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Rogério Gomes

Os bancos na praça vazios, sozinhos sem nada, acabou ... o fim... ou recomeço, não esqueço.
As árvores desfolhadas, beira das estradas, o som tocou.. eu pereço, nas trilhas desvairadas.
Eu fui aos poucos, pé ante pé... fiz alegoria... de alegria... de fé, nem sempre perdemos.
Reconquistamos, falamos... escrevemos, ouvimos... discutimos o outro lado.. o estado de graça.
De quem passa, sobra eternidade, saudade, verdade... somos condução, somos amor, somos canção.
E depois do vasto turbilhão, eu troco a mão... e num enlace viro eclipse... reinicio, depois do apocalipse.


 

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