Morrendo De Amor
Diana andava de um lado para o outro do hotel tentando descobrir aonde
Lynda e Joe poderiam estar numa hora daquelas.
- Joe me paga quando voltar, ele vai ver s&ó!
Do nada ela tem a idéia de que talvez Dana saiba aonde Joe possa
ter ido e aproveita para ligar para o FBI.
Na sala de Dana ninguém atende então ela tenta ligar para
o apartamento da agente.
Dana acordou num susto com o barulho do telefone e só então
viu que sua hora de trabalhar passou:
- Ah dane-se!
Ela coloca o travesseiro em cima da cabeça mas o telefone não
pára.
Do outro lado Diana pensava que talvez ela pudesse estar no banheiro e
decidiu esperar mais.
Dana tenta ganhar um ar de "bom humor" e atende a porcaria do telefone.
- Alo?
- Alo, Dana. Aqui é a Diana...
- Oi! Como esta?
- Bem...eu, você ouviu que sou eu? - Diana esta surpresa por Dana
ter se demonstrado feliz.
- Sim Diana, é claro que ouvi. Aliass precisava falar contigo.
- Ah é? Sobre o que?
- Eu queria pedir desculpas por tudo que fiiz...Eu sei que quando se faz
algo de ruim é quase impossível voltar atrás, mas
realmente estou falando isso de verdade.
- Bem, eu...não sei o que dizer. N&ooacute;s nunca nos demos bem
tanto da sua parte quanto da minha, tanto que achava que iria me atender
super brava.
- Achou? O Joe não te disse nada?
- Joe? Não...Aliás: sabe ondee ele esta?
- Ele? Não esta com você?
- Esta...não, quer dizer ele esta aqqui no Peru mas não esta
aqui comigo.
- Ué? Será que ele foi investtigar algo sozinho?
- Sozinho ou com uma...nada, esquece!
- Bem, fale o que quiser. Eu terminei com oo Joe ontem.
- Ele disse, mas não achei que era ssério.
- É sim, ele gosta de você n&aatilde;o de mim.
- Dana, não esta tendo ataque de ci&úmes não?
- Não, só quero ele como um bbom amigo. Ah, eu tenho novidades
para você!
- Qual?
- Você agora é a principal ageente dos Arquivos A!
Diana quase não cabe em si de alegria, por um minuto até
esquece que o cargo era da própria Dana:
- Eu? Que ótimo! Nem estou acreditanndo!
- É sim. A partir de ontem o cargo ppassou a ser teu, mas eu fiquei
meio com vergonha de ligar para a Lynda outra vez...
- Mas, espera um minuto: o cargo era seu, nnão?
- Era sim.
- Mas se eu sou a agente principal, voc&eciirc; é o que?
- Eu? Sou um dos agentes da equipe anti-hacckerismo.
- Puxa, o Skinner teve coragem de te rebaixxar só porque você
recusou um caso?? Não acredito nisso!
- Não, imagina, eu quem pedi para muudar. Meu pai andava muito preocupado
comigo nos Arquivos A, então eu tomei a decisão.
- Mas tem certeza que era isso que voc&ecirrc; queria?
- Sim, tenho sim...Falando nisso eu acho quue estou atrasada...
- Fazendo minhas contas de fuso horá;rio...esta sim, umas 3 horas...
- Melhor eu ir, né?
- Acho que sim.
- Tchau.
- Tchau.
Dana desliga e deixa o arzinho feliz de lado.
- Não é um dia feliz pra mim....eu tinha esquecido a Diana,
que cabeça a minha! Não vou trabalhar hoje...O que eu vou
fazer? Eu não sei como, mas tenho que fazer e vou fazer! E ainda
hoje! Não passa de hoje.
Ela passou a manhã toda em casa, no computador, pensando ou não
fazendo nada, tudo que ela queria era ficar um pouco sozinha para pensar.
Tom estava lendo algumas coisas sobre Deborah, apesar de que se ela resumisse
tudo ficaria melhor, ele havia achado interessante algumas coisas. Uma
dessas "coisas" era o meio na qual ela havia feito a agente Tallc e o ex-funcionário
da NASA, Tyler, esquecerem de tudo.
- Garotinha perigosa essa! Olha só oo tipo de garotas que o Neo procura!
Se bem que uma lavagem cerebral nesse mala não iria cair mau...
Dana decidiu escrever algumas coisas. O que? Bem, você só
saberá mais pra frente! (Sou má!)
Diana decidiu ir atrás de Joe, mas quando tomou essa decisão
viu ele e Lynda entrando no hotel.
- Joe, preciso falar com você.>
- Comigo, senhorita Smith?
- Corta essa de senhorita Smith, e venha j&á aqui.
Joe continua parado.
- Agora!
Lynda olha para ele e segurando a risada diz:
- É melhor ir, agente. Haha...descullpa.
Joe decidi ir para ver qual é o novo ataque histérico que
Diana irá ter, antes que ela dê seu showzinho no hall do hotel
para todos verem e ouvirem. Ele segue ela até uma sala de jogos
do hotel que estava em limpeza.
- Joe, agora você vai me responder: pporque você esta assim?
Porque anda agindo diferente comigo?
- Assim como?
- Como? Assim, oras! Tão frio, t&atiilde;o distante...Você
nem tá mais falando comigo!
- Como assim? Eu tô falando nã;o tô?
- Tá, mas você tá diferrente...
- Eu? Diferente? Não, eu me sinto peerfeitamente normal. Tem certeza
que o problema não é com você?
- O que? Comigo?
- É, você que tem agido difereentemente, como se tivesse alguma
coisa te incomodando...
- Chega, Joe, eu sei que você ée; psicólogo, mas não
agüento mais você tentando me analisar!
- Mas eu não estou te analisando, s&ó estou perguntando como
um bom colega de trabalho se está tudo bem com a minha colega...
Diana perde a paciência de novo e decide ir pra lá, mas antes
diz:
- Me deixa em paz, eu não agüennto mais você, eu não
agüento mais as suas perguntas!
Mas Joe não deixa que ela saia:
- E quando você vai perceber que se eeu pergunto tanto sobre você
é porque queria te conhecer mais, mas você tá sempre
com outro quando eu queria que estivesse comigo?
- Me deixa em paz, Joe, eu já t&ocirrc; cheia de você com as
suas lições de moral, porque você insiste em fazer
isso?
- Porque eu te amo, droga!
- O que? - ela fica boba com a resposta delle.
- Eu não posso mais esconder o quantto gosto de você. Eu quis
mentir pra mim mesmo, dizer que já não me importava mais
com isso, mas cada vez que eu te vejo percebo que não é verdade,
que eu ainda te amo...
- Mas Joe...
- Não, por favor Diana, isso t&aacutte; entalado na minha garganta
há muito tempo, eu tenho que terminar de falar, eu sei que fiz muitas
besteiras ultimamente, eu sei que te machuquei, mas eu não vou conseguir
te esquecer até você me dizer que não me ama também.
Eu vou entender se você me mandar pro inferno ou se não quiser
me ver nunca mais, mas eu preciso ouvir isso de você...
- Você esta certo, Joe...
- Estou?
- É: vá pro inferno!
Ela estava disposta a sair dali de vez, mas agora é Joe quem a beija.
Pena que o que vinha depois ele não esperava: ela mete um tapa na
cara dele!
- Como você ousa? Você vem aquii e fala que me ama depois da
palhaçada no hospital japonês? Não, não tente
nem responder! Eu acho que o único aqui que não sabe o que
quer é você, Joe!
Ela sai deixando ele sozinho lá:
- Cara, você é o mais azarado que eu conheço...Droga,
ela até que bate bem!
Dana havia terminado sua carta, ela estava procurando aonde tinha colocado
as balas do revólver:
- Incrível, dona Dana! Você &eeacute; uma policial e ainda
por cima não sabe aonde colocou a droga das balas! Cretina! Cretina!
Ah, achei!
O telefone toca.
- Mais essa...vamos lá para a se&cceedil;ão falsidade, pela
última vez.
Ela respira fundo e pega o telefone.
- Alo?
- Alo, Dana? Aqui é o Tom.
- Tom! Como esta?
- Bem, e você?
- Estou indo... - e sussurrando, quase que falando para si - no sentido
literário de 'ir'...
- Ah?
- Nada, nada. Mas...porque ligou?
- Ah, estava vendo algumas coisas da sua ammiguinha, a senhorita Landresk.
Ela é perigosa, hein?
- Perigosa?
- Sim, sobre o que ela fez com Steven e Marrcela.
- Ah isso, bem não acho que ela sejaa perigosa. Acho que ela apenas
deu uma segunda chance aos dois...
- Acha que Steven merecia uma segunda chancce?
- Ele? Bem, pelo menos não nos enconntraremos no inferno tão
cedo...
- Inferno? Ah, sabe Dana você esta vooltando ao seu senso de humor
normal. Dava para perceber que aquela não era você...
- E quem sou eu? Nem eu mesma sei mais quemm sou...Eu estou cansada de tudo,
de ser assim e de não saber como eu queria realmente ser...
- Dana, você esta me assustando assimm...Pelo jeito você não
voltou ao normal não. Bem, de qualquer maneira, eu tenho que falar
com você. Posso ir ai?
- Vir? Ah...ah, pode vai...Pode sim.>
- Parece que me quer longe, é isso?<
- Não, claro que não. Desculppe, Tom. Pode vir sim.
Tom desliga e vai correndo para a casa de Dana.
Enquanto isso, no bar de um hotel no Peru...
Diana estava brava com Joe, para ela, só porque ele estava sozinho
agora estava correndo atrás dela, algo que provava o que ela pensava
"o Joe não presta!"
Lynda, que desde o começo, percebeu a queda de um pelo o outro,
decidiu dar uma de cúpido.
- O problema é que ele adorar agir ffriamente comigo!
- Percebeu como ele te tira do sérioo? Eu acho que isso é
amor...
- Ah! Imagina que eu gosto de alguémm assim...assim...
- E você já parou pra pensar sse tudo isso te machucaria tanto
assim se fosse com outra pessoa, ou é só porque a pessoa
que fez tudo isso é especial pra você?
Diana fica refletindo por um tempo as palavras de Lynda, e acaba confessando:
- Você esta certa, eu gosto dele. Eu amo aquele idiota e ele faz
tudo errado!
- Tudo? Porque não me conta melhor ccomo começou?
- Bem, na nossa primeira missão no JJapão ele era tão
diferente, sabe? Ele acreditava em mim...Mas depois que a imbecil da Dana
apareceu ele ficou mudado comigo! Sabe, era como se eu fosse a assassina
e ela a certinha!
- Realmente, ela sabe mudar a cabeçaa dele...Mas acha que ele à
ama?
- Eu não sei...Mas ele sempre tem aggido muito estranho comigo, desde
o Japão, ele esta mudado, não tem jeito...
- Como se ele não soubesse como agirr quando está com você?
- Eu...não sei...
- Acredite em mim, eu já vi como elee olha pra você, e como
ele fala de você...
- Eu só queria que ele não foosse tão insuportável
quando está comigo...
- Talvez se você desse uma segunda chhance a ele.
- Mas eu tentei, eu falei que a gente deviaa esquecer tudo e se tratar como
dois colegas de trabalho devem se tratar, mas depois ele ficou ainda pior...
- E o que você esperava? Você ffalou pro cara que te ama que
só quer ser colega dele...Não digo que isso é motivo
pra ficar assim, mas ele tem razão de não estar com o melhor
dos humores...
- Talvez...mas hoje, quando ele veio falanddo tudo aquilo sobre o que ele
sentia... eu não pude deixar de pensar que na verdade ele só
fez isso porque terminou o noivado com a Dana! Quero dizer, ele terminou
com uma e já quis passar pra próxima...
- Bom, pode ser isso, ele tá meio coonfuso com o fim do noivado...mas
não acho que ele tenha feito isso só por causa disso...quero
dizer, você mesma me falou que ele já estava assim antes de
terminar com ela...
- Eu não sei...estou tão conffusa...e com certeza esses drinks
não ajudaram muito...
A Lynda sorri e depois continua:
- Pensa bem, você pode estar perdendoo a chance de ficar com o cara
que te ama... Mas pra isso é preciso que supere o que já
aconteceu. Afinal, se der certo vocês vão poder olhar pra
trás e rir juntos sobre como os dois foram teimosos...
Diana acaba rindo também da situação e responde:
- É, talvez...eu tenho que pensar soobre tudo o que aconteceu, juntar
todos os pedaços...
- Eu entendo. Bom, se não se importaa eu vou pro meu quarto, você
vai ficar aqui?
- Vou sim, daqui a pouco eu subo tamb&eacutte;m...
Tom chega desesperado no apartamento de Dana, para ele a garota esta querendo
aprontar algo, sentia que algo ruim iria acontecer, mas não sabia
explicar exatamente o que...ou talvez não quisesse pensar no que
poderia acontecer...
- O que ele tinha que vir fazer aqui...eu nnão estou a fim de fingir
mais um dia...
Dana falava sozinha enquanto Tom tentava convencer o porteiro a deixá-lo
entrar sem avisar a Dana. Ele consegue entrar e sobe o mais rápido
que pode.
Ela esta olhando para o relógio impaciente quando Tom bate na porta
e ela leva um susto. Tentando se controlar ela vai atender a porta pensando
em como dissimular pelo menos ao ponto dele sair dali.
- Tom, nossa que rápido...
- Dana, pare já. Você nãe;o estava assim alguns minutos
atrás. Você vai parar de gracinhas e me falar logo o que esta
acontecendo.
- Acontecendo? Nada, porque?
- Dana, me fala...
- Falar o que?
Tom pega os braços de Dana e chacoalha ela.
- Tom, não aconteceu nada e páe;ra com isso!! - ela já
vai ficando nervosa de novo.
- Isso, agora que você esta normal vaai me contar, porque bancando
a cínica você não diz nada.
- Cínica? Ah, não! Tom, eu teenho mais o que fazer do que
ouvir desaforos de você!
- Ah é? E como o que?
- O que?? Ah, não te interessa! Ningguém esta nem ai para
o que acontece comigo, não venha querer dar uma de bonzinho...
- Dar uma de bonzinho? Eu não estou aqui para aparecer, estou aqui
porque estou preocupado com você! Você fica doente, não
fala nada para ninguém e ainda esconde, e do nada decide ser "um
amorzinho de pessoa". E não pense que eu não sei que você
até deu o seu posto para a Diana, que até onde consta é
a pessoa que você mais odeia no mundo!!
- Thomas, o que eu faço ou deixo de fazer é um problema exclusivamente
meu!
- Seu? Ah, sim. A garota super adulta que nnão tem coragem nem de
contar aos pais que esta doente!
- Pára!
- Também tão adulta que ao innvés de enfrentar problemas
corre deles.
- Tom, eu já falei: pára!
- Parar? E porque eu deveria?
- Porque sim, eu sei o que eu faço....
- Aí você tocou num ponto esseencial, sabe mesmo?
- Sei, claro!
- E ser "o que os outros querem", é saber o que fazer? Pra mim é
um jeito de fugir.
- Tá bom, eu vou! Vou acabar com tuddo agora, e eu ia fazer isso
até você aparecer! Porque você tinha que vir? Porque?
- E vai fazer o que? Se matar?
- Exato, e eu já deixei você ffugir uma vez para não
ser preso como hacker e agora é melhor que você vá
embora para não ser culpado de assassinato!
- Dana, você esta descontrolada...
- Eu estou! Eu sou, e dai? Eu vou morrer dee qualquer jeito, tá?
Só estou acelerando um pouco as coisas. Já cansei de ser
como o meu pai quer, fazer o que ele quer, ser quem ele quer e isso tudo!
Eu acabei não sendo nada do que eu queria e agora nem sei o que
eu queria ser!
- Você pode mudar isso se quiser, mass tem que mudar de verdade e
não fingir.
- E acha que eu não tentei?
- E tentou da maneira certa?
- Eu não quero saber mas o que &eacuute; certo ou errado! Eu quero
que você vá embora!
- Mas eu não vou.
- Você tem que ir, tem que ir e ir&aaacute;!
- Pois não irei, vou ficar aqui. Vammos ver se você tem coragem
de cumprir uma coisa, pelo menos, de todas as que diz.
- Sai daqui!!
- Não saio, e sabe porque?
- Sei, porque você é um chato!! Porque não vai atrás
da sua adorada Diana, hein? Me deixa em paz!
- Diana? Porque eu correria atrás deela se terminamos?
- Terminaram? Olha, não me interessaa! Faz o que quiser mas me deixa
sozinha!
- Já disse que não.
- Porque você faz isso comigo, hein? Gosta de me torturar, é?
- Não, o contrario, é porque eu te amo. Mas você não
percebe!
- Tá bom, até parece! Vai fazzer suas juras de amor pra Diana.
- E porque? Eu já disse que termineii com ela!
- Vou fazer de conta que eu acredito...
- Terminei, e por sua causa.
- Ah, e agora a culpa é minha? Viu, é por causa desse tipo
de coisa que eu quero terminar com tudo isso de uma vez, eu só sirvo
pra atrapalhar a vida dos outros...
- Dana, pára já com isso.
- Não! Agora se você nã;o quer sair é problema
seu!
- Eu não estou nem aí com o qque vai acontecer comigo, eu
estou preocupado é com você. Não posso deixar que você
faça isso, eu te amo e nunca me perdoaria se saísse daqui
agora. Olha, se você quer tanto mudar de vida, a gente pode fugir,
sei lá.
- Não, agora já é tardde demais... - ela pega a arma,
o que deixa Tom mais preocupado.
- Não é tarde, só &eaccute; se você quiser. Vamos,
deixa eu te ajudar, a Dana que eu conheço não seria capaz
de fazer isso consigo mesma...
- Droga...droga, você esta certo.
- Eu sabia!
- Eu não presto nem para acabar comiigo mesma...
- É porque você nunca faria issso, você diz que não
se conhece, mas eu te conheço. Você nunca faria isso.
- Então, se você me ama, se mee ama como diz porque não
percebe que o melhor caminho para mim é morrer? Tom, eu vou morrer
de qualquer jeito, eu não estou mais só com bulimia, eu vou
morrer mesmo!
Ele fica olhando para ela e não vê como fazê-la mudar de idéia.
- Bem, esta bem, se é o que quer. Euu te ajudo nisso também.
Dana parece assustada:
- Mesmo?
- Se é isso mesmo que você queer, eu te ajudo.
Dana começa a pensar que talvez ele a ame mesmo, mas antes de começar
a considerar isso ela afasta qualquer tipo de pensamento da cabeça.
Ela dá arma para Tom, mas ao invés de "ajudá-la" ele aponta
a arma pra si próprio. Dana não entende o que ele quer fazer.
- O que você vai fazer?
- O mesmo que você ia fazer.
- Mas você não pode, quero dizzer...
- O que? Só você pode desistirr de tudo? E eu, venho escondendo
há anos meu amor e de repente você vem e pede pra que eu atire
em você?
- Não, não é verdade.<
- Não é verdade ou você; não quer que seja verdade?
- Já chega, Tom, isso só est&á me deixando mais confusa,
e com mais vontade de acabar com isso!
Dana puxa o braço que Tom usava pra segurar a arma para sua direção
- Atira logo!
- Eu não vou atirar, você sabee disso.
Os dois começam a brigar puxando arma.
- Atira!
De repente Dana cai no chão. |