Algumas autoridades chamam este o Rito Antigo e Aceito, mas as Constituições Latinas da Ordem designam, que este é o Rito Escocês Antigo e Aceito, ou Antigo e Aceito Rito Escocês, este título foi muito adoptado geralmente e o correcto nome do Rito.
Embora um do mais jovem dos Rito maçónicos, não tendo surgido antes do ano 1801, este á dos dias actuais o mais popular e difundido extensivamente. Supremos Conselhos ou Corpos Administrativos do Rito são encontrados em quase todo país civilizado do mundo, e em muitos deles é a única Obediência maçónica. A história de sua organização é brevemente isto: Em 1758, um Corpo de Maçons organizado em Paris chamados de o Conselho de Imperadores do Leste e Oeste. Este Conselho organizou um Rito chamado o Rito de Perfetdion que consistiu em vinte e cinco Graus o mais alto de qual era o Príncipe Sublime do Segredo Real.

Em 1761, este Conselho concedeu uma Patente ou Deputation a StephenMorin, enquanto autorizando que ele propagasse o Rito no Continente Ocidental, onde ele estava a ponto de consertar. No mesmo ano, Morin chegou à Cidade de Santo Domingo onde ele começou a disseminação do Rito, e designou muitos Inspectores, ambos para a Índia Ocidental e para os Estados Unidos. Entre outros, ele conferiu os Graus em Moses M. Hayes, com um poder de designar outros quando necessário.

Hayes designou a Isaac Da Costa a Patente de Deputado Inspector-Geral para Carolina do Sul que em 1783 introduziu o Rito naquele Estado pelo estabelecimento de uma Grande Loja de Perfeição em Charleston. Foram designados outros Inspectores subsequentemente, e em 1801 um Conselho Supremo foi aberto em Charleston  por JohnMitchell e FrederickDalcho.

Há evidência abundante nos Arquivos do Supremo Conselho que até aquele tempo foram reconhecidos os vinte e cinco Graus do Rito de Perfeição. Mas de repente, com a organização do Conselho Supremo, surgiu um Rito novo, criado pela adopção de mais oito dos graus avançados continentais, para fazer o Trinta e Três e não os Vinte e Cinco Graus do Rito.

O Rito consiste em  Trinta e Três graus, e dividido em seis secções, cada secção que está debaixo de uma Jurisdição apropriada, como segue, (detalhado no painel à direita):

I. LOJA SIMBÓLICA
II. LOJA DE PERFEIÇÃO
III. CAPÍTULO ROSA CRUZ
IV. CONSELHO DE KADOSH
V. CONSISTÓRIO OU PRÍNCIPE SUBLIME OU MESTRE DO SEGREDO REAL
VI. SUPREMO CONSELHO

Estes às vezes são chamados os Graus Azuis ou Simbólicos. Eles não são conferidos pelo Rito escocês na Inglaterra, Escócia, Irlanda, ou nos Estados Unidos, porque os Conselhos Supremos se abstêm de exercitar jurisdição por respeito para a mais velha autoridade nesses países do York e Rito americano.

A classificação dos anteriores Graus é como eles são organizados na Jurisdição Sulista. Na Jurisdição maçónica do norte os graus de Consistório começam a Pontífice Principal, o décimo nono, e incluem o trigésimo segundo, Príncipe Sublime do Segredo Real, e o Conselho de Príncipes de Jerusalém governa os décimo quinto e décimo sexto graus. Vários dos títulos dos Graus varia no uso deles pelos Conselhos Supremos mas a anterior mesa cobre a maioria destas variações. A Jurisdição Sulista omite a palavra por exemplo Principal dos nomes do décimo segundo, décimo quarto, décimo nono, vigésimo e vigésimo nono graus, e também usa Elu em vez das outras designações, omite o Chefe do trigésimo primeiro, e especifica o Mestre pelo trigésimo segundo

A História completa e revisada do Rito está na história feita pelo Doutor Mackey.
GRAUS DO RITO ESCOCÊS ANTIGO E ACEITE
Fonte: Figurinos Maçónicos Oitocentistas, um «guia» de 1841/42 com apresentação, introdução e anotações do Dr. A. H. de Oliveira Marques (Editorial Estampa, Lisboa, 1983)
1 - Aprendiz - Avental de pele branca com a abeta (ou babadouro) levantada. Simbolicamente, o aprendiz é representado em mangas de camisa e com esta aberta no peito, numa alusão ao seu traje durante as provas de iniciação, em que se deve apresentar com peito nu, o joelho descoberto e o pé esquerdo descalço.
2 - Companheiro - Avental de pele branca com a abeta voltada para baixo. O companheiro já é representado em traje civil completo, segundo a moda da época.
3 - Mestre - Avental branco forrado e debruado de vermelho; no meio do avental estão pintadas ou bordadas a vermelho as letras "M.·. B.·.". Ao pescoço, fita azul de cerca de 10cm de largura ("quatro polegadas"), tendo, na sua extremidade inferior, uma roseta vermelha; pendente acha-se a jóia, que consiste num esquadro e num compasso, este aberto num ângulo de 45 graus. Estas insígnias, que se mantiveram essencialmente até hoje na Maçonaria portuguesa, conhecem, todavia, na actualidade, uma ligeira alteração, s., a substituição da fita por uma banda azul debruada de vermelho, que se usa a tiracolo da direita para a esquerda.
Passe Mestre - Insígnias semelhantes às de "Mestre"; no avental pinta-se ou borda-se a ouro um círculo, em cujo campo estão as duas colunas "B.·." e "J.·." dos templos maçónicos e, no meio, um pentagrama ou estrela flamejante de cinco pontas com um iod hebraico no centro; em volta da circunferência, servindo de orla, estão as letras "H.·. T.·. S.·. T.·. K.·. S.·.".
4 - Mestre Secreto - Avental branco preso por fitas (ou cordões) pretas; no meio do avental, dois ramos cruzados, um de loureiro e o outro de oliveira, com a letra "Z" no centro; abeta azul com um olho pintado ou bordado a ouro. Ao pescoço, fita azul debruada de preto, tendo pendente a jóia, que é uma chave de marfim, igualmente com um "Z" inscrito.
6 - Secretário Íntimo ou Mestre por Curiosidade - Avental branco debruado de vermelho, tendo na abeta um triângulo, pintado ou bordado a ouro, com três pontos (.·.). Ao pescoço, fita carmesim de que pende a jóia, que é formada por três triângulos entrelaçados.
7 - Preboste e Juiz - Avental branco bordado de vermelho na orla e ao longo da abeta onde se acha, pintada ou bordada, uma chave de ouro; no meio do avental existe uma algibeira debruada de vermelho com uma roseta também vermelha. Ao pescoço, fita carmesim, tendo pendente a jóia, que é outra chave de ouro.
8 - Intendente dos Edifícios - Avental branco debruado de vermelho e bordado, na orla, a verde; no centro, a vermelho, uma estrela de nove pontas e, por baixo, uma balança a ouro; na abeta, um triângulo branco debruado de verde tendo inscritas, na mesma cor, as letras "B.·. A.·. J.·.". Banda carmesim posta a tiracolo, da direita para a esquerda, de que pende a jóia, consistindo num triângulo de outro com inscrições alusivas ao grau.
9 - Mestre Eleito dos Nove - Avental branco debruado de preto tendo, no centro, bordado ou pintado, um braço segurando um punhal no acto de ferir; abeta, debruada também de preto. Banda preta, posta a tiracolo, da esquerda para a direita, tendo semeadas nove rosetas vermelhas, de forma a que se vejam quatro na face dianteira e outras quatro na traseira; como jóia, um punhal de ouro com lâmina de prata, que pende da nona roseta, situada na parte inferior da banda.
10 - Ilustre Eleito dos Quinze - Avental branco debruado de preto, tendo, no meio, uma vista simbólica da cidade de Jerusalém com três portas e, frente a cada uma delas, espetada num poste, uma cabeça; abeta debruada também de preto. Banda preta a tiracolo, da esquerda para a direita, com três cabeças pintadas ou desenhadas na parte da frente; do extremo inferior da banda pende a jóia, que é um punhal de ouro com cabo de prata. Segundo os rituais do século XX, a banda ostenta, além das três cabeças, nove rosetas vermelhas e doze lágrimas de prata.
11 - Sublime Cavaleiro Eleito - Avental branco debruado de preto, com orla decorativa também a preto; no meio, uma algibeira tendo pintada ou bordada uma cruz vermelha; abeta debruada e orlada de preto. Banda preta, colocada a tiracolo, da esquerda para a direita, tendo bordada a prata a divisa "VICERE AUT MORI"; a jóia, pendente da extremidade inferior da banda é um punhal de ouro com lâmina de prata. Nos rituais do século XX permite-se a substituição da divisa por "três corações inflamados", bordados.
12 - Grande Mestre Arquitecto - Avental branco, debruado e orlado de azul, com uma algibeira ao meio, também orlada da mesma cor, abeta debruada de azul. Banda azul a tiracolo, da direita para a esquerda; tem suspensa, na sua extremidade inferior, a jóia, que é uma chapa quadrada com inscrições alusivas ao grau.
13 - Real Arco - Banda escarlate, da direita para a esquerda, de cuja extremidade inferior pende a jóia, um triângulo ou uma medalha de ouro com inscrições alusivas ao grau. Nos rituais do século XX usa-se, além da banda - convertida em fita posta ao pescoço - , um avental branco orlado de escarlate.
14 - Grande Escocês - Avental branco, debruado de carmesim e orlado com um folho da mesma cor; no meio, está pintada ou bordada, também a carmesim, uma pedra quadrada com um anel ao centro. Fita de igual cor ao pescoço, tendo pendente a jóia que é um compasso de ouro aberto em cima de um quarto de círculo. Nos rituais do século XX, o avental é orlado com um folho azul, em vez de carmesim.
15 - Cavaleiro do Oriente ou da Espada - Avental branco, debruado de verde; no meio, acham-se bordados três cepos de carvalho formando um triângulo, no centro do qual estão inscritas as iniciais "L.·. D.·. P.·."; na abeta, pintada ou bordada, vê-se uma cabeça ensanguentada entre duas espadas cruzadas. Banda verde-mar a tiracolo, da direita para a esquerda, tendo bordados ossos, membros, cabeças, espadas inteiras e espadas partidas, bem como uma ponte com as iniciais acima referidas; da banda pende a jóia, que é uma pequena espada. Nos rituais do século XX, o triângulo de cepos de carvalho é substituído por três triângulos entrelaçados, sendo os lados formados por pequenos triângulos.
16 - Príncipe de Jerusalém - Avental vermelho debruado de amarelo claro; facultativamente, pode pintar-se no meio uma imagem do templo de Salomão, ladeado por: um esquadro, um compasso, um escudo, um delta flamejante e o braço da justiça. Ao pescoço, escapulário azul debruado de amarelo e bordado a ouro, com uma balança, o braço da justiça, um punhal, cinco estrelas e duas coroas; dele pende a jóia, que é uma medalha de ouro tendo gravadas, no inverso, uma mão sustentando uma balança e, no reverso, uma espada de dois gumes e cinco estrelas. Luvas vermelhas. Nos rituais modernos, tal como no texto do ritual de 1841-42,  a cor do escapulário é avermelhada ("cor de aurora"), em vez de azul.
17 - Cavaleiro do Oriente e do Ocidente - Avental amarelo debruado de vermelho. Banda branca, a tiracolo, da direita para a esquerda. Ao pescoço, fita preta tendo pendente a jóia, um heptágono parcialmente de ouro e parcialmente de prata ou de madrepérola, com inscrições alusivas ao grau.
18 - Soberano Príncipe Rosa-Cruz - Avental amarelo debruado de escarlate, tendo ao meio três círculos e três quadrados concêntricos, com três triângulos também concêntricos inscritos no círculo mais pequeno; na abeta, borda-se um "J" a ouro (embora na gravura pareça vermelho). Ao pescoço, fita metade verde (a da direita), liga escarlate com a legenda "VIRTUDE E SILÊNCIO". As insígnias modernas são bastante diferentes destas, baseando-se essencialmente a sua simbologia no pelicano alimentando os sete filhos com a carne do peito e na cruz com a rosa mística.
19 - Grande Pontífice - Banda carmesim orlada de branco, posta a tiracolo, da direita para a esquerda; bordadas, doze estrelas de ouro, bem como as palavras "Alpha" à frente e "Ómega" atrás. Da banda pende a jóia, em forma de quadrado, tendo gravadas letras alusivas ao grau. Toga branca e fita azul com doze estrelas de ouro cingindo a testa. Nos rituais modernos, a toga e a fita da cabeça estão omitidas, surgindo, em compensação, um avental branco com decorações alusivas ao grau.
20 - Venerável Mestre de todas as Lojas - Avental azul orlado de amarelo, com abeta amarela; pintado ou bordado a ouro, no meio, um triângulo com a letra "R" inscrita; da fita que ata o avental pendem dois cordões amarelos franjados. Escapulário azul e amarelo estando, na parte da frente, o azul em cima e o amarelo em baixo e, na parte de trás, o amarelo em cima e o azul em baixo. A jóia, que pende do escapulário, é um triângulo de ouro com a letra "R".
21 - Cavaleiro Prussiano ou Noaquista (também grafado "Noaquita") - Avental amarelo. Banda preta, posta a tiracolo, da direita para a esquerda, tendo pendente, da extremidade inferior, a jóia, que é um triângulo equilátero de ouro atravessado por uma flecha com a ponta virada para baixo. Luvas amarelas.
22 - Real machado - Avental de pele branca, debruado de vermelho e atado com fita vermelha; pintadas, uma mesa redonda com desenhos e plantas de edifícios em cima, tendo por baixo três figuras, uma derrubando uma árvore, outra cortando os ramos da árvore derrubada, e a terceira afeiçoando a madeira; na abeta, um olhos bordado a ouro. Ao pescoço, fita larga cor de fogo, tendo pendente a jóia, que é um machado de ouro com cabo terminado em borla de coroa e, gravadas, letras alusivas ao grau. Nos rituais modernos, omitem-se as três figuras do avental e muda-se para as cores do arco-íris a cor da fita.
23 - Chefe do Tabernáculo - Faixa escarlate à cintura, com franja de ouro pendente do lado direito. A jóia, pendente da faixa, é um turíbulo suspenso por roseta preta. Toga branca. Nos rituais modernos, acrescentam-se um avental escarlate, orlado de amarelo e uma fita da mesma cor, ao pescoço.
24 - Príncipe do Tabernáculo - Avental branco debruado de cor de fogo, tendo no meio uma esfera de ouro. Banda da mesma cor com a esfera ao meio, posta a tiracolo, da direita para a esquerda. Facultativamente, usa-se uma toga azul semeada de estrelas de ouro, com gola guarnecida de "raios de garça de oiro de maneira que formem uma espécie de resplendor por detrás da cabeça". Fita azul com estrelas de ouro cingindo a testa. Nos rituais modernos surgem variantes: escarlate em vez de cor de fogo; fita ao pescoço em vez de banda; triângulo luminoso em vez de esfera; Murça azul e manto cor de ouro.
25 - Cavaleiro da Serpente de Bronze - Fita vermelha ao pescoço, com a divisa "VIRTUDE E CORAGEM"; pendente da sua extremidade, a jóia, que é uma serpente enroscada numa vara terminando em "T". Nos rituais modernos, acrescenta-se um avental brando, orlado de escarlate.
26 - Príncipe da Mercê (também grafado "Merci" ou "Mercy") - Avental escarlate, no meio do qual está pintado um triângulo, metade verde e metade branco. Ao pescoço, fita tricolor, vermelha, branca e verde, em faixas paralelas, estando o verde em baixo; dela pende a jóia, que é um triângulo equilátero de ouro.
27 - Grande Comendador do Templo - Avental vermelho forrado e debruado de preto; no meio, tem, a preto, uma cruz teutónica rodeada por uma coroa de louro; na abeta, e na mesma cor, uma chave. Ao pescoço, fita branca com risca vermelha perto de cada borda, semeada de cruzes duplas vermelhas; dela pende a jóia, um triângulo equilátero de ouro. Nos rituais modernos, como aliás na própria descrição escrita de 1841-42, a cruz do avental coloca-se na abeta, juntamente com a chave; há ainda outras variantes, de menos importância.
28 - Cavaleiro do Sol - Avental de pele "parda", debruado de preto. Ao pescoço, fira de moirée branco, tendo na ponta, bordado ou pintado, um olho a ouro; a jóia, pendente da fita, é um triângulo radiante de ouro, com um olho no meio. Túnica curta azul celeste. Barrete de seda azul, bordado a ouro, ou fita amarela cingindo a testa. Nos rituais modernos suprime-se o avental.
29 - Grande Escocês de Santo André - Banda de moirée carmesim, posta a tiracolo, da esquerda para a direita; dela pende a jóia alusiva ao grua. Toga vermelha com cinta de seda branca, franjada a ouro. Nos rituais modernos há variantes; acrescenta-se um avental branco orlado de verde com franjas de ouro, permite-se a substituição da banda por uma fita ao pescoço e conhecem-se dois tipos de jóia, consoante se use banda ou fita.
30 - Grande Eleito Cavaleiro Kadosch (também grafado "Kadosh" e "Kadesh") - Avental branco debruado de vermelho com a cruz teutónica no centro. Banda preta, orlada de prata, posta a tiracolo da esquerda para a direita, tendo bordados, a ouro uma cruz teutónica e duas espadas entrelaçadas, e a prata uma águia bicéfala (com coroa e segurando uma espada, ambas a ouro), as iniciais "C.·. K.·. S.·." e uma caveira com dois ossos entrecruzados; laço e franja de prata na extremidade inferior; desta pende também a jóia, que é um punhal de prata com cabo de ouro. Cinta vermelha. Usa-se igualmente, em alternativa às anteriores insígnias, uma túnica branca aberta dos dois lados, debruada de preto; no peito e nas costas, leva uma grande cruz teutónica, a vermelho. Cinta preta franjada de prata, de que pende a jóia, um punhal com cabo de marfim e ébano. Chapéu com abas abatidas, tendo na frente um sol com raios de ouro e fundo de prata, no meio do qual se acha um pequeno olho; aos lados do sol, as letras "N" e "A". Nos rituais modernos suprime-se geralmente o avental e surgem alterações de somenos importância. Também se não faz uso da túnica nem do chapéu.
31 - Grande Juiz Soberano Comendador - Avental branco debruado de prata com a cruz teutónica no meio, também de prata, e o número "31" bordado a vermelho, na abeta. Ao pescoço, fita de moirée branca, tendo na ponta um triângulo radiante e pode ser suprimido nas sessões e nos rituais modernos acrescenta com o número "31" bordado a vermelho. O avental es de loja de grau inferior. -se a jóia, pendente da fita, que é uma cruz teutónica.
32 - Sublime Príncipe do Real Segredo - Ao pescoço, fita preta orlada de prata e forrada de vermelho, com uma cruz teutónica na ponta, bordada a vermelho, onde se desenha uma águia bicéfala de prata; no reverso da fita borda-se outra cruz teutónica, a preto; a jóia, pendente da fita, é uma cruz teutónica de ouro esmaltada de vermelho, com o número "32" no centro. Usa-se também, em alternativa, uma túnica branca com cinta negra franjada de prata, e um manto vermelho no qual se borda uma cruz teutónica branca; no peito da túnica borda-se outra cruz teutónica, vermelha. Chapéu semelhante ao do grau 30, preto com uma águia bicéfala a ouro. Nos rituais modernos, para lá de se omitir a túnica, o manto e o chapéu, acrescenta-se uma cinta preta franjada de prata, com a cruz teutónica pendente.
33 - Soberano Grande Inspector Geral - Avental branco, orlado de folho vermelho, tendo bordada no meio uma águia bicéfala de ouro, coroada e sobreposta por cinco bandeiras; na abeta borda-se uma cruz teutónica a vermelho e ouro. Banda de moirée branca, posta a tiracolo, da direita para a esquerda; tem bordados, a ouro e vermelho, a águia bicéfala coroada, um triângulo radiante tendo no centro o número "33" e duas bandeiras cruzadas e sobrepostas por uma coroa; franja de ouro. Cinta de moirée branco, franjada de ouro, com uma cruz teutónica a vermelho e ouro no centro. Ao pescoço, fita estreita branca, tendo pendente a jóia, que é uma águia bicéfala preta coroada, com bico, unhas e espada nas garras a ouro. Usa-se em alternativa, para ocasiões solenes, uma túnica vermelha orlada de ouro, banda e cinta como as anteriormente descritas, e manto brando orlado e bordado de ouro, com uma cruz teutónica vermelha. Na cabeça coroa aberta. Nos rituais modernos, para além de se omitir o traje de cerimónia, suprime-se o avental.
RITO ESCOCES ANTIGO E ACEITO
5 - Mestre Perfeito - Avental branco com abeta verde; no meio do avental ha tres circunferencias concentricas tendo no centro da menor um cubo com a letra "J" na face principal. Ao pescoço, fita verde de onde pende a joia, que e um compasso aberto a 60 graussobre um segmento de circulo graduado
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