Repleta de flores,

E cheia de cores,

Amor de jardim.

Que veio calado,

Sentou ao teu lado,

E veio para mim.

Já faço delírio,

Na dor do martírio,

Quando canto assim,

Sou homem de amor,

Que sofre no ardor,

Ama-se até o fim.

Figuras pequenas,

Não fazem poemas,

Mas odor do jasmim.

Nem refletem carinho,

Foi todo tolo sozinho,

Que caindo faz o fim.

Grudado no atol,

O barco a deriva,

De espinhos te criva,

E banha no rol.

A paz que espera,

Não faz em galera,

Mas da luz ao sol.

Foi fato construído,

Se por vezes doído,

Deu-me atenção.

Recuso-me agora,

Deixar para outrora,

Os dias que vão.

 

 


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