Como elaborar um Projeto de Pesquisa 

Noções preliminares:

O projeto é uma das etapas componentes do processo de elaboração, execução e apresentação da pesquisa. Esta necessita ser planejada com rigor, caso contrário o investigador, em determinada altura, encontrar-se-á perdido num emaranhado de dados, sem saber como dispor dos mesmos.

      Em uma pesquisa nada se faz ao acaso. Desde a escolha do tema, fixação dos objetivos, determinação da metodologia, coleta dos dados, sua análise e interpretação para a elaboração do relatório final, tudo é previsto no projeto de pesquisa.

      Antes de redigir um projeto de pesquisa, alguns passos devem ser dados. Em primeiro lugar, exigem-se estudos preliminares que permitirão verificar  o estado da questão que se pretende desenvolver. Ao elaborar  o anteprojeto de pesquisa, cuja finalidade é a integração dos diferentes elementos em quadros teóricos e aspectos metodológicos adequados, amplia-se e especifica-se os quesitos do projeto. Finalmente, prepara-se o projeto definitivo, mais detalhado e apresentando rigor e precisão metodológicos.

     Que fique claro que as regras que enumerarei não são absolutas nem tão pouco únicas.

·        Estrutura do projeto:

  Apresentação:

A apresentação do projeto de pesquisa inicia-se com a capa, onde são indicados os elementos essenciais à compreensão do estudo que se pretende realizar, sob os auspícios de quem ou para quem e ao conhecimento do responsável pelo trabalho.

O título, acompanhado ou não por subtítulo, difere do tema. Enquanto este último sofre um processo de delimitação e especificação, para torná-lo viável à realização da pesquisa, o título sintetiza o conteúdo da mesma.

Portanto, o título de uma pesquisa emana dos objetivos geral e específicos, quase como uma “síntese” dos mesmos. Pode comportar um subtítulo: neste caso, o título será mais abrangente, ficando a caracterização para o subtítulo.

Toda pesquisa deve ter um responsável, que se denomina coordenador ou orientador. O nome do coordenador  deve vir em destaque, e freqüentemente é o único que aparece, seguido da indicação “coord.”, quando uma pesquisa já realizada é publicada.

O local refere-se à cidade em que se encontra sediada a entidade ou a equipe de pesquisa. A data refere-se apenas ao ano em que o projeto é apresentado; é supérflua a indicação do mês.

 

1)     Objetivo:

A especificação do objetivo de uma pesquisa responde às questões para quê? E para quem? Apresenta:

a)      Tema:

É o assunto que se deseja provar ou desenvolver.

b)      Delimitação do tema:

Dotado necessariamente de um sujeito e de um objeto. O processo de delimitação do tema só é dado por concluído quando se faz a limitação geográfica e espacial do mesmo.

c)      Objetivo Geral:

Está ligado a uma visão global e abrangente do tema. Relaciona-se com o conteúdo intrínseco, quer dos fenômenos e eventos, quer das idéias estudadas. Vincula-se diretamente à própria significação da tese proposta pelo projeto.

d)      Objetivos Específicos:

Apresentam caráter mais concreto. Têm função intermediária e instrumental, permitindo, de um lado, atingir o objetivo geral e, de outro, aplicar este a situações particulares.

 

2)     Justificativa:

É o único item do projeto que apresenta respostas à questão por quê? De suma importância, geralmente é o elemento que contribui mais diretamente na aceitação da pesquisa pela(s) pessoa(s) ou entidade(s) que vai(ão) financiá-la. Consiste numa exposição sucinta, porém, completa, das razões de ordem teórica e dos motivos de ordem prática que tornam importante a realização da pesquisa. Deve enfatizar:

-         o estágio que se encontra a teoria respeitante ao tema;

-         as contribuições teóricas que a pesquisa  pode trazer;

-         importância do tema do ponto de vista geral;

-         importância do tema para os casos particulares em questão;

-         possibilidade de sugerir modificações no âmbito da realidade pelo tema proposto;

-        descoberta de soluções para casos gerais e/ou particulares

Essa parte do projeto necessita de boa parte de criatividade e capacidade de convencer, para a redação da justificativa.

3)     Objeto:

Responde à pergunta o quê?, objeto da pesquisa engloba:

a)      Problema:

A formulação do problema prende-se ao tema proposto; ela esclarece a dificuldade específica com a qual se defronta e que se pretende resolver por intermédio da pesquisa. Para ser cientificamente válido, um problema deve passar pelo crivo das seguintes questões:

-         Pode o problema ser enunciado em forma de pergunta?

-         Os interesses pessoais, sociais e científicos estão harmonizados?

-         Pode ser objeto de investigação sistemática, controlada e crítica?

-         Pode ser empiricamente verificado em suas conseqüências?

b)      Hipótese básica:

O ponto básico do tema, individualizado e especificado na formulação do problema, sendo uma dificuldade sentida, compreendida e definida, necessita de uma resposta, “provável, suposta e provisória’, isto é, uma hipótese.

      A principal resposta é denominada hipótese básica, podendo ser complementada por outras, que recebem a denominação de secundárias. Há diferentes formas de hipóteses, entre elas:

-         as que afirmam, em dada situação, a presença ou ausência de certos fenômenos;

-         as que se referem à natureza ou características de dados fenômenos, em uma situação específica;

-         as que apontam a existência ou não de determinadas relações entre fenômenos;

-         as que prevêem variação concomitante, direta ou inversa, entre certos fenômenos etc.

c)      Hipótese secundária:

São as afirmações (toda hipótese é uma afirmação ) complementares da básica, podendo:

-         abarcar em detalhes o que a hipótese básica afirma em geral;

-         englobar aspectos não especificados na básica;

-         indicar relações deduzidas da primeira;

-         decompor em pormenores a afirmação geral;

-         apontar outras relações possíveis de serem encontradas etc.

d)      Metodologia:

É a que abrange maior número de itens, pois responde a um só tempo, às questões como?, com quê?, onde?, quanto?. Corresponde aos itens:

Método de abordagem:

Que engloba:

-         método indutivo- cuja aproximação dos fenômenos caminha geralmente para planos cada vez mais abrangentes, indo das constatações mais particulares às leis e teorias.

-         Método dedutivo- que, partindo das teorias e leis, na maioria das vezes prediz a ocorrência dos fenômenos particulares;

-         Método hipotético-dedutivo- que se inicia pela percepção de uma lacuna nos conhecimentos acerca da qual formula hipóteses e, pelo processo de inferência dedutiva, testa a predição da ocorrência de fenômenos abrangidos pela hipótese;

-         Método dialético – que penetra o mundo dos fenômenos através de sua ação recíproca, da contradição inerente ao fenômeno e da mudança dialética que ocorre na natureza e na sociedade.

Métodos de procedimento:

            Constituem etapas mais concretas da investigação, com finalidade restrita em termos de explicação geral dos fenômenos menos abstratos. Pressupõem uma atitude concreta em relação ao fenômeno e estão limitadas a um domínio particular. Por exemplo, nas ciências sociais, os principais métodos de procedimento são: histórico, comparativo, estatístico, estudo de caso e tipológico.

Embasamento teórico:

            Respondendo ainda à questão como?, aparecem aqui os elementos de fundamentação teórica da pesquisa e, também, a definição dos conceitos empregados.

 

Teoria de base:

           A finalidade da pesquisa científica não é apenas um relatório ou descrição de fatos levantados empiricamente, mas o desenvolvimento de um caráter interpretativo, no que se refere aos dados obtidos. Para tal, é imprescindível correlacionar a pesquisa com o universo teórico, optando-se por um modelo teórico que sirva de embasamento à interpretação do significado dos dados e fatos colhidos ou levantados.

 

Revisão da bibliografia:

            Pesquisa alguma parte hoje do zero. Mesmo que exploratória, isto é, de avaliação de uma situação concreta desconhecida, em um dado local, alguém ou um grupo já deve ter feito pesquisas iguais ou semelhantes, ou mesmo complementares de certos aspectos da pesquisa pretendida. Uma procura de tais fontes, documentais ou bibliográficas, torna-se imprescindível para a não-duplicação de “lugares-comuns” no trabalho.

 

4)     Bibliografia:

A bibliografia final, apresentada no projeto de pesquisa, abrange os livros, artigos, publicações e documentos utilizados, nas fases:

-         metodologia da pesquisa;

-         instrumental teórico e ;

-         revisão da bibliografia.

·        Normas técnicas para a configuração do trabalho

Todo trabalho científico obedece a uma norma internacional de apresentação, quer seja monografia, dissertação ou tese.

 

Tamanho das folhas e disposição do texto

O tamanho das folhas deve corresponder ao “ofício”, isto é, 31.5 cm por 21.5 cm, impressas somente na frente (o verso deve permanecer em branco). O texto deve ser datilografado /digitado em espaço dois, com o seguinte espaçamento:

 

Margem superior – 3 cm

Margem inferior – 3 cm

Margem direita – 2 cm

Margem esquerda – 3,5 cm

 

Estas distâncias são constantes ao longo do trabalho. A numeração que se indica depois da página de rosto utiliza nas anteriores à introdução. Algarismo romanos. A numeração com algarismo arábicos começa na primeira página da introdução, mas leva em consideração todas as páginas anteriores, numeradas ou não. Portanto, o primeiro número a ser escrito poderá  ser 6,7,8 ou qualquer outro número. Esses algarismo devem ser colocados no centro ou à direita, no alto da folha, a 1.5cm da margem superior.

Os dizeres indicativos da Introdução, dos capítulos em que se divide o corpo do     trabalho, da conclusão etc. vêm em página separada, no centro; esta página não é numerada mas se conta para efeito de numeração.

Os parágrafos podem obedecer a 5, 7 ou 10 espaços adiante das margem esquerda.

A numeração dos capítulos é feita em algarismo, não seguidos de ponto e prescinde da palavra ‘capítulo’. As subdivisões são numeradas com algarismo consecutivos, separados por ponto. Exemplo: 1, 1.1, 1.1.1. Para evitar exageros na formação numérica consecutiva, recomenda-se depois de 4 algarismos, a utilização de letras maiúsculas, minúsculas ou números, seguidos de meio parêntese. Exemplo: A), a), 1).

O corpo do texto deve ser com a fonte 12 (os títulos e subtítulos podem ter corpo maior). O texto deve ser justificado (à direita e à esquerda).

A capa do trabalho contém os seguintes elementos: no alto da página, o nome do autor: bem no centro da página o título do trabalho (completo, incluindo subtítulo), seguido da indicação do número de volume, se houver mais de um; embaixo, no centro, a cidade e o ano.

 

Referências bibliográficas:

           

A indicação bibliográfica no texto assim como as notas de rodapé ou notas no final dos capítulos referem-se principalmente às citações feitas ao longo do trabalho.

 

 Citações:

            As citações são elementos retirados de fontes bibliográficas e documentais, úteis ou necessárias para o desenvolvimento do raciocínio do leitor e  corroboração das idéias do autor.

            Há duas formas de fazer citações: transcrição literal ou síntese da idéia expressa. Em ambos os casos, a fonte deve ser identificada.

 

Características:

a) quando literal, a citação deve ser copiada ao pé da letra e colocada entre aspas. Apresentando o texto erro tipográfico ou do autor citado, em relação a determinadas palavras, ou havendo estranheza  do autor do trabalho quanto às palavras ou expressões empregadas, após as mesmas deve ser colocado o termo sic, em minúsculas e entre colchetes, significando que o transcrito encontrava-se assim mesmo no original;

Exemplo:

            “A crítica dialética é conhecida como demolição de todos os conceitos estabelecidos, adquiridos, cristalizados, mumificados [sic] e dos quadros de referências teóricas”.

 

b) quando se extrai uma parte ou parágrafo de um texto, em citação literal, o mesmo pode perder seu significado. Dessa forma, necessita-se, para sua compreensão, de um esclarecimento,  o qual deve ser intercalado, entre colchetes;

            Exemplo:

                        “Essa hipótese [estratégica] surge graças ao caráter aleatório dos processos dinâmicos reais”

 

c) quando já se encontram palavras ou trechos, em uma passagem citada literalmente, colocadas entre aspas pelo autor, estas transformam-se em apóstrofos;

            Exemplo:

                        “A ligação dos quadros de referência com o pólo teórico nem por isso deixa de ser orgânica; eles fornecem a este último ‘hipóteses de pesquisa’.”

 

d) quando  em uma passagem, citada de forma literal deseja-se suprimir uma ou mais

    palavras, por não interessar a sua transcrição, tal omissão deve ser indicada por  reticências, precedidas e seguidas por espaços, no início e final do texto e entre parênteses, no meio;

            Exemplo:

                        “As diferentes escalas de observação criam fenômenos diversos e (...) existem estruturas novas...”

 

e)      quando se pretende das ênfase a palavras ou trechos de uma citação literal, deve-se sublinhá-la ( grifá-la) indicando a transformação com a expressão “o grifo é meu” ou “o grifo é nosso” colocada imediatamente após a citação, entre parênteses;

Exemplo:

            “A reflexão crítica só se desenvolve em oposição a corpos teóricos estabelecidos.” ( o grifo é nosso).

 

f)        quando citam textos em língua estrangeira, os mesmo devem ser traduzidos para figurarem no corpo do trabalho, pois este tem de ser escrito em uma só língua. Havendo interesse em apresentar a versão original, esta deve constar das notas de rodapé ou notas no final dos capítulos;

 

g)      quando a citação literal ultrapassa três linhas, para alguns especialistas, ela deve ser colocada em parágrafo especial, cuja margem esquerda coincide com o parágrafo utilizado no trabalho, e o parágrafo do texto citado deve adentrar-se tantos espaços quantos são utilizados para o parágrafo normal ( 5, 7 ou 10). O espaço entre as linhas deve ser menor do que o apresentado no texto.

 

h)      Quando a citação não é literal, mas coincide em síntese da idéia expressa, o texto é escrito normalmente. As alterações e os acréscimos não devem, entretanto, desvirtuar o sentido do texto original. Não esquecer a indicação da fonte.

 

Indicação da fonte das citações

 

            Na indicação das citações podem ser adotadas expressões latinas:

-         Idem ou Id.: inteiramente igual à citação precedente;

-         Ibidem ou Ibid.: na mesma obra;

-         opus citatum ou op.cit.: obra citada anteriormente;

-         passim: por toda a obra;

-         apud: citado por (a ser evitado ).

 

No sistema de autor-data, o envio se faz à lista de referências bibliográficas no final da obra, segundo o sobrenome e nome do autor e a data da edição. A chamada, sempre entre parênteses, deve estar no meio do texto ou antes do ponto final da frase.

Caso se queira colocar a página onde se encontra a citação, esta deve vir após o ano: (Sobrenome,ano,p.51) ou (Sobrenome, ano, p.51-53).

Quando houver mais de um autor com o mesmo sobrenome, acrescenta-se a este a inicial do nome: Exemplo: (Carvalho, M., 1998) e  (Carvalho, F.,1998).

As referências bibliográficas contêm todos os livros e artigos citados ao longo do trabalho; a Bibliografia contém todos os livros citados nas referências bibliográficas mais os que foram utilizados mas que não foram citados.  Um trabalho pode conter as duas (Bibliografia e referências bibliográficas), ou apenas uma delas; deve portanto conter necessariamente ao menos uma das duas.

As referências bibliográficas devem seguir o seguinte modelo: a primeira linha mantém-se encostada na margem; as linhas subsequentes deslocam-se a 1 cm da margem; o sobrenome do autor vem em maiúscula, seguido de vírgula e seu nome (e outros sobrenomes se for o caso), o nome (e sobrenome) do autor é indicado como constar no trabalho referenciado; o título da obra vem  em itálico com apenas a primeira letra em maiúscula; segue-se a cidade da edição, dois pontos e o nome da editora (sem a palavra ‘editora’), uma vírgula e o ano da publicação.

Exemplo:

      SOBRENOME, Nome. Título do livro em itálico. Cidade: nome da editora, ano

 

Caso não se trate da primeira  edição, o número da edição deve vir antes da cidade:

SOBRENOME, Nome. Título. 11ª ed. Cidade: editora, ano.

 

Caso queira incluir o número de páginas do livro, este vem após a data da publicação: SOBRENOME, Nome. Título. Cidade: editora, ano. 234 p.

 

Caso queira incluir o nome da coleção e o número este vem entre parênteses após o número de páginas do livro, sem a palavra ‘coleção’.

SOBRENOME, , Nome. Título. Cidade: editora, ano. 234 p. (Clássicos, n.º 123)

 

No caso de traduções:

 

SOBRENOME, , Nome. Título. Tradução de [Nome e Sobrenome do tradutor] Cidade: editora, ano. 234 p.

 

Caso queira que conste o título original (na língua original), este vem no final de tudo:

SOBRENOME, , Nome. Título. Tradução de [Nome e Sobrenome do tradutor] Cidade: editora, ano. 234 p. Título original: [Título original sem itálico].

 

No caso de artigos de livro, o título do artigo não vem em itálico, mas sim entre aspas, e após o ano da edição deve constar o número das páginas ocupadas pelo artigo na obra:

SOBRENOME, Nome. “Título do artigo”. in Título do livro em itálico. Cidade: editora, ano. 234 p.

 

No caso de revista especializada, indicar o n.º do volume, o n.º do fascículo, as páginas inicial e final do artigo na revista, o mês ou meses e o ano de publicação:

SOBRENOME, Nome. “Título do artigo”. in Título da revista em itálico,v.1,nº 12, jan./mar. 1998.Cidade: editora,  234 p.

 

   No caso de matérias de jornal:

      SOBRENOME, Nome. “Título do artigo”. in Nome do jornal em itálico. Cidade, dia , mês, ano. Caderno, p.4

 

No caso de serem até três autores:

     

      SOBRENOME, Nome. SOBRENOME, Nome SOBRENOME, Nome Título do livro em itálico. Cidade: nome da editora, ano

 

    No caso de serem mais de três autores, acrescenta-se ao final dos três nomes a expressão et alli (= e outros):

 

      SOBRENOME, Nome. SOBRENOME, Nome SOBRENOME, Nome et alli. Título do livro em itálico. Cidade: nome da editora, ano

 

Caso um deles seja  o organizador do livro:

 

SOBRENOME, Nome (org.) Título do livro em itálico. Cidade: nome da  editora, ano, 267 p.

 

O nome do autor de várias obras citadas deve ter  seu nome substituído por um travessão nas referências seguintes à primeira:

 

 SOBRENOME, Nome. Título do livro em itálico. Cidade: nome da editora, ano

 

__________. Título do livro em itálico. Cidade: nome da editora, ano

 

      No caso de obras sem autor específico, utiliza-se o nome da obra ou instituição no lugar do nome do autor:

 

BIBLIOTECA NACIONAL. Relatório tal, 1984. Rio de Janeiro, 1985. 67p.

 

Para referências consultadas na internet:

 

SOBRENOME DO AUTOR, Nome. Nome da página em itálico. www.endereço_do_site [o endereço também pode vir sublinhado, ou entre os sinais < e >], março de 1998 [a data em que a página foi consultada no ar].

 

Caso não haja autor assinando  o texto:

Nome da página em itálico. www.endereço_do_site, março de 1998.

 Ou:

SITE DA BIBLIOTECA NACIONAL, Nome da página em itálico.   www.endereço_do_site, março de 1998.

 

Caso trate-se de um artigo:

“Título do artigo entre aspas” in Nome da página em itálico. www.endereço_do_site, março de 1998.

Ou:

SOBRENOME DO AUTOR, Nome. “Título do artigo entre aspas” in Nome da página em itálico. www.endereço_do_site, março de 1998.

Bibliografia:

LAKATOS, Eva Maria. MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Atlas, 1992.

MARTINS, André. Manual para a elaboração de projetos de   pesquisa. Rio de Janeiro: Gama Filho, 1998.

BOM TRABALHO !!!!

DESEJO QUE OBTENHA MUITO SUCESSO!

 

          Um abraço,

          Cristina G. Machado de Oliveira