Hacker

Quarta - 07:45, subsolo do FBI
   Logo depois que Joe sai, Dana começa a tentar arrumar o caos total que se encontra sua sala no FBI. Ela não consegue explicar como uma sala tão pequena pode ter tantos papéis espalhados e tanta tranqueira amontoada.

   Por volta das 8 horas a secretária de Skinner, Marcela, entra na sala.
   - Squilo?
   Ela ouve um barulho de alguém batendo a cabeça em baixo da mesa seguido de um "ai".
   - Você está ai?
   Ela levanta com a mão na cabeça e responde:
   - Acho que sim. Ai...isso doeu. Como &eacuute; que quando somos crianças pegar coisas em baixo da mesa é mais fácil?
   Ela vê que a secretária não esta com cara de muitos amigos...
   - Ok. Foi uma piadinha boba. O que quer?
   - Skinner, disse que precisa falar com voccê.
   - De novo? Puxa, ele me ama! - responde ella ironicamente.
   - Que bom que sabe...
   - Sei o que?
   - Nada, achei que fosse sério...
   - Sério o que?
   - Bem, certas pessoas parecem inteligentess, mas...
   A agente p da vida decide dar uma resposta a altura:
   - Outras, como no seu caso, nem parecem e nem são inteligentes. Tem que parecer bonitinhas para conseguir um emprego, não é?
   - Você pensa que é grande coiisa, não é?
   - Eu não penso...
   - Ah não?
   - Eu sou! E com licença madame, os agentes de verdade precisam trabalhar enquanto as secretárias esquentam as cadeiras e exibem-se para os chefes...
   A secretária queria matar Squilo, do mesmo modo que a agente queria matá-la. Elas nunca haviam sido muito amigas, e a cada ano que se passava elas tornavam-se cada vez mais inimigas. A secretária pelo grande ciúme que alimentava de Dana, e esta por...por...ela mesmo não sabia explicar porque sempre brigava ao encontrá-la.

   No corredor para a sala de Skinner ela encontra um agente que nunca viu antes...Um carinha desengonçado levando muitos papéis que propositalmente tromba com ela e derruba tudo no chão.
   - Oh desculpe-me, senhor. Eu não quueria...não era a minha intenção derrubar todo o seu trabalho. Eu sinto muito.
   Ela e o cara abaixam-se para pegar os papéis.
   - Sem problemas. Você é Squillo, não?
   - Sim, sou...Como sabe?
   - Preciso ir, foi bom falar contigo.
   - Igualmente. Mas qual seu nome?
   Porem ele já estava longe.
   - Odeio pessoas que nos deixam falando sozzinhas...

   Ela bate na porta da sala de Skinner e logo depois entra.
   - Skinner? Sua secretária me disse que precisava falar comigo. Algum problema?
   - Sente-se Squilo. Na verdade você fficará temporariamente com outro parceiro. Joe precisará se ausentar...
   - Entendo que ele esteja mau com a morte dde uma das pessoas que mais amava na vida...mas eu realmente preciso de alguém?
   - Dana, você sabe que por mim n&atillde;o. Mas não sou a autoridade máxima do Bureau.
   - Por favor... - ela faz uma carinha de caachorrinho que caiu da mudança.
   - Dana, sinto muito...Se os chefes querem assim, é assim que será.
   - Droga...
   - O que?
   - Isso mesmo: droga! Eu nunca posso traballhar nos meus casos sem interrupção.
   - Squilo, você sabe que "os seus cassos" não são lá muito reais...
   - Diga logo que me acha louca, e terminamoos aqui com essa situação...
   - Não é assim também..
   - Deixe-me provar um dia, só um diaa, que sou capaz de solucionar algo admissível para todos.
   - Bem...eu...
   - Obrigada!
   Ela sai toda contente sem dar chance para ele. Skinner já havia se acostumado com suas atitudes e nunca poderá puni-la. Afinal, ele a considerava muito mais que uma simples agente, ela era uma amiga e alguém que ele queria como muito mais que isso, mas que parecia nunca compreender. De qualquer modo, ela não poderia agir assim desta vez. Ele decidiu, pela primeira vez, ir atrás dela até que ela o escutasse.
   - Escute aqui Dana, não dê ass costas para mim antes que eu diga que terminei!
   Ela esta impressionada com a atitude que a faz parar e olhar para ele:
   - Você vai ter uma parceira desta veez! Eu não dou a mínima para o chilique que você quer ter só porque precisa aprender que não é a única agente aqui!
   - Tá bom, não precisa gritarr. Eu já entendi - responde ela calmamente, com a habilidade de fazê-lo ficar mais irritado. - Mas quem seria a "tal" então?
   - Marcela.
   - O que?! Eu não vou trabalhar com uma secretária!
   - Ela é uma detetive disfarç;ada, nunca foi uma secretária de verdade...
   - Skinner, por essas e outras você aainda me paga.
   - Sei que não esta falando sée;rio.
   A secretária chega, crendo que sua "querida" parceira já recebeu a notícia:
   - E então, não sou uma detettive de verdade, Dana?
   - Olha, não sei como fez isso. Mas na verdade nem queria saber, mesmo. Então, ou você anda logo ou fica ai, porque eu estou indo investigar.
   - O que?
   - Descubra!
   Squilo sai furiosa e Marcela não sabe o que fazer.
   - Vai atrás dela - ordena Skinner.<

   Squilo pega um táxi (lembram-se que ela estava com o carro do Joe e ele foi para o velório? Sim, ela ficou a pé).

Quarta - 9:18, prédio de Squilo
   Ela chega e percebe que deixou seu micro ligado:
   - Ainda bem que isso esta acontecendo no UUSA, se fosse no Brasil o Fernando Henrique mandaria cortar minha energia...
   Ela vê que, para piorar, o micro estava ligado na Internet:
   - Agora danou-se! Se alguém quis innvadir já o fez e convidou a turma toda....Ainda bem que tive que formatar o micro por causa de um vírus...Nada estava instalado corretamente.
   Antes de desligar o micro ela decide dar uma baixadinha básica de e-mails.
   - Um pouquinho a mais, um pouquinho a menoos não fará diferença...
   Ela recebe um e-mail todo louco cheio de zeros e uns.
   - Que coisa é essa?
   Dana dá um forwad para seus amigos e desliga o micro.
   Antes que saia ela dá de cara com Marcela, pronta para bater na porta.
   - Mas você, hein?
   - Mas eu o que? Só vim pegar meu caarro. É contra a lei?
   - E como foi para o Bureau de manhã;?
   - Eu poderia dizer...mas você &eacutte; detetive e pode descobrir.
   - Tá bom, você foi com o carrro de Joe.
   - Como sabe? E se sabia porque perguntou? Que droga para quem não me persegue você já esta me enchendo sabia?
   Ela pega a chave do carro e do apartamento, tranca tudo e vai para a garagem.
   - Eu vou com o meu carro falar com um amiggo de família, minha mãe esta mau. Vai querer me investigar nisso também?
   - Com certeza, eu te sigo.
   - Ótimo. Vou pegá-lo na garaagem, já vai para o seu carro.
   Marcela vai para seu carro e Squilo liga (pelo celular) para Joey Kramer (que recebeu o forwad), ela explica para ele a situação de nova parceira e pede para que ele haja como um amigo da família em um restaurante.

Quarta - 9:58, em um restaurante que não vvou fazer a propaganda...
   - Tudo bem Marcela, depois que eu apresenttá-lo você pode deixá-lo falando comigo?
   - Não.
   - Mas é pessoal. O Skinner disse quue tudo que tem relação com minha vida particular eu posso fazer ser auxiliares.
   - Ele não disse isso para mim.
   - Então, ligue para ele e pergunte..
   - Vou mesmo, enquanto você fala com seu amigo, comigo lá.
   - Olha ele lá.
   Squilo tenta sair de perto dela, mas é seguida, a senhorita Tallc era rápida de percepção...Elas chegam perto dele.
   - Oi Rafa, você parecia aflito no teelefone.
   - Oi Dana, tenho notícias de sua m&ãe, mas acho que não gostaria que outras pessoas ouvissem.
   - Não gostaria mesmo, mas...bem elaa vai ligar para meu chefe para perguntar se pode ficar longe de mim por alguns minutos.
   - Bem que seu pai dizia que isso nã;o é um trabalho para você. Viu, é por isso que você não visita mais sua família e amigos, não é?
   Marcela decide falar com Skinner para lá, a conversa estava parecendo tomar um rumo de bronca "por não aparecer em casa".
   - Obrigada, Joey!
   - De nada, Dana. Mas Rafa é horr&iaacute;vel...
   - Desculpe-me, foi o primeiro nome que me veio na cabeça.
   - Sei, o nome do seu antigo siamês....
   - É isso ai. Mas o que descobriu?
   - Bem, o e-mail foi feito em códigoos binários.
   - Ah sim, uma seqüência de onzee zeros e uns que representam letras, números e caracteres.
   - Isso mesmo, os números sãoo fáceis de se achar, já os espaços e as letras requerem mais prática.
   - Ou a lista completa dos números....
   - Sim, para saber exatamente do que se traata, deixei nossos amiguinhos traduzindo...
   - Coitados!
   - Eles gostam, eheheh.
   - Sei, ehhehe. Mas há mais ou menoss uma base do que se trata?
   - Parece algo que envolva o deserto do Texxas.
   - Mas aquele lugar é enorme...
   - Eu sei, descobrimos algumas coordenadas,, mas elas levam para um nada...pelo menos algo que não pode ser visto.
   - Entendi...
   - E cadê o Joe?
   - A namorada dele foi morta...
   - A bravinha?
   - Ela mesma.
   - Nossa, eu sinto muito.
   - Acho que ele é quem mais sente....
   - Certamente. E o que está ai esta fazendo com você?
   - Ela é Marcela Tallc, esta substittuindo o Joe.
   - Nossa o Skinner quer alguém de ollho em você, hein?
   - Sim, pra piorar a situaçãoo...Como poderei investigar o lugar com ela na minha cola?
   - Bem, "sua mamãe quer muito te verr". Iremos ao prédio do Bureau, eu me apresento como seu parente e vamos para "a casa de sua mãe no Texas", se é que você me entende.
   - Perfeitamente.
   Os dois levantam-se e a agente Tallc já esta na porta esperando-os.
   - Ah, Rafa essa é a Marcela, a mo&cccedil;a que me ajuda.
   - Prazer em conhecê-la, você n&atildde;o se parece com uma agente de FBI.
   - O prazer é todo meu. Mas, porque não? - demonstra-se curiosa Marcela.
   - Não sei, geralmente eles sãe;o meio estranhos como os últimos amigos de Dana.
   - Ah não Rafa, pode parar de impliccar com o meu trabalho, ou a minha mãe vai ficar sem me ver por mais algum tempo.
   - Ok, ok.
   Depois que Dana dá alguns passos para frente.
   - Ela sempre foi temperamental, puxou ao ppai.
   - Ah, ela é muito determinada mesmoo - concorda Marcela.

Quarta - 10:23, Bureau, sala do diretor assistentte Skinner
   - Bem, eu posso deixá-la ir, se for de exttrema importância.
   - Senhor, a mãe dela precisa muito vê-la. Ela esta já passando desta para outra, se é que o senhor me entende.
   - Oh sim, sinto muito por ela. Não achei que fosse tão grave. Fale para Dana que ela pode ir, e para me ligar dentro de alguns dias dizendo quando poderá voltar ao trabalho. Desejo melhoras para a senhora Squilo.
   - Obrigado Senhor, vou avisá-la.
   Ao sair da sala. Dana "chorosa" e seu "primo" Rafa vão até o estacionamento. Lá, Dana pega seu carro e vai até seu apartamento pegar algumas coisinhas básicas para sair de viagem...(nota: coisinhas "bem básicas": laptop, lanternas, sua arma, um sobretudo e algumas roupas que ficam perdidas no fundo da mala).

Quinta - 08:05, sala dos agentes Perry e Squilo
   - Papéis? Papéis? Papée;is? E essa Dana que não chega!
   Joe parece meio impaciente por não achar um papel no meio da, já arrumada, sala.
   - Quando sai eu sabia que eles estavam em baixo da pilha número 8, agora como vou saber? Ela tinha que arrumar tudo mesmo? - segundos depois ele relembra - Hei! Ela costuma catalogar tudo que arruma.
   Ele corre para o computador e abre um programa chamado "Bagunça geral dos menos-menos do FBI" que pede uma senha e usuário, Joe digita seus respectivos dados e uma mensagem surge na tela:
   "Bonito, não? Deixou aquela zona aqui! Eu arrumei e agora (acho que depois de muito pensar) você se lembrou do catálogo, não é? Eu sei que sim, não faça essa cara. Ok, agora vá até a seção 'procurar em casos recentes' e digite o que você esta procurando. Ah, Joe, por favor lembre-se de sair do programa assim que terminar de usá-lo, pois se não a senha ficará valendo. E ah! Não entre na Internet com ele ligado, ok?"
   - Essa Dana é uma parada...com certteza os amigos hackers dela ensinaram isso. Ou talvez, trabalhar no FBI deixa as pessoas assim...
   Ele reinicia o programa e digita alguns dados da Dana, e a tela que surge é:
   "Se você, que não sou eu, esta entrando na Quinta nesse programa, você certamente não sou eu. Então, dê o fora!"
   E o programa cai. Ele reinicia o micro colocando a data do dia anterior e tenta ir novamente ao programa:
   "Você tem sorte pelo Joe não saber programar isso, imagine a mensagem que apareceria se ele soubesse?"
   - Esperinha...Só porque ela acha quue não entendo nada de hackerismo..
   Ele vai na parte "atualizações" onde a Dana guarda um banco de dados com as novidades do sistema, a tela que aparece é:
   "Vamos lá, essa é a parte 'beta alpha gamma delta' de atualizações. Acabei de adicionar alguns arquivos do agente Perry (ele precisa escrever mais no laptop, que letrinha horrível!! Brincadeira, nunca vi ninguém que capriche tanto em papel, vou ficar morrendo de vergonha a próxima vez que escrever perto dele). Dentre as atualizações estão os dois últimos casos do 'Arquivo A', os papéis da Gamma Rax que na verdade não é 'a' e sim 'o', algumas senhas do PC do Skinner (tá, mas só eu tenho acesso a isso)"
   - Só ela? Sei...
   Ele continua lendo:
   "alguns casos não terminados. Eu cataloguei um novo agente que vi no corredor, o estranho é que ele não esta no sistema. Arrumei a parte de 'diário' e acho que só...Porque eu faço essa parte? Coisa mais inútil!".
   Como quando o gato sai o rato faz a festa, Joe decide ler a parte do 'diário' da Dana.
   "Hoje, conferindo os e-mails, recebi um em códigos binários (aquela seqüência 'enche a paciência' de zeros e uns). Mandei-o para o Kramer porque ele entende mais disso do que eu, talvez ele decodifique logo. Skinner me chamou para sua sala, e parece que vou ter uma nova pessoa pegando no pé...Bem, já estava até me acostumando com o Joe quem virá agora? (...) Ótimo! Parece que o Kramer já descobriu algo, dá em uma localização no"
   A parte acaba ai, parece que o Skinner realmente queria falar com ela. Joe decide falar com ele para ver se descobre algo.

Quinta - 9:20, sala de Skinner
   - Skinner você sabe onde esta a Danaa?
   - Sei sim Joe, a mãe dela estava quuase morrendo.
   - Coitada...
   - É mesmo...O primo dela, Rafael, vveio buscá-la.
   - Puxa, que triste...Aonde a mãe deela mora?
   - Não sei exatamente, mas é em uma parte do Texas...
   - Ah, é?
   - Porque?
   - Por nada. Só curiosidade. Quem fooi a última pessoa a trabalhar com ela?
   - A agente Marcela Tallc.
   - Agente? Ela não é secret&aaacute;ria?
   - Não, ela é uma agente disffarçada.
   - Ela é boa...
   - Joe...
   - Em disfarces! Nem me deixa terminar e j&á pensa outras coisas. Oras, Skinner! Vou contar aos superiores!
   - Foi mau Joe...
   - Bem, vou voltar ao trabalho.

Quinta - 09:35, sala de arquivos do FBI
   - Olá, eu queria os arquivos pessoaais de Dana Squilo.
   - Olá, bem, senhor?
   - Perry.
   - Sim, senhor Perry. Esses arquivos n&atillde;o podem ser tirados por outros agentes a não ser pelos superiores.
   - Sou o parceiro dela.
   - Deixe-me ver, vou falar com o Skinner, uum minuto por favor.
   Ela pega o telefone e liga para Skinner, e ele por sua vez manda liberar a papelada.

Quinta, 10:03 - de volta a sua sala no porão
   Depois de alguns minutos examinando os papéis sobre sua parceira lá vão algumas informações:
   "Dana Squilo, (...) era melhor da turma. No ano seguinte forma-se em investigação no FBI (curso começado dois anos antes)"
   - Não diz nada da família? AAh!
   "Pai Michael Squilo e mãe Victoria Squilo residentes em Nova Iorque"
   - Hei! Nova Iorque é completamente longe do ponto...
   "Primos: não tem, primas apenas Patty Squilo, por parte paterna"
   - Apenas? E o tal do Rafael?
   Joe liga para a sala de arquivos.
   - Olá, eu queria uma informaçl;ão. Os arquivos dos agentes são constantemente atualizados? É mesmo...E a possibilidade de erro qual é? Menos de 0,1%...Sobre a agente Squilo, ela não possui nenhum primo? Ah, não? Obrigado. Era só isso mesmo, obrigado...
   Ele fica encafifado com a história e decide procurar Marcela Tallc.

Quinta - 10:21, 7º andar
   - Agente Tallc, posso falar com a senhoritta?
   - Claro agente Perry, qual o problema?
   - Como era esse tal Rafael Squilo?<
   - O primo de Dana?
   - Sim, ele mesmo.
   - Bem, ele era baixinho, de cabelo castanhho enrolado e olhos azuis. Porque?
   - Por nada...Muito obrigado pela informa&cccedil;ão.
   Ele já sabe exatamente quem procurar pela descrição...com certeza é um dos hackers.

Quinta - 10:32, garagem do FBI
   O telefone de Joe começa a tocar na hora em que ele vai dar a partida no carro.
   - Alô?
   - Oi, aqui é um amigo de Dana.
   - Ah é? É com você messmo que eu queria falar...Aonde ela está?
   - É melhor vir para cá.
   - Tá bom, mas olhem lá que sse começarem com gracinhas...
   - Te colocamos para fora se for mau educaddo.
   - Tá bom...Estou indo.
   Alguns minutos depois Joe é informado por eles sobre o sumiço de Dana, e eles pareciam tão preocupados que ele decide ir atrás dela.
   - Tá bom, eu irei até l&aacuute;. Mas preciso das coordenadas corretas e precisas.
   - Com certeza, ainda queremos vê-la novamente - responde Brad. - Aqui estão todas as informações. Qualquer coisa é só entrar em contato conosco.
   - Tudo bem, eu vou... - ele começa a procurar alguma coisa na roupa.
   - O que foi?
   - Acho que perdi a chave do meu carro...Ahh! Não, esta aqui, que coisa não? Assustei vocês, ehehheheh.
   Os três fazem cara de desgosto.

   Ao sair, o telefone de Joe toca e ele decide atendê-lo enquanto caminhava em direção ao carro.
   - Alô? Oi Skinner, algum problema?
   - Joe, um carro explodiu no prédio....
   - O que? Como assim explodiu?
   - Na garagem do prédio.
   - Na garagem?
   - Sim, acreditam que seja sabotagem.
   - Mas e o chefe de segurança n&atillde;o estava...
   - Ele não viu ninguém, mas oo carro que explodiu era o dele..
   - Ai...que azar...
   - Todos estão preocupados com os caarros e ninguém pode sair ou entrar do prédio antes que chequem os carros.
   - Todos os carros? Há possibilidadee de que hajam bombas nos outros também?
   - Ninguém descarta essa hipó;tese...Você deveria tomar cuidado com o seu também.
   - Sem problemas Skinner, eu sai com o meu e...
   Skinner só pode ouvir o barulho de uma explosão do outro lado da linha.
   - Joe? Joe?