Uma Missão Mal Sucedida

   Deborah e Tom estavam no corredor conversando.
   - Ixi, será que aqueles dois v&atildde;o se matar?
   - Se matar? Não, não deve serr para tanto. Apesar de que o Joe até podia sumir, não?
   - Nossa, eu hein?! Ahahha.
   - Ah, vai me dizer que gosta daquele mala?!!
   - Eu não, mas há malas pioress!
   - É mesmo...falando em malas piores,, lá vem o chefe dos malas...
   Deborah ignora a última frase de Tom ao ver seu amor, Neo, vindo na direção deles.
   - Atormentando a minha querida, Thomas?
   - Eu? Não, só conversando comm ela enquanto estava lúcida. Porque eu não sei não, pra gostar de você a Deborah deve estar doente.
   Deborah não gosta do comentário, mas o ignora, só que fica encafifada com a briga constante dos dois e arrisca a pergunta:
   - O que afinal vocês tem um contra o outro??
   - Pergunta para o seu namoradinho perfeito aí, eu já vou indo...
   - E então? - ela pergunta virando-see para Neo.
   - É a vida, perdedores nunca est&atiilde;o contentes!
   - Ai, me conta logo e que estou curiosa!
   - Querida, agora não. Te conto outraa hora ok?
   Neo vai para lá e deixa Deborah sem reação.
   - Ah? Isso foi um fora ou eu estou mau mesmmo??

   Lynda e Dana se deram muito bem, Joey até se sentia meio que "sobrando" lá. Alias ele ficou meio encafifado ao ver sua irmã falando espanhol, pondo em vista que a mesma não tinha memória e decide sair de fininho para falar com a doutora Landresk, que ainda esta imóvel no corredor.
   - Deborah, esta bem?
   - Eu? Ah, Joey, estou sim. Aconteceu algumaa coisa?
   - Bem...aconteceu mas se não estiverr bem, eu falo outra hora.
   - Não, imagina, o que houve?<
   - Bem, então tá. A Dana perdeeu a memória mesmo?
   - Sim, porque?
   - Ela ainda fala espanhol!
   - Ah, eu sei. Ela perdeu a memória, mas ainda tem habilidades, e por ter morado muito tempo na Argentina, ela não esqueceria o espanhol. Aliás eu achei estranho ela ter falado nosso idioma já de cara.
   - Isso significa que, ela ainda sabe tudo ssem saber?
   - Hum...basicamente sim, ela ainda é; uma hacker mas se você chegar para ela e perguntar um simples comando de DOS ela não saberá responder, mas se estiver com um computador acabará fazendo tudo meio que involuntariamente.
   - Nossa, não quero nem saber o que oo Steven faz involuntariamente...
   - Hahaha, é melhor não quererr mesmo! Só a Má deve saber!

   Skinner liga para Tom.
   - Picard!
   - Dá para brincar menos?
   - Ok, fala Kirk...
   Skinner respira fundo e só então decide falar:
   - Bem, você tem sua primeira miss&atiilde;o que é tirar qualquer coisa do apartamento de Dana que a lembre que é Squilo e não Meyer. Ou seja, diário, formatar computador e por ai vai. Pode fazer isso?
   - Se eu disser que não?
   - Ai eu mando o Neo!!!
   - Ok, ok, eu vou.
   Tom vê Deborah e Joey no corredor e decide avisar a Deborah que terá que sair.
   - Deborah, esta ocupada?
   - Não, só estávamos riindo do Steven...Digo, não, não estou.
   - Sem problemas, eu vou ter que sair para rresolver umas coisas...
   - Do...?? - ela pergunta sem poder falar "SSkinner" pois certamente Joey não sabia.
   - É...bem volto mais tarde.
   - Ok.
   Tom sai e Joey comenta:
   - Esse cara anda cada dia mais estranho.
   - É? Hum...deve ser a idade!<
   Deborah dá um jeito de sair de fininho antes de ser interrogada por Joey, e agradece aos céus quando vê Lynda abrindo a parta do quarto para procurar Joey no corredor.
   - Santa Lynda! - ela pensa consigo mesma.

   Tom vai para o apartamento de Dana a fim de cumprir o mais rápido possível sua missão, já que Dana receberá a qualquer momento. Bia estava de férias, mas Tom havia ficado com a chave desde o incidente que levou Dana ao hospital.
   - Não esta trabalhando? Bem, melhor....seria duro procurar fotos de família e um possível diário com a empregada no meu pé - ele pensa consigo.

   Lynda esta um caco, afinal não é fácil tomar um chá de cadeira de Lima (Peru) à Washington (EUA) e ainda ter que ir direto para um hospital. Joey acaba concordando com ela e decide levar a namorada para o hotel onde ela irá ficar.
   Diana também estava super cansada e já havia ido para casa, como Joe estava cuidando do caso com Deborah, ele não pode levá-la, mas garantiu que iria vê-la depois.
   Deborah finalmente vê Joe:
   - Estava escondido aonde??
   - Ah, nem te conto...
   - Bem, esquece, é que o Tom jáe; recebeu a missão dele, aquela que o Skinner nos disse.
   - Ah, bem tomara que ele faça tudo ccerto, ou teremos um grande problema...
   - E coloca problema nisso...

   Tom esta dando uma geral, a primeira coisa que ele fez foi procurar as fotos de família e um possível diário.
   - Aonde ela guarda essas coisas??
   As fotos até foi fácil, estavam em um dos armários da sala, Tom decidiu pegá-las e devolvê-las ao marechal assim que tudo fosse esclarecido a ele, que com certeza nessas alturas talvez nem soubesse que sua filha não é mais "sua filha". Já para achar o tal diário ele teve que revirar a casa quase que toda e não achou nada, pelo menos pegou as cartas e colocou numa mesinha, já que a empregada demoraria uns dias pra voltar, se voltasse.
   Como já fazia um bom tempo que estava ali, ele decidiu apagar as coisas do micro de uma vez. Mas como estava com presa pagou pelo Windows mesmo e saiu.
   - Não vou entrar no DOS pra apagar uuma coisa que ela nem vai lembrar que existe!
   Mas é claro que ele não resistiu, e acabou lendo algumas partes:
   - Bem, nem ela vai lembrar de brigar comigoo depois por ter feito isso...

   Joe foi ver como Dana estava antes de poder concordar com Deborah que ela receberia alta.
   - Como esta se sentindo?
   - Bem, alias você é?
   - Joe, trabalhamos juntos por um tempo.
   - Sério?
   - Sim e quem sabe ainda trabalharemos juntoos?
   - Acho que não. Não lembro neem quem sou, duvido que lembre o que eu fazia.
   - O que você fazia? Bem, era uma hackker e...
   - O que? Céus...
   - Calma, trabalhava para o governo nisso.
   - Bem, acho que menos mau.
   - É, eu acho que você jáe; está ótima para receber alta.
   - Ufa, ainda bem. Não agüento mmais ter que ficar aqui.
   - Realmente você nunca foi de ficar qquietinha por muito tempo.
   - Quer dizer que eu era chata?
   - Chata? Não, era só ativa deemais.
   Dana não diz nada mais fica pensando "ou seja, chata".

   Tom termina de apagar rapidinho e decide fechar o apartamento e voltar ao hospital, antes que notem seu sumiço repentino. Quando esta pra fechar a porta lembra:
   - As fotos! Ai, idiota...
   Ele deixa algumas cartas caírem atrás do armário.
   - Eu não vou pegar isso já, aah dane-se!
   O tempo esta correndo e Deborah esta com a ficha de Dana, ela vai até Joe.
   - E como ela esta?
   - Ela esta bem.
   - Bem, eu não posso esperar o Tom vooltar para dar alta a ela...
   - Onde será que ele se meteu?>
   - Queria só saber se ele fez tudo ceerto.
   - Isso é algo que só saberemoos com o tempo...
   - O melhor é que não saibamoss de nada com o tempo!
   - Com certeza...
   Deborah e Joe ainda dão um tempo no corredor, mas Tom não chega.
   - Bem, é isso. Temos que ir porque oo hospital não esta gostando de nos ver por aqui.
   - Bem, então dê a alta de uma vez e o Tom que se vire.
   - É, ele tem que aprender a trabalhaar mais rapidamente nos casos...
   Os dois vão para o quarto de Dana, que a uma hora dessas já esta tentando lembrar história contemporânea de 'tanta coisa' que tinha pra fazer lá.
   - Olá Dana, como esta?
   Dana pensava em responder "não me perguntem mais isso!", mas achou melhor responder a pergunta de Deborah sem criar confusão.
   - Estou muito bem.
   - Que ótimo, bem você jáe; esta com alta e pode voltar para casa.
   - Sério?
   - Sim.
   - Puxa, que ótimo - e ela pensava "ggrande, onde diabos eu moro?"
   Joe percebeu a ironia na ultima frase de Dana, e quase pode descobrir seus pensamentos.
   - Bem, Deborah eu vou levá-la até a casa dela, ok?
   - Ah, tudo bem. Por mim pode ir, Joe. Eu s&ó vou assinar umas fichas e depois tenho que levar o relatório ao Skinner...
   - Bem, eu sei que a dana vi se comportar diireitinho, não?
   Dana - Se você esta falando...
   Joe - Desculpe, as vezes esqueço que você não vai saber responder perguntas relacionadas à você.
   Dana - Sem problemas - e em pensamento "e você se diverte com isso, não? Já sei quem era o chato quando trabalhávamos juntos...".
   Deborah vai para lá com a prancheta lotada de papéis para receberem observações e todo e qualquer tipo de observação.
   Joe e Dana saem do hospital.
   - Com certeza não deve ser nada f&aaacute;cil não lembrar de nada.
   Dana em pensamentos - Não brinca que você acha isso.
   - Sabe, esta quietinha demais.
   - Eu?
   - Sim, a senhorita.
   - É que acho que não tenho muuito sobre o que conversar...
   - Certamente, mas com certeza logo voc&ecirrc; lembrará de tudo.
   Dana em pensamentos - E porque será que "logo" demora tanto pra chegar?
   - Tudo bem, não vou te perguntar naddinha. Bem, só uma coisa, você tem a chave do seu apartamento?
   - Bem...eu deveria, né? Não cconsigo me lembrar, talvez eu tenha deixado em algum lugar. Mas sinceramente não consigo pensar em um bom lugar para ter deixado uma chave...Talvez com um vizinho?
   - Vizinho? Ah, a doutora Landresk é uma das suas vizinhas, alias sua melhor amiga, acho que não estava com ela.
   - Bem, com o meu irmão então??
   - Joey? Hum...pode ser.
   - Ou com o meu namorado? Sabe realmente n&aatilde;o é o tipo de pergunta que saberei responder...
   - Eu sei, só estava te testando.
   Ela olha para ele sem entender.
   - Brincadeirinha, eu estou com a sua chave..
   - Você?
   - Sim, qual o espanto, éramos parceiiros até outro dia.
   Ela pensa "grande, o palhacinho ai adora tirar uma com a minha cara, que karma!"
   Na verdade Joe só tinha a chave dela porque havia pego uma cópia com a empregada horas antes, fazendo de conta que precisava pegar algo urgente lá e que Dana estava viajando. O duro foi convencer a empregada de que ele iria sozinho, mas como ela não sabia do termino do noivado, acabou dando a ele a chave sem maiores problemas.

   Tom chega no hospital e dá de cara com Deborah saindo apressada.
   - Vai aonde?
   - Thomas! Céus como você demorrou!
   - Também me dão cinco minutoss para procurar e apagar mil e uma coisas...
   - Tá...Tente ser mais rápido da próxima vez. Ah! A Dana já recebeu alta.
   - Já?
   - Já, o Joe levou ela para o apartammento dela.
   - O Joe?
   - Sim, bem eu preciso ir, tenho mil e um paapéis pra entregar ao Skinner! Tchau!
   - Tchau... 

   Dana e Joe chegam no apartamento dela.
   - Bem, acho que tenho que te agradecer por tudo, apesar de ter a leve impressão de que não nos dávamos muito bem.
   - Acha isso mesmo?
   - De verdade?
   - Sim, de verdade, é o que acha?
   Ela apenas faz que sim com a cabeça.
   - Bem, não somos o que os outros pennsam de nós e sim o que achamos que somos.
   - Te chateei, né? Acho que tenho essse poder...
   - Fique fria, você só esta tenntando arrumar passado para os fatos eu imagino que algo é bem complicado.
   - Na verdade é isso mesmo...Algo me diz que as coisas não começaram bem conosco, nem antes e nem agora.
   - Bem, pode estar certa...ou errada.>
   - E você não em dirá quual é o certo?
   - O certo? Para mim é um, para voc&eecirc; poderia ser o mesmo ou outro...não tenho como fazer isso.
   - Ok, eu mudo a pergunta...Como começl;amos a trabalhar juntos?
   - Como?
   Ele não sabe o que responder, já que não sabia qual seria o tipo de realidade que planejavam para Dana.
   - Sim, como? acho que não é ttão difícil assim, é?
   - Não, claro que não é;... Bem, o Skinner, nosso chefe, achou que daríamos uma grande dupla, só isso.
   - Você não vai em contar nada,, né?
   - Sinto muito, não posso.
   - Bem, obrigada de qualquer jeito...>

   Joe vai embora e Dana fica pensando por um tempo, até que vê um monte de cartas na mesa.
   - Nossa, eu passei um mês fora?
   Ela começa a ver os envelopes e vê mais um caído no chão, quando abaixa para pegá-lo vê mais um monte atrás do armário.
   - Como isso foi cair ai??
   Ela pega todos e vai para o quarto ler. Sentada na cama, começa a ler os envelopes para ver se lembra de algo, os mais interessantes ela vai abrindo primeiro.
   - Que isso?? Ah, russo... - ela começl;a a ler e só então percebe - Eu falo russo? Bem, eu estou entendendo então com certeza sim...Será que é por isso que o Joe não quis me falar nada...Talvez eu seja russa...bem, eu falo espanhol também porque conversei com aquela garota...Estranho...Bem, vou terminar de ler isso.
   Ela esta lendo as cartas e começa a perceber umas coisas:
   - Bem, na maioria me chama de "senhorita Sqquilo", realmente eu devo chamar Dana, já que as mais pessoais me chama assim, mas Meyer não deve ser o meu sobrenome...Ai, tá me dando uma fominha.
   Ela vai até a cozinha para pegar umas bolachinhas:
   - Como eu sabia onde estavam? Ah, vai saberr!
   Ela volta para o quarto para continuar lendo as cartas:
   - Hum...isso não deve ser carta...
   Ela pega um envelope sem destinatário nem remetente, com alguns papéis dentro.
   - O que será??
   Primeiro ela vê a letra e começa a pensar que ela pode ter escrito aquilo. Ela vai até uma mesinha e pega uma caneta e uma folha de papel para testar, depois de escrever qualquer coisa que lhe vem a cabeça ela decide comprara as letras:
   - Realmente, fui eu ou alguém com a letra idêntica. Mas do que se trata?
   Ela começa a ler e de principio não entende nada, até acabar ficando gelada dos pés a cabeça:
   - Droga, isso é um testamento!
   Ela joga o papel em cima da cama e começa a pensar:
   - Como isso, eu...Ai! Droga! Não h&aaacute; ninguém no qual eu possa perguntar. Eu duvido que alguém irá em responder algo...Eu tenho que saber algo de mim...Será que eu quis me matar?
   Ela fica pensando e só pode dizer:
   - Acho que não, porque eu faria issoo??
   Dana começa a andar de um lado para o outro no quarto e tropeça em um fio.
   - Ai!!
   Ela cai e dá de cara com o laptop.
   - Que perigo isso! Alias, que ótimo achar isso!
   Ela pega o laptop e sobe na cama.
   - Ah? Sem Windows...lindo! O que faç;o?
   Depois de pensar ela acaba digitando uns comandos meio que sem querer e acaba conseguindo recuperar arquivos mortos:
   - Como eu fiz isso? Bem, o importante &eacuute; que já dá para mexer melhor nisso...
   Ela entra no Windows e vê um atalho para "diário" o que na hora chama sua atenção.
   - Finalmente as minhas respostas!
   Sem saber explicar como, ela acerta a senha de primeira:
   - Eu hein, acho que sou meio estranha...Issso! Nome, nome, nome... Tá aqui: Dana Squilo! Sabia que aquela doutora estava me escondendo algo. Mas o que ela ganhou mentindo?? Aliás, há algum Meyer nesse diário?
   Ela começa a buscar e acha coisas referentes a Samuel.
   - Meu pai...Bem, sou Dana Meyer entã;o, a moça disse a verdade. Mas porque me chamam de Squilo?? Hum...seria um nick? Ah...sei lá! Ai que coisa enorme...Ah, num vou ler isso tudo agora não...
   Ela desliga o computador e decide andar pela casa para ver se lembra de mais alguma coisa, na lavanderia ela acaba achando o potinho de ração de seu gato.
   - Ai que fofo, eu devo ter um gato! Mas caddê ele??
   Ela sai procurando o bichano e nada encontra. Até que desiste pois ouviu a campainha tocar.
   - Quem será?
   Ela vai até a porta e atende.
   - Tom, oi.
   - Oi, você esta bem?
   - Sim, estou ótima. Bem, entra. Ah vvocê sabe aonde esta o meu gato?
   - Seu gato?
   - É, eu devo ter um, não? Ou não teria potinhos de ração e água na lavanderia.
   - Ah sim, ele esta na minha casa. Posso traazer ele de volta se quiser.
   - Quero sim, por favor. E alias o que esse outro gatinho veio fazer aqui?
   - Estava preocupado com você.<
   - Estou ótima, já estou at&eaacute; em casa.
   - Mesmo assim.
   - Fofinho, eu estou ótima. Juro mesmmo!
   Dana fica pensando se Tom saberia ou não algo dela que ela não soubesse, mas logo pensa que talvez não, já que não fazia idéia que ele era do FBI também.
   - Fofo, você sabe onde meus pai moramm?
   - Hum, não o endereço, mas elles moram em Montreal. 
   - Montreal? Canadá?
   - Isso mesmo, ainda lembra esse tipo de coiisa?
   - Ficaria surpreso com o tipo de coisa que eu lembro.
   Tom fica meio apreensivo e pensa "droga, será que ela sabe de algo?", mau sabia ele que ela ser referia em falar russo. Ele tenta se acalmar sem demonstrar preocupação, "talvez não seja algo grave, afinal ela nem lembrava aonde estava o gato, não deve lembrar tudo de si...Mas e se lembra?".
   - Nossa, o que houve? Parece nervoso.
   - Eu? Dana, falando sério: o que lemmbra?
   - Nossa, calma, bem eu descobri que sei fallar russo, espanhol e entendo algumas coisas de computador....
   - Que tipo de "algumas coisas"?
   - Nada demais...bem tropeçar no fio é uma delas!
   Tom acaba ficando aliviado, afastando toda e qualquer idéia de que Dana sabia de algo. Mesmo assim, decide falar com Deborah mais tarde.

   Joe vai cumprir sua promessa e ver Diana, mas um congestionamento nada legal no meio do caminho fez ele demorar mais que o esperado.
   Diana havia acabado desabando na cama assim que chegou, ela estava tão cansada que nem levou as malas para o quarto e muito menos se trocou. Tudo que ela queria era descansar um pouquinho.
   Joe decide ligar para Diana para avisar que irá demorar. Ela esta dormindo quando acorda assustada com o telefone.
   - Será que aconteceu alguma coisa? -- ela pensa.
   Depois de tropeçar em um sapato que estava no caminho, ela chega a porta do quarto e corre para a sala atrás do telefone.
   - Eu preciso reinstalar a extensão nno quarto.
   Ela consegue chegar ao telefone.
   - Alo?
   - Diana, é o Joe. Te acordei?>
   - Acordar? Não, não imagina....
   - Bem, eu vou demorar para chegar, acho quee sou a pessoa mais sortuda do mundo e estou num congestionamento.
   - Ixi...Tudo bem, não tem problema -- e em pensamento "melhor assim eu me arrumo e perco essa cara de 'acabei de acordar'".
   Depois de se despedirem, Diana desliga o telefone e decide levar as malas logo para o quarto antes de tomar banho e se arrumar. Afinal ela ia ter que levar as malas de jeito.