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Geografia Física:
É o segmento da geografia que busca analizar a dinâmica natural, um estudo que abrange os agentes internos, a dinâmica da atmosfera, a vegetação, a hidrografia, etc...O homem sempre buscou compreender os fenômenos naturais e a dinâmica, do nosso planeta.
Estrutura da terra
a) Núcleo ou Nife - é a camada central do planeta e apresenta as seguintes características. · Apresenta as maiores temperaturas · É a mais espessa · É a camada mais densa OBS: A densidade está diretamente ligada à composição química deste, baseada no níquel e no ferro.
b) Manto - É a camada intermediária, responsável pelas transformações da crosta terrestre e apresenta as seguintes características: · Atlas temperaturas · Grande espessura · Densidade intermediária OBS: É nesta camada que encontraremos o material magmático também conhecido como magma (lava + gases)
c) Litosfera ou Crosta Terrestre - É a camada superior e onde habitamos. Tem as seguintes características: · é resfriada, pouco espessa, é a menos densa. |
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O homem sempre buscou explicar os fenômenos naturais, para tal criaram as teorias evolutivas, as mais importantes são a Teoria de Gaia, a Teoria da Deriva Continental e a Teoria das Placas Tectônicas. Teoria de Gaia Esta teoria consiste em afirmar que o nosso planeta possui uma dinâmica própria como os seres vivos Teoria da Deriva Continental Esta Teoria foi elaborada por Alfred Wegener a partir da observação do planisfério. Wegener observou que as costas da Africa se encaixavam perfeitamente nas costas da América do Sul, a partir daí, Wegener começou a encaixar os outros continentes formando um planeta primitivo com um super continente(pangéia) e um único oceano (panthalasa) OBS: A Teoria de Wegener não pode ser comprovada na época, já que não havia recursos para datação de rochas. Teoria das Placas Tectônicas Esta teoria consiste na ratificação da teoria de Wegener, porém utiliza-se de um método científico, como a graduação ou mensuração do carbono radioativo. OBS: As regiões de maior atuação das placas tectônicas são as regiões localizadas nas bordas das placas, é ai então que encontramos as cadeias montanhosas, os vulcões e os tremores de terra. |
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A estrutura geológia e o relevo:
O território brasileiro, juntamente com o das Guianas, distingue-se nitidamente do resto da América do Sul. Seu embasamento abriga as maiores áreas de afloramento de rochas pré-cambrianas, os chamados escudos: o escudo ou complexo Brasileiro, também designado como embasamento Cristalino, ou simplesmente Cristalino; e o escudo das Guianas. Os terrenos mais antigos, constituídos de rochas de intenso metamorfismo, formam o complexo Brasileiro. O escudo das Guianas abarca, além das Guianas, parte da Venezuela e do Brasil, ao norte do rio Amazonas. Entre ambos situa-se a bacia sedimentar do Amazonas, cuja superfície está em grande parte coberta por depósitos cenozóicos, em continuação aos da faixa adjacente aos Andes. As rochas mais antigas do escudo das Guianas datam de mais de dois bilhões de anos. É portanto uma área estável de longa data. Na faixa costeira do Maranhão e do Pará ocorrem rochas pré-cambrianas, que constituem um núcleo muito antigo, com cerca de dois bilhões de anos. A região pré-cambriana de Guaporé é coberta pela floresta amazônica. A do rio São Francisco estende-se pelos estados da Bahia, Minas Gerais e Goiás. Há dentro dessa região uma unidade tectônica muito antiga, o geossinclíneo do Espinhaço, que vai de Ouro Preto MG até a borda meridional da bacia sedimentar do Parnaíba.
As rochas mais antigas dessa área constituem o grupo do rio das Velhas, com idades que atingem cerca de 2,5 bilhões de anos. As rochas do grupo Minas assentam-se em discordância sobre elas, e são constituídas de metassedimentos que em geral exibem metamorfismo de fácies xisto verde, com idade aproximada de 1,5 bilhão de anos. Pertence a esse grupo a formação Itabira, com grandes jazidas de ferro e manganês. Sobre as rochas do grupo Minas colocam-se em discordância as do grupo Lavras, constituídas de metassedimentos de baixo metamorfismo, com metaconglomerados devidos talvez a uma glaciação pré-cambriana. Grande parte da área pré-cambriana do São Francisco é coberta por rochas sedimentares quase sem metamorfismo e só ligeiramente dobradas, constituídas em boa parte de calcários. Essa seqüência é conhecida como grupo Bambuí, com idade em torno de 600 milhões de anos, época em que provavelmente a região do São Francisco já havia atingido relativa estabilidade. Ao que parece, um grande ciclo orogenético, denominado Transamazônico, ocorrido há cerca de dois bilhões de anos, perturbou as rochas mais antigas dessa faixa pré-cambriana. Ao final do pré-cambriano, as regiões do São Francisco e do Guaporé eram separadas por dois geossinclíneos -- o Paraguai-Araguaia, que margeava as terras antigas do Guaporé pelo lado oriental; e o de Brasília, que margeava as terras antigas do São Francisco pelo lado ocidental.
As estruturas das rochas parametamórficas do geossinclíneo Paraguai-Araguaia orientam-se na direção norte-sul no Paraguai e sul do Mato Grosso, curvam-se para o nordeste e novamente para norte-sul no norte de Mato Grosso e Goiás e atingem o Pará através do baixo vale do Tocantins, numa extensão de mais de 2.500km. Iniciam-se por uma espessa seqüência de metassedimentos que constituem, no sul, o grupo Cuiabá, e no norte, o grupo Tocantins. Essa seqüência é recoberta pelas rochas do grupo Jangada, entre as quais existem conglomerados tidos como representantes do episódio glacial. O geossinclíneo Brasília desenvolveu-se em parte dos estados de Goiás e Minas Gerais. Suas estruturas, no sul, dirigem-se para noroeste e depois curvam-se para o norte. A intensidade do metamorfismo decresce de oeste para leste e varia de fácies anfibolito a fácies xisto verde. A região central de Goiás, que separa os geossinclíneos Paraguai-Araguaia e Brasília, é constituída de rochas que exibem fácies de metamorfismo de anfibolito. Uma longa faixa metamórfica, chamada de geossinclíneo Paraíba, estende-se ao longo da costa oriental do Brasil, do sul da Bahia ao Rio Grande do Sul e Uruguai. Suas rochas de metamorfismo mais intenso estão na serra do Mar. As rochas de baixo metamorfismo (xistos verdes) são grupadas sob diferentes nomes geográficos: grupo Porongos, no Rio Grande do Sul, grupo Brusque, em Santa Catarina, grupo Açungui, no Paraná e sul de São Paulo, e grupo São Roque, na área de São Roque-Jundiaí-Mairiporã, no estado de São Paulo. Gnaisses e migmatitos da área pré-cambriana do norte, em São Paulo e partes adjacentes de Minas Gerais, constituem a serra da Mantiqueira. A faixa orogenética do Cariri, no Nordeste, possui direções estruturais muito perturbadas por falhamentos. Um grande acidente tectônico, o lineamento de Pernambuco, separa a faixa do Cariri do geossinclíneo de Propriá.
O grupo Ceará, importante unidade da faixa tectônica do CARIRI , apresenta meta-sedimentos com metamorfismos que variam da fácies xisto verde à de anfibolito, recobertos em discordância pelas rochas do grupo Jaibara. A fase de sedimentação intensa de todos esses geossinclíneos ocorreu no pré-cambriano superior, e seu fim foi marcado por um ciclo orogenético, o ciclo Brasileiro, ocorrido há cerca de 600 milhões de anos. Suas fases tardias atingiram os períodos cambriano e ordoviciano, e produziram depósitos que sofreram perturbações tectônicas, não acompanhadas de metamorfismo. Em Mato Grosso, extensos depósitos calcários dessa época constituem os grupos Corumbá, ao sul, e Araras, ao norte. Em discordância sobre o Corumbá, assentam as rochas do grupo Jacadigo, constituídas de arcósios, conglomerados arcosianos, siltitos, arenitos e camadas e lâminas de hematita, jaspe e óxidos de manganês. Na faixa atlântica há indícios de manifestações vulcânicas riolíticas e andesíticas associadas aos metassedimentos cambro-ordovicianos, e também granitos intrusivos, tardios e pós-tectônicos. Os sedimentos cambro-ordovicianos, que marcam os estertores da fase geossinclinal no Brasil, não possuem fósseis, por se terem formado em ambiente não-marinho. Ocupam áreas restritas, cobertas discordantemente pelos sedimentos devonianos ou carboníferos da bacia do Paraná. A maior área encontra-se no estado do Rio Grande do Sul.
A seqüência da base é chamada de grupo Maricá, à qual sucede o grupo Bom Jardim, que consiste em seqüências sedimentares semelhantes às do grupo Maricá, mas caracterizadas por um vulcanismo andesítico muito intenso. Segue-se o grupo Camaquã, cujas rochas exibem perturbações mais suaves que as dos grupos sotopostos. Nas fases iniciais de deposição desse grupo, ocorreu intenso vulcanismo riolítico, mas há evidências de fases vulcânicas riolíticas anteriores: os conglomerados do grupo Bom Jardim contêm seixos de riólitos. Também durante as fases de sedimentação das rochas do grupo Camaquã, ocorreu vulcanismo andesítico intermitente. O grupo Itajaí, em Santa Catarina, é outra grande área de rochas formadas em ambiente tectônico. O grupo Castro, no Paraná, constituído de arcósios, siltitos e conglomerados, parece ter-se formado na mesma época desses grupos. Riólitos, tufos e aglomerados ocorrem em diversos níveis dessa seqüência, e rochas vulcânicas andesíticas marcam as fases finais. Sobre as rochas do grupo Castro descansa uma seqüência de conglomerados, a formação Iapó. Bacias sedimentares Distinguem-se, por sua estrutura, três grandes bacias sedimentares intracratônicas no Brasil: Amazonas, Parnaíba (ou Maranhão) e Paraná. A bacia do Amazonas propriamente dita ocupa apenas a região oriental do estado do Amazonas e o estado do Pará, com exceção da foz do Amazonas, que pertence à bacia de Marajó.
Os terrenos mais antigos datam da era paleozóica e alinham-se em faixas paralelas ao curso do rio Amazonas. As rochas do período devoniano ocorrem tanto na bacia do Amazonas como nas do Parnaíba e do Paraná. Outros datam da era mesozóica e são cretáceos (séries Acre e Itauajuri, formação Nova Olinda), e constituem, com os anteriores, zonas com possibilidades de jazidas petrolíferas. Mas as maiores extensões correspondem aos terrenos recentes, particularmente pliocênicos (série Barreiras), mas também pleistocênicos (formação Pará) e holocênicos ou atuais, todos de origem continental. A bacia sedimentar do Parnaíba situa-se em terras do Maranhão e do Piauí. Os terrenos mais antigos remontam à era paleozóica e em geral são de origem marinha; os devonianos subdividem-se em três formações: Picos, Cabeças e Longá. Distinguem-se na bacia do Parnaíba três ciclos de sedimentação separados por discordâncias: (1) siluriano; (2) devoniano-carbonífero inferior; (3) carbonífero superior-permiano. Durante o intervalo siluriano-carbonífero inferior, a área de maior subsidência situava-se no limite sudeste da atual bacia, o que lhe conferia grande assimetria em relação aos atuais limites da bacia. Isso significa que a borda oriental atual é erosiva e não corresponde à borda original. A história da bacia durante o permiano acha-se documentada pelos depósitos das formações Pedra de Fogo e Motuca.
A bacia do Paraná é uma das maiores do mundo. Mais de sessenta por cento de sua área de 1.600.000km2 ficam no Brasil; cerca de 25% na Argentina e o restante no Paraguai e Uruguai. É definida como unidade autônoma a partir do devoniano, embora ocorram sedimentos marinhos silurianos fossilíferos no Paraguai, de extensão limitada. Distinguem-se na bacia do Paraná três ciclos de sedimentação paleozóica (siluriano, devoniano, permocarbonífero), separados entre si por discordâncias. Os sedimentos marinhos do fim do paleozóico são bem menos importantes que nas duas outras bacias, mas ao contrário delas, essa bacia possui sedimentos marinhos permianos.
o tipo de terreno de um lugar(sua origem e as rochas que o compõem) constitui a estrutura geológica desse lugar. sua importância para o meio ambiente do homem decorre das riquezas minerais a ela associadas e de seu papel para a constituição do relevo. O relevo consiste na forma de um terreno, no seu modelado: partes elevadas e baixas, vales e montanhas, planícies, etc. o relevo de uma região depende basicamente do clima (temperatura, chuvas, etc., que lentamente vão mudando o relevo) e do tipo de rocha, isto é, da estrutura geológica desse lugar. |
Existem três tipos principais de estrutura geológica:
- Área de dobramentos modernos ou terciário
- Escudo Cristalinos
- Bacias ou terrenos sedimentares
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Os tipos mais comuns de relevos:
montanhas
planaltos
planícies
colinas
terraços
vales
pediplanos
litorais
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Formação dos relevos
Internos ou geológicos
externos
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As divisões da Geomorfologia
A Geomorfologia Geral objetiva estudar as formas de relevo originadas pela interação dos processos endógenos e exógenos estabelecendo métodos de investigação e cartografia do relevo. A Geomorfologia Regional analisa a disposição das grandes formas de relevo numa determinada região, buscando compreender sobretudo a história evolutiva da compartimentação geomorfológica.
A Geomorfologia Aplicada visa à aplicação dos conhecimentos para a solução dos problemas econômicos ligados ao relevo. A antiga divisão estabelecida entre Geomorfologia Estrutural e Geomorfologia Climática justifica-se, na atualidade, apenas para atender aos objetivos meramente didáticos, haja vista que a Geomorfologia Geral a englobou.
A Geomorfologia é a parte da Geografia Física que se dedica à análise da gênese e evolução do relevo terrestre. A análise das formas de relevo pressupõe uma descrição do modelado e uma consideração dos complexos físicos e fisico-biológicos. Pressupõe ainda um conhecimento geológico razoável, bem como noções sobre os processos morfoclimáticos atuais e pretéritos.
O objeto de estudo da Geomorfologia:
O objeto de estudo da Geomorfologia é o relevo da superfície do planeta, em seus aspectos genéticos, cronológicos , morfológicos, morfométricos e dinâmicos. Esse objeto ocorre numa zona de contato entre a litosfera , a atmosfera e a biosfera. A porção mais superficial da litosfera , palco dos fenômenos geomorfológicos, está submetida às ações de forças opostas desencadeadas em cada meio em que se encontram. Materializa-se , assim, a lei dialética da luta dos contrários, que permite descobrir as causas do eterno movimento e desenvolvimento do mundo natural.
O relevo terrestre corresponde ao conjunto de reentrâncias e saliências observadas na superfície do planeta, formado por inúmeros processos. Esses processos podem ser provenientes do interior da Terra ( endógenos), englobando os movimentos tectônicos as manifestações vulcânicas , e das forças externas à litosfera , mediante interferências dos fenômenos climáticos , da gravidade e da cobertura vegetal.
O relevo terrestre é um dos mais importantes componentes do quadro natural. As suas peculiaridades condicionam a distribuição dos solos , a vegetação e até algumas possibilidades de aproveitamento dos recursos hídricos. A estrutura geológica e o relevo terrestre.
A parte da geomorfologia que estuda os compartimentos de relevo terrestre em função da estrutura geológica é a Geomorfologia Estrutural.
A estrutura geológica desempenha , sem dúvida, um papel destacado na definição de diversas formas de relevo verificadas na parte superficial da crosta terrestre. Williams D. Thornbury , em seu livro " Princípios de Geomorfologia" afirmava que "A estrutura geológica é um fator dominante de controle na evolução das formas de relevo e se reflete nelas." O termo estrutura em Geomorfologia engloba inúmeros aspectos, tais como:a disposição das rochas; a maior ou menor dureza das rochas; as falhas; as dobras e flexuras; os movimentos epirogenéticos. I.P. Guerasimov utilizou a expressão morfoestrutura para designar formas de relevo dos continentes ou dos fundos oceânicos definidas pelos fatores estruturais. Um exemplo bastante simples de morfoestrutura é uma superfície estrutural tabular. Pierre Birot , levando em conta certos aspectos estruturais, chegou a afirmar que a explicação do relevo se reduz a dois princípios essenciais: toda região deprimida é composta de rochas tenras ou rebaixadas por esforços tectônicos, e toda região elevada se compõe de rochas duras ou soerguidas tectonicamente. Mencionamos alguns casos simples de relevos controlados pela estrutura que podem ser abordados, pelo prof. De Geografia, durante as aulas: A) As áreas intensamente falhadas ou fraturadas dão condições para a formação de compartimentos de relevo deprimidos. Essas áreas fragilizadas pelo tectonismo facilitam a infiltração das águas, colaborando assim para a maior intemperização das rochas; B) Os diques de diabásio e andesito, dependendo da qualidade das rochas encaixantes, possuem compartimentos geomorfológicos distintos. Se essas rochas encaixantes são mais resistentes, os diques condicionam a for A operacionalização da pesquisa geomorfológica Como ocorre com qualquer trabalho de natureza geográfica, a pesquisa geomorfológica deve ser realizada em duas fases interligadas: de gabinete e de campo. A fase de gabinete precede a de campo e abrange os seguintes aspectos: 1- ampla revisão bibliográfica dos seguintes temas: geologia geral, climatologia, fitogeografia, pedologia e hidrografia da região onde se situa a área a ser investigada; 2-levantamento do material cartográfico disponível ( mapas geológicos, topográficos, imagens de satélite e de radar etc); 3- análise do material cartográfico levantado; 4-Traçado do roteiro para o trabalho de campo. A fase de trabalho de campo é um momento extremamente rico da pesquisa geomorfológica. Nesta fase, o pesquisador deverá: 1-desenhar um esboço da paisagem geomorfológica observada; 2-descrever, de forma pormenorizada, o modelado das áreas atravessadas. Todas as mudanças mais significativas da morfologia deverão ser anotadas na caderneta de campo; 3-examinar e descrever os níveis de superfícies de aplanamento ( pediplanos e pedimentos); 4-descrever os diversos tipos de rochas, formações superficiais e Geomorfologia O relevo do Brasil, de acordo com a classificação de Aziz Ab'Saber, é dividido em duas grandes áreas de planalto e três de planície, a saber: Planalto das Guianas, abrangendo a região serrana e o Planalto Norte Amazônico. Localizado no extremo norte do país, é parte integrante do escudo das Guianas, apresentando rochas cristalinas do período Pré-Cambriano. É nessa área que se situa o pico culminante do Brasil - Pico da Neblina, com altitude de 3.014 m. Planalto Brasileiro, subdividido em Central, Maranhão-Piauí, Nordestino, serras e planalto do Leste e Sudeste, Meridional e Uruguaio-Riograndense, é formado por terrenos cristalinos bastante desgastados e por bolsões sedimentares. Localiza-se na parte central do país, estendendo-se por grandes áreas do território nacional. Planícies e terras baixas amazônicas. Localizadas na Região Norte do país, logo abaixo do Planalto das Guianas, apresenta três níveis altimétricos distintos - várzeas, constituídas por terrenos de formação recente situadas próximo às margens dos rios; teços ou terraços fluviais, com altitudes máximas de 30 m e periodicamente inundados; e baixos-planaltos ou platôs, formados por terrenos de Terciário. Planície do Pantanal, localizada na porção oeste do estado do Mato Grosso do Sul e sudoeste de Mato Grosso, é formada por terrenos do Quartenário. Planícies e terras baixas costeiras, acompanhando a costa brasileira do Maranhão ao sul do país, é formada por terrenos do Terciário e por terrenos atuais do Quartenário. Deve-se ressaltar que o relevo brasileiro não apresenta formação de cadeias montanhosas muito elevadas, predominando altitudes inferiores a 500 m, uma vez que o mesmo se desenvolveu sobre uma base geológica antiga, sem movimentações tectônicas recentes. |