Como diria Jack, o Estripador...

[VaMoS PoR PaRtEs]
Nesta página estão disponíveis alguns textos do "Vamos Por Partes", o jornal do Grêmio Estudantil Pitágoras Pampulha.




Segunda Edição (Maio/Junho, 1996)







Este é o primeiro jornal do Grêmio, sob a gestão Aloha!. Queremos, portanto, antes de mais nada, agradecer a confiança dos 88,81% dos alunos que votaram na nossa chapa. Vamos fazer o máximo para não decepcioná-los e retribuir à altura. Esperamos, também, poder contar com o seu apoio durante nosso mandato. Participe, dê idéias, exija seus direitos! É assim que você sai do anonimato e passa a fazer algo para melhorar o seu colégio. Estaremos esperando suas sugestões...

Obrigado,

Grêmio Estudantil Pitágoras Pampulha (Gestão Aloha!)



MPB, língua portuguesa, folclore, Saci Pererê, Curupira, chimarrão, futebol, trio elétrico, feira hippie, carnaval, artesanato, automobilismo...

"Moro num país tropical
Abençoado por Deus
E bonito por natureza"

O Brasil tem uma energia positiva, um axé, como diriam em outras regiões, que não tem explicação. Será porque nós somos um povo sofredor que luta para sobreviver? Ou talvez seja porque nós somos um dos poucos países que fala a mesma língua em todas as regiões? Ninguém explicou isso até hoje.

Mas, não há quem não mexa os quadris ao som de uma música baiana, ou que não se comova ao reler histórias do nosso folclore, que são passadas de pai para filho.

Restringindo mais o assunto, vamos falar de Minas Gerais. Temos aqui uma parte importante da história brasileira. Além disso, nossa arte é muito bem representada lá fora, com Skank, Pato Fu, Milton Nascimento, Aikiti (música), Grupo Corpo (dança), Grupo Galpão e Grupo Giramundo (teatro e teatro de bonecos, respectivamente) etc.

A valorização da arte é algo de muito importante para o fortalecimento do sentimento nacionalista. Com ela, fica mais fácil tentar esquecer os problemas do nosso país.

Amar Minas Gerais pode ser o ponto de partida ideal para reconhecer esse nacionalismo.

Vale a pena tentar!

Catarina Ferraz




No dia 1º de abril deste ano, foi fundada a GML (GEPP Mailing List), com o propósito de ser mais um canal de comunicação entre o GEPP e os alunos. Na verdade, esta lista funciona como um jornal informal, que transmite aos alunos as realizações e projetos do Grêmio. Além disso, é também um canal de "chat", pois toda mensagem enviada para ela é retransmitida para todos os inscritos.

Na data da fundação, só tínhamos quatro participantes (Guilherme Lyrio, Leonardo Sabino, Márcio Casagrande e Wagner Silva), mas agora o número já aumentou para treze, o que ainda é pouco, claro, mas deve aumentar ainda mais, principalmente se você participar.

Para se inscrever na GML, basta mandar um e-mail para gml.gepp@mailhost.net, dizendo apenas seu nome, sua turma e seu e-mail.

Mas, se você quiser mais informações sobre a lista, ou enviar sua sugestão, opinião ou reclamação para o Grêmio, o endereço é o seguinte: gepp@mailhost.net

HomePage do GEPP:
http://www.oocities.org/CapitolHill/1985 ou
http://mailhost.net/~gepp



GEPP's Bookmarks

http://www.city.net - (Ótima fonte para pesquisas sobre países e "turismo virtual")
http://www.addict.com/ATN - (Revista eletrônica muito bem feita, sobre música)
http://www.empresa.com/virtual/ - (Espaços gratuitos para home pages pessoais)
http://www.elogica.com.br/users/holder/falcao/falcao.html - (Bonito, Lindo e Joiado - A home page do guru dos Mamonas Assassinas, Falcão)
http://www.oocities.org/CapitolHill/1985/avaliac.html (Página para você avaliar o grêmio e o colégio)
http://www.oocities.org/SoHo/1085 - (Coleção de imagens GIF animadas)
telnet://netfind.if.usp.br - (Procura e-mails do mundo inteiro. Login: netfind)
telnet://moo.brasilnet.com.br:7777 - (1º servidor comercial de MOO no Brasil)




Universidade / FaculdadePrazo para inscrição
PUC (BH)----------------------------
Fumec (BH)----------------------------
UNA (BH)06 a 10 de maio
Newton Paiva (BH)07 a 10 de maio
Milton Campos (BH)06 a 10 de maio
FAFI (BH)02 a 09 de maio
UFOP (Ouro Preto)até 20 de maio
FAZU (Uberaba)até 07 de maio
UFLA (Lavras)até 06 de maio
UFU (Uberlândia)até 22 de junho
Se você está buscando mais uma fonte de informações para o vestibular, aí vai a dica: o professor de História, João Bernardo, está lançando uma ótima novidade: um jornal para o vestibulando. Nele, o professor aborda temas atuais de forma clara e interessante. E' um jornal importante para aqueles que querem estar sintonizados com os acontecimentos do mundo.

Aos alunos de todas as séries que têm interesse de assinar, lembramos que 7 exemplares do jornal custam apenas 10 reais. É uma taxa única e os exemplares serão recebidos ao longo do ano de 96. O endereço e telefone para contato são:

Rua: David Nasser, 725 - Bairro Planalto
CEP: 51720-350 Belo Horizonte - MG
Telefone: (031) 495-3158 (falar com Ivanir)

Carolina Heluy




No fim do mês passado realizou-se um dos eventos mais tradicionais do Pitágoras - o Festival de Dança Livre. Quem veio não se arrependeu porque foi lindo. Parabéns a todos os que ajudaram na organização desse evento (o Departamento de Educação Física, a diretoria do colégio e Brisk Lanches - responsável pela cantina); a todos os alunos e alunas que dançaram ou que deram uma mãozinha na organização e a todos os outros que compareceram, contribuindo para o sucesso da festa.

O Grêmio deu total apoio para a realização do festival, vendendo os ingressos e fazendo camisas, que foram vendidas. É bom lembrar que esse nosso apoio não seria possível sem a colaboração de vocês, tanto na organização da venda de ingressos, quanto na compra das camisas. O dinheiro vai ajudar a realização de cada vez mais eventos para vocês.

Carla Ludmila




Sociedade Alternativa - Raul Seixas
Viva, viva, viva a Sociedade Alternativa
Se eu quero, e você quer
Tomar banho de chapéu
Ou esperar Papai Noel
Ou discutir Carlos Gardel, então vá!
Faze o que tu queres
Pois é tudo da lei, da lei...
Todo homem, toda mulher é uma estrela
A lei do forte, essa é a nossa lei e a alegria do mundo
O número 666 chama-se Aleyster Crowley
Viva o Novo Aeon - A 3ª raça da civilização do futuro
Essa música-manifesto foi escrita por Raul Seixas em 1973, quando o governo estava nas mãos de Geisel e da tal da ditadura, bestalhões do porão do regime militar. Implicaram com a canção e um panfleto, chamado "Krig-ha, Bandolo!", no qual Raul definia a lei, a verdade lei, onde você tem alternativa de escolha, pois criaram verdades absolutas e velhas opiniões formadas sobre tudo, que pretendem cobrir a todos, ignorando que todo mundo é diferente um do outro.

Estabeleceram que todos devem calçar um sapato 37 ignorando que cada pé é diferente do outro, mas somos obrigados a calçar o 37. O sapato cria calo e o calo se transforma em ferida; a ferida se transforma em ódio; o ódio se transforma em agressão e aí se explode , bate no teto, volta pro chão , do chão não passa. Começa tudo de novo, é preciso saber que não se deve ter nenhuma verdade absoluta. Portanto devemos deixar as janelas abertas para o vento entrar, pois existem vários caminhos e pouca esperança no ar.

O governo ditatorial, convencido de que as idéias de Raul se tratavam de algo altamente subversivo, mandou agentes da polícia federal, que revistaram seu apartamento em São Paulo e o levaram para a cadeia. Raul ficou preso por alguns dias, foi torturado e "convidado" (convidado é eufemismo) a sair do país. Foi para os Estados Unidos, juntamente com Paulo Coelho, e lá conheceu John Lennon, um outro alternativo. Enquanto Raul estava lá, o Gitã estava estourando aqui, o que contribuiu para o seu retorno.

A canção também despertou a curiosidade de uma sociedade esotérica, envolvida com ocultismo, chamada Argentum Astrum. Encantados com as leis imaginadas pelos parceiros da música, os membros da sociedade cederam um terreno enorme em Minas Gerais para Raul construir a "cidade das estrelas", um antigo sonho. O namoro do roqueiro com a AA foi interrompido logo depois que Raul confeccionou um cigarro artesanal com um papiro egípcio sagrado.

A música é hino de um país, pois cada um é embaixador e propõe a reestruturação de valores.

Todo homem, toda mulher é uma estrela. O amor é a lei, mas amor sobre vontade. Não existe Deus se não o homem.

Raul pregava a lei pela lei e costumava dizer: "Sociedade Alternativa, Sociedade Novo Aeon é um sapato em cada pé, é direito de ser ateu ou de ter fé, ter prato entupido de comida que cê mais gosta, ser carregado ou carregá gente nas costas, direito de ter riso de prazer e até direito de deixar Jesus sofrer! Se você não está dentro da Sociedade Alternativa, a Sociedade Alternativa sempre esteve dentro de você. Ela nunca começou, nem mesmo terminou, ela sempre existiu"

VIVA, VIVA!

Marcelo Russo e Raul Seixas




Life's Little Instruction




Interview with Amy and Sonoko

1) Why did you come to Brazil?
2) What did you expect to find in Brazil?
3) What do you think about Brazilian people?
4) What do you think about Brazilian education? Is education much different in your country?
5) What is the huggest difference between your culture and ours?
6) What can you tell us about your country?

Name: Sonoko FujiwaraName: Amy Louise Duff
Age: 16Age: 17
Nationality: JapaneseNationality: Australian
Class: PM22-DClass: PM23-B
1) I came to Brazil because Rotary asked me if I wanted to come, and I accepted.

2) I saw pictures from Rio, the Amazon and about Brazilian Carnival. I thought I would live in a jungle...

3) Brazilian people are very friendly.

4) The education is very different in Japan. We have to wear a uniform, and we can’t wear make-up or jewelry. The subjects we study are very different too (for example: we have music and cooking classes). In Brazil we have more tests than in Japan.

5) We don’t wear shoes inside the house and the houses are very small. We use subway everyday, in Japan.

I go to school and go back home by subway. We eat rice with water and we always drink tea with no sugar. Also, we eat with chopsticks.

6) Japanese culture is very rich: we have three forms of alphabet. Sometimes we wear kimonos and the food is distinctively Japanese. People really care about fashion.

1) I came to Brazil to experience a culture that is totaly different from my own in Australia, learn a different language and take on a challenge. Also, I wanted to spend some time in Rio de Janeiro and on the Amazon.
2) I expected everybody to be black and not as civilized as I found people to be. I expected to see a lot of poor people and slums and monkeys crossing the streets.
3) I think the Brazilian race is the most awesome bunch of people. Everybody is totaly happy and wants to know you, talk to you and learn about where you come from. I adore how the Brazilians make conversation with you, when they don't even know you. In Australia you don't have a conversation with just anybody.
4) In Australia we start school at 9:00 a.m. and finish at 3:30 p.m. Sometimes if we're studying for exams, we'll have extra classes after school. The girls wear dresses as the uniform and the boys wear ties. We have 8 lessons per day. We can choose what we want to study and the subjects I study are: English, Mathematics, Biology, Drama, Visual Arts and History.
5) In Australia everybody drives younger (16 years old) and we have more independence and responsability at a younger age. The food is different: we don’t eat rice and beans everyday and we eat more vegetables and fruits; also, our main meal there is at night time. We don’t have maids and gardeners who work in the houses either. Everybody has an equal value and a good job and money.
6) We have Cangaroos and Koalas and many other animals that are only found in Australia. A lot of people have white skin and blonde hair, which is uncommon here. Australians love to party like you here in Brazil. We have carpets in our houses and we eat our oranges when they are orange and not green !!! We wear our jeans not so tight and the clothes are more roomy and larger (here they are really small). The music that everyone listens to is heavy rock; we don’t have Reggae, Samba or music like in Bahia. The weather there is really hot in Summer (it doesn’t rain much in that season) and really cold in Winter.





Viestes de Onde?

Marcelo Russo

O Poeta

Magnus

De onde viestes tal Criação? 
Você pode me dizer se está realmente vivo? 
A vida é Deus, Deus é a vida, vida é 
morte, mas Deus nunca morre. 
No infinito ele vai e domina consciências. 
Há grandes construções na cidade 
Quando entramos, ficam em nossos corações 
excessivamente nos levam ao palácio da Sabedoria. 
Venho do Sol, que é meu olho, do vento 
que é minha respiração, ar é a minha alma 
e a terra... o meu corpo. 
Ah... quem me dera viver apenas de poesias... 
Bailar, cantar, dançar... 
Viajar nas palavras e gozar de extrema alegria... 
Apoiar-me na fantasia sem medo de cair... 
Ah... quem me dera... 
Ser poeta, teu mago, teu amor... 
Ver a vida com os olhos de Deus. 
E a música... respirar, transpirar e absorvê-la. 
Ah... quem me dera... 
O Universo a enxergar teu amor... 
Possuir a liberdade na alma... 
Vida... vida... tu és a pura poesia... 
Ah... quem me dera... 
...pincelar a mais bela forma de vida... 
Habitar os sonhos e as fantasias infantis. 
Ah... quem me dera ser o poeta... 
A eternidade e a imortalidade possuir... 
Encontrar a morte e dizer que a vida é apenas poesia... 
 
Ah... quem me dera?! 





A verdadeira revolução é a revolução interna...

A esta pouco adianta as transformações externas, e sim a reestruturação de valores, que implica mudanças radicais como, no campo social, uma participação popular.

A escola tem papel fundamental no processo: é onde nós observamos as possibilidades do conhecimento. E é através do saber que há mudança de consciência (a verdadeira revolução). Como nos ensinar a fazer contas de divisão, se tudo está centralizado, elitizado? Não há nesse sistema revolução, pois não há divisão, melhor distribuição.

Não existe, na História, o suicídio de uma classe em prol de outra classe, mas somente de um elemento de uma em defesa de outra, a exemplo de Che Guevara, médico que lutou defendendo os humildes. Mas sua classe não se suicidou com ele... A comodidade os conforta.

"Indignar-se contra qualquer injustiça praticada sobre qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo é a maior qualidade de um revolucionário."

Che Guevara

Marcelo Russo




Ninguém Morreu de Fome!

No dia 2 de abril, nossa escola foi palco de um acontecimento inédito: o boicote à cantina. Os alunos deixaram de comprar seu lanche por um dia, em manifesto ao mal atendimento oferecido por esta, e à reação da diretoria diante da reportagem do último jornal que denunciou nossos problemas. O que tínhamos em mente não era criar confusão e muito menos dar prejuízo à cantina, mas, sim, mostrar à diretoria que ficamos surpresos com a maneira com que ela reagiu à reportagem "A Luta Por Comida", do último jornal. Todos nós sabemos que as coisas ocorrem exatamente como descrito na reportagem. Alegaram que ela estava grosseira. Tudo bem, isso é uma opinião muito pessoal que até poderia ser levada em conta, mas será que existe maneira de se escrever um texto bonitinho e bem educado, quando se quer demonstrar indignação? Afinal, o jornal do GEPP deve expressar a opinião de qual segmento da comunidade do Pitágoras? O que queríamos mostrar é que estamos cientes dos nossos direitos e queremos ter livre expressão na hora de publicar o jornal, que é nosso. De que vale a imprensa se não para questionar e denunciar quando necessário?

Quase dois meses depois, quando a poeira parece ter baixado, concluímos que o boicote teve uma ótima repercussão entre os alunos. Gostaríamos de parabenizar todos que colaboraram conosco, demonstrando coleguismo. Valeu, galera! Quando cada um faz sua parte, o que isoladamente parece tão pouco, na verdade é uma grande atitude, pois juntos conseguimos mudar muita coisa. Não podemos ficar calados e deixar que outros resolvam tudo para a gente. É importante mostrar o que sentimos, pois é somente a partir de pequenos feitos como este, que conseguiremos investir em um futuro melhor. Quanto aos alunos que não participaram do boicote, bem, estes estavam em seus direitos. Já que lutávamos por democracia, tínhamos que começar com democracia no nosso próprio movimento. De qualquer jeito demos a eles uma boa oportunidade de ver que a união faz a força, sim!

Mesmo antes do boicote, a cantina já planejava ampliar suas instalações, então, em breve, esperamos que o nosso recreio deixe de ser um campo de batalha. Todavia, para isso, precisamos mais uma vez do apoio de vocês, para que não furem as filas e respeitem os mais novos. Nós fizemos o boicote também para nós mesmos, para lembrar que fazemos parte da escola e da comunidade em que vivemos. O que a diretoria achou disso tudo não sabemos, mas, pelo menos, ninguém morreu de fome!

Cynthia Nacif, Catarina Ferraz e Maíra Figueiredo



E-mail recebido pelo GEPP em 18 de abril

Oi!, Grêmio Estudantil Pitágoras Pampulha,

Estou escrevendo por dois motivos: primeiro, porque fiquei feliz de ver uma página do Pitágoras na Web, e, segundo, porque tenho um carinho especial para com o Pitágoras. Estudei aí na Pampulha da 2ª a 6ª série, entre 1982 e 1986. Era super legal! O Pitágoras era (e acredito que ainda é) um colégio diferente... Lembro-me de algumas coisas que marcaram minha infância, como, por exemplo, as provas... A galera ia toda de bicicleta nos dias de prova, pois as aulas terminavam mais cedo. No fim da prova todo mundo saía junto, ia até o Bandeirantes, subindo pela Cremona... era uma farra. Lembro-me também da carteirinha... quem não apresentasse não entrava. Tinha umas competições esportivas entre as salas de aula, que parava todo o colégio. Putz, tinha um monte de coisas que eu lembro como se fosse hoje... Os professores eram muito diferentes e ainda consigo lembrar dos nomes de alguns: tinha o Hans (Geografia), o Nacib (Matemática), o Marcos (Educação Física), a Fátima, que era a coordenadora... Infelizmente não lembro o nome de todo mundo... Ainda tenho uma foto com todos os alunos de cada turma, que nós tirávamos na porta do Pitágoras todo ano.

Hoje tenho 22 anos, sou biólogo e estou fazendo meu mestrado aqui em Manaus, em plena Floresta Amazônica, estudando comunidades de morcegos. De certa forma devo um pouco disso ao Pitágoras...

Gostaria de saber como é o Pitágoras hoje. Estive aí em outubro do ano passado mas não pude entrar, só passei na porta. Não me pareceu muito diferente...pelo menos a fachada. Mandem-me notícias!!

Um abraço, Enrico <:ebernard@cr-am.rnp.br>









Aprenda a tocar
guitarra, baixo,
violão ou teclado através das suas
músicas preferidas (exceto músicas
hindus, indianas, maometanas, havainas,
maias, astecas, incas e egípcias).
Prof. Leopoldo Mendonça (deixe seu telefone com Henrique Gazzola - 22D)
Dra. Roberta Thomaz Siuves Pessoa
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Fones: 498-3180 (consultório) e
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I e II graus e vestibulares
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Rafael Lacerda de Souza
Fone: 271-2045 (ramal 0010)





Era meia-noite: o sol brilhava estre as trevas de um dia claro e bonito. Um homem, vestido sem roupa, com as mãos nos bolsos, estava sentado de pé numa pedra de pau à beira de um rio seco. Ele dizia: "Eu prefiro morrer do que deixar de viver!".
Naquele momento, um surdo estava ouvindo um mudo falar e um aleijado corria atrás de um carro parado.
Bem longe daqui perto, um senhor moreno careca penteava seus lindos cabelos loiros.
À noite, durante o dia, senti uma apetitosa falta de comer em pratos sem alimentos.
Vi peixes treinando natação num lago seco e outros suicidando-se para viver.
Ao acordar dormindo, sonhei que estava dormindo; quando acordei, percebi que eu estava dormindo.
Enquanto isso, um cego disse que via passarinhos pastando e vacas pulando de galho em galho à procura de seus ninhos.
Vi, então, um sujeito comendo o guardanapo e limpando a boca com o bife.
Assim, comecei a declamar uma poesia, calando-me dizendo: "Mais vale um morto vivo do que um vivo morto".
Quando acordei com o despertador na cama, levantei-me deitado do relógio e me preparei para mais um dia de descanso com muito trabalho.

(Extraído da agenda "Alô Mundo/ 1990")



"Vamos Por Partes"

Jornal do Grêmio Estudantil Pitágoras Pampulha
***Aloha !***