landresk. Agora preciso checar outros computadores. Nos falamos outra hora.".
   Neo levanta do computador, olha para ela e sai pela porta. Deborah fica sem fôlego e pensa "melhor medir o que eu falo daqui pra frente!".

   Liv percebe que Diana parou de atordoá-la com perguntas assim que Joe entrou pela porta. Esperançosa, ela decide perguntar:
   Liv - Posso ver meu pai?
   Diana - Acho que sim. Vou chamar um policial para te acompanhar.
   Liv - Obrigada!
   Diana pede para que chamem Clayton para ajudar Liv a achar o pai, mas fala para ele que não deixem conversar sobre nada.
   Joe - Isso foi algum truque para ficarmos sozinhos?
   Diana - Encare como quiser, eu tenho mais o que fazer.
   Joe deixa que ela saia sem nem se mover, o que acaba por deixá-la até meio chateada. Ela tinha certeza de que ele faria algo...ou esperanças, pelo menos.

   Neo esta checando alguns computadores quando vê Diana passar no corredor. Imediatamente ele se lembra dela e pensa em chamá-la, mas a secretária chega para ele a fim de entregar um papel e ela acaba sumindo, mas com certeza ele tentará falar com ela outra hora.

   Joe vai para a sala avisar a Dana que não conseguiram nada.
   Dana - Joe, isso é complicado mesmo. Mas temos provas contra ele.
   Joe - Bem, pelo menos tentamos.
   Dana - Sim, é verdade...
   Alguém bate na porta.
   Dana - Quem será? Será a Deborah?
   Joe - Não sei.
   Joe abre a porta e dá de cara com Neo.
   Neo - Oi, sou da equipe anti-hackers. Estou chegando alguns computadores. Posso já ver o de vocês?
   Joe - Claro, entre.
   Dana estava tentando localizar alguns disquetes que estavam na mesma mala que seu laptop enquanto Neo foi para o computador da sala.
   Joe - Dana, vou ver se a Deborah conseguiu alguma informação.
   Dana - Ok...Eu vou ver o que consigo fazer daqui.
   Joe - Pedirei a ela para ver com a Diana.
   Dana - Tudo bem.
   Neo ouve "Diana" e fica atento. Assim que Joe sai, ele arrisca perguntar:
   Neo - Diana é, por acaso, Diana Passy?
   Dana - Sim, quer dizer...Diana Smith. Ela odeia ser chamada de Diana Passy.
   Neo - Smith... - ele sussurra tentando achar o porque do sobrenome.
   Dana - Você a conhece?
   Neo - Sim, estudamos juntos.
   Dana - Bem, não sei antes, mas agora ela é uma pessoa um pouco difícil...
   Neo - Bem, esse computador esta tudo bem. Posso conferir seu laptop?
   Dana - Bem...fazer o que, né? Pode sim.
   Neo - Não se preocupe, sou lerdo para ler. Se fosse ler algo nele levaria horas!
   Dana - Não se preocupe, eu falei brincando. Realmente não guardaria arquivos importantes ai.
   Neo - Precavida! Bem, é isso. Obrigado e desculpe por incomodar.
   Dana - Eu que agradeço.

   Joe vai até Deborah.
   Joe - Eles confessaram algo?
   Deborah - Nada...Eu e o Clayton acabamos de interrogar a Marcela e o Sanzio. A única coisa que disseram é que é injusto vocês não terem prendido o Samuel...
   Joe - O problema é que a ficha do Samuel é limpa. Mais limpa do que qualquer agente do FBI!
   Deborah - Ai não vale comparar, Joe. Porque a minha, então, seria preta de tudo, afinal sou eu quem invade sistemas por aqui...
   Joe - É, mas ninguém acredita que seja você.
   Deborah - Viva o anonimato! Mas, me diga...a Dana sabe que você foi o responsável pelos arquivos dela e do Skinner serem reabertos?
   Joe - Não...e o pior é que não faço idéia de como contar.
   Deborah - Bem, meu amigo. Escute um conselho: se contar você perde a namorada e se ela descobrir sozinha: idem!
   Joe - O pior é que é a pura verdade...O que devo fazer?
   Deborah - Eu sempre achei melhor saber pela própria pessoa do que por outros...Afinal, uma terceira, nunca contará a história de verdade. Entende?
   Joe - Sei, vai retorcer fatos...
   Deborah - Exatamente!
   Joe - Acha que devo contar?
   Deborah - Acho que no mínimo deve tentar. Porque começar uma relação cheia de mentiras não dará certo, Joe.
   Joe - Você tem razão. A parte difícil é: como contar.
   Deborah - Escute bem, eu sei o que digo. O Jimmy era um idiota, mas aprendi muito sobre "como ser enganada" com ele.
   Joe - Eu lembro, mas você ficou mau a beça...E o namoro de vocês acabou.
   Deborah - É o risco que você terá que correr, Joe. Eu sei que você vai conseguir. Vocês vão superar isso se verdadeiramente se amarem.
   Joe - Se nos amarmos verdadeiramente...
   Deborah - Isso!
   Joe - Mas, mudando de assunto. Depois do Jimmy, você não namorou mais?
   Deborah - Não, fica difícil confiar em alguém...Bem, Joe eu tenho que levar esses papéis para o Skinner. Boa sorte. Tenho certeza de que você e a Dana vão ficar bem.
   Joe - Queria ter essa mesma certeza...
   Deborah - Joe, pense assim, os passos mais difíceis você já deu: contar à ela que a ama e admitir que errou com ela. Agora, o que vier daqui para frente será mais fácil, só parece ser mais difícil. Todo mundo aqui sabe que vocês se amam, só falta você confiar no amor de vocês. Agora, eu vou indo ou o Skinner vai dar cria!

   Joe, determinado a contar tudo, vai até a sala dele e de Dana. Mas ela não parece bem, o que muda toda a determinação dele.
   Joe - Aconteceu algo?
   Dana - Não, eu só estou meio tonta...Acho que é por causa dos últimos acontecimentos.
   Joe - Acho que saiu do hospital muito cedo.
   Dana - Pode ser, mas não importa...Descobriu algo?
   Joe - Nada, eles não confessaram, mas temos todas as provas contra eles de qualquer jeito.
   Dana - Bem...sabe, eu acho que vou pedir o dia de folga para o Skinner. Eu vou ser sincera e admitir que não estou bem.
   Joe - Eu falo com ele. Vá até a garagem e me espere lá, eu não vou deixar você voltar sozinha.
   Dana - Tudo bem.
   Joe vai falar com Skinner enquanto Dana pega o elevador para o subsolo. Skinner estava falando no telefone, Deborah estava com um monte de papéis na mão e ambos tiveram que esperar.

   Dana sai do elevador e vai andando pela garagem em direção o carro de Joe. Ela encontra Tom, que vinha para falar com Diana, mas ele não parece ter ficado tão contente em vê-la, quanto ela ficou em vê-lo.
   Dana - Oi, Tom.
   Tom - Oi...Viu a Diana? - diz em tom bem áspero.
   Dana - Ela deve estar na reunião do pessoal anti-hackerismo. Há um novo hacker na equipe deles... - ela responde meio chateada.
   Tom não responde nada e vai para o elevador pensando "você acha que isso dói, né Dana? Pois doeu mais em mim, melhor que você fique com o Joe, já que faz tanta questão".

   Deborah e Joe já estavam conversando quando Skinner desliga.
   Joe - Posso passar na sua frente, Deby? É coisa rápida.
   Deborah - Claro, eu vou levar umas cinco horas com o Skinner, no mínimo!
   Joe entra na sala de Skinner.
   Skinner - Algum problema, Joe?
   Joe - A Dana não esta bem, pode dar um dia de folga para ela?
   Skinner - Na verdade, esqueci de avisar. Ela tem a semana toda de folga, porque a tiramos do hospital antes dela ter alta de verdade...Deborah deu um jeito de mudar as coisas no sistema.
   Joe - Deborah entende japonês?
   Skinner - Não, por isso que ela só teve alta algum tempo antes do vôo. A senhorita Landresk teve que achar alguém que falasse japonês.
   Joe - Ah...tudo bem. Bem, eu vou levar a Dana para casa dela, ok?
   Skinner - Sem problemas.
   Joe - Acho que a Deborah merecia um aumento...
   Skinner - Pode deixar que assim que a senhora Landresk trouxer o que pedi, eu falo sobre isso com ela.
   Joe - Ah, ela já esta ali fora, eu passei na frente dela.
   Skinner - Que mau educado, Joe - ele brinca - Bem, melhor você levar a Dana.
   Joe - Ok.
   Joe sai e Deborah entra na sala de Skinner, com pilha e pilhas de papéis.
   Skinner - É, agente eficiente é isso ai...

   Joe vê Tom.
   Joe - Veio falar com a Diana?
   Tom - Te interessa?
   Joe - Calma ai, só ia te avisar que ela esta tendo uma reunião com um pessoal que não gosta nada do seu trabalho.
   Tom - Eu sei.
   Joe - Bem, vou te deixar ai com o seu mau humor. Quem sabe quando a sua namorada sair da reunião você não melhora?
   Tom - Minha namorada??
   Joe não ouviu a última frase, pois já havia entrado no elevador e a porta acabará de fechar. Ele desce para o estacionamento e encontra Dana esperando por ele.
   Joe - Você tem uma semana de férias, querida.
   Dana - Tudo isso? Só queria hoje.
   Joe - Você não tinha recebido alta de verdade, ainda.

   Na reunião da equipe anti-hackers: Liz, Paul, Katerine, Joseph, Deborah, David, Diana e Neo eram os agentes responsáveis pela equipe anti-hackerismo do FBI. Dana já havia feito parte da equipe em seus primeiros anos no FBI, mas foi enviada para os Arquivos A.
   Diana - Aonde esta a Deborah?
   Liz - Deborah, esta em reunião com Skinner.
   David - Ele precisa parar de usá-la com secretária!

   Deborah olha no relógio:
   Deborah - Skinner! Céus, a reunião anti-hackers, eu tenho que ir!
   Skinner - Acho que você vai chegar atrasada outra vez.
   Deborah - Eles me matam se eu fizer isso!

   Deborah desceu para o andar da reunião e ao entrar viu que suas previsões não eram em nada errada: tirando Neo (que provavelmente não entendia nada) os outros queriam matá-la.
   Deborah - Me desculpe, eu estava falando com o agente Perry e depois tive que levar algumas coisas ao Skinner...
   David - É bom o Skinner contratar logo uma secretária.
   Liz - Ou melhor, ele tem uma! Que use-a!
   Katerine - Deborah, você não é paga para namorar seu chefe!
   Deborah - Eu não tenho nada com o Skinner! E escuta aqui! O dia que algum de vocês me superar eu ouvirei tudo quieta! Enquanto isso não acontece, eu não admito que em tratem assim!
   Neo - Com licença, desculpem me intrometer, mas...Não acham que ela realmente deve ter se atrasado por estar ocupada, ela não tem cara de quem fica vagabundeando em horário de trabalho...
   Deborah - Obrigada, Neo. Agora...podemos começar a reunião?
   Joseph - Sim é uma boa.
   Deborah - Bem, Neo é o novo contratado para a equipe anti-hackers, eu acho que vocês já viram a ficha dele.
   Paul - Trabalhou em outros lugares, Neo?
   Neo - Sim, testava softwares e segurança de alguns sites. Não era um grande trabalho, mas até era bonzinho...
   Liz - Como veio parar no FBI?
   Neo - Meu antigo professor da faculdade disse que precisavam de pessoas para este departamento e me interessei. Decidi procurar alguém e acabei fazendo um teste e...estou aqui. Nada muito glamuroso, mas foi isso.
   Paul - Uma exceção, a começar por Deborah a maioria das pessoas que trabalham nesse departamento eram hackers antes.
   Neo - Não disse que eu não era.
   Liz - Bem, todos apresentados, agora temos que discutir sobre o verdadeiro motivo da reunião.
   Deborah - Ok, bem eu marquei a reunião porque peguei hackers invadindo o sistema do FBI alguns dias atrás...Não esperei que chegassem aonde quisessem para descobrir. Mas acho que devemos aumentar a segurança.
   Joseph - Aproveita e manda sua amiguinha e o namorado dela pararem de invadir o sistema.
   Deborah - Amiguinha??
   Joseph - Dana e Joe andaram invadindo o sistema enquanto estavam no Japão.
   Deborah - eu sei, mas invadiram para pegar arquivos pessoais, a todos os policiais isso é permito. Mas a maioria não sabe fazer.
   Neo - Poderiam ensiná-los...Bem, é só uma sugestão.
   Diana - Acho uma boa sugestão, solucionaria alguns dos nossos problemas.
   Liz - Porém, nos dariam outros...
   Diana - Mas podemos arriscar.
   David - E é isso, fim da reunião.
   Neo - Tudo isso?
   Liz - Temos reuniões todos os dias, vá se acostumando.
   Neo - Bem, tudo bem...Ah, Diana, posso falar com você?
   Diana - Pode sim. No que posso te ajudar?
   Todos vão saindo da sala, para voltar a seus trabalhos, Katerine e Paul ficaram responsáveis de fazer um projeto para a idéia de Neo.
   Neo - Eu sei que você é Diana Passy...
   Diana - Ah? Como?
   Neo - Conferi os arquivos da agente Squilo.
   Diana - Maldita!
   Neo - É, pelo visto ela não é muito querida....
   Diana - Ela é uma pedra no meu sapato!
   Neo - Diana, não se lembra de mim?
   Diana - Deveria?
   Neo olha pra ela com uma cara de "sim".
   Diana - Céus! Neo, você é Thomas Andersen?
   Neo - O próprio!
   Diana - Putz! Desculpa, acabei de voltar de uma missão no Japão que em deixou atordoada...Mas como tem passado?
   Neo - Bem, e você?
   Diana - Mais ou menos...mas isso não vem ao caso.
   Neo - É, você não me deve satisfações da sua vida.
   Diana - Não quis dizer isso, desculpa...
   Neo - Tudo bem. Mas e como esta seu namoro com o Kurt?
   Diana - Kurt? Nossa, nem durou tanto não...Ainda esta bravo comigo?
   Neo - Não, gostei muito da sua sinceridade em falar que gostava de outro cara. Qualquer outra ficaria mentindo e daria qualquer desculpa esfarrapada para terminar o namoro.
   Diana - Na verdade, assim que sai da faculdade, nunca mais vi o Kurt. Mas pouco me importa o que ele faz...Mas e você? Arrumou namorada?
   Neo - Algumas...No momento estou de olho em uma garota.
   Diana - E eu conheço?
   Neo - Certamente!
   Diana - Bem, vou te mostrar o nosso centro de operações.
   Neo - Bem, seria ótimo. Eu mau cheguei e já me mandaram para uma reunião.
   Diana - Você se acostuma, aqui as coisas são sempre assim!