Saúde X Emocional

Pode não ser considerado pela maioria dos médicos, mas o emocional tem o seu papel no aparecimento e desenvolvimento da doença de Crohn e na retocolite ulcerativa. Acho até que em todas as doenças...

Tenho acompanhado a minha filha durantes todos esses anos e lido muitos e-mails, conversado com muitas pessoas para ter chegado a essa conclusão, que convenhamos, não é só minha.

Também pude sentir como a nossa cabeça interfere na nossa saúde, e que na maioria das vezes não temos domínio disso.

Não temos a mínima noção de que nossos atos por mais simples ou absurdos que possam ser interferem de uma maneira tão contundente e forte nas nossas vidas afetando tão diretamente a nossa saúde. O fato é que ainda somos um mistério para nós mesmos. Mas tenho a certeza e a convicção de que temos o “poder” e que

temos que tentar descobrir o jeito de lidar com ele. Cada um ao seu modo. Quantas pessoas são desenganadas pelos médicos e vivem por mais muitos anos, outras recebem a sentença de que vão ter uma vida de privações de movimentos ou outras “sentenças” e nada acontece. Isso acontece porque algumas pessoas conseguem não se deixar influenciar pelos vaticínios do outro e assumem a própria vida. Tomam a vida nas próprias mãos e não a entregam nas de outros.

Então eu acho muito absurda postura de alguns médicos que querem ir além de sua possibilidade ditando previsões baseados em probabilidades escritas em livros, em revistas, em estatísticas, palpites pessoais (contando com o seu saber acadêmico) esquecendo-se que estão tratando com seres humanos que poderão realizar milagres por serem seres únicos, diferentes dentro de uma mesma espécie.

Temos que lembrar que a cabeça da gente é uma caixinha de surpresa!! Pode muito!

O médico tem que incentivar, levar pra cima, sempre dar uma esperança não como misericórdia, mas porque ela existe,sim. Depende de cada um achar o seu caminho.

Se você está doente, com dor, daí vem um médico, em quem você deposita a sua vida, a sua esperança e diz: é, a sua chance é quase nula, é você não vai conseguir, é não tem remédio para você, só operando. O que você acha? Que é o fim da linha, né? A tendência é se entregar, se desesperar.

Esse é o médico que só se interessa na própria figura. Quer ser o número 1, quer aparecer. É o médico se “se acha”. Ele acha que tem o poder e esquece que para um tratamento ter sucesso tem que haver uma parceria entre o médico e o paciente. Tem haver a soma do conhecimento científico e acadêmico com o ânimo interior de recuperação do paciente. Para um tratamento ter efeito é preciso formar uma dupla que vai batalhar o mesmo objetivo.

Agora tem sempre um médico que não nasceu com o espírito ruim, tem aquele que nasceu para ajudar, que se interessa com próximo, que tem realmente vocação.

Esse vai ouvir você cuidadosamente, vai dar a mão e vai colocar você de novo em pé.

Esse vai falar: vamos tratar, vai dar certo!

É isso aí gente: vai dar certo!!!!