
aÞº¢a£!Þse
Rogério Gomes

Os bancos na praça vazios, sozinhos sem nada, acabou ...
o fim... ou recomeço, não esqueço.
As árvores desfolhadas, beira das estradas, o som
tocou.. eu pereço, nas trilhas desvairadas.
Eu fui aos poucos, pé ante pé... fiz alegoria... de
alegria... de fé, nem sempre perdemos.
Reconquistamos, falamos... escrevemos, ouvimos...
discutimos o outro lado.. o estado de graça.
De quem passa, sobra eternidade, saudade, verdade...
somos condução, somos amor, somos canção.
E depois do vasto turbilhão, eu troco a mão... e num
enlace viro eclipse... reinicio, depois do apocalipse.


WebDesigner Isolda Nunes
Juliana® Poesias ²ºº³ - Copyrigth© ²ºº³
Todos os Direitos Reservados®
Melhor visualização 800x600 ou 1024x768
Salvador - Bahia - Brasil
 |