CONHEÇA UM POUCO MAIS SOBRE OS AUTORES DO uniVERSOS

 


Nome do Autor: Cleide Canton

Nick ou pseudônimo: 

Cidade, Estado e País onde vive: São Paulo - SP- Brasil

Formação: Superior - Direito



1 - A quanto tempo vc escreve? Desde que me conheço por gente, antes da pré-escola, com pedaços de tijolo na calçada.

2 - Vc definiria um estilo literário que procura seguir, alguma escola literária?

Tenho preferências pelo parnasianismo mas procuro um estilo próprio, sem maiores pretensões a não ser proporcionar entretenimento ao leitor e satisfação própria.

3 - Pra vc como é estar participando do uniVERSOS?

Excelente oportunidade para reunir estilos e pensamentos diferentes, mostrando ao leitor a Poesia do nosso hoje.

4 - Como é vc no dia a dia?

Alegre, extrovertida e sonhadora.

5 – Alem de escrever o que mais vc gosta de fazer? 

Pintura, música, artes em geral.

6 - Tem mais livros editados? Quais os nomes e onde compra-los?

Não

7 - Qual seu autor preferido?

Olavo Bilac. Não gosto muito de mencionar autores preferidos. Gosto de determinadas obras de muitos autores. Todos foram e são como nós, com altos e baixos.

8 – Qual seu livro preferido?

A ira dos anjos, de Sidney Sheldon.

9 – Qual filme que mais te marcou?

Esquina do Pecado.

10 - Tem site onde as pessoas possam estar conhecendo mais de suas obras?

www.paginapoeticadecleidecanton.com

11 - Qual texto seu vc definiria como sendo sua marca registrada? Transcreva-o abaixo:



Talvez eu te encontre
Cleide Canton

Nos nossos sonhos, ávidos da beleza,
dos quais o encontro nunca se faz certeza,
o brilho do olhar se reveste de esperança
e o sorriso aporta 
nos lábios de mel da mulher-criança.

A passos incertos, olhar no horizonte,
sem medo de abismo se cruza a ponte.
Pés no chão, nas nuvens o pensamento,
sem se dar conta
de que este é o nosso mais feliz momento.

Não importa o ocaso onde se mesclam mágoas,
nem as ondas onde se quebram as águas,
nem as tempestades que atrasam nosso caminhar.
Sempre existirá um motivo
em todas as manhãs do nosso despertar.

Na busca do alhures o sonhador persiste
pincelando em aquarelas seu verso triste,
mudando o cenário do palco da vida.
Tempo acabado, sonho desfeito
e , no peito, a dor de mais uma ferida.

Ergue a cabeça, livra-se da amargura
e reveste o novo eu de toda a doçura.
Olha mais além, busca um outro horizonte.
E, como as paralelas no infinito se cruzam,
no infinito também, talvez eu te encontre.

SP, 13/04/2004
15:30 horas







 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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