A era DIESEL também se
refletiu no tipo de vagões que trafegavam no porto de Santos.
Ao longo do tempo, a C.D.S. e depois a CODESP,
principalmente na fase MT-DNPVN possuiu uma frota de vagões relativamente grande, basicamente para
o transporte de mercadorias dentro do cais, antes que o mesmo fosse
invadido pelos caminhões, como atualmente pode se ver. Essa frota era
constituída principalmente de vagões box (fechados), pranchas e
gondolas de bordas baixas, que faziam o transbordo de mercadorias da
estação do valongo (SPR) para os diversos armazéns. Inicialmente
composta de vagões de pequena capacidade, aos poucos, os antigos vagões curtos de madeira e as
próprias galeras e gôndolas da CDS passaram a ser
substituídos por modernos vagões construídos em aço, com
muito maior capacidade de transporte. No entanto,
com o crescimento do movimento no cais e a construção de
mais e mais armazéns e diversificação das mercadorias e
produtos transportados a frota da C.D.S. começou a ser
insuficiente para atender à demanda, apesar dos
investimentos, de forma que as ferrovias (fepasa, RFFSA)
passaram a ter acesso ao cais com seus próprios vagões,
ainda que sempre manobrados pela frota da CDS/CODESP (hoje
Portofer). Aos poucos, os vagões próprios da
CODESP foram sendo sucateados. Até 2000/2001, Alguns ainda
estavam estacionados nos diversos desvios
mortos existentes nas dependências da CODESP, porém hoje não são
mais vistos.
Paralelamente, o Porto assiste
nos dias de hoje a um desfile de vagões dos mais diversos
tipos e finalidades. Nas fotos a seguir, vamos procurar
apresentar alguns dos vagões da frota própria da CDS e da
CODESP |