Não foi por um acaso do dia,
Que ao chegar, aproximei,
Não é caminhando, eu andei,
Nem foi relatando, eu falei,
Transformado em mais alegria,
Depois das quadras revisadas,
Lidas e, porém não identificadas
Ficaram as trovas relatadas,
Do fogo que nelas acendia.
Arrabalde de pranto recolhido,
Cercados de amor insistente,
Carinho que afeta a mente,
Sob julgo do ser não gente,
O Animal que foi abduzido.
Chicotes demarcando as costas,
Com sangue, figuras a surgir,
Um corpo ao chão vê cair,
Não é dor que irá sentir,
Serão faltas de respostas.
Mas o acaso involuntário,
Ainda preso pela vaidade,
Vestiu roupas de integridade,
Peças íntimas de pura verdade,
E colocou o restante no armário.


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