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De
que modo descobertas arqueológicas ajudaram a mostrar a Confiabilidade
da Bíblia?
Ao longo dos anos, muito criticismo tem sido levantado quanto à
confiabilidade histórica da Bíblia. Estes criticismos são
usualmente baseados na falta de evidência de fontes externas confirmando
o registro bíblico. E sendo a Bíblia um livro religioso,
muitos eruditos tomam a posição de que ela é parcial
e não é confiável a menos que haja evidência
externa confirmando-a. Em outras palavras, a Bíblia é culpada
até que ela seja provada inocente, e a falta de evidências
externas colocam o registro bíblico em dúvida. Este padrão é extremamente diferente do aplicado a outros
documentos antigos, mesmo que muitos deles, se não a maioria, contém
um elemento religioso. Eles são considerados acurados a menos que
a evidência demonstre o contrário. Embora não seja
possível verificar cada incidente descrito na Bíblia, as
descobertas arqueológicas feitas desde a metade do século
XVIII têm demonstrado a confiabilidade e plausibilidade da narrativa
bíblica. Alguns exemplos: • Os Hititas eram considerados como uma lenda bíblica até que sua capital e registros foram encontrados em Bogazkoy, Turquia. Muitos pensavam que as referências à grande riqueza de Salomão eram grandemente exageradas. Registros recuperados mostram que a riqueza na antiguidade estava concentrada como o rei e que a prosperidade de Salomão é inteiramente possível. Também já foi afirmado que nenhum rei assírio chamado Sargon, como registrado em Isaías 20:1, existiu porque não havia nenhuma referência a este nome em outros registros. O palácio de Sargon foi então descoberto em Khorsabad, Iraque. O evento mencionado em Isaías 20 estava inclusive registrado nos muros do palácio. Ainda mais, fragmentos de um obelisco comemorativo da vitória foram encontrados na própria cidade de Asdode. • Outro rei cuja existência estava em dúvida era Belsazar, rei da Babilônia, nomeado em Daniel 5. O último rei da Babilônia havia sido Nabonidus conforme a história registrada. Tabletes foram encontrados mais tarde mostrando que Belsazar era filho de Nabonidus e co-regente da Babilônia. Assim, ele podia oferecer a Daniel "o terceiro lugar no reino" (Daniel. 5:16) se ele lesse a escrita na parede. Aqui nós vemos a natureza de "testemunha ocular" do registro bíblico frequentemente confirmada pelas descobertas arqueológicas. Autor: Bryant Wood da Associates for Biblical Research. Translated by Ronaldo Melo Ferraz. |
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