
Morte de Peregrinos em
Meca
José Valgode
Todos os anos a mesma tragédia.
Se formos analisar, nos últimos anos e desde há muito tempo, em Meca morrem
muitas pessoas. Remontando ao ano de 1990. O Times comentou que o Rei Fahd,
da Arábia Saudita, referiu-se ao acidente daquele ano, „ Como sendo a
vontade de Deus, que se sobrepõe a tudo“. Um argumento que não têm pés nem
cabeça. A cidade de Meca, na Arábia Saudita, abriga todo o ano milhões de
peregrinos muçulmanos vindos de todo o mundo. Também este ano um terrivel
acidente tirou a vida a muitas pessoas, tudo por negligência e fanatismo em
parte, é quase sempre numa correria desenfreada para apedrejamento ao
diabo, que pessoas agem como seus próprios diabos e matam-se uns aos outros
numa esteria absurda. Será esta a vontade de Deus como dizia o já citado
Rei Fahd? Não. Deus não exige tais práticas, nem tais rituais. Muitos
outros morrem em Meca durante a Haij, ou peregrinação, por estarem longas
horas a Orar. Os mais fracos desmaiam e as possibilidades de serem logo
atendidos por médicos, muitas vezes é remota.
• Islamismo é mais do que uma religião
O Islã é um modo de vida total, abrangendo o Estado, suas leis, suas
instituições sociais, e sua cultura. O Islã primitivo foi a religião mais
sangrenta e mais desafiadora do mundo. A verdadeira Submissão inclui
obedecer a Deus, a seus representantes. E permite-se o uso da violência de
da espada para converter muitos. Por isso, um século depois da morte de
Maomé, formou-se um império árabe, maior do que o Império Romano em seu
ápice, o Império Árabe se estendia desde a Índia, através da África do
Norte, até a Espanha, ajudando a transmitir invenções que enriqueceram a
civilização ocidental. Este Império Árabe fez notáveis contribuições nos
campos de Direito, da matemática, da astronomia, da história, da
literatura, da filosofia, da medecina, da música e das ciências sociais.
O mérito de muitas coisas boas, são certamente incontestáveis, mas o
fanatismo e o mal que fizeram, supera essas coisas. Por conseguinte, por
volta do século 11, o império já estava em declínio. Assim, esta religião,
que criava um senso de fraternidade e oferecia uma forma comparativamente
fácil de acesso pessoal a Deus, realmente contribuiu para a queda do
próprio império que ela, outrora, ajudara a criar. Mas digno de nota é, o
império estava morto, mas sua religião continua viva.
No próximo artigo trataremos de como o Islamismo tem em nome de Alá
derramado rios de sangue e apoiado tantas guerras no mundo. Tudo isso é
contrário ao Sinal identificador dos verdadeiros seguidores de Cristo e de
Deus. A saber o amor entre si, entre eles, entre nós! João 13:34,35.