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Mika Hakkinen venceu o Grande Prêmio da Inglaterra, sua primeira vitória nas últimas 15 corridas, depois de Michael Schumacher ter decidido se contentar apenas com menos pontos em uma corrida nada inspirada, na qual os sonhos de David Coulthard conquistar o campeonato terminaram na brita, depois de ter sido atingido pela Jordan de Jarno Trulli logo na primeira curva. Com o escocês fora da prova, Schumacher pegando leve e os dois carros da BMW Williams incapazes de acompanhar seu ritmo, o finlandês foi tranqüilamente rumo à vitória e se não tivesse sido o incidente na primeira curva, a prova poderia ter repetido a dobradinha da McLaren no ano passado.
Schumacher levou a melhor sobre os dois carros prateados, mas logo foi passado por Hakkinen, que, com o carro mais leve, construiu uma liderança imbatível que ele não mais perdeu.
Juan Pablo Montoya, em terceiro, brigou com o tricampeão e o passou, com grandes chances de subir ao pódio, mas uma primeira parada mais cedo o trouxe de volta à pista atrás do companheiro Ralf Schumacher, que iria fazer apenas uma parada e estava, portanto, mais lento.
No entanto, apesar da estratégia um pouco inferior da Ferrari, Schumacher ainda terminou em segundo e seu companheiro Rubens Barrichello em terceiro. Com Trulli e Coulthard fora da prova e Ralf Schumacher abandonando, Montoya chegou em quarto, seguido pelas duas Saubers de Kimi Raikkonen e Nick Heidfeld. |
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"Poderia ter sido uma dobradinha da McLaren," disse um decepcionado Coulthard. "Fomos mais competitivos que a Ferrari. Ele bateu na minha suspensão direita traseira. Eu senti mesmo. Acabou me jogando de lado." "Como pilotos de corrida, nós dois sabemos que a Copse abre na saída, e não havia motivo para eu tirar o pé. Jarno fez a melhor largada, mas como eu estava na frente, eu pude manter minha posição. Ele não está brigando pelo campeonato e nós dois sabemos que não dá para vencer uma corrida na primeira curva. Eu deixei claro que eu não ia tirar o pé. Eu estava na frente e ele deveria ter tirado o pé." |
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