Detetive Willian Mukler

   Dana esta pensando aonde pode achar Joe naquele prédio, até que decide usar a cabeça...ou melhor, o celular.
   Hora da revanche? Bem, como quiserem, desta vez é Diana quem atende o telefone de Joe e reconhece o número de Dana.
   - Dana?
   - Diana? Só pode, não? Bem, DDi eu queria falar com o Joe. Posso?
   - Bem...
   - Isso se não estiver interrompendo nada.
   - Não, absolutamente nada... - Dianaa, brava, joga o telefone em Joe - sua queridinha!
   Joe - Queridinha?
   Ela sai sem responder nada.
   Dana ouve do outro lado e fica completamente desconcertada e pensando "não devia ter ligado pra ele...hum, mas agora já foi!"
   Joe vê que é Dana, também em pensamentos "num acredito que a Diana ainda tem ciúmes dela!".
   - Alo, o que foi Dana?
   - Primeiramente me desculpa, não fazzia idéia de que sua namorada era ciumenta assim...
   - Sem problemas, eu falo com ela depois, maas há algum problema?
   - Sim, há. Você sabe onde possso encontrar um tal de Willian...hum, não sei o sobrenome mas parece que ele trabalhou comigo...
   - Willian?? Num sabe??
   - Não, ele é algum chefe ou ccoisa assim?
   - Bem, o único jeito de encontrá-lo é só...bem, conseguindo falar com os mortos.
   - Céus! Ele mor...?
   - Sim, quando vocês ainda trabalhavamm juntos, eu o substitui como seu parceiro.
   Diana não havia ido longe, a curiosidade era tanta que ela havia ficado ouvido atrás da porta para saber o que Dana queria com Joe, pelas respostas dele ela via que realmente não tinha como ter ciúmes, afinal a garota só queria achar o antigo parceiro.
   - Bem...isso complica tudo.
   - Tudo o que?
   Diana em pensamentos "é tudo o que?? Do que estão falando?".
   - Encontrei o Darien Fawkes, pelo visto um ex-namorado ou algo assim...para resolver uma coisa com ele eu teria que falar com o Willian. E se não há Willian não há como saber se é ou não verdade o que ele me disse.
   - E o que ele te disse?
   Diana, cada vez mais curiosa, "ele quem??".
   - Bem, não é nada demais...
   - Nada, é? E porque estaria atr&aacuute;s do Willian se o Darien não tivesse falado nada demais??
   - Eu vou dar um jeito, muito obrigada de quualquer jeito...Quer que eu explique para a Diana?
   - Explicar o que? Ela é um pouco ciuumenta sim, mas acho que não tem motivos...
   - Bem, o único que pode dizer se elaa tem ou não motivos para ter ciúmes é você, eu não me lembro.
   Diana, "é agora estão falando de mim, com certeza!".
   - É claro que não! Hei, anda cruzando muito com o Tyler no corredor hein?
   - No corredor, hall de entrada, escada e atté elevador. Acho que ele me persegue sabe?
   - Faça uma piada dessas perto da M&aaacute; pra ver o que acontece!
   - Hahahah, ela me mata!
   - Não tenha dúvidas disso!
   - Que bom que esta ciente do perigo!>
   - Bem, uma última pergunta.
   - Interrogatório só com luz nna cara, Dana.
   - Haha, bobo! Devia ser uma piada trabalharr com você.
   - Na verdade era, mas no sentido que voc&eccirc; me achava cretino demais para te ajudar.
   - Desculpe-me...Nossa eu acho que essa vem sendo a palavra que mais uso ultimamente!
   - O que é até bom, você; nunca se desculpava por nada.
   - Acho que eu era uma...melhor nem falar.
   - Não, você só era s&eaacute;ria demais.
   - Acho que eu era a única pessoa quee em levava a sério.
   - Certamente...
   Diana, "será que tenho motivo para ficar com ciúmes, ou ai já é demais??".
   - Bem, a pergunta era, nós terminamoos porque eu te trai?
   - Não, de maneira alguma, só que não daria certo de modo algum.
   Diana, "Do que estão falando?? Ai que aflição!"
   - Bem, só perguntei porque talvez o Darien tivesse razão sobre...esquece.
   - Você ainda vai em contar o que essee Darien quer, queira ou não.
   Diana, "Hei! Pare de se preocupar assim com ela, eu fico com ciúmes!".
   - Acho que não preciso de psic&oacutte;logo...
   - Mas e de amigos?
   - É...acho que você venceu. Beem, de qualquer maneira é melhor você ir atrás da Diana.
   - Sim, é...Tchau.
   - Tchau.
   Diana, "Tchau?", só agora ela se pega na porta, mas é tarde demais Joe já abriu e deu de cara com ela.
   - Ah...oi.
   - Que coisa feia, hein?
   Diana não sabe o que fazer, mas Joe não esta verdadeiramente bravo com ela.
   - Sabia que você fica uma gracinha baancando a ciumentinha?

   Deborah havia designado Tom e Neo para uma missão de segurança do Pentágono, os dois teriam que invadir o sistema sem serem percebidos e depois criar um programa que impedisse a manobra. Coisa super simples para os dois, mas...quem disse que eles não iam tornar tudo mais difícil??
   - E agora é a hora de eu te passar ppara trás outra vez.
   - Isso, vai deixando o nariz cada vez mais empinado, mas lembre-se que quanto mais alto maior a queda, tá bom?
   - Seu...
   Deborah - Chega!!! Neo, não provoque o Tom e, Tom, vê se você ignora ele. Eu quero esse serviço pronto ainda essa semana, entenderam? Os dois entenderam??
   Tom - Sim senhorita...
   Neo - Entendi...
   Deborah - Ótimo, comportem-se!
   Ela sai batendo porta e os dois se olham com cara de espanto:
   - Garotinha zangada essa que você arrrumou, hein?
   - Oras! A amiguinha dela, que você viive correndo atrás, não é muito diferente!
   Tom olha para ele com um sorrisinho falso e começa a digitar algo, como o micro deles estavam em sentidos opostos, Neo fica curioso mas decide tentar terminar tudo antes dele, afinal não queria dar o gostinho de vitória a Tom.

   - Será que Willian tinha algum parennte vivo??
   Dana falava consigo enquanto subia de elevador até o andar da sala de seu chefe.
   - O problema é: Willian do que?? Commo vou achar parentes dele se nem sei o seu nome completo?!
   Ela sai do elevador e vai até Tiffany, a secretária de Skinner.
   - Olá, eu poderia falar com o Skinneer?
   - Só um momento, vou ver se ele podeerá atendê-la já, é que ele esta com o detetive Mukler.
   - Ok, eu espero...
   Tiffany entra na sala de Skinner, após bater, pedir licença, etc e tal!
   - Senhor, a hacker Dana, quer falar com o ssenhor?
   - Algum problema no setor de anti-hackers?<
   - Não sei senhor, as últimas informações que tive de lá é que eles estão trabalhando no desenvolvimento de um programa de segurança mais eficaz para o Pentágono.
   - Eu também sei só até; ai... - e virando-se para o detetive que estava sentado a sua frente - Thomas Hamilton e Thomas Andersen estão trabalhando no projeto.
   - Hamilton? Não seria Scott Hamiltonn?
   - Não, o irmão mais novo delee.
   - Ah, sim... - e virando-se novamente para a secretária - Bem, Tiffany, por favor, peça a Dana para que entre.
   - Sim senhor, com licença.
   Tiffany vai até Dana, que continua encafifada, e fala a ela que pode entrar.
   - Com licença, senhor.
   - Dana, esse é o detetive Mukler. Deetetive essa é Dana Meyer.
   - Meyer? Não seria Squilo?
   - É uma pergunta que eu mesma me fa&ço, senhor.
   - A agente Meyer perdeu a memória reecentemente.
   - Bem, sinto muito.
   - Não sinta, acho que esqueci algumaas coisas que realmente deveria esquecer, o problema é que as outras me matam... Mas, eu precisava falar com você, Skinner, só que se estiver ocupado eu volto depois.
   - Pode falar Dana, algum problema na equipee?
   - Na equipe?
   - Sim, os Thomas estão brigando?
   Só então ela se dá conta de que anda não trabalhando muito bem e decide ocultar:
   - Não, não, imagina, nãe;o é nada da equipe.
   - Estranho os dois não estarem brigaando...
   - É que... - ela pensa rápidoo - o Neo anda meio chateado depois de uma piadinha do Steven...
   - Steven? Que Steven? - o detetive fica currioso.
   Skinner se espanta mas não pode dizer nada.
   - Steven Tyler, senhor. - Dana responde semm notar que o cara fica mais assustado.
   - Skinner, o que Steven Tyler faz no FBI?
   - Ele...ele...
   Skinner esta sem palavras e Dana acaba por fazer uma piadinha:
   - Nada demais, só atormenta os casaiis...
   Os dois olham para ela.
   - Vai me dizer que vocês tem a doce iilusão de achar que aquele cara trabalha?
   Skinner tenta contornar a situação e acaba piorando:
   - Willian, é que o Steven...<
   - Willian? - Dana se assusta - Willian Mukller? - ela se lembra do sobrenome dele e assimila tudo - Mas como pode você estar vivo? Joe me disse que...
   - Não sei quem é esse Joe, maas realmente todos, com exceção de Skinner, achavam que eu estava morto.
   Dana não sabe se desmaia ou dá pulos de alegria, a solução de seus problemas estava ali na sua frente! E ela basicamente não podia acreditar que havia tido um caso com aquele cara, definitivamente ele não era para ela.
   Em pensamentos "será que eu gostava de rabugentos? Tirando o Tom todos eles são...Ah, céus!"
   Skinner, mas uma vez, tenta tomar conta da situação:
   - O que você queria aqui Squilo?
   - Eu não era Meyer?
   - Que seja!
   - Eu, bem Eu queria...eu quero falar com o Willian, posso?
   - Aqui?
   - Não, na Marinha!
   - Squilo!!
   Willian vê que o humor da ex-parceira continua intacto, e mesmo sem memória ela não tem medo de desafiar ninguém.
   - Eu posso?
   - Faça o que quiser! Daqui a pouco oos hackers vão ter tomado essa droga de FBI!
   Skinner sai batendo porta e assusta até a secretária.
   - Ele é nervosinho, hein??
   - Já foi mais, mas o que queria comiigo?
   - Primeiramente, eu deveria estar brava comm você, não?
   - Sim, deveria, eu andei fugindo do Steven e não tive como te avisar, mas você até estava bonitinha no velório.
   Ela fica gelada "céus, eu realmente devo ter tido algo com esse cara".
   - Nervosa?
   - Parece?
   - Muito.
   - Mas...me diga, você sabe que eu eraa namorada do Darien Fawkes?
   - Sei, ainda são apaixonados como anntes?
   - Como assim?
   - Tive que acobertar seu sumiço muittas vezes!
   - Na verdade ele acha que eu tive um caso ccom você, diz que eu te beijei e que foi por isso que acabamos...O que pode dizer a respeito disso?
   - Ele sempre foi ciumento, mas nunca tivemoos nada. Na verdade na noite em que eu...digamos: morri, você havia acabado de me ligar chateada falando que ele havia te trocado por outra. Eu disse que era impressão sua e que iriam se entender logo.
   - Então, quem foi traída fui eu??
   - Sim, pela sua superior, a Paula.
   - A Paula??
   - Exatamente.
   - E ainda levei a culpa por uma coisa que nnão fiz?!
   - Você realmente se achava capaz de tter feito isso??
   - Eu...nem sabia o que pensar de mim, me seentia a pior pessoa do mundo!
   - Bem, você não fez nada, mas se quiser...
   - Olha só?!
   - Brincadeira, sempre te considerei uma irmmã mais nova, teimosa, mas uma irmãzinha que eu adoro.

   Agora voltando aos hackers, Tom e Neo.
   Tom estava fazendo um verdadeiro pic-nic no teclado, já Neo estava desesperado vendo como Tom não ficava nervoso com nada e além disso era a mais calma das criaturas.
   - Algum problema, Neo?
   - Nenhum, porque acha que estou com problemmas?
   - Porque acabaram de te monitorar no setor 6!
   - O que??
   Neo se desespera.
   - Me diga, você realmente se considerra hacker?
   - Quer calar a boca!
   - Deixa de ser idiota, abandona o setor!
   - Eu não vou fazer isso só poorque você esta mandando!
   - Ainda não te localizaram, quer fazzer o favor de sair??
   - Não vou!
   Tom puxa o plug do telefone do computador de Neo, bem a tempo de salvar a pele do cara.
   - Num precisa agradecer não, t&aacutte;?
   - Eu não te dei ordem para fazer issso!
   - Queria ser pego?
   - Eu não seria!
   - Seria, e queria até ver sua descullpa para a Deborah. Realmente eu devia ter deixado.
   Neo esta fulo com Tom, mas começa a pensar melhor e ver que não tinha saída, só não admite isso para Tom.
   - Eu tinha como sair.
   - Tudo bem, sonhar é gratuito mesmo..

   Dana decide ir atrás de Tom. Alias ela vem percebendo que não tem sido muito legal com ele, e com certeza não devia ser tonta o bastante de perdê-lo.
   - Deborah! Cadê o Tom?
   - Tom? Na última vez que o vi, deixeei ele e o Neo trabalhando em um programa de segurança para o Pentágono.
   - Ah...bem, posso ir lá?
   - Pode sim, aproveita e vê se eles esstão se comportando direitinho.
   Steven, sentado na mesa próxima de onde elas conversavam:
   - É, vê eu devo ligar para os bombeiros já ou ainda não.
   Dana passa perto dele e sussurra:
   - Já devia ter ligado, viu como a Deeborah esta pegando fogo?
   - Olha só, uma parceirinha de piadass?
   - Só se for de piadas, prefiro algu&ém mais alto, mais loiro e mais fofo.
   - Fofo? Sabia que ele precisava de regime.<
   - Hahaha, bobo!
   - Vou adotar esse apelido.
   - Qual?
   - Bobo, vem sendo uma constante!
   - Aahha, preciso ir.
   - Vai lá coalinha.
   Ela olha para ele.
   - Eu não disse coelha, disse coala!<
   Ela sorri e sai.

   Enquanto Neo tentava achar uma boa desculpa, Tom estava perdido em códigos.
   - DOS? Você ainda usa isso?
   - A pergunta é: você num usa?<
   - Só para invasão, nãoo para programas.
   - É ai que esta seu erro. Se voc&eciirc;...
   - Lá vem, você se acha o melhoor nisso, não?
   - Ao contrário de você, n&atillde;o me acho o melhor em nada.
   Dana entra e ouve as ultimas frases.
   - Olha só, estão brigando, &eeacute;?
   Ela chega perto de Tom e lhe dá um beijinho.
   - Estou atrapalhando em algo?
   Tom - Em nada, querida.
   Ela olha para Neo.
   - Por mim...
   - Bem, a Deborah mandou eu ver se estavam sse comportando e...lindinho a quebra de página vem antes.
   Tom olha assustado para ela.
   - Lembra como se faz isso?
   - Eu?
   - Sim, você se lembra.
   - As vezes eu lembro de coisas sem querer ee...
   Neo - É Tom, acho que nessa nós dois vamos dançar, ela vai roubar nosso lugar.
   Dana - Aahahha, definitivamente não, acho criar programas de segurança a coisa mais chata do mundo!
   - Mas espera, você esta mais animadinnha do que da última vez que te encontrei no corredor - pergunta Tom ciumento, ao lembrar que na ocasião ela procurava por Joe.
   - Ah sim, é que descobri que fui traaída.
   Neo e Tom se olham. Neo faz de conta que vai ver a temperatura dela enquanto Tom pergunta:
   - Traída? Eu não te trai.

   - Não você amor, o Darien.
   - Darien? E esta feliz com isso?
   Neo - Bem, com febre ela num tá.
   - Mas é claro!
   - Xi...tá birutinha então, Toom.
   - Num é nada disso, é que o ttal Darien Fawkes ficava jogando na minha cara que eu trai ele, mas na verdade foi ele quem me traiu!
   - E com quem? - Neo não consegue seggurar a curiosidade, apesar de Tom olhar feio pra ele.
   - Vocês não vão acredittar, com a Paula!
   - Paula?? - Os dois perguntam surpreso.
   - Sim, a nossa chefe! Mas é claro quue não vou brigar com ela, ela me fez um tremendo favor tirando aquele chatinho do meu pé!
   Neo - Isso é que é garota decidida.
   Tom, ainda ciumento - Mas aonde o Joe entra nessa história toda??
   - O Joe? Ah, é. Fui perguntar &agravve; ele aonde estava meu antigo parceiro.
   - E?? Eu saberia te responder isso. Ele estta morto.
   - É estava...na verdade não eestava mas todos achavam que estava e acabei descobrindo que não esta!!
   Neo - Calma, somos hackers mas isso já enrolou mais do que conseguimos decifrar.
   Tom - Dá pra parar de se intrometer na conversa entre eu e minha namorada??
   - Desculpa...foi mau.
   - Melhor assim.
   - Tadinho, Tom.
   - Num fica com dó não que essse ai tem um ego maior que o da humanidade toda!
   - Mas vocês num param de brigar nuncaa, hein?? Vejam só, eu quero que ouçam uma coisa e é sério.
   - Se for broncas, a minha ex querida j&aacuute; se encarregou disso?
   - Ex querida?
   - Deborah.
   - Ah, sim. Não na verdade é uum conselho: é melhor pararem com essa de quem ganhou e quem perdeu, se vocês forem ver os dois saíram ganhando pois entraram aqui por seus próprios méritos, não? E agora, para o bem de todos e a felicidade da nação...oh clichê, pois bem: parem de brigar. Esta bom assim? Ou se não, acho que vou treinar minha mira em vocês, que tal?
   - Ela faria isso, Tom?
   - Eu acho melhor não arriscarmos.
   - Bons meninos! Agora é melhor ficarrem ai trabalhando bonitinhos e se prometerem que não vão brigar eu peço a Deborah uma pena menor!
   Os dois não dizem nada.
   - Ok, eu não dou muito para advogadaa, preferem que eu treine minha mira?
   - Ok, ok, linda nós não vamoss brigar.
   - E você Neo?
   - Concordo com o Tom.
   - Liberados?
   - O Neo sim, você fica.
   - Porque?
   - Já vai saber.
   - Bem, melhor eu ir, tchau pra vocês.. - Neo sai da sala antes que mudem de idéia e mandem ele terminar o tal programa.
   - Então, sozinhos, não?
   - Aparentemente sim.
   - Ótimo!
   Ela o beija e decide perguntar.
   - Querido, você sabe me dizer se afinnal sou Meyer ou Squilo?
   - Confusa com isso.
   - Sim, muito, não tem como eu saber..
   - Sabe, se você não descobrir,, pode ser Hamilton se quiser.
   - Fofinho!
   Ela começa a beijá-lo de novo.