Já Era A Hora

   Tom, para seu desespero, foi chamado por Skinner já cedo ao FBI.
   - Então, senhor Hamilton, agora ser&á um dos agentes do FBI e espero que você conheça...
   - Um minuto, não serei "um agente doo FBI", estou nessa pela Dana.
   - Se estivesse só por ela iria prefeerir estar preso.
   - E deixar que o mala do Joe cuide dela? Dee jeito nenhum, ou ela tentaria se matar de novo logo-logo...
   - Bem, de qualquer foram existem regras na qual devem ser...
   - Eu não cumpro regras. Sou um hackeer, não um agentezinho que faz o que os chefes mandam.
   - Aqui, goste ou não, terá quue me obedecer.
   - Goste ou não eu farei do meu jeitoo, já disse que estou pouco me lixando para o FBI.
   Skinner respira fundo e tenta continua, Tom era tão insistente como Dana. Mas Skinner não tem chance de continuar, pois Tom já vem com uma pergunta:
   - Tem certeza que me quer num trabalho dessses?
   - Aturamos Dana Squilo por anos, podemos coontrolar você.
   - Bem, se pensam assim...
   Com muito custo, Skinner conseguiu passar a missão de Tom a ele, não que Tom estivesse empenhado em cumprir algo, pois não contaria nada se Dana descobrisse, é claro. Mas ele decidiu dar uma chance, ao pobre coitado, de falar.

   Joe e Deborah se comportaram direitinho, como dois profissionais esqueceram as brigas e decidiram empenhar-se no que faziam.
   Diana e Lynda também tiveram um longo dia pela frente e conseguiram provas que incriminasse um dos suspeitos, o que vinha a ser um grande avanço no caso.
   Tom, como todos os agentes do FBI, teve que decorar alguns códigos de conduta e ganhou um laptop, aliás ele fez questão de frisar ao chefe que existiam outros mais modernos, mas Skinner quase que literalmente chutou ele pra fora!

   Tom chega em casa depois de um dia de ler e reler papéis, Joey esta tão preocupado com o estado da irmã que nem lembra em perguntar a ele o que andou fazendo o dia todo, já Brad percebeu que Tom andou sumido o dia inteiro, mas tinha quase que toda a certeza de que 1) ou ele estava correndo atrás da Dana ou 2) estava correndo atrás da Diana.

   Diana decide investigar algumas coisas nos arquivos do FBI sobre os suspeitos, e antes de desligar o seu laptop decide dar uma conferida em e-mails e ICQ, já que fazia um tempinho que não mexia em ambos, e eis que ela se depara com Tom no ICQ!
   - Tom, e como esta?
   - Hum...mais ou menos, acabei de voltar do hospital.
   - Você esta bem??
   - Sim, só fui visitar uma pessoa l&aaacute;.
   - Ah...bem, menos mau!
   - E como vão as coisas ai?
   - Bem, eu e a Lynda praticamente terminamoss a missão hoje. Amanhã eu já volto pra casa, foi tudo bem...exceto o Joe ter fugido no meio da missão...
   - É, eu vi ele no hospital. Mas e coomo vão vocês dois, já acertaram tudo?
   - Até parece, esse aí tem siddo um perfeito idiota comigo.
   - Porque, o que aconteceu?
   - Ah, ele passou a me tratar super mal, e ddepois do nada veio com uma história que sempre gostou de mim...
   - E você não acreditou?>
   - Eu não, até parece que eu iia acreditar nesse papo furado de apaixonado arrependido.
   - Bom, você pode não acreditarr, mas ele tava dizendo a verdade...
   - Hã? Mas como você sabe?
   - Eu não devia contar, na verdade voou fazer isso por você, e não por aquele idiota, mas... Você sabe que de vez em quando eu invado os sistemas do FBI...
   - Sei, tanto é que no começo minha missão era prender você.
   - Exatamente. E acontece que outro dia eu iinvadi o diário os arquivos do agente Perry, e acho que você devia ler uma coisa...
   Tom manda pra ela alguns pedaços das anotações de Perry, exatamente um no qual ele falava sobre como se arrependia de ter pedido a Dana em casamento, porque na verdade não era com ela que ele queria ficar, e depois começava a falar sobre o que sente pela Diana, e o que sempre sentiu ao vê-la...
   Diana lê tudo e sente-se extremamente arrependida por tudo o que fez e resolve que assim que voltar pros EUA irá falar com Joe.
   - Diana, você ainda tá a&iacutte;?
   - Tô sim, mas eu nunca imaginei isso....quero dizer, ele sempre se foi tão indiferente comigo...
   - Não é fácil esconderr o que se sente da pessoa que se ama, e olha que eu sei bem disso...
   - É verdade... Bom, assim que puder eu vou falar com o Joe.
   - Isso, não espere tanto quanto eu eesperei...
   - Obrigada, Tom, você realmente me ajjudou muito.
   - Tudo bem. A gente se vê entã;o.
   - Ok, beijos.

   Tom agora tinha que ser um pouco mais responsável...pelo menos ao ponto de conseguir acordar cedo e acabou indo dormir. O que deixou Brad até meio encafifado, mas Joey realmente não estava muito em si. Para quem não tinha irmã até outro dia, o Joey se apegou muito rápido a dele.

   No dia seguinte Lynda acorda toda contente, já cedo ela ligou para seu namorado em Washington, o coitadinho estava com alguns problemas de família mas nada o faria abrir mão de buscá-la no aeroporto.
   Já Diana ainda andava pensativa em relação ao Joe e nada fazia ela tirar da cabeça que com certeza a Dana tinha algo haver com a súbita volta de Joe.
   As duas pegam o primeiro vôo, a fim de darem por encerrado logo o caso, afinal nenhuma das duas agüentava mais ficar longe de casa, e acima de tudo: de seus amados.

   Dana acordou mas não se lembrava nada, nem ao menos quem ela era. O que com certeza levaria qualquer um ao desespero, mas ela não conseguia nem saber o que era entrar em desespero pois ainda estava com reflexos lentos.

   Tom decidiu ir visitar Dana, ele até convidou Joey, mas ele disse que teria que fazer algumas coisas antes, mas que logo iria ao hospital vê-la.
   Deborah e Joe estavam conversando sobre o estado de Dana exatamente quando Tom surge no corredor.
   Deborah - E olha só quem chegou.
   Joe - O nosso mais novo parceirinho de FBI. O Skinner me contou o que você andou aprontando, sabia?
   Tom - Aprontando? Eu só disse que aquele laptop já estava ultrapassado, que não seguiria regras e...
   Ele vê a cara dos dois olhando para ele.
   Deborah - Reconheço algo da Dana em você!
   Joe - Será a insistência ou ser contra regras?
   Tom - O Skinner que não percebe, eu não sou parte da solução e sim do problema!
   Deborah - Bem, Joe, então agente tem mais um paciente...
   Ela fala brincando se referindo ao Tom, antes que os três caiam na gargalhada e só depois percebam que estão num hospital. Uma enfermeira foi contar a Deborah e Joe que Dana havia acabado de acordar. Deborah decide ir examiná-la.
   - Olá, como esta se sentindo hoje?
   - Eu...não sei dizer...
   - Bem, eu sou Deborah Landresk, estou cuidaando de você.
   - Isso pode parecer estranho mas...o que euu tenho?
   - Bem, você? Ah, não se preocuupe, não é nada de mais. Você apenas sofreu um desmaio e bateu a cabeça, como seu namorado ficou preocupado, ele te trouxe aqui.
   - Eu não consigo me lembrar de nada disso...Alias, nem sei qual é meu nome.
   - Bem, aos poucos você vai se lembrarr. Mas você se chama Dana Meyer.
   - Ah, obrigada...
   - Bem, gostaria de ver seu namorado?>
   - Eu na verdade não me lembro nem quuem é ele...
   - Se acalme, logo tudo ficará bem, ook? Aliás você esta ótima e com certeza poderá receber alta amanhã. Que bom, né?
   - É...com certeza, sim. - alguma coiisa na médica fazia Dana não ter muita confiança nela.
   Deborah saiu do quarto e ao chegar no corredor puxou Tom:
   - Você vai ter que ficar de olho nelaa, não?
   - Sim, vou. Porque?
   - Porque você é o mais novo naamorado dela!
   - O que?
   - Exatamente o que você ouviu.>
   - Deborah, eu não queria as coisas aassim.
   - Ela vai achar estranho você estar ssempre com ela não sendo nada dela, não acha?
   - É...tem razão.
   - Aproveita a oportunidade, seu TOMto!
   - Olha só, eu não sou o &uacuute;nico folgadinho do FBI.
   Deborah sorri e Tom decide ir até o quarto de Dana.

   Diana e Lynda chegam ao aeroporto. Lynda olha impacientemente para todos os lados até que sai correndo. Diana fica sem entender, mas ao ver Lynda abraçando um carinha a ficha cai.
   - Ah...o namorado dela e eu aqui sozinha seegurando vela...
   Ela olha bem para o cara e começa a pensar que o conhece. Quando chega mais perto percebe que é:
   - Joey Kramer??
   Joey - Agente Smith? O que faz aqui sem o mala do Perry?
   Lynda - Vocês se conhecem?
   Joey - Sim, ela queria prender o Tom antes de acabar se apaixonando por ele...
   Diana fica vermelhinha, mas decide tentar arrumar a situação:
   - A verdade é que eu tinha a miss&attilde;o de prender tanto o Joey quanto os outros hackers e...
   Lynda - Não precisa se explicar. Mas não vai prender meu lindinho, hein?? - ela faz de conta que vai bater em Diana caso ela prenda Joey e completa: - Ou ó! Já viu, hein??
   Os três acabam rindo.
   Quando os três estão saindo do aeroporto, Joey acaba contando a elas que sua irmã esta internada.
   Diana - Sua irmã? A Dana??
   Joey - É...ela tentou se matar.
   Lynda - Céus! Pobrezinha!
   Diana - Espere, então o Joe voltou para ver ela?
   Joey - Eu acho que sim, mas...
   Diana - Não precisa falar mais nada!
   Diana sai furiosa do aeroporto e decide pegar um táxi para ir falar com Joe o mais rápido possível.
   Lynda - Joey! Não é assim que se dá uma notícia dessas!
   Joey - Calma, linda. Ela não me deixou terminar, eu posso?
   Lynda - Bem, pode...
   Joey - O Joe ficou achando que a Dana tentou se matar por causa dele, afinal os dois terminaram o noivado, tal e só voltou porque se sentiu culpado.
   Lynda - Então, ele não voltou porque gosta dela?
   Joey - Não.
   Lynda - Ixi...e como sempre a Diana tirou conclusões precipitadas...
   Joey - Agora até eu tô com dó do Joe...
   Lynda - Melhor tentarmos achá-lo.
   Joey - Bem, vamos para o hospital e lá vemos com a Deborah se ela sabe aonde ele esta...

   Tom decide entrar no quarto de Dana, mas continua se sentindo mau por não saber se Dana realmente gostava dele ou não.
   Dana não lembra dele, nem de ninguém, mas ao ver aquele lorão entrando pela porta fica de boca aberta, pelo menos ela tinha bom gosto!
   - Será que eu morri e um anjo veio mme visitar?
   Ela sorri para Tom e ele acaba fazendo o mesmo.
   - Não, você esta bem viva e a partir de agora a senhorita vai ter mais cuidado, hein? Agora mesmo que não vou descolar do seu pé.
   - Sabe, não vou achar ruim se voc&eccirc; não soltar do meu pé. Até estou gostando da idéia. Mas, - ela faz uma pausa para tentar arrumar um modo de perguntar - não irá ficar chateado se eu te fizer uma pergunta?
   - Bem, não, claro que não. Poode perguntar.
   - Qual seu nome?
   - O meu? Ah, Thomas, aliás vocêc; mesma só me chama de Tom.
   - Thomas é um bonito nome. Bem, me pparece nome de gatinho e com certeza caiu bem com você.
   - Como sempre, tentando arrumar um modo de me deixar encabulado, hein?
   - Ah...desculpa!
   - Que isso, nem precisa se preocupar. &Eacuute; bom ver você acordar bem de novo.
   - É...
   Dana para e fica olhando para ele pensativa. Percebendo que ela ficou estranha, ele arisca perguntar:
   - O que foi? Algo que eu falei?
   - Ah, não, não é isso.. É que é tudo muito estranho, é como se eu não conhecesse nem a mim mesma...
   - Você não precisa de mem&oacuute;rias pra ser quem você é.
   - Mas é que todas as pessoas me conhheceram de um jeito, que eu não sei qual é, e agora não sei como agir, qual é a minha personalidade...
   - Você tem que agir do jeito que a suua consciência fala para você agir, não importa se vai ser igual a antes. Você tem que ser você, e não a imagem que os outros têm de você...
   Dana sorri:
   - Eu só espero que meu novo eu possaa agradar esse namorado fofo que eu tenho...
   - Você não precisa me agradar,, eu sempre vou te amar, seja como você for...
   Mas como esta ff é cheia de "pessoas erradas, nos lugares errados, nas horas erradas": quando Tom e Dana vão se beijar, Joey e Lynda entram no quarto!
   Joey - Tom??
   Tom - Joey? Oi...é... - ele tenta achar um modo de disfarçar, e pergunta a primeira coisa que lhe vem em mente - Quem é ela?
   Lynda - Eu? Ah, sou Lynda Luna, a namorada do Joey.
   Tom - Olha só, ele nem me disse que estava namorando.
   Lynda - Não??
   Joey - É...eu...é que nem deu tempo de contar....
   Lynda - Sei....
   Dana fica olhando o verdadeiro circo que aquilo se transformou e não sabe se ri ou se pergunta o que eles são dela. A única coisa que tem certeza é que são muito engraçados.
   Joey - Você ri, né? Sua safadinha!
   Dana - Eu?
   Joey - É, a senhorita mesmo! Não faça mais isso, eu nem sabia como contar a nossos pais uma coisa dessas! - ele tenta fazer de conta que esta bravo.
   Dana - Você é meu irmão??
   Tom - Ele é Dana, seu irmão mais velho e ciumento...
   Dana - Então, ela será minha cunhada?
   Joey - Bem, não precisa levar as coisas tão a sério...
   Lynda - Joey!!
   Joey - Brincadeira, lindinha.

    Diana não achou Joe no consultório, também não achou-o na casa dele e muito menos no FBI. Então, decidiu ir ao hospital e terminar as coisas de uma vez, aproveitando que elas mau começaram...
   - Com certeza ele esta lá, eu n&atillde;o acredito! Como ele pode quer dar esperança e correr atrás dela?? Eu odeio ele, odeio! Ele vai ver só quando eu encontrá-lo!

   Tom decide deixar Dana conversar com o irmão e a (talvez) futura cunhadinha. Ele sai do quarto com a desculpa de que precisa falar com a doutora Landresk, mas na verdade só quer deixá-los um pouco sozinhos. Aliás, o Joey deveria estar querendo muito falar com a irmã.

   E falando em Deborah, ela esta em uma reunião no próprio hospital com o "sumido" Joe e a equipe médica do FBI para encerrarem o caso.

   Diana chega no hospital e vê Tom sentadinho, quietinho lá na sala de espera.
   - Tom? Oi.
   - Oi, Diana. Como esta?
   - É, mais ou menos...
   - Hum...sei. Já falou com o Joe?
   - Na verdade, acabei de chegar. Ainda estouu procurando ele.
   - Mas nem no Peru?
   - Bem, digamos que por lá o tiro saiiu pela culatra...
   - Bem, sinto muito....
   - Mas e você?
   - Bem, estou bem. Passado todo o susto.
   - O que realmente aconteceu com a Dana?
   - O que?? Você preocupada com ela?
   - Eu? Não, não é isso.....é que...
   - Eu sei que se preocupa, na verdade as duaas preocupam-se uma com a outra...Bem, ela tentou se matar.
   - Porque?
   - Bem, diversas coisas, como ser adotada, sser o que não queria, estar doente e por ai vai...
   - Ela estava doente?
   - Estava, bulimia e anorexia...
   - Ai...isso é terrível.
   - Com certeza não são doen&cccedil;as que alguém gostaria de ter.
   - Não mesmo! Mas, olha acho que tudoo vai acabar bem.
   - Obrigado pela força.
   - Bem, não ia abandonar meu amiguinhho numa hora dessas.
   Diana acaba abraçando Tom, meio que para consolá-lo. Deborah e Joe vinham pelo corredor quando Joe vê a cena e, para variar, fica morrendo de ciúmes.
   - Bem, Deborah acho que estamos atrapalhanddo algo...
   Diana só então vê Joe:
   - Joe, eu preciso falar com você...
   - Não, desculpa, eu não queriia atrapalhar vocês dois.
   Deborah puxa Tom, para deixarem Joe e Diana sozinhos, afinal uma hora esses dois tinham que resolver as coisas.
   Diana fica indignada com a resposta de Joe e decide atacar:
   - Ai meu Deus...Joe, você tem algum aamigo que seja psicólogo?
   - Porque, quer que eu te apresente ele tambbém?
   - Não, porque você realmente pprecisa consultar um!
   Ela sai andando, mas não vai muito longe, porque Joe a puxa de volta:
   - Tá bom, desculpa, realmente precisso falar com você e até ia te procurar, mas ai te encontrei...te encontrei com ele...
   - Nossa, desculpa por estar tentando ajudarr um pouco meu amigo que por acaso é apaixonado pela garota que está internada... - ela tenta ser o mais cínica possível.
   - Ok, entendi o recado. Eu preciso falar coom você, mas vamos prometer uma coisa: sem teimosia dessa vez, tá bom?
   - Se você prometer o mesmo...e sem attaques de ciúme...
   - Tudo bem, eu vou tentar parar com isso. MMas você também não é das pessoas mais fáceis!
   - Viu? Já começou!
   Joe acaba rindo e ela fica irritada:
   - O que foi?
   - Viu só como somos ridículoss brigando?? O pior é que nos levamos a sério!
   Até ela acaba rindo.
   - Então, o que você queria fallar comigo, Diana?
   - Sobre a missão no Peru...mas exataamente por eu ter batido em você nela.
   - Tudo bem, esqueça isso. Eu pedi paara você tomar uma decisão, e sua decisão foi essa. Não posso mudar nada.
   - É, mas eu andei pensando melhor e acho que eu havia tomado a decisão errada...
   - O que?? Você admitindo que est&aacuute; errada? Que milagre é esse?
   - Joe, o que você tá esperandoo, que eu mostre o seu reflexo na janela, como você fez comigo quando jogou na minha cara o que sentia por mim? Pois bem: eu te amo! Pronto, está satisfeito? O que mais quer que eu diga?
   - Tem certeza desta vez ou vai estar enganaada amanhã?
   - Ah!!! Você em tira do sério!! Porque gosta de fazer isso comigo?
   - Desculpe-me, foi uma piadinha infame. Mass, aliás, 'mas nada' tudo o que eu quero é que você fique quietinha agora...
   Eles sim, tiveram sorte, e acabam se beijando (ufa! Pelo menos um casal, né? Viu Má, chegou a hora, ahahhaha).