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INVADINDO A VIA PÚBLICA
A qualquer momento seremos obrigados a inserir
em FM uma reportagem com fotos respectivas, sobre a invasão das
vias publicas local por construções irregulares, pois é crescente
o número de “sabidos” que estreitam cada vez mais nossas já
estreitas ruas. É um que constrói um sobrado com a varanda sobre a
calçada, outro constrói a escada de acesso ao sobrado na calçada,
causando perigo para pessoas desavisadas, outro faz o barraco da
oficina onde deveria ser a calçada. Mas tem também aquele que já
fez foi à chamada “puxada” invadindo o que deveria ser num
futuro breve uma segunda mão de direção.
Ninguém toma providência com isso e a coisa vai se
alastrando de tal maneira que no dia em que se desejar “limpar”
tais áreas será imensa a briga jurídica, pois serão alegados
direitos adquiridos, mesmo que esses não existam sobre os bens públicos.é
pois hora de se dar um basta nesses abusos, impedindo desde já que
sejam cometidas novas invasões e tomando-se providências para que
os invasores corrijam suas obras, devolvendo ao publico vias mais
amplas e desembaraçadas.
E OS EMPREGOS?
Pouca gente teve conhecimento da notícia do fim da última
esperança mombacense de se ter uma indústria qualquer, no caso, a
Industria e Comércio Evangelista & Oliveira, já que a mesma
vendeu seu maquinário de beneficiamento de algodão e óleo para
uma indústria da cidade de Crateús-Ce. Ainda existia uma esperança
dos familiares de Ioiô Teixeira de que aquela indústria voltasse a
funcional com um possível incentivo dos governos estadual e federal
às plantações de algodão. Foram mais de 20 anos de espera com a
usina fechada mais havendo manutenção de máquinas. LAMENTÁVEL!
E nossa tristeza aumenta mais ainda quando em nossas viagens
encontramos cidades de menor porte que a nossa promovendo o
desenvolvimento industrial, com o conseqüente aumento de
oportunidades de emprego para os nossos jovens.
Aqui mesmo na região, se vamos a Milha lá encontramos indústria
de cerâmica dando vários empregos e uma razoável indústria metalúrgica.
Em Senador Pompeu uma fábrica de calçados dando cerca de 300
empregos diretos e perspectiva de novos investimentos. Em
Quixeramobim, funcionando a pleno vapor um moderno parque industrial
dando cerca de 3000 empregos diretos, sem falar nos que são gerados
no campo com o incremento da irrigação, recebendo incentivos do
poder público municipal.
Ainda é tempo de se tentar buscar uma indústria para cá, já
que os últimos incentivos fiscais estão sendo dados antes da tão
propalada reforma tributária. É hora dos políticos locais, de
todas as cores partidárias, raças, religiões, sexos etc se darem
às mãos e mesmo de pires na mão, irem ao Governador Lucio Alcântara
pedir a inclusão de Mombaça na era do desenvolvimento, quem sabe,
com um CENTEC para irem formando mão de obra, já que parece que
nossa Escola Agrícola, de formação de técnicos em agropecuária
jamais voltará.
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