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Conteúdo do Primeiro Bismestre
O
Trabalho
O trabalho é uma invenção humana, mesmo
que para alguns seja uma obrigação; para outros, um pesado fardo,
uma realização ou uma exploração. Há ainda aqueles que dizem que
a pior parte do final de semana é o domingo à noite, pois a segunda-feira
está muito próxima e é o primeiro dia de trabalho. Há também aqueles
que se preocupam grandemente com a ameaça do desemprego.
Mas, o que é
o trabalho? Por que trabalhamos?
De um modo geral,
desde a infância, sempre ouvimos alguma referencia sobre o trabalho.
Diferentes abordagens traduzem as concepções que as pessoas têm
sobre ele.
Como afirmar que o trabalho
diferencia o homem dos outros animais, se muitos deles trabalham,
alguns inclusive de maneira organizada e coletiva? Como exemplo,
temos as abelhas, o joão-de-barro, que constrói sua casinha, e o
castor, que, ao construir seu dique, é capaz de mudar o curso de
um rio.
Ora, os animais não
produzem a sua existência, apenas a conservam, através da ação instintiva
ou por determinação genética. Portanto, não trabalham, uma vez que
o trabalho é a ação transformadora da realidade.
“(...)
Uma aranha executa operações semelhantes às do tecelão, e a abelha
supera mais de um arquiteto ao construir sua colméia. Mas o que
distingue o pior arquiteto da melhor abelha é que ele figura na
mente sua construção, antes de transformá-la em realidade. No fim
do processo do trabalho, aparece um resultado que já existia antes
idealmente na imaginação do trabalhador. Ele não transforma apenas
o material sobre o qual opera; ele imprime ao material e projeta
o que tinha conscientemente em mira (...)“.
MARX,
Karl. O capital: critica da economia política. Rio de Janeiro Bertrand,
1994. Livro 1. v. 1, p. 202.
O
trabalho do homem é a ação direcionada por metas conscientes e,
ao mesmo tempo, que transforma a natureza, para satisfazer suas
necessidades, modifica o próprio homem, desenvolvendo suas faculdades.
Ele muda a maneira como age sobre o mundo, estabelecendo relações
dinâmicas e mutáveis, alterando sua maneira de agir, de sentir e
de pensar. Já o animal permanece sempre o mesmo na sua essência,
pois suas atitudes são sempre iguais. A aranha, enquanto for aranha,
tecerá a sua teia exatamente da mesma maneira.
No trabalho, além de
desenvolver suas habilidades, o homem também se relaciona com outras
pessoas. enriquecendo, assim, a aprendizagem e a afetividade, ao
despertar sentimentos de prazer, competição, inveja solidariedade
amizade, etc. Enfim, o trabalho é a principal atividade humana,
que lhe permite interferir na natureza, na relação com os outros
homens e consigo mesmo.
TRABALHO
E NOVAS TECNOLOGIAS
Analisamos até aqui
que o homem, à medida que se relaciona com os outros homens e com
a natureza, constrói o seu mundo histórico e produz a sua existência.
E neste aspecto que ele se diferencia dos outros animais, ao adaptar
a natureza às suas necessidades, ou seja, diferencia-se pelo trabalho.
Portanto, para o homem continuar existindo, ele precisa produzir
continuamente através do trabalho; assim, a sua vida passa a ser
determinada pelo modo como produz sua existência.
“A forma como os indivíduos
manifestam a sua vida reflete muito exatamente aquilo que são. O
que são, coincide, portanto, com a sua produção, isto é, tanto com
aquilo que produzem como com a forma como produzem. Aquilo que os
indivíduos são depende, portanto, das condições materiais da sua
produção.”
MARX, K.; ENGELS, F.
Op cli. p. 19.
Com a consolidação do
capitalismo no século XVIII, mais uma vez tornou-se necessário dominar
a natureza a favor do homem. E é na indústria que deverá ser investido.
Será preciso então incorporar a ciência no processo produtivo.
Ainda durante o século
XVIII, o movimento histórico impôs um rompimento com a organização
da sociedade baseada nos privilégios de nascimento, em que a nobreza
e o clero viviam, à custa de cargos do aparelho do Estado. Para
estas classes, especialmente para a nobreza, o trabalho era indigno.
O envolvimento em atividades mercantis e industriais significaria
a perda dos seus privilégios.
Neste sentido, à medida
que a sociedade capitalista se desenvolve, rompe-se com a estratificação
social e com a idéia de servidão, até então dominante. O homem passa
a ser livre para dispor, como quiser, da sua propriedade, que significava,
segundo o liberalismo nascente, a sua vida, a sua liberdade e os
seus bens. Assim, o trabalhador do campo, ainda preso à terra, pode
considerar-se proprietário da sua força de trabalho e vendê-la aos
donos dos meios de produção proprietários); pois a sociedade que
estava se consolidando era uma sociedade de proprietários livres.
A sociedade se organizava
a partir da indústria e incorporava a ciência ao processo produtivo.
A burguesia, então, procurava constituir-se como classe hegemônica.
Defendia uma sociedade igualitária, com escolarização obrigatória,
gratuita e universal, uma vez que a escola correspondia às necessidades
do progresso e à formação do cidadão. Até então, a educação era
privilégio de poucos.
Alguns teóricos perceberam
o avanço para a modernidade. Adam Smith (1723-1790), economista
que viveu no século XVIII, foi um deles. Ele procurou romper com
o mercantilismo (política econômica que norteava o comércio), ainda
predominante nesse século. Mostrou que a riqueza não se originava
do comércio, mas do trabalho. Contrariou, desta forma, os privilégios
do clero e da nobreza, que desprezavam o trabalho. Afirmou também
que, para o trabalhador possuir um pensamento mais ágil e dar conta
do processo produtivo que a modernidade exigia, era necessária a
educação básica para todos, “instrução para os trabalhadores, porém,
em doses homeopáticas”. Ou seja, o trabalhador precisava somente
de um mínimo de instrução para que pudesse produzir de forma eficiente,
mas sem ultrapassar este mínimo.
Como estabelecer
o limite deste mínimo que o trabalhador deve dominar? Frederick
Winslow Taylor (1856—1915) vai se ocupar desta questão. Sua preocupação
centrou-se em detectar um método científico para aumentar a produtividade
do trabalho, evitando a perda de tempo da produção.
Nas suas
investigações, Taylor percebeu que, na fábrica, mesmo havendo a
separação entre o saber e o fazer, o trabalho era ensinado oralmente,
pelos próprios operários. Considerou, então, fundamental tornar
científica esta prática. Acreditava que cada movimento do operário
possuía uma ciência que deveria ser estudada por cientistas do trabalho,
separando as fases de planejamento e de direção da produção da execução.
Ou seja, o saber do trabalhador deveria ser apropriado pelo capital,
garantindo a eficiência no processo de produção e impondo ao operário
o tempo e o ritmo do seu trabalho.
Taylor propôs
que se tornassem científicos os momentos do trabalhador, controlados
pela gerência. Henry Ford (1886—1947) avança as inovações tayloristas.
introduzindo as linhas de montagem nas quais a esteira e os sistemas
automáticos impõem o ritmo da produção.
O trabalhador
não precisava se locomover, pois as peças iam até ele. O operário
se confundia com a própria máquina. Esse método exigia apenas
uma atividade motora - dispensava qualquer iniciativa própria.
O homem
foi reduzido a gestos mecânicos. Charle Chaplin faz, no seu filme
Tempos Modernos, uma crítica aos métodos pensados por Taylor
e Ford.
Hoje, com
a construção de um mundo sem fronteiras e com a globalização da
economia, impõe-se, revoluciona. riamente, a microeletrônica e a
robótica trazendo inovações a uma velocidade meteórica. Porém, ainda
vivemos uma transitoriedade para as novas tecnologias, pois o mundo
da produção ainda convive com os paradigmas tradicionais do taylorismo/fordismo.
Por outro lado, vivencia também a automação, a flexibilização e
a integração.
De qualquer
maneira, o que se verifica é que dos anos 70 (século XX) em diante,
uma inovação tecnológica possuía uma duração de dois anos, hoje,
não dura seis meses e, dependendo da área do saber, dura alguns
dias, ou , às vezes, horas.
A ciência, que era dissociada
do trabalho, torna-se força produtiva com as novas tecnologias.
Várias empresas, nos dias atuais, exigem que seus funcionários leiam
os jornais diariamente, justificando que quem não se informa não
consegue acompanhar ou resolver os problemas do trabalho colocados
pelo cotidiano.
PERFIL DO PROFISSIONAL
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Antes da década de 70
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Entre as décadas de 70 e 90
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Hoje em dia
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De
hoje em diante
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· A experiência é
a ferramenta no comando.
· É acomodado.
· É dependente.
· É carreirista.
· É resistente à mudança.
· Seu salário é determinado
pela empresa.
·
Seu conhecimento é fruto da experiência profissional.
|
· O grau de escolaridade
ésua ferramenta
de comando.
·
É confiante.
·
É político.
·
Procura ser criativo.
·
Ajusta-se às mudanças.
·
É muito competitivo.
·
Seu salário é negociado com a
empresa.
· Seu conhecimento
é baseado na teoria acadêmica.
|
· Sua
performance é sua ferramenta de comando.
· E curioso.
· É independente.
· Gera mudanças.
· É cooperador.
· Seu salário é conquistado
pela importância do seu trabalho.
·
Seu conhecimento é fruto da aplicação prática da teoria
|
· As
realizações de sua equipe são a ferramenta de seu sucesso.
· É estudioso.
· Tem uma visão global
das coisas.
· Lidera mudanças.
· É facilitador.
· Seu salário é conquistado
pelo resultado de seu trabalho e de sua equipe.
·
Seu conhecimento é fruto do aprendizado contínuo
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A bagagem de conhecimento
que um profissional recém-formado adquiriu na universidade estará
defasada se ele não estudar constantemente. Em outras palavras,
o mundo do trabalho só absorverá quem for capaz de aprender constantemente.
“A opinião
de empresários que já possuem experiência em utilização de novas tecnologias confirma
1...) que o novo trabalhador não poderá ser preparado apenas para
o exercício de tarefas fragmentadas e repetitivas. No nível da atividade
concreta do trabalhador, tornam-se prioritários no
novo paradigma conhecimentos sobre o processo
global de fabricação e gestão da produção, que se configuram como
conhecimentos abrangentes e amplos do processo produtivo. A esses
se juntam conhecimentos de eletrônica, informática e estatística...”
ASSIS,
Mansa. A educação e a formação profissional na encruzilhada das
velhas e novas tecnologias. in Novas tecnologias, trabalho e educação.
Petrópolis: Vozes, 1994. p. 195.
Sendo assim, não há
mais como tolerar a distinção entre trabalho intelectual e manual,
que sustentou a existência dos paradigmas tradicionais (taylorismo/fordismo).
Portanto, o trabalhador precisa de um maior grau de escolaridade
do que aquele que lhe era exigido pelo taylorismo.
CONCEPÇÃO
DE TRABALHO PARA HEGEL E MARX
Hegel (1 770-1 831) (...)
dedicou-se à leitura e ao exame dos escritos de Adam Smith
e dos teóricos da economia política inglesa clássica. (...) na base
do pensamento de Hegel, está não só uma reflexão aprofundada sobre
a Revolução Francesa, como também uma reflexão radical sobre a
chamada Revolução Industrial, que vinha se realizando na Inglaterra.
Hegel percebe que o trabalho é a mola que impulsiona o desenvolvimento
humano; é no trabalho que o homem se produz; o trabalho é o núcleo
a partir do qual podem ser compreendidas as formas complicadas da
atividade criadora do ser humano.
Boa parte da obscuridade
de Hegel resultava do fato de ele ser idealista. Hegel subordinava
os movimentos da realidade material à lógica de um princípio que
ele chamava de Idéia Absoluta. Como essa Idéia Absoluta era um princípio
inevitavelmente nebuloso, os movimentos da realidade material eram,
freqüentemente, descritos pelo filósofo de maneira bastante vaga.
No caminho aberto por
Hegel, entretanto, surgiu outro pensador alemão, (1818-1883), materialista,
que superou — dialeticamente — as posições de seu mestre. Marx escreveu
que em Hegel a dialética estava, por assim dizer, de cabeça para
baixo; decidiu, então, colocá-la sobre seus próprios pés.
Marx teve uma vida muito
atribulada: ligou-se bem cedo ao movimento operário e socialista,
lutou na política ao lado dos trabalhadores, viveu na pobreza e
passou a maior parte de sua vida no exílio (na Inglaterra). A solidariedade
ativa que o ligou aos trabalhadores contribuiu, certamente, para
que ele tivesse do trabalho uma compreensão diferente daquela que
tinha sido exposta pelo velho Hegel, cuja existência transcorrera
quase toda entre as quatro paredes da biblioteca e da sala de aula.
Marx concordou plenamente
com a observação d Hegel de que o trabalho era a mola que impulsionava
o desenvolvimento humano porém criticou a unilateralidade da concepção
hegeliana do trabalho, sustentando que Hegel dava importância demais
ao trabalho intelectual e não enxergava a significação do trabalho
físico, material. “O único trabalho que Hegel conhece e reconhece”
— observou Marx, em 1 844 — “é o trabalho abstrato do espírito.”
Essa concepção abstrata do trabalho levava Hegel a fixar sua atenção
exclusivamente na criatividade do trabalho, ignorando o lado negativo
dele, as deformações a que ele era submetido em sua realização material,
social. Por isso, Hegel não foi capaz de analisar seriamente os
problemas ligados à alienação do trabalho nas sociedades divididas
em classes sociais (especialmente na sociedade capitalista).
KONDER,
Leandro. O que é dialética. 23. ed. São Paulo: Brasiliense, 1992.
pp. 23-28.
LEIA
ATENTAMENTE O TEXTO E RESPONDA:
1. Qual a diferença entre
os pensamentos de Hegel e Marx quanto ao trabalho?
A
REVOLUÇÃO QUE LIQUIDOU O EMPREGO
No passado, até que
era fácil. O cidadão, com seu canudo universitário debaixo do braço,
conseguia emprego em alguma firma, ajeitava-se na escrivaninha e
esperava pela promoção por tempo de serviço. (...) Não havia risco
porque as decisões fundamentais vinham do patrão, e toda a tribo
apenas obedecia. As exigências eram poucas. Esperava-se do funcionário
que se vestisse adequadamente, tosse assíduo, pontual e cordato.
Se ele falasse inglês, era ilustre erudito. (...) essa firma (...)
acabou (...).
Tudo o que se refere
ao emprego mudou (...i. A assiduidade, a pontualidade e o tempo
de serviço já não são qualidades sagradas na empresa de hoje. (...)
falar inglês tornou-se um item fundamental. (...). O mundo do trabalho
tornou. se mais difícil, mais complexo, e quem se comporta segundo
padrões antigos, arrisca-se a ingressar nos gráficos de desemprego
do IBGE.
(...) A economia brasileira voltou a crescer,
mas a oferta de bons empregos está estacionada. (...) O que está
acontecendo no Brasil é uma reprodução tardia do fenômeno que atingiu
os países desenvolvidos durante a década passada.
(...) E uma constatação óbvia, não uma surpresa,
a mu. dança ocorrida no trabalho neste século. Galpões lotados de
empregados fazendo trabalho manual foram substituídos por linhas
de produção automáticas, (...). Nos escritórios e nos bancos, aquela
turma sisuda que ficava o dia inteiro empilhando, colando, arquivando
e despachando,(...) está há muito tempo aposentada. A eletrônica
acabou com isso (...) 0 mundo do velho emprego está acabando. (...)
(...) Agora, exige-se mais do funcionário, e a
retribuição também é maior para os competentes. (...)
Essas mudanças refletem
a chegada ao Brasil de um fe. nômeno que atingiu a economia mundial
há mais de uma década. “É uma revolução industrial tão ou mais importante
do que a provocada pela máquina a vapor, na Europa do século XVIII,
e a que acompanhou o modelo americano de produção em série, no inicio
do século XX’, aponta o cientista político Sérgio Abranches, (...).
De repente, as empresas
passaram a fazer parte de um mundo cujas fronteiras desabaram. (...).
O japonês come frutas do Chile, bebe vinho da França, usa roupa
da Itália, compra leite dos Estados Unidos, petróleo do mundo inteiro.
(...)
Nesse mundo transacional,
de economia globalizada, intensificou-se a competição. Os empresários
tiveram de entrar na corrida para não desaparecerem. Foi
aí que surtiu toda essa mania de renovação de que o cidadão comum
toma conhecimento pelo jornal, através de expressões, como reengenharia,
qualidade total, (...). Se esse jargão ainda não entrou no seu raio
de interesse, comece a preocupar-se.
(...) os empregados
(...) terão de se tornar tão flexíveis e aptos quanto as empresas
estão ficando nesta véspera do ano 2000.
As exigências que os
administradores fazem para contratar funcionários em postos de qualidade
dão uma idéia dos desafios para cada candidato. (...) Para funções
de comando, só se qualifica quem tem formação universitária. O funcionário
que não fala inglês não sobe de posto. Quem fala duas línguas, além
do português, larga na frente. (...)
Existem outros requisitos
fundamentais. Quem não for bamba num Iaptop não consegue trabalhar
no Citybank. Aliás, os ignorantes em Informática não conseguem mais
ser bons médicos, advogados, bibliotecários, secretárias ou vendedores
de passagens aéreas. (...)“No futuro, quem não souber usar o computador,
terá dificuldades até para ser porteiro”(...).
As empresas querem gente
que se arrisque, que saiba trabalhar em equipe, questione ordens,
apresente idéias, administre o seu tempo de trabalho. (...) Aquele
que entra numa empresa e deseja subir de posto tem de (...) estudar
continuamente.
VEJA.
A revolução que mudou o emprego. São Paulo: Abril, n. 42, 19 out.
1994.p.88-95.
ATIVIDADES
1.
Explique
a seguinte afirmação: “O trabalho define a 3. essência humana.”
2.
Explique, segundo a abordagem do texto,
por que é o trabalho que diferencia o homem dos outros animais.
LEIA
ATENTAMENTE O TEXTO E RESPONDA:
1.
Explique se você se considera preparado
para as mudanças que estão ocorrendo no mundo do trabalho.
2.
Elabore um pequeno texto, mostrando se
a maioria dos jovens brasileiros estão também preparados para as
mudanças que vêm ocorrendo no mundo do trabalho.
3.
Quais as diferenças entre as propostas de Taylor e Ford?
4.
O que significa afirmar que na contemporaneidade
mundo do trabalho absorverá somente quem for capaz de aprender
continuamente?
Questões Comentadas
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