|
O fumo é um assunto que preocupa cada vez mais
a sociedade. Por essa razão, os meios de comunicação
têm voltado ao tema com a frequência que ele exige. Há
muito tempo já se vem publicando centenas de comentários e
reportagens sobre o assunto, dos quais muitos delas com destaque nas
capas das maiores revistas informativas do país. Em algumas dessas
ocasiões, a questão do cigarro foi tratada com profundidade, e
discutidos os efeitos danosos que ele faz a saúde.
Na década de 70, o uso do cigarro esteve associado a
simbologia de maioridade e independência. Hoje, ele não carrega
mais essa associação cultural que teve no passado. Já não serve
de símbolo de nada. Mas há duas novidades importantes relacionadas
a ele. Primeira é a menor aceitação da sociedade que luta contra
o consumo desse tipo de droga. De alguns anos para cá, pais,
professores e autoridades tratam o assunto com tolerância cada vez
menor. Outro fato, esse também muito importante, é que os
primeiros passos para a dependência se dá, principalmente, na
faixa etária entre 14 e 16 anos, não obstante às escondidas.
Em apenas duas décadas, a reação da sociedade em relação
ao fumo, pulou de um extremo ao outro, ao ponto de o governo obrigar
a impressão nos maços de cigarro de fotos comprometedoras da saúde
e frases que avisam: “O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE: FUMAR É
PREJUDICIAL A SAÚDE.”
Gostaria de acrescentar que toda campanha feita contra o vício
é louvável. Ainda assim, o grau de tolerância atual deve ser tema
de discussão. Embora os efeitos do cigarro sejam menos dramáticos
que a maconha, crack ou heroína. Está provado que ele causa danos
à saúde, inclusive com alterações no comportamento humano. E
isso deve merecer toda atenção da sociedade.
“CIGARRO NUNCA! DROGAS JAMAIS!”
Anairton Custódio Mota
Aluno Curso de
Letras UVA
MOMBAÇA CE.
|