Agentes Tyler
Dana, Deborah e Joe chegam ao Aeroporto. Deborah esta inconformada de estar
ao mesmo tempo "tão longe e tão perto" de poder contar a
Dana a verdade sobre Joe. Ele percebe muito bem isso e decide fazer algo
que chame a atenção das duas, de forma que Deborah fique
sem palavras para contar tudo a Dana.
Joe - Dana, querida... - ele a puxa.
Dana - Oi, o que foi, amor?
Joe - Eu tenho que lhe pedir uma coisa.
Dana - Porque será que sempre quando estamos no aeroporto, você
tem algo a me pedir, hein fofo? - ela dá um selinho nele e não
leva muito a sério.
Ele a pega pelo braço, Deborah chega correndo e Joe fala de modo
que Deborah ouça.
Joe - Querida, eu sei que não é o momento certo, mas não
consigo esperar mais.
Dana - O que você pensa em fazer?
Joe - Dana, você aceita casar comigo?
Dana - Eu?
Deborah - Ai não! - resmunga com si própria e depois tenta
fazer com o dedo que não para a amiga.
Dana vê como Deborah fica alterada e lembra que ela estava prestes
a falar algo quando Joe chegou no restaurante. Então, ela tenta
ganhar um tempo.
Dana - Mas Joe, nós... - num surto criativo continua - nós
mau começamos a namorar!
Joe - Não é preciso ficar muito com você para eu saber
que é você quem eu quero perto de mim para toda a minha vida.
Dana - Você sempre me coloca contra a parede, não?
Joe - E a minha resposta é?
Dana - Eu...bem, eu acho que esta na hora de eu dar um rumo a minha vida
sim. Mas Joe, acho isso muito precipitado, eu...
Joe - Dana, por favor, só há duas respostas prováveis:
"sim" e "não". Me dê uma delas e eu te deixo ir.
Dana olha para aquela carinha de "coitadinho". Já Deborah considera
a cara de "safado".
Joe - Então?
Dana - Eu...bem, tá eu aceito.
Joe - Mesmo?
Deborah - Não acredito!
Uma aeromoça vem correndo chamar Dana.
- Senhorita, senhorita! Se não se apressar perderá o vôo!
Dana - Joe, eu tenho que ir.
Joe - Um beijinho de despedida?
Dana - Claro, fofo.
Deborah fica possessa, sem poder dizer nada, vendo a cena e querendo gritar
toda a verdade. Mas ela se dá conta de que falta voz, parece que
toda a sua voz sumiu no ar!
Dana e a aeromoça correm para o corredor de embarque e Joe vira-se
triunfante para Deborah:
Joe - Você ia fazer o que mesmo? - pergunta cinicamente.
Deborah - Você...Você...
Joe - Eu o que? E eu lá tenho medo de uma agentezinha de terceira?
Deborah - Vai se ver só! Você não devia ter brincado
com ela!
Joe - Vai contar ao Marechal, é? Coitadinha! Não é
a toa que não consegue uma promoção!
Deborah - Eu sou chefe da equipe anti-hackers!! E você? Ah? Ah??
Me diga quem diabos não é nada aqui!?!?
Joe - Grande porcaria o seu carguinho!
Deborah - Aaaaaaaaa! Você vai ver, vai se arrepender! Escreva o que
eu estou te dizendo! Vai se arrepender e muito!
Joe - Sabe? Estou morrendo de medo! Chatinha!
Deborah sai do aeroporto mais fula do que se tivesse levado alguma gozação
nas reuniões de anti-hackerismo. Ela pega seu carro e volta para
a cede do FBI não tendo a mínima vontade de saber aonde Joe
irá depois de aprontar a ceninha.
Neo viu que Katerine é o tipo "fofoqueira da turma" e decide fazer
algumas perguntinhas sobre sua ex-amada a ela e sobre o resto da equipe
também.
Neo - Kathy, pode me ajudar?
Katherine - Mas é claro, Neo. Qual o problema?
Neo - Na verdade eu observei que você é a pessoa mais atenta
da reunião. Eu poderia fazer algumas perguntas sobre o pessoal?
Sabe como é, né? Para me enturmar com eles mais rápido...
Katherine - Mas é claro! Pode me perguntar o que quiser de qualquer
um. Juro que o que eu não souber na hora, eu descubro depois!
Neo - Agente super eficiente, não?
Neo acaba descobrindo até mais do que supunha, mas...(vocês
odeiam "mas", não?) nós falaremos disso mais pra frente!
Uma das coisas é que: Deborah trabalha como chefe da equipe anti-hackers
além de ser uma das médicas substitutas do FBI. Mas por odiar
a parte de "legista" ela sempre era colocada de fora das missões
e cuida dos casos apenas quando são de extrema necessidade.
Neo - Então, quer dizer que a Landresk realmente tem alguns privilégios
por aqui?
Katherine - Bem, qualquer um que faça o que ela faz teria os mesmos...
Neo - E estamos falando exatamente do que? Algo sujo?
Katherine - Muito!
Neo - Como o que?
Katherine - Olhe ao redor e me diga: você acha que todos aqui se
tornaram agentes por vontade própria?
Neo - O que ela tem haver com eles?
Katherine - Deborah aceitou fazer uma primeira experiência na qual
um presidiário foi submetido a choques e drogas que fizeram com
que o sujeito perdesse sua memória global.
Neo - E ela ainda faz isso?
Katherine - Fez a primeira vez como parte de um teste no qual ela foi obrigada,
na segunda foi forçada pela chefia e na terceira pulou fora para
a equipe anti-hackers provando que podia invadir os sistemas.
Neo - Foi assim que ela entrou na equipe?
Katherine - Sim, ameaçou dissipar informações secretas
caso a forçassem a continuar com o jogo...
Neo - Continue...
Katherine - O Skinner chegou a conclusão de que ela era necessária
viva e a deu o emprego na equipe anti-hackers, mas ninguém tirando
nós dois sabe disto naquela equipe!
Neo - E como você soube?
Katherine - Fui a secretária de Skinner.
Neo - É uma profissão valiosa nesse ramo...
Deborah chega no prédio do FBI.
Deborah - Eu não quero falar com ninguém Tiffany, dê
o fora por favor!
Tiffany - Mas senhorita Landresk, o senhor Skinner precisa falar-lhe com
urgência!
Deborah - Tá bom...tá bom. Eu já vou.
Deborah segue a secretária de Skinner até a sala do patrão,
sem um pingo de vontade de conversar, ela nada diz o percurso todo. Ao
entrar na sala, Skinner fala para ela sentar-se enquanto pega algumas pastas.
Skinner - Doutora Landresk, que bom que veio rápido.
Deborah - Doutora? Não, quando você vem com esse papo...
Ele dá a pasta a ela.
Skinner - Steven Tyler e Marcela Tallc são muito importantes para
ficarem como simples bandidos.
Deborah - Desculpe, mas estou fora.
Skinner - E quem disse que você tem escolha?
Deborah - Mas você sabe o que posso fazer!!
Skinner - Sim, você e todos os bons agentes sempre tem algo para
"espalhar por ai".
Deborah - Eu gosto muito da Marcela para fazę-la esquecer de tudo.
Skinner - Prove que realmente é amiga dela ajudando-a a ter uma
nova vida.
Deborah - Mas isso teria que ser uma escolha dela! Dela e do Steven!
Skinner - Agentes não são pagos para ter piedade!
Deborah - Eu me recuso a fazer isso.
Skinner - Se não fizer tomaremos medidas drásticas...
Deborah - Ha-ha! Não tenho namorado ou gato de estimação
para vocês matarem!
Skinner - Sabemos o que você tem e você não deseja deixar
de ter, não é?
Deborah - Céus! Vão me matar?
Skinner - Em último caso...
Deborah - Vocês são nojentos!
Skinner - Faça seu trabalho e agora pode sair.
Deborah sai achando que nada de pior pode acontecer, ela lembrava que Marcela
apesar de ser uma agente dupla era uma ótima pessoa, e já
que tem que "acabar" com a vida dela, ela pelo menos dará a ela
o amor de sua vida: Steven!
Deborah - Tiffany, faça o seguinte: eu quero a equipe médica
no andar para cumprir a missão de Skinner ainda hoje. Também
quero sigilo absoluto e quero que chame o agente Perry para acompanhar
a operação. pode fazer isso?
Tiffany - Sim, senhorita.
Alguns minutos depois, tudo estava pronto e Deborah se sentido péssima
por ter que fazer aquilo de novo.
Joe - E o que você quer comigo agente chatinha?
Deborah - Preciso de uma testemunha burra o bastante pra fazer de conta
que nada aconteceu...ai inexplicavelmente veio você na cabeça!
Agora quieto, nem pense e falar, eu estou no comando e você só
esta aqui pra eu lembrar que tem alguém que pode ir mais baixo que
eu.
Deborah e seus assistentes aplicam o tratamento de choque nos nossos, agora,
ex-mafiosos. A base da memória global deles (ou seja, aquela que
guarda as lembranças da pessoa e não suas habilidades) agora
consiste em um casal feliz que se conheceu trabalhando para o FBI. Retirando
suas experiências de vida, suas habilidades continuam intactas. O
que pode ajudá-los a serem "ladrões bonzinhos", não hackers
porem conseguiram adquirir informações de alto prestigio
ao FBI.
Joe fica abismado e Deborah aproveita:
- Brigue comigo de novo e esqueceráe; até o nome de sua mãe.
Dana chega no Canadá, Samuel a esperava no aeroporto. Ambos ficam
felizes ao verem-se de novo. Ela quer ficar num hotel para não incomodar
ninguém, já que não sabe nada sobre seus familiares,
mas Samuel insiste que ela vá para sua casa e ela acaba não
tendo como dizer não.
Joey estava com sua mãe, Marina, na sala de música da casa.
Marina havia sido uma ótima pianista e Lucianna havia pedido a ele
para tentar fazę-la tocar. Ele consegue e alguns minutos depois seu pai
e sua irmã chegam, e ele até esse ponto não fazia
idéia de quem era sua irmã.
Samuel e Dana entram e ao ouvir a música acabam indo para a sala
de música localizada ao lado da biblioteca. Dana fica paralisada
ao ver Joey, esta também é a primeira reação
dele, mas depois acabam se abraçando e é uma choradeira só.
Apesar de sempre terem dado-se bem, Joey nunca considerou ela mais que
amiga e ela também nunca o viu como um provável namorado,
ao contrário do que ela pensava de Tom.
Marina também fica super emocionada em rever a filha.
Parecia tudo perfeito como se a família nunca tivesse se separado,
e para aqueles quatro deveria ser assim para o resto da vida.
Diana conversava com Neo quando chega uma carta dos chefes para ela.
Diana - Ué? O que será?
Neo - Torça para ser aumento, ehehhe.
Diana abre a carta e começa a ler, do nada ela levanta e começa
a pular e gritar de alegria. Neo não entende nada.
Neo - O que foi? Aumento?
Diana - Não, melhor: EU FUI PROMOVIDA!!!
Neo - Ah...que pena, eu adoraria trabalhar com você na equipe...
- ele se faz de desapontado, mas ela sabee que esta brincando.
Diana - Mas não vou sair já... - o entusiasmo dela diminui
- eu sou a segunda opção doos Arquivos A, a Dana ainda é
a principal...
Neo - Então comemore! Você vai ter um salário e posto
maiores que o resto da equipe, e menos trabalho que a titular mas com o
mesmo salário!
Diana - Só você para me fazer sorrir mesmo!
Neo - E não é verdade? Mas agora, falando sério, eu
duvido que a Dana aceite todos os casos...
Diana - Você tem razão, acho que ainda tenho chances!
Neo - É isso ai, pense positivo!
Diana da um beijo na testa de Neo e o agradece por ajudá-la. Deborah vê
e se sente meio enciumada, mas no fundo ela já imaginava que Neo
só estava ali por Diana, mesmo.
- Não crie falsas esperançaas Deborah...você mesma sabe
que nunca achará alguém...Idiota! - Deborah pensa para si
própria - Eu sou uma pessoa horrível! Olha o que eu fiz com
a vida da Má...eu mereço ficar sozinha mesmo!
Deborah começa a chorar e vai para o banheiro para que ninguém
a veja.
- Droga, numa hora dessas eu não ttenho nenhuma amiga! Eu tiro a
memória delas mesmo! Cretina!
Deborah acaba jogando seu celular no chão.
Neo viu Deborah sair chateada.
Neo - Di, me diz uma coisa.
Diana - Claro, o que?
Neo - Você é amiga da agente Landresk?
Diana - Sim, sou. Porque?
Neo - Ela acabou de ir chateada para o banheiro. Sabe o que ela tem?
Diana - Não exatamente, mas ouvi a Kathy falando que era algo sobre
a última missão que ela recebeu. Hum...bom eu ir lá,
né?
Neo - É, bem você sabe que eu iria...mas ela entrou em um
dos únicos lugares onde a credencial do FBI não serve para
nada!
Diana - Engraçadinho, eu vou lá.
Neo - Me fala depois, tá?
Diana - Claro.
Diana vai até o banheiro.
Diana - Deborah? Esta ai?
Deborah tenta disfarça a voz de choro...
Deborah - Sim, eu estou. Algum problema, Diana?
...Mas Diana percebe:
Diana - O que houve? Porque esta chorando.
Deborah - Não estou...estou bem, não é nada.
Diana - Ah, então foi um cisco? Vamos Deby, o que foi?
Deborah - Eu fiz uma coisa horrível!!
Deborah começa a chorar de novo.
Diana - Nossa, calma. O que foi? Quer falar sobre isso?
Deborah - Não... - ela responde entre soluços.
Diana - Deby, porque não tenta falar com o Joe? Ele pode te ajudar
afinal ele é psicólogo...
Deborah - Eu quero distancia daquele idiota!
Diana - Aconteceu algo entre vocês?
Deborah - Não, foi outra coisa...
Diana - Tem haver com sua última missão?
Deborah se dá por vencida.
Deborah - Tem sim, eu fui obrigada a fazer uma coisa horrível que
eu tinha jurado a mim mesma que nunca mais faria...
Diana - Nossa, mas o que foi?
Deborah - Eu...eu tive que fazer...eu não queria mais fui obrigada...
- ela começa a chorar de novo.
Diana - Ai céus...Deby, me diz o que foi, ou não terei como
te ajudar.
Deborah - Ninguém pode me ajudar! Ninguém deve nem tentar...
Diana - Nossa você esta mau mesmo, tem certeza de que não
quer falar com o Jo...
Deborah - EU JÁ DISSE QUE NÃO!!!
Diana fica assustada com o grito de Deborah, mas percebe que ela esta muito
nervosa para ter controle sob si própria.
Falando no Joe, ele estava passando perto dali quando Neo o vê.
Neo - Ué? Num foi demitido?
Joe - Fui, e esse é o problema: sempre que precisam de mim correm
atrás!
Neo - Pelo menos é uma garantia de emprego!
Joe - Com certeza...Ah, senhor Andersen, não é?
Neo - Me chame só de Neo mesmo, eu odeio essa coisa de sobrenome.
Joe - Bem, esta bem. Mas você sabe aonde esta a Deborah?
Neo - Cara, sei: no banheiro chorando sem parar, a Diana foi falar com
ela. Você sabe o que aconteceu?
Joe - O pior é que eu sei...Digamos que de todos aqui o trabalho
dela é o pior.
Neo - Porque não fala com ela?
Joe - Sabe que apesar de andarmos brigando esses dias eu estou com pena
dela, queria falar com ela mesmo.
Neo - Mas qual foi o trabalho dela para ser algo assim tão...tão...como
posso dizer? Tão revoltante!?
Joe - Logo-logo você vai ficar sabendo Neo, a resposta vai estar
andando pelos corredores em alguns dias.
Neo não entende nada, mas acha melhor não perguntar.
Joe - E como esta Diana?
Neo - Bem...
Joe - Sabe se ela esta namorando o Thomas?
Neo - Thomas? Que Thomas? Eu?
Joe - Você é Thomas? Nossa, estava falando de Thomas Hamilton,
nem imaginava que você era Thomas.
Neo - É por isso que eu não gosto de ser chamado por sobrenome,
agente nunca sabe o nome verdadeiro da pessoa. Mas, respondendo a sua pergunta:
eu não sei. Talvez sim, talvez não. Eu sei que ela saiu com
um cara na hora do almoço...pode ou não ser este ai. Porque?
Joe - Nada de especial. Bem, quando a Deborah sair de lá, pode pedir
para me avisarem? Eu estarei na sala da Dana pegando algumas coisas que
deixei lá.
Neo - Tudo bem, eu aviso.
Algum tempo depois as duas saem do banheiro, Diana tentou de tudo para
fazer Deborah parar de chorar mais fui tudo meio que em vão.
Neo - E ai?
Diana - Ela esta péssima, falei para ela ir pra casa e eu aviso
o chefe.
Neo - Mas ela vai sozinha?
Diana - É...
Neo - Bem, eu levo ela.
Diana - Tudo bem...
Neo - Até o Joe ficou preocupado com ela...Falando nele, pode avisá-lo
que ela vai pra casa? Ele esta lá na sala da Dana e queria falar
com ela...
Diana - Claro, pode deixar que eu aviso...
Neo vai até Deborah e insiste em levá-la, ela acaba concordando
já que a última coisa que quer fazer é colocar mais
pessoas em perigo.
Diana pede a Kathy para avisar Joe, além da moça avisá-lo
ainda o conta sobre a nova promoção de Diana e ele decide
tentar fazer alguma coisa para conseguir que o posto dela seja tão
ou mais importante que o de Dana, mas não diz nada a Kathy, apensa
que vai ver Deborah depois.
Alguns dias depois Steven e Marcela são encontrados em uma estrada
"depois de um acidente" (o acidente foi feito para dar-lhes um motivo pela
falta de memória). No hospital é informado de que ambos são
agentes do FBI e a organização faz de conta que tenta "abafar"
o caso.
Deborah e Joe são indicados para "cuidar" dos dois.
Joe - Vai ficar bem nesta missão, Deborah?
Deborah - Eu tenho que ficar...Ai as vezes, queria sair correndo e esquecer
de tudo!
Joe - É...você vai ficar bem.
Os dois entram no hospital. Joe vai até o balcão de informações
com a credencial de ambos e pergunta por Steven e Marcela. Minutos depois
eles já estão com os "pacientes".
Eles começam a conferir as fichas deles e constatam que nada acusa
o que eles passaram. Parece com uma perda normal de memória, porem
irreversível.
Deborah - Marcela? Oi? Sou eu, lembra de mim?
Marcela - Não, quem é você?
Deborah - Sou a Deborah, trabalhamos juntas, lembra? E esse é o
Joe. Nós viemos aqui para buscar vocês.
Marcela - Eu não consigo me lembrar de nada...
Deborah - Fique tranqüila. Vamos levar você e seu marido, esta
bem?
Marcela - Esta...
Deborah e Joe levam Marcela e Steven para aquela que "seria a casa deles".
Toda uma vida de mentirinha foi criada aos dois e em alguns dias eles já
estarão trabalhando no FBI como se só tivessem feito isso
na vida. |