Depois de alguns longos minutos, Hyoga volta e com a cara mais tranqüila do mundo, aproxima-se de Milo, que está sentado olhando um filme daqueles de 1.900 e lá vem o Zorro.

HYOGA: _Então Milo aonde nós paramos?

 

MILO: _Eu parei aqui, aquela hora que você me deixou pra sair correndo

atrás do Bambi, você eu sei que deve ter parado mais adiante, eu imagino o

que você deve ter enfiado na boca daquela boneca pra ela parar de berrar.

 

HYOGA: _Não fale assim Milo, eu e a boneca, quer dizer eu e o Shun.

Viu o que você fez eu dizer cara? Que absurdo! O que eu quero dizer é que

nos conhecemos desde crianças.

 

MILO: _e por isso você não pode encostar em mais ninguém que aquela

coisinha sem graça desaba, ele que vá reclamar ao irmão dele, a Saori ou ao

Saga, por que só estando morto para alguém aturar ele!

 

HYOGA: _Esquece tudo isso, vai! Eu estou louco por você olha o meu

estado não me deixe na mão Milo!

 

MILO: _Eu acho que para um guerreiro do gelo não deve ser muito

difícil esfriar, você me deixou uma vez e foi atrás dele, vá atrás dele

novamente, vai me deixa cara! Não chateia.

 

Hyoga vai dormir triste e com raiva do Shun que fez ele perder tudo aquilo. Milo lamenta também por ter perdido a noite com o loiro, mas sabia que outras noites viriam. Pela manhã os dois estão tomando o café quando Hyoga pergunta para

Milo o que carta é aquela que ele tem na mão.

 

MILO: _É uma carta da mocréia da Saori que diz que precisa dos cavaleiros de bronze com ela e que entre hoje e amanha estará aqui no santuário para levar vocês de volta para Tóquio. Como a carta demorou a chegar, e está em cima da hora, eu acho que nos poderíamos aproveitar esses últimos instantes para nos despedirmos como se deve.

 

HYOGA: _Você lê os meus pensamentos Milo.

Nesse instante Milo sai derrubando tudo o que esta em cima da mesa ,joga Hyoga pra cima dela e tira sua própria camisa ignorando os botões que são arremessados a distancia, e pula em cima do outro num ritmo descontrolado, rasgando as roupas do cisne, com a violência digna de um combate. Eis que surge então aquela vós irritante novamente.

 

SHUN: _Hyoga, a Saori chegou, você e nos deu meia hora pra arrumar as

malas.

 

HYOGA: _Eu não trouxe muita coisa comigo então temos meia hora pra nos

despedirmos e depois eu pego tudo e jogo dentro da mala.Cisne diz isso com a

respiração ofegante quase não conseguindo falar.

 

MILO: _Tem razão. Responde o escorpião igualmente sem ar.

Como estavam a sós continuaram o que estavam fazendo quando entra Shun

gritando.

 

SHUN: _eu ajudo você com as malas. Eu sou bom nisso!

 

Shun agora assume um ar de superioridade, sem se importar com a situação em que os dois se encontravam, nem com os olhos do escorpião que eram de assustar qualquer mortal ou imortal.

 

SHUN: _Vamos Hyoga, o tempo é curto. Disse ele dirigindo-se ao quarto de

Hyoga, que ele sabia bem onde ficava.

 

Passada a meia hora lá estava Saori com e o Helicóptero pronto a decolar, Shun permanecia como a sombra de Hyoga que tentava se despedir de Milo ainda que apenas em algumas palavra mas nem para isso ele conseguiu se livrar de Shun.

 

HYOGA: _Milo obrigada por tudo, esse tempo que eu fiquei aqui, ainda

que para mim pudesse ter sido maior, foi muito importante. Adeus mestre

escorpião.

 

MILO: _Estarei sempre pronto a ensinar a vocês cavaleiros de bronze,

novas lições.

 

Nesse instante Milo pisca para Hyoga olha para cisne e para Andrômeda.

 

MILO: _Voltem sempre que quiserem, os dois!

 

Milo sorri maliciosamente enquanto Hyoga e Shun respondem ao mesmo

tempo.

 

HYOGA e SHUN: _Voltaremos sempre!

 

Os três não se seguram e começam a rir. Os cavaleiros de bronze

decolam mas antes de partir Shun e Hyoga acenam para escorpião que assiste a

partida deles e fala consigo mesmo...

 

MILO: _Ah, eles voltam! Com certeza.  

 

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Terminei isso finalmente pensei que nunca terminaria isso, vocês não sabem o que é ser obrigada a ler Os Lusíadas, o Crime do Padre Amaro, Marilia de Dirceu.Por isso eu demorei tanto, ler aquelas leituras obrigatórias tem sido extremamente broxante. Eu não merecia isso que era para ser obrigada a ler esses negócios era a Saori ou a Marin, eu não !

MÉGARA VIOLET  

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