Destino - não há como mudar - Chapter 2


Em Paris, uma mulher uniformizada corre pelo jardim de uma mansão, em um bairro chique, atrás de um garoto. Era um garotinho de sete anos e loirinho.
- Peguei vc!!! - disse a mulher, rindo.
- Não vale, Brigitte!!! - disse o garoto, rindo.
- Não, Kian, valeu, sim!!! Agora nós vamos entrar. Vc vai tomar banho, porque sua mãe quer que vc jante, antes que ela saia.
O garoto pergunta:
- Por que minha mãe tem que sair toda noite???
Sem resposta, a mulher diz:
- Eh..., bom, melhor vc obedecer sua mãe, antes que ela fique nervosa com vc!!!
Então os dois entram na mansão.

No quarto de casa, Phoebe estava com a cabeça enconstada no peito de Zac, deitados na cama, à noite. Phoebe, então diz:
- Zac?
- Fala?
- Eh... vc sabe onde a Kate foi parar? Ela sumiu por tanto tempo... Não sei se ela volta...
Zac ri:
- Por quê?! Não me diz que vc acha que ela vai voltar do nada...
- Ah, sei lá... Andei pensando nela nesses dias... Modelo, pode até ser, mas não ficou famosa...
- Aquela, pra ficar famosa, dormiria com todo mundo que precisasse...
- Não fala assim... - brinca Phoebe.
- Mas, mudando de assunto... Eu durmo com a minha esposa, pra conseguir ter vigor pra dia seguinte... hahahahaha - diz a beijando.

No dia seguinte, na empresa, Walker marca uma reunião urgente com todos os funcionários importantes. Todos já estavam na sala, com excessão de Ryan, que chega atrasado, como sempre.
Logo, o rapaz entra na sala. Todos o olhavam com desprezo. Ele coloca a pasta na mesa e diz:
- Bom dia... eh... Me desculpem! Problemas familiares...
Ninguém responde ao que ele disse.
Walker se levanta e vai até o quadro branco.
- Bom dia. Bom, vcs todos devem ter estranhado a reunião urgente. Mas nós temos assuntos muito importantes a tratar, antes de mais nada.
A secretária de Walker pega uns documentos e o entrega.
- Bom, as ações da empresa, na bolsa de Nova York, caíram muito. Creio que se não vendermos, perderemos tudo, por lá.
Zac diz, assustado:
- Mas, vender as ações de nova York??? Então nós não teremos nada... São a maior parte, não podemos vender...
- Não tudo, Zac, talvez 55 %. - diz Walker.
- E só contaremos com míseros 45% de NY? - Ashley, nervoso.
- Não, temos as ações de Londres. O Isaac vem fazendo um bom trabalho...
- Então, temos que fazer isso o mais rápido possível!!! - diz Taylor.
- Por isso mesmo... Já há alguém interessado... - Walker, tenso.
- E quem é? - Taylor.
- Caspar Altenholfen. Ele é americano, de ascendência alemâ, mas mora na França há uns sete, oito anos...
- O dono da Altenholfen, a imobiliária? - pergunta Ashley.
- Sim. - Walker.
- E por quanto quer vender? -Zac, impaciente.
- Do jeito que as coisas estão, um valor muito inferior ao que reamente vale a empresa. - Walker, inconformado.

Em Paris, o tal Caspar estava em sua mansão. Havia acordado cedo e estava voltando de seu escritório. Encontrou a babá, Brigitte, andando pelo corredor:
- Brigitte, e minha esposa?
- Ainda está dormindo, senhor Altenholfen. E à tarde, pretende ir à Semana de Moda.
- Sim. Bom, se ela perguntar, estarei na academia...
- Sim, senhor! - Brigitte.

Na hora do almoço, Zac e Phoebe estavam à mesa em sua casa. Sim, já tinham saído da casa dos pais de Zac desde que Paris havia nascido:
- O que foi, meu amor? Vc está tão cabisbaixo... - disse Phoebe.
- Ah - Zac suspírou - É que aconteceu algo, o qual, me sinto péssimo e desonrado por isso...
- nossa, o que foi?
- Phoebe, vamos vender as ações da empresa...
- O quê?! - Phoebe se assustou.

Avery estava voltando pra casa da faculdade e viu Ryan, com uma das estagiárias da empresa. Ficou chocada ao ver a cena. Voltou pra casa as pressas.

Logo,um dos empregados dos Altenholfen vai até Caspar, na academia.
- Senhor, telefone!
- Obrigado, Pierre. quem é?
- Sua secretária.
- Obrigado. - Caspar pega o telefone e Pierre sai - Alô? Sim. Então eles aceitaram? Por favor, reserve para hoje à noite. Amanhã quero estar em Oklahoma. sim, até. - e desligou o telefone.
Caspar continua a fazer as séries de exercícios. Minutos depois, ele escuta alguém dizer:
- Meu amor?...
- Ah, então vc já acordou? Que bom!!! - disse Caspar, com um enorme sorriso.

No dia seguinte, Walker encontra-se com Taylor no elevador:
- Bom dia, filho!
- Bom dia, papai! Algo importante?
- Hoje receberemos a visita do senhor Altenholfen. - disse Walker.
- Ah, eu nem acredito no que vai acontecer... Zac é o mais inconformado...
- É, mas ele nos assegurou que, com o passar dos anos, faremos um acordo e pouco a pouco, ele nos devolverá as ações...
- Pai, eu assim espero - diz Taylor - Vender as ações da empresa é como perder a honra, entende?

Por volta das onze horas, Jessica chegou à casa de Natalie. E empregada abriu a porta e ela foi à sala. Logo Natalie, foi chamada pela empregada e foi atender a cunhada.
- Oi Jess, eu tava... - e Natalie vê que Jessica está chorando - O que aconteceu?!
Jessica responde, entre soluços:
- O Ryan, Nat... Ele é um desgraçado...
Natalie se senta no sofá, suspirando:
- Ah, eu realmente não sei o que fazer... Vc deveria conversar com ele...
- Mas não há mais diálogo naquela casa!!! - disse Jessica, já com um lenço na mão.
- E o que ele disse, dessa vez?
- O de sempre... Que eu sou uma louca, ciumenta, que ele está começando a me odiar... - Jessica começa a chorar, sem parar.
Natalie a abraça:
- Ah, não desanima... Ele só precisa de uma folga... - pausa - Olha, que tal vc ir me ajudar a decorar a nova casa do Ike e da Chloe???
Jessica olha e pensa:
- Não sei... E se o Ryan estiver com outra?
- Não, Jessica... É disso que ele reclama. Vc não dá um minuto de sossego à ele... Viva também...

Enquanto isso, em Paris, ouvia-se passos pelo corredor do segundo andar da mansão do sr. Altenholfen. Esses pés, calçados por chinelos de pelúcia, passa pelos tapetes persas e pisos de mármore. Logo, esses pés descem as escadas e a dona deles diz:
- Pierre, onde está Caspar?
E o empregado responde:
- Senhora, ele embarcou ontem à noite para os EUA. Disse que te ligará na hora do almoço...
- E o que ele foi fazer por lá?
- Bom, negócios... Não sei o quê, especificamente...









Continua...

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