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OS OPOSTOS:
O SOL A LUA E O PAVIMENTO DE MOSAICO
OS OPOSTOS
Podemos começar a falar de opostos pela comparação entre os símbolos mais visíveis na Loja, que é o Sol e a Lua.
O Sol é a Luz, a luz da Vida, e as irradiações entre a Luz e as Trevas transcendem a compreensão humana. Para muitos povos, o Sol é um dos símbolos mais importantes, sendo até venerado como um Deus. Tornou-se também a imagem simbólica da ressurreição e, de modo geral, de um novo começo.
Na simbologia maçónica o Sol encarna o espírito imutável, o ouro imaterial. Na maioria dos Templos ele é representado no oriente onde o mestre da loja dirige os trabalhos.
A palavra franco-maçonaria deriva do antigo egípcio Phre (Sol) e Mas (Luz), ou filho do Fogo e da Luz.
A Lua desempenha um papel significativo no pensamento simbólico, mágico e religioso da maioria dos povos. Ao contrário do Sol, um astro de luz própria quase sempre interpretado como masculino e associado ao princípio Yang, a Lua aparece geralmente como símbolo feminino, do suave, do que necessita de apoio e ligada ao princípio Yin. Ela é o símbolo da transformação e do crescimento. A Lua é um símbolo dos ritmos biológicos.
É este ciclo mostrado pelo Sol e a Lua, que simboliza todo o aperfeiçoamento do candidato, desde o momento em que ele é encerrado na Câmara de Reflexão, até que, como iniciado, percorre o caminho do conhecimento, que o leva à visão da luz total, também simbolizada pelo Sol, no Oriente. A Trilogia dialéctica, Sol e Lua, culmina com o Espírito Superior, Deus o Arquitecto, aquele que encontra o equilíbrio entre os opostos. Quem seguisse o Caminho do Artífice teria de fazer algo mais. Deveria lembrar-se que estava a construir o Templo de Deus. Um edifício em consciência, onde ele mesmo é uma pedra individual e única. Com o tempo, cada ser humano polirá a sua pedra e a colocará no Templo, completando-o.
O MOSAICO
O xadrez em preto e branco, muito comum nos chãos dos Templos Maçónicos, simboliza a união dos opostos, o equilíbrio e a interacção entre as forças da natureza.
Se então somarmos os dois, para compormos um único símbolo teríamos a unidade centrada no equilíbrio do cósmico.
Temos um vasto campo de estudos e pesquisas para as interpretações mais diversas deste símbolo de grafismo relativamente simples.
Misturando-se as interpretações entre símbolos naturais, artificiais e místicos, podemos encontrá-lo como sendo o movimento de uma roda, que todos sabemos do desenvolvimento tecnológico após sua invenção ou descoberta. Do desenvolvimento dos ponteiros de um relógio, marcando o tempo, sempre fixos no seu centro, o campo magnético em relação ao sentido da corrente eléctrica, o sol irradiando seus raios, ou o sol não transpondo seus trópicos (de câncer ao norte e de capricórnio ao sul) o que sugere a "consciência do homem é inviolável".
Poderíamos interpretá-lo também como equilíbrio da dualidade, a harmonia, pois cada ponto do círculo tem um outro exactamente a 180º (graus) e sempre passando pelo centro representado pelo ponto central, ou seja, o centro de todos os opostos.
Ir.´. José Cariani Junior
M.´.M.´. da   A:.R:.L:.S:."Ruy Barbosa" Nº 3419
Or:.de Sinop-MT - Brasil
Ir.´. José Cariani Junior
Or:.de Sinop-MT - Brasil
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