
Num vôo
livre a gaivota percorre o mar,
Todos procuram com ela o destino,
Querendo o conforto final do seu lugar,
A ave desponta no céu como menino.
Quer aconchego do seu pouso final,
Busca a camada de ar mais calma,
Plana para ser o risco mais natural,
Descrevendo no alto o toque da alma.
Liberdade ainda que for tardia,
É o que procura o ser encorajado,
Preencher a alma que esta vazia,
E ter outro companheiro alado.
Ainda perdura em mim a imaginação,
Vejo gaivotas seguindo para suas casas,
Sinto que Deus me deu o coração,
Para poder transformá-lo em asas.

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