Alma gêmea de minha alma
Flor de luz de minha vida
Sublime estrela caída
Das belezas da amplidão.
Quando eu errava no mundo...
Triste e só, no meu caminho,
Chegaste, devagarzinho,
E encheste-me o coração.
Vinhas na benção das flores
Da divina claridade,
Tecer-me a felicidade
Em sorrisos de esplendor!!!!
És meu tesouro infinito.
Juro-te eterna aliança.
Porque sou tua esperança,
Como és todo meu amor!!!
Alma gêmea de minha alma
Se eu te perder algum dia...
Serei tua escura agonia,
Da saudade nos seus véus...
Se um dia me abandonares
Luz terna dos meus amores,
Hei de esperar-te, entre as flores
Da claridade dos céus."
Canção escrita a dois mil anos por Públio Lentulus,
então Senador Romano, para sua esposa Lívia.
Extraído do livro Há Dois Mil Anos,
psicografado por Chico Xavier.
Enviado por Cora Maria - Novos Mensageiros