

São nas noites
vazias,
Os confrontos de alegrias,
Que fortalecem as energias,
De um todo e como será,
Portando as armas da inocência,
Peço a Deus a clemência,
Que muitos acreditam ciência,
Que nada aqui então ficará.
No beijo da vida e da morte,
Entrego-me a própria sorte,
Na pele eu faria mais um corte,
Para o sangue de amor ser meu,
Não o sangue jorrado do anel,
O líquido com sabor do fel,
Mas o peito cheio de teu mel,
E dar a morada o que é teu.
Sublimes são as almas devoradas,
Quando de amor são marcadas,
Tendo a liberdade nas revoadas,
Viajando de um norte ao sul,
Novamente da minha batalha,
Despindo-me de minha mortalha,
A escuridão vai e se espalha,
E o então fantasma veste azul.


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