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A
natureza divina de Cristo
“A mensagem que a Bíblia nos traz, no
geral, pode ser dividida em duas categorias: Teologia e Ética.
Apesar de muitos críticos, em todo o tempo, tentarem negar a natureza
divina de Jesus, quando comparamos os relatos bíblicos sobre a
sua pre-existência, nascimento, ministério, morte e ressurreição
etc…, com os testemunhos registrados posteriormente na história
da Igreja, da qual fazemos parte, nos é impossível negar
esta verdade que é a deidade de Cristo.
A Bíblia e a deidade de Jesus. Tendo em conta a descrença de alguns quanto à deidade de
Cristo, o mais importante para aquele que aceita a Bíblia como
a Palavra infalível de Deus, é estar perfeitamente informado
da prova que a Bíblia nos oferece sobre ela. Para uma melhor classificação
bíblica da honra divina atribuída a Jesus, obrigatoriamente
teríamos que nos adentrar nas provas derivadas dos nomes divinos,
atributos divinos, obras divinas, etc…etc…etc…o que,
implicaria também descrever sobre a Trindade. (O que deixamos aqui
apenas como sugestão). Por todo o N.T. há um abundante banco de referências que comprovam a natureza divina de Jesus, destacamos todavia os escritos de João e de Paulo, onde encontramos revelado o mais elevado conceito sobre a deidade de Jesus, como podemos ver nas seguintes passagens: • João 1:1-3,14,18. Bem como em: Mas por mais que técnica e teoricamente defendamos a natureza divina de Jesus, para que o Evangelho seja reconhecido e respeitado por toda a terra, a maior prova do seu poder e natureza divina, consiste naquilo que foi por Ele mesmo legado à Igreja. “…e estes sinais hão de acompanhar os que crerem: Em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e quando beberem alguma coisa mortifera, não lhes fará mal algum, imporão as mão sobre os enfermos, e os curarão”. Mar. 16:17,18. De onde concluímos que, a prova mais contundente de que Jesus
é Deus, está na vida diária da Igreja. “…contra
fatos, não há argumentos”. Já dizia o “…No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por meio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. O Verbo se fez carne e habitou entre nós. Vimos a sua glória, a glória como do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”. João 1:1-3, 14. Graça e paz, José Wilson Bibliografia. Bíblia de referência Thompsom. |
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