A Igreja Adventista no combate ao fumo

 

O cerco que se fecha

Fecha-se cada vez mais o cerco ao hábito de fumar, que sempre provocou discussões. Gradativamente, vem se formando uma resistência à atitude dos que acendem seu cigarro em qualquer ambiente. Como meio de se proteger contra os malefícios causados pela fumaça do cigarro, no local de trabalho ou em outros ambientes, o fumante passivo tem conquistado cada vez mais avanços. O que ele pretende é não ter mais de colocar em risco sua saúde aspirando a fumaça deixada no ar pelos fumantes.

Durante muito tempo, o fumante passivo foi tratado apenas como um silencioso sócio involuntário de asmas, rinites, otites e outros males de seu sistema respiratório causados por fumantes.

Nos países desenvolvidos, o hábito de fumar já se caracteriza como um ato anti-social. Ao mesmo tempo, o direito de respirar em ambiente despoluído é considerado legítimo e cada vez mais reconhecido pelas autoridades.

O apoio às reivindicações dos fumantes passivos completa-se com outras iniciativas destinadas a reduzir o tabagismo. No Brasil, onde os que fumam e os que não fumam tentam uma convivência, o fumante passivo ainda tem muito terreno a conquistar.

No combate ao tabagismo, sobram argumentos contra o consumo de cigarro. Por exemplo: mesmo as pessoas que passaram muitos anos fumando sentem imediatamente os efeitos benéficos do fim do vício. A mudança para melhor é sentida por qualquer ex-fumante, homem ou mulher, de qualquer idade. Poucas horas após o último cigarro, o ex-fumante começa a se livrar do monóxido de carbono acumulado nos pulmões.

Sem a habitual facilidade de se cansar, o ex-fumante exibe melhor condição física andando em ritmo acelerado, correndo e até subindo escada. Às vezes na primeira semana, e geralmente no primeiro mês, o ex-fumante já percebe um nítido declínio em seu pigarro. Nos meses seguintes, ele já sente uma melhora generalizada em seu estado físico e, principalmente, um grande alívio por ter se livrado da incômoda fumaça do cigarro.

O ex-fumante sente-se mais confiante por saber que é bem menor o risco de contrair câncer nos pulmões ou em outro órgão, doenças como derrame ou doenças respiratórias crônicas. Os especialistas consideram fantasioso atribuir ao fim do uso de cigarro a facilidade que o ex-fumante teria de engordar. Eles afirmam que as variações de peso são bem menores do que muitas pessoas imaginam

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