Counter O ETER
                  O  ETER

O    É  T  E  R

Morrí, e a negra escuridão  se desce  soberanamente.
O infinito em toda amplidão se descortina  à frente
Sou  o  nada.       Negação do verbo  ser.
        Da   vida desligado...
Eis me o éter

          Livre...
Livre como fumaça.
Sou  o  ar, sou o vento.
Sou a brisa leve que passa
E se ergue no firmamento.

Vejam  estou voando
Pelo  mundo que habitei.
Para os espaços levando
Os sonhos que deixei.

Ensaio literário de autor  desconhecido     1954


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