Ensaio sobre os sentidos – parte I

 

Um relógio que faz tique taque.

A teimosia de uma decisão tardia, mas firme.

A vontade de concretizar um sonho de homens nobres e de carácter.

A verdadeira união que nasce de quem se ama,

A infinita noção de que as palavras são apenas palavras e que os actos que cometemos é que mudam, transfiguram a nossa vida. As palavras são apenas invólucros, contentores de sensações que só se sentem do nosso lado de dentro.

A repentina sensação de que se é aquilo que se sente ser.

A potência do pensamento de que sou perpétuo.

 

Afinal, milagres acontecem, mas no fundo não são nada de especial.

E nada do que eu pudesse escrever pode explicar a alegria infantil perante o milagre que vai nascer em Abril do ano que vem!

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