Como diria Jack, o Estripador...
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Obrigado,
Grêmio Estudantil Pitágoras Pampulha (Gestão Aloha!)
O Brasil tem uma energia positiva, um axé, como diriam em outras regiões, que não tem explicação. Será porque nós somos um povo sofredor que luta para sobreviver? Ou talvez seja porque nós somos um dos poucos países que fala a mesma língua em todas as regiões? Ninguém explicou isso até hoje.
Mas, não há quem não mexa os quadris ao som de uma música baiana, ou que não se comova ao reler histórias do nosso folclore, que são passadas de pai para filho.
Restringindo mais o assunto, vamos falar de Minas Gerais. Temos aqui uma parte importante da história brasileira. Além disso, nossa arte é muito bem representada lá fora, com Skank, Pato Fu, Milton Nascimento, Aikiti (música), Grupo Corpo (dança), Grupo Galpão e Grupo Giramundo (teatro e teatro de bonecos, respectivamente) etc.
A valorização da arte é algo de muito importante para o fortalecimento do sentimento nacionalista. Com ela, fica mais fácil tentar esquecer os problemas do nosso país.
Amar Minas Gerais pode ser o ponto de partida ideal para reconhecer esse nacionalismo.
Vale a pena tentar!
Catarina Ferraz
Na data da fundação, só tínhamos quatro participantes (Guilherme Lyrio, Leonardo Sabino, Márcio Casagrande e Wagner Silva), mas agora o número já aumentou para treze, o que ainda é pouco, claro, mas deve aumentar ainda mais, principalmente se você participar.
Para se inscrever na GML, basta mandar um e-mail para gml.gepp@mailhost.net, dizendo apenas seu nome, sua turma e seu e-mail.
Mas, se você quiser mais informações sobre a lista, ou enviar sua sugestão, opinião ou reclamação para o Grêmio, o endereço é o seguinte: gepp@mailhost.net
HomePage do GEPP:
http://www.oocities.org/CapitolHill/1985 ou
http://mailhost.net/~gepp
| Universidade / Faculdade | Prazo para inscrição |
|---|---|
| PUC (BH) | ---------------------------- |
| Fumec (BH) | ---------------------------- |
| UNA (BH) | 06 a 10 de maio |
| Newton Paiva (BH) | 07 a 10 de maio |
| Milton Campos (BH) | 06 a 10 de maio |
| FAFI (BH) | 02 a 09 de maio |
| UFOP (Ouro Preto) | até 20 de maio |
| FAZU (Uberaba) | até 07 de maio |
| UFLA (Lavras) | até 06 de maio |
| UFU (Uberlândia) | até 22 de junho |
Aos alunos de todas as séries que têm interesse de assinar, lembramos que 7 exemplares do jornal custam apenas 10 reais. É uma taxa única e os exemplares serão recebidos ao longo do ano de 96. O endereço e telefone para contato são:
Rua: David Nasser, 725 - Bairro Planalto
CEP: 51720-350 Belo Horizonte - MG
Telefone: (031) 495-3158 (falar com Ivanir)
Carolina Heluy
O Grêmio deu total apoio para a realização do festival, vendendo os ingressos e fazendo camisas, que foram vendidas. É bom lembrar que esse nosso apoio não seria possível sem a colaboração de vocês, tanto na organização da venda de ingressos, quanto na compra das camisas. O dinheiro vai ajudar a realização de cada vez mais eventos para vocês.
Carla Ludmila
| Sociedade Alternativa - Raul Seixas |
|---|
| Viva, viva, viva a Sociedade Alternativa |
| Se eu quero, e você quer |
| Tomar banho de chapéu |
| Ou esperar Papai Noel |
| Ou discutir Carlos Gardel, então vá! |
| Faze o que tu queres |
| Pois é tudo da lei, da lei... |
| Todo homem, toda mulher é uma estrela |
| A lei do forte, essa é a nossa lei e a alegria do mundo |
| O número 666 chama-se Aleyster Crowley |
| Viva o Novo Aeon - A 3ª raça da civilização do futuro |
Estabeleceram que todos devem calçar um sapato 37 ignorando que cada pé é diferente do outro, mas somos obrigados a calçar o 37. O sapato cria calo e o calo se transforma em ferida; a ferida se transforma em ódio; o ódio se transforma em agressão e aí se explode , bate no teto, volta pro chão , do chão não passa. Começa tudo de novo, é preciso saber que não se deve ter nenhuma verdade absoluta. Portanto devemos deixar as janelas abertas para o vento entrar, pois existem vários caminhos e pouca esperança no ar.
O governo ditatorial, convencido de que as idéias de Raul se tratavam de algo altamente subversivo, mandou agentes da polícia federal, que revistaram seu apartamento em São Paulo e o levaram para a cadeia. Raul ficou preso por alguns dias, foi torturado e "convidado" (convidado é eufemismo) a sair do país. Foi para os Estados Unidos, juntamente com Paulo Coelho, e lá conheceu John Lennon, um outro alternativo. Enquanto Raul estava lá, o Gitã estava estourando aqui, o que contribuiu para o seu retorno.
A canção também despertou a curiosidade de uma sociedade esotérica, envolvida com ocultismo, chamada Argentum Astrum. Encantados com as leis imaginadas pelos parceiros da música, os membros da sociedade cederam um terreno enorme em Minas Gerais para Raul construir a "cidade das estrelas", um antigo sonho. O namoro do roqueiro com a AA foi interrompido logo depois que Raul confeccionou um cigarro artesanal com um papiro egípcio sagrado.
A música é hino de um país, pois cada um é embaixador e propõe a reestruturação de valores.
Todo homem, toda mulher é uma estrela. O amor é a lei, mas amor sobre vontade. Não existe Deus se não o homem.
Raul pregava a lei pela lei e costumava dizer: "Sociedade Alternativa, Sociedade Novo Aeon é um sapato em cada pé, é direito de ser ateu ou de ter fé, ter prato entupido de comida que cê mais gosta, ser carregado ou carregá gente nas costas, direito de ter riso de prazer e até direito de deixar Jesus sofrer! Se você não está dentro da Sociedade Alternativa, a Sociedade Alternativa sempre esteve dentro de você. Ela nunca começou, nem mesmo terminou, ela sempre existiu"
VIVA, VIVA!
Marcelo Russo e Raul Seixas
| Name: Sonoko Fujiwara | Name: Amy Louise Duff |
| Age: 16 | Age: 17 |
| Nationality: Japanese | Nationality: Australian |
| Class: PM22-D | Class: PM23-B |
| 1) I came to Brazil because Rotary asked me if I wanted to come, and I accepted. 2) I saw pictures from Rio, the Amazon and about Brazilian Carnival. I thought I would live in a jungle... 3) Brazilian people are very friendly. 4) The education is very different in Japan. We have to wear a uniform, and we can’t wear make-up or jewelry. The subjects we study are very different too (for example: we have music and cooking classes). In Brazil we have more tests than in Japan. 5) We don’t wear shoes inside the house and the houses are very small. We use subway everyday, in Japan. I go to school and go back home by subway. We eat rice with water and we always drink tea with no sugar. Also, we eat with chopsticks. 6) Japanese culture is very rich: we have three forms of alphabet. Sometimes we wear kimonos and the food is distinctively Japanese. People really care about fashion. | 1) I came to Brazil to experience a culture that is totaly different from my own in Australia, learn a different language and take on a challenge. Also, I wanted to spend some time in Rio de Janeiro and on the Amazon. 2) I expected everybody to be black and not as civilized as I found people to be. I expected to see a lot of poor people and slums and monkeys crossing the streets. 3) I think the Brazilian race is the most awesome bunch of people. Everybody is totaly happy and wants to know you, talk to you and learn about where you come from. I adore how the Brazilians make conversation with you, when they don't even know you. In Australia you don't have a conversation with just anybody. 4) In Australia we start school at 9:00 a.m. and finish at 3:30 p.m. Sometimes if we're studying for exams, we'll have extra classes after school. The girls wear dresses as the uniform and the boys wear ties. We have 8 lessons per day. We can choose what we want to study and the subjects I study are: English, Mathematics, Biology, Drama, Visual Arts and History. 5) In Australia everybody drives younger (16 years old) and we have more independence and responsability at a younger age. The food is different: we don’t eat rice and beans everyday and we eat more vegetables and fruits; also, our main meal there is at night time. We don’t have maids and gardeners who work in the houses either. Everybody has an equal value and a good job and money. 6) We have Cangaroos and Koalas and many other animals that are only found in Australia. A lot of people have white skin and blonde hair, which is uncommon here. Australians love to party like you here in Brazil. We have carpets in our houses and we eat our oranges when they are orange and not green !!! We wear our jeans not so tight and the clothes are more roomy and larger (here they are really small). The music that everyone listens to is heavy rock; we don’t have Reggae, Samba or music like in Bahia. The weather there is really hot in Summer (it doesn’t rain much in that season) and really cold in Winter. |
| Viestes de Onde? Marcelo Russo |
O Poeta Magnus |
De onde viestes tal Criação? Você pode me dizer se está realmente vivo? A vida é Deus, Deus é a vida, vida é morte, mas Deus nunca morre. No infinito ele vai e domina consciências. Há grandes construções na cidade Quando entramos, ficam em nossos corações excessivamente nos levam ao palácio da Sabedoria. Venho do Sol, que é meu olho, do vento que é minha respiração, ar é a minha alma e a terra... o meu corpo. | Ah... quem me dera viver apenas de poesias... Bailar, cantar, dançar... Viajar nas palavras e gozar de extrema alegria... Apoiar-me na fantasia sem medo de cair... Ah... quem me dera... Ser poeta, teu mago, teu amor... Ver a vida com os olhos de Deus. E a música... respirar, transpirar e absorvê-la. Ah... quem me dera... O Universo a enxergar teu amor... Possuir a liberdade na alma... Vida... vida... tu és a pura poesia... Ah... quem me dera... ...pincelar a mais bela forma de vida... Habitar os sonhos e as fantasias infantis. Ah... quem me dera ser o poeta... A eternidade e a imortalidade possuir... Encontrar a morte e dizer que a vida é apenas poesia... Ah... quem me dera?! |
A esta pouco adianta as transformações externas, e sim a reestruturação de valores, que implica mudanças radicais como, no campo social, uma participação popular.
A escola tem papel fundamental no processo: é onde nós observamos as possibilidades do conhecimento. E é através do saber que há mudança de consciência (a verdadeira revolução). Como nos ensinar a fazer contas de divisão, se tudo está centralizado, elitizado? Não há nesse sistema revolução, pois não há divisão, melhor distribuição.
Não existe, na História, o suicídio de uma classe em prol de outra classe, mas somente de um elemento de uma em defesa de outra, a exemplo de Che Guevara, médico que lutou defendendo os humildes. Mas sua classe não se suicidou com ele... A comodidade os conforta.
"Indignar-se contra qualquer injustiça praticada sobre qualquer pessoa, em qualquer parte do mundo é a maior qualidade de um revolucionário."
Che Guevara
Marcelo Russo
Quase dois meses depois, quando a poeira parece ter baixado, concluímos que o boicote teve uma ótima repercussão entre os alunos. Gostaríamos de parabenizar todos que colaboraram conosco, demonstrando coleguismo. Valeu, galera! Quando cada um faz sua parte, o que isoladamente parece tão pouco, na verdade é uma grande atitude, pois juntos conseguimos mudar muita coisa. Não podemos ficar calados e deixar que outros resolvam tudo para a gente. É importante mostrar o que sentimos, pois é somente a partir de pequenos feitos como este, que conseguiremos investir em um futuro melhor. Quanto aos alunos que não participaram do boicote, bem, estes estavam em seus direitos. Já que lutávamos por democracia, tínhamos que começar com democracia no nosso próprio movimento. De qualquer jeito demos a eles uma boa oportunidade de ver que a união faz a força, sim!
Mesmo antes do boicote, a cantina já planejava ampliar suas instalações, então, em breve, esperamos que o nosso recreio deixe de ser um campo de batalha. Todavia, para isso, precisamos mais uma vez do apoio de vocês, para que não furem as filas e respeitem os mais novos. Nós fizemos o boicote também para nós mesmos, para lembrar que fazemos parte da escola e da comunidade em que vivemos. O que a diretoria achou disso tudo não sabemos, mas, pelo menos, ninguém morreu de fome!
Cynthia Nacif, Catarina Ferraz e Maíra Figueiredo
Estou escrevendo por dois motivos: primeiro, porque fiquei feliz de ver uma página do Pitágoras na Web, e, segundo, porque tenho um carinho especial para com o Pitágoras. Estudei aí na Pampulha da 2ª a 6ª série, entre 1982 e 1986. Era super legal! O Pitágoras era (e acredito que ainda é) um colégio diferente... Lembro-me de algumas coisas que marcaram minha infância, como, por exemplo, as provas... A galera ia toda de bicicleta nos dias de prova, pois as aulas terminavam mais cedo. No fim da prova todo mundo saía junto, ia até o Bandeirantes, subindo pela Cremona... era uma farra. Lembro-me também da carteirinha... quem não apresentasse não entrava. Tinha umas competições esportivas entre as salas de aula, que parava todo o colégio. Putz, tinha um monte de coisas que eu lembro como se fosse hoje... Os professores eram muito diferentes e ainda consigo lembrar dos nomes de alguns: tinha o Hans (Geografia), o Nacib (Matemática), o Marcos (Educação Física), a Fátima, que era a coordenadora... Infelizmente não lembro o nome de todo mundo... Ainda tenho uma foto com todos os alunos de cada turma, que nós tirávamos na porta do Pitágoras todo ano.
Hoje tenho 22 anos, sou biólogo e estou fazendo meu mestrado aqui em Manaus, em plena Floresta Amazônica, estudando comunidades de morcegos. De certa forma devo um pouco disso ao Pitágoras...
Gostaria de saber como é o Pitágoras hoje. Estive aí em outubro do ano passado mas não pude entrar, só passei na porta. Não me pareceu muito diferente...pelo menos a fachada. Mandem-me notícias!!
Um abraço, Enrico <:ebernard@cr-am.rnp.br>

| Aprenda a tocar guitarra, baixo, violão ou teclado através das suas músicas preferidas (exceto músicas hindus, indianas, maometanas, havainas, maias, astecas, incas e egípcias). Prof. Leopoldo Mendonça (deixe seu telefone com Henrique Gazzola - 22D) | Psicóloga Bairro Ouro Preto Fones: 498-3180 (consultório) e 441-7549 (residência) | Aulas particulares e reforço I e II graus e vestibulares --------------- Fone: 271-2045 (ramal 0010) |
(Extraído da agenda "Alô Mundo/ 1990")