A
Exploração
Casa
da agente Deborah Landresk, 5:42
Deborah estava em seu apartamento a frente de seu laptop digitando rapidamente
tudo que lhe vinha em mente sobre o caso de Joe.
Ela tinha sido designada por Paula Abrucez - substituta do agente Skinner
e nova chefona do departamento - para achar uma resposta convincente para
a morte de três agentes (todos ainda acreditavam que Má era
uma agente e estava morta) e pela falta de memória do quarto que
foi o único sobrevivente.
Este por sua vez era Joe, que seria condenado caso não soubesse
explicar-se. Porem, ele mau lembrava seu nome quanto mais o que havia acontecido.
Foi dado à Deborah um tempo para, como médica, tentar fazer
Joe lembra-se dos fatos.
"Seguindo o cronograma, hoje levarei o agente Perry, para reconhecer o
local no qual os outros três agentes - dados como mortos - desapareceram.
Eu questiono os métodos de Paula, duvido que ele vá lembrar
de algo repentinamente. Pelo menos meu conhecimento faz crer nisto. No
entanto, não sou eu quem conseguiu subir, então, vamos lá..."
Depois de trocar-se e pegar um casaco bem quentinho, devido a neve e a
baixa temperatura que o clima proporcionava, Deborah desce as escadarias
de seu prédio, pega seu carro na garagem e segue rumo a casa de
Joe.
Casa
do agente Perry, 6:30
Deborah aperta a campainha e por um tempo nada pode ouvir. Até que
ela começa a resmungar consigo:
- Vamos Joe...eu sei que é cedo, maas é para o seu bem...
Uma luz acende na sala, Joe vem aos tropeços atender a porta.
- Uma hora dessas? O que houve, moç;a?
- Deborah, Joe. Meu nome é Deborah..
- Ah sim, sinto muito, não me recorrdava.
- Tudo bem, nos víamos pouco. Mas aagora serei sua nova parceira
temporariamente.
- Parceira? No que?
- Joe, primeiro farei você lembrar ddas coisas, dai você mesmo
poderá responder as suas perguntas.
- Pelo menos essa? Não costumo sairr de madrugada com qualquer garota
que bata na minha porta...Bem, não que eu me lembre...
- Tudo bem, você e eu somos detetivees. Você...
Joe não crê em patavinas e começa a ironizar:
- Oh, sim dona detetive. Quer um caf&eacutte;, ou não toma nada em
serviço?
- Isso é sério.
- Olha aqui, moça, se você coostuma pregar peças nos
outros, eu não sou do tipo que cai, ok?
- É 'Deborah'! Ok, tudo bem, voc&eccirc; faz o que bem entende! -
e levantando-se do sofá - seu julgamento será daqui dois
meses, ok? Passar bem!
Joe para, pensa rápido e segura o braço de Deborah.
- Hei! Deborah, desculpe-me. Pode me ajudaar?
- Estou aqui para isso - com a voz mais paaciente do mundo.
Deborah começa a explicar alguns procedimentos médicos para
perca de memória, Joe esta até interessado, mas não
se lembra de muita coisa.
Deborah - Eu sei que isso não é extremamente novo para você.
Pois, apesar de não se lembrar, você também é
médico...
Joe - Vamos ver se eu entendi...eu terei que ir até a cena do crime
e tentar lembrar de algum detalhe que me absolva, é isso?
- Sim, Paula quer saber o que você ffazia lá, e o que os outros
faziam lá. Só você tem essas respostas, Joe. É
uma pena não lembrá-las, seria mais fácil...
- Só que eu não me lembro./font>
- Eu sei, não precisa ficar nervosoo.
Os dois vão para a casa de Marcela, Deborah ficou com as chaves,
já que a 'defunta' não vai mais usá-las.
- E foi aqui...acredito...que sua ex-parceeira, agora 'oficialmente' encontrada
à sete palmos abaixo da terra, desapareceu! Mas sabemos que as informações
'oficiais' raramente condizem com a realidade.
- Sabemos??
- Ah....esquece. Ali foi onde encontramos sangue de seu ex-chefe, Skinner,
também desaparecido e 'oficialmente' morto.
- Nossa minha vida é cheia de 'ex'ss, não?
- Ah, que bom que lembrou, sua ex-namoradaa...
- Morreu aqui?
- Ah! Não, ehhe, ela morreu um ano atrás, mais ou menos.
Eu só não sei se você tem alguma namorada atual...
- Somos dois que não sabemos, ent&aatilde;o.
- E ai?
- Ai o que?
- Não lembrou de nada?
- Deveria?
- Eu esperava que sim...
- Então, acho que te desapontei...HHum, porque há espelhos
acima das portas?
- Ah, é uma tradição chinesa...eu acho. Dizem que
espanta os espíritos maus. Algo do tipo! Não sou muito voltada
para essas coisas, acho meio ridículo!
- A dona da casa...
- Marcela?
- Sim, ela. Ela era chinesa?
- Não... - Deborah fica pensativa, consigo ela acaba tendo o pressentimento
de que mesmo sem querer Joe acabou dando uma pista do paradeiro de Marcela.
Joe começa a andar pela casa e vê uma foto de alguém
familiar...bem, deveria ser, na verdade ele se lembra de conhecer o sujeito,
mas não lembra quem é.
- Marcela tinha namorado?
- Hum...até onde eu sei ela tinha uuma queda por você!
- Ah?!
- Calma, brincadeira. Eu acho que tinha, mmas não falava de sua vida
pessoal com ninguém.
- Realmente uma agente secreta. Sabe quem é este cara?
Ela pega a foto e começa a olhar:
- Deixe-me ver...me parece com...Victor? SSeria este o nome...bem é
um moço que procurou-a uma vez...Não sabia que ele era namorado
dela.
- Não estou afirmando, estou pergunntando.
- Eu sei, mas é algo a se pensar, aao julgar pelo porta-retratos!
Três horas depois, os dois finalmente saem da casa e dirigem-se para
o carro.
Joe começa a olhar atentamente para o muro, o que chama a atenção
de Deborah.
- Joe?
- Eu...estava olhando, porque uma casa numm condomínio fechado tem
um muro tão alto?
- Bem, foi-se o tempo de que condomíe;nio é sinônimo
de paz e tranqüilidade.
- Mas nos papéis seus estavam que eeste foi o único crime
neste condomínio.
Deborah pega os papéis e vê que Joe estava certo.
- Acho que ela escondia algo.
- Ou alguém?
- Certamente! Joe, sabe que você ficcou mais inteligente sem memória,
é uma pena eu ter que fazer você lembrar.
Joe faz uma cara de quem não gostou da piada.
- Brincadeira.
Deborah pega algumas lanternas no carro e os dois voltam para a casa, como
a força foi cortada e eles iriam procurar por um porão ou
sótão (lugares que freqüentemente são escuros),
as lanternas seriam de bom uso.
Os dois vasculham o porão, porem nada encontram. A excursão
pelo sótão é mais animadora, Joe acha alguns papéis
de Marcela com o escrito CIA. Claramente, referindo-se sobre o antigo emprego
dela, antes do FBI.
Deborah pega os papéis para analisá-los mais tarde. Pois, ela ainda
precisava passar pela casa de Deza e Skinner antes de levar Joe ao FBI.
10:31
na frente do prédio da agente Squilo:
Joe - Me deixa adivinhar, a outra ganhava melhor?
Deborah - Sinceramente...sempre achei que a Squilo ganhasse mais que a
Tallc, porque a Marcela era secretária...
- Vai saber...
Os dois passam pelo porteiro mostrando a credencial de Deborah. Enquanto
sobem o elevador, Joe comenta:
- Será que eu tenho um desses crachhazinhos?
- Tem sim, mas esta na sala da chefe, at&eeacute; você lembra-se de
tudo.
- Que beleza...
Os dois vão andando pelo corredor, até que Deborah sai correndo
e abre a porta sem explicar. Pela cara, ela não encontrou o que
queria.
Joe - O que foi?
Deborah - O gato...
Joe - Que gato?
- Ela tinha um gato, o bichano deveria esttar aqui...
Joe olha para os lados e ironiza:
- Ele é invisível? Nã;o vejo gato nenhum!
- Mas as janelas estão todas fechaddas...
- Ela tem parentes?
- Não... - Deborah fica pensativa, ela sabe que Squilo tinha adoração
pelo gato, e começa a pensar que ela esta vivinha da silva, com
o gato, em algum lugar. Mas onde?
Os dois começam a andar pelo apartamento.
- Sabe, não sei por você, mass eu acho que ali tinha um computador...
Deborah vê que ali realmente tinha um computador - devido as marcas
de poeira na mesa -, e que não era um laptop, e sim um PC, que havia
sumido da mesa!
Deborah - Acho que o apartamento foi saqueado...
Joe - E levaram o gato?
Deborah - Bobo! Heehheh.
Os dois saem do apartamento depois de terem procurado por sinais de arrombamento
e nada terem encontrado.
Antes de irem embora Deborah conversa com o síndico, ele diz que
três homens estiveram no apartamento um dia antes do velório
de Squilo e levaram o gato e o computador.
Joe - Viu, roubaram o gato! Heehehhe.
Deborah - Quem podem ser??
- Parentes...amigos...Não sei.
- Nem eu, vou pedir uma descriç&atiilde;o detalhada deles.
Depois de passar quase 40 minutos alugando o síndico e ter descoberto
todas as informações imaginárias sobre os três,
Deborah e Joe decidem visitar a casa de Skinner, antes de voltarem para
o prédio do FBI.
14:03,
na frente da casa de Skinner
Deborah - Skinner foi seu chefe...bem, estando num cargo as alturas isso
explica a semi-mansão.
Joe - Pobres somos nós, hein?
Deborah - Com certeza!
Joe - Quantos anos temos para investigar a casa?
Deborah - Tá muito engraçadinho pro meu gosto, ehhehe.
Os dois entram na casa do falecido ex-chefe para investigar possíveis
pistas.
Nas paredes de uma das diversas salas, eles vêem algumas fotos de
Skinner em viagens pelo mundo, em uma delas Skinner esta ao lado de Marcela,
Joe a reconhece, mas nada diz a Deborah.
Ao canto da sala, Joe ouve Deborah:
- É triste termos que fazer um trabbalho desse quando trata-se de
pessoas na qual estimávamos, não?
- Bem...não lembro-me de nenhum delles... - ele fala virando, olhando
para as paredes, como se não desse muita importância ao que
ela diz.
- Todos eram bem próximos de n&oacuute;s. Você ainda deve estar
confuso, não? Quer saber algo sobre algum deles?
- Sim, por favor.
- Pois bem
Deborah começa a analisar a mobília da sala com uma luva,
enquanto conversa com Joe.
- Skinner, o dono desta casa, era um amigoo seu, a um bom tempo. Para falar
a verdade eu nem te conhecia dois anos atrás...Pois bem, Skinner
era seu superior, e Paula, que hoje é nossa chefe, contou que os
superiores deles achavam que Squilo precisava de auxilio para solucionar
alguns caso...Na verdade a Paula é séptica como estes outros
caras! O trabalho dela é achar defeito no trabalho dos outros, ela
convenceu o Skinner de achar alguém para bisbilhotar a Squilo.
- E é ai que eu entro?
- Sim. Skinner te conhecia, não seii de onde, nem a quanto tempo...isso
só você poderá me contar quando voltar a...Como eu
dizia! Squilo, trabalhava nos "Arquivos A", que é destinado a casos
insolúveis.
- Ah?
- Na verdade, tratam-se de casos que ninguuém se interessa e tacam
no fundo da gaveta! Dana cuidava deles, mas as descobertas dela não
eram necessariamente as que os superiores queriam. Em outras palavras,
não era este o tipo de verdade que esperavam. Você foi chamado,
eu não sei de onde você veio ou porque quis vir, mas você
acabou logo virando amigo da Dana, o que é basicamente incrível!
Ela raramente aceitava bem parceiros...e olha que Skinner chamou muitos!
Neste momento ela faz uma pausa e vai ao cômodo seguinte, e o Joe
a segue pois ficou bem interessado. Ele continua:
- E também há a Marcela, elaa também foi dada como
morta, mas eu creio que ela esta vivinha da silva em algum lugar por ai!
Ela era estranha e vivia sumindo sem dar explicações de onde
ia. Tallc era uma agente secreta, tão secreta que todos acreditavam
que ela era simplesmente secretária de Skinner. Eu não sei
de onde você conhece ela, mas sei que conversaram muito por diversas
vezes...Ela até confiou a você o posto de salvá-la de um suposto
'atentado' que ela havia sofrendo. Marcela não se dava bem com a
Dana, não sei explicar por quem...talvez ache algo no diário
de Squilo, isso se não há uma senha lá...Bem, acho
que é algo que você terá que procurar. Eu estou aqui
para ajudar, mas quem vai solucionar tudo é você!
Ela dá um salto e grita
- Veja! Veja!!
Joe olha na parede e não vê onde ela quer chegar.
- O que?
- Um bonsai!
Só então Joe se dá conta de que era para a mesa que
ele deveria olhar.
- Com esta arvorizinha, acabamos chegando há um comum sobre os três.
- Todos são fissurados por coisas jjaponesas?
- Não, há alguma coisa ligadda ao Japão que envolve
estes três...
- Dedução brilhante...Como cconsegue?
- Sem piadas!
- Não é piada, você paarece boa no que faz.
- Não quero ser chata, mas voc&ecirrc; era considerado um dos melhores,
eu sou da equipe a baixo!
- Então suba, eu devo estar mais baaixo que você!
Deborah dá um sorrisinho, e como nas outras casas, começa
a marcar diversos pontos, os quais acha em comum.
Depois de um tempo, ambos saem da casa.
15:34,
em uma das ruas centrais:
- Já passou da hora do almoç;o, melhor tiramos um tempinho
para isso, não?
- Ótima idéia, estava come&cccedil;ando a achar que os investigadores
não almoçam.
- Eu nunca almocei com você, ent&atiilde;o não sei do que você
gosta...Bem, vamos a um restaurante italiano, lá com certeza deve
ter algo que você goste...a não ser que você seja fissurado
por regime.
- Bem, acho que não vivo de regime não, bem não que
eu me lembre.
- Então vamos...
16:04,
fora do restaurante (nada de propagandas!)
Deborah e Joe vão para o estacionamento, enquanto ela paga, Joe
pega a chave e vai em direção ao carro. Depois ela o segue
e arremata:
- Se o Senhor pensa que irá dirigirr: esqueça!
- Puxa, eu devo ter carteira de motorista,, não?
- Mas é claro que tem, mas e aonde esta? Ah? E o exemplo??
- Tá bom, toma..
Ele dá a chave para ela e se senta meio emburrado no banco do passageiro.
Para tentar 'alegra-lo' ela o lembra das continuações de
afazeres do dia:
- Agora iremos para o FBI, eu tenho que annalisar os papéis da casa
de Marcela, enquanto isso você continua vendo se acha algo que o
lembre no micro de sua sala.
16:14,
na frente do FBI (ok, foi transito!)
Os dois médicos/agentes entram no prédio e pegam o elevador.
Deborah esta lotada de papéis e o pobre Joe idem!
Já na sala, Deborah se instala na mesa de Joe, enquanto ele vai
ao computador (que esta na antiga mesa de Dana) para pesquisar.
Aproveitando a distração de Deborah, Joe entra no sistema,
na parte de Dana, e começa a checar uns casos. Como o micro esta
virado contra Deborah, ela nem percebe nada, só olha algumas vezes
e vê Joe concentrado, o que há faz pensar ser ótimo,
pois com certeza ele deve estar lembrando de algo...ou tentando, pelo menos.
Joe depara-se com um 'papel de parede' preto com estrelas brancas, na verdade
pontinhos brancos...
"Que mau feito isso!", é a primeira coisa que o agente pensa quando
vêm em mente imagens...
Em suas lembranças, a primeira cena:
Dana esta de pé falando sem parar, Joe esta no computador apenas
prestando atenção.
Ele faz força para tentar lembrar o que ela dizia:
Dana pega uma folha e entrega para ele.
- Vê isto?
- Hum...que papel de parede mais feio! Eu sei fazer estrelinhas melhores!
- ele ironiza.
A folha na mão dele era exatamente o desenho que esta agora em sua
frente, em seus pensamentos Dana prossegue:
- Mas que papel de parede? Ah! Isso n&atillde;o é papel de parede,
meu caro!
- Ok, então é um sulfite de parede.
- Não.
- Papel para o lixo?>
- Não!! Repare bem! Diga-me exatameente o que vê:
- Uma folha preta com pontinhos brancos, ee dai?
- Não te lembram algo?
- Nada!
- Excelente!!
Ela aproxima-se de sua mesa sem dizer mais nada e ele fica impaciente:
- Que diabos é isso?
Ela parece não se importar com a pergunta e faz outra sem respondê-la:
- Nós nos comunicamos atravé;s do que?
- Como disse?
- Vamos lá! O que usamos para falarr um com o outro?
- A voz, oras!
- E para escrever?
- Letras, e dai? Eu quero saber o que &eaccute; isso!
- Isto, meu caro, é exatamente o quue você e eu faríamos
para nos comunicar se fossemos surdos ou mudos.
- Braile?
- Exato!
- Mas...Mas...
- Mas a folha é preta, não &é?
- É!
- Já ouviu falar em ilusão? Eu o fiz acreditar que era um
céu, se fiz você pensar assim, posso fazer qualquer um!
- E dai?
- Nosso método binário n&atiilde;o é 100% infalível
em e-mails, então eu pensei: 'o que é melhor que isso?'.
Passei a noite toda batendo a cabeça até me lembrar de um
livro de braile.
- Continue...
- Se eu escrever uma mensagem simples paraa vocês com este 'fundo
estrelado', todo mundo, qualquer desavisado da vida, irá pensar
que a mensagem superior é a mensagem correta, compreende?
Uma luz parece iluminá-lo:
- Mas isso é formidável! &Eaacute; claro! No modo binário
qualquer um percebe que é algo binário, mas assim só
os mais atentos ou que saibam da existência checariam o fundo da
mensagem, que vem a ser a mensagem original!
- Muito bem! Agora toma!
- O que?
- Estude isso ai, afinal se só um dde nós souber braile de
que adianta?
Joe senta com uma folha e fica lendo-a...
Voltando a si:
Deborah derrubou um copo de água no chão.
- Como sou desastrada!
- O que houve?
- Ah, desculpe atrapalhar sua concentra&cccedil;ão, eu derrubei um
copo de água no chão, vou pegar um pano para limpar esta
bagunça!
Sozinho na sala, Joe começa a pensar que se Dana estiver viva, com
certeza tem acesso aos seus arquivos no FBI, então puxa da memória
as letras em braile, abre o paint shop pro e sai desenhando uma mensagem
que significa "Por favor, se um esquilinho me ver com certeza vai dar sinal
de vida a este pobre desmemoriado!" e adiciona na pasta particular de Dana
com o título de "ceu_estrelado.jpg".
- Se ela estiver viva, dará sinal dde vida! Vou tentar até
conseguir restabelecer contato com ela.
Joe volta a fuçar nos arquivos de Dana, na parte de diário
e lê um nominho que lhe parece conhecido: "Thomas Hamilton", porem
ele não consegue ligar o nome a pessoa.
Deborah volta:
- Comportou-se bem?
- Oh, claro, babá! Eu fui um bom meenino!
- Imagino...
- Mas eu fiquei aqui!
- Estava brincando, ehehhe. Bem, agora vouu voltar aos papéis de
Marcela...
- Algo de comprometedor?
- Sim, ela parece conhecer um cara procuraado da polícia.
- Psiu! Já olhou ao redor?
- O que?
- Nas celas há um monte de ex-procuurados da polícia!
- Se bem que vendo por este angulo ée; verdade...Porem este esta soltinho
da silva!
- Ixi...
- Sim, ai tem algo. Vou continuar pesquisaando.
- Tudo bem...
- Algum progresso ai?
Joe pensa um pouco e nem ele mesmo sabe explicar porque mente:
- Nada...
- Não fique desapontado, uma hora vvocê lembra.
- É...mas há um tempo para eeu lembrar...e ele é curto...
- O quanto mais nervoso você ficar, pior será. Relaxe um pouco.
Vai dar tudo certo.
- Assim espero.
Deborah mergulha no mundo de papéis de Marcela, enquanto Joe continua
ligadinho no computador.
Algum tempo depois o computador desliga-se sozinho. Joe toma um susto e
o liga mais uma vez rapidamente, pois não houve queda de energia.
Tudo parece normal, até que ele acha uma figura com o nome "bonito_ceu_viu.jpg"
e decide ir correndo decifrar o "céu estrelado".
Joe começa a tentar decifrar e chega a frase "Mas não é
que este desmemoriado não esta tão mau assim? Ok, eu sou
a esquilinho que pode te ajudar. Mas no que exatamente?". Ele digita rapidamente
"Squilo, eu sei que é você, eu preciso de ajuda. Tenho que
saber aonde esta o Skinner. Estão querendo me incriminar pela morte
de vocês sabia?".
A resposta vem logo me seguida. "Joe, ok, eu estou bem apesar de você
não estar preocupado com isso. Mas a Marcela fugiu, ela tem que
ser presa e o Skinner esta comigo. Você tem que continuar sem memória
para o bem da operação. Por favor".
Joe pensa um pouco, mas antes que possa voltar a "desenhar" seus pontinhos
alguém bate na porta.
Deborah vai até a porta, o que deixa Joe curioso, é que ao
invés de ela mandar a pessoa entrar ela sai para falar com a pessoa
que estava batendo na porta.
Joe - Quem será? Bem, não importa.
Joe abre as gavetas e acha alguns papéis sobre ele, ele pega esses
papéis, sua capa e vai até a porta. Ele a abre devagar e
vê que Deborah não está mais lá, a oportunidade
mais do que perfeita para ele escapar dali e fazer suas investigações
com base no que ele descobriu.
Joe não sabe onde fica a garagem e pouco serviria saber, afinal
ele não veio com seu carro e não esta com sua carteira de
habilitação. Mesmo assim ele deixa o prédio. |