Quais as árvores em extinção?
 

Além do pau-brasil, existem outras árvores em extinção, como o Mogno (Swietenia macrophylla), o Jacarandá da Bahia (Dalbergia nigra) e a Araucária (Araucaria augustifolia), esta última comumente encontrada em Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, por risco de desaparecimento, estão proibidos os cortes do Pinheiro brasileiro (Araucária augustifolia), Sangue-de-dragão (Helois cayannensis), Canela-preta (Ocotea catharinensis), Imbuia (Ocotea poprosa) e a Canela-sassáfraz (Ocotea pretiosa), localizadas em áreas naturais da Mata Atlântica.

Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) estimam que o desaparecimento de animais que se alimentam de frutos ameaça de extinção 34% (ou 145) das espécies de árvores das áreas remanescentes de Mata Atlântica ao norte do Rio São Francisco. Nos últimos quatro anos, mais de 80 mil km2 da Amazônia já foram devastados. É uma área maior do que os estados do Rio Grande do Norte e Sergipe.



 

 

 

N.Científico:  Caelsapinia Echinata.

Família:  Leguminosae - Caesalpinoideae

Nomes Populares:  Ibirapitanga Muirapitanga.

Altura Média:  8-12 metros.

Folhas:  Compostas, paripinadas, 12 a 20 folíolos com 1-2cm.

Flores:  Amarelas, pequenas

Fruto:  Vagem com espinhos, 8 a 10cm, verde, ficando ficando marrom

quando madura uma a duas sementes por vagem.

Sementes:  1 a 1,5cm, esverdeado a marron.

 

Outras Características:
 

Esta é uma das árvores nativas mais comentadas, por vários motivos: É a árvore da qual se originou o nome do nosso país, e tem um grande referencial em nossa história. Durante muito tempo, no período da colonização, foi o principal sustentáculo da economia do país, sendo exportada para a Europa para se extrair uma tinta vermelha usada para colorir roupas (na época era muito raro encontrar formas de se obterem roupas com cores diferentes). Por último, é considerada uma árvore em extinção no seu habitat natural, devido a esta extração predatória.

Tenho visto várias árvores deste tipo, plantadas em parques e ruas, porém nunca a vi em matas, onde foi explorada até quase acabar. Existe ainda desta forma em alguns parques de preservação, especialmente na região de Porto Seguro, Bahia.Estas que vejo por aqui, apesar de bem grandes, não dão flor ou fruto todos os anos, especialmente quando estão isoladas. Muitas das vezes em que vejo esta espécie produzindo, estão plantadas em grupos de mais de cinco. Sei de áreas de cultivo, como no Rio de Janeiro ou Bahia, onde produzem sementes com abundância. Se quiser ver mais sobre esta árvore,

 

Visite:
http://www.arvores.brasil.nom.br/paubras1/index.htm

 

 

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