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No fogo forjado,
o feiticeiro,
Esculpiu bonecos humanos,
Falsificou os seus planos,
Desejando o ser primeiro.
Levantou os céus e a terra,
Usando forças de água e ar,
Na caldeira fez-se dançar,
Cantando como na guerra.
Foi em busca do inexplicável,
Usando o enxofre infernal,
E nada era mais natural,
Pois seria inigualável.
Encheu o cálice de vermelho,
Bebeu sangue no coração,
Deu aos Deuses da Escuridão,
E se viu contorcer no espelho.
Anjos e Demônios desfilaram,
No seu rosto transfigurado,
O dia e a noite, lado a lado,
Do seu corpo apossaram.
Era o final da transformação,
Nas mãos, alfinetes afiados,
No fantoche seriam espetados,
Magia, Vudu, pura união.
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