Protesto em Manila, Filipinas

24 de Novembro: Manifestantes anti-ASEAN (Association of Southeast Asian Nations) foram espancados pela polícia de choque e atacados com um canhão de água durante os protestos em frente da Philippine International Convention Centre em Manila, o lugar da 3ª cimeira informal da ASEAN e encontros preparatórios. Protestou-se contra a liberalização do investimento e do comércio.

30 de Novembro: Milhares de membros da união esquerdista e ativistas marcharam até à embaixada dos E.U.A. e até perto do palácio presidencial em Malacanang contra a presença das Filipinas na OMC. Cerca de 8000 pessoas estiveram nos protestos em frente à embaixada e noutros lugares de Manila. Os ativistas gritaram palavras de ordem contra a cimeira da OMC, em Seattle, clamando que as conversações levariam à importação desnecessária de comida e à queda dos lucros dos agricultores locais.

Milhares de pessoas também protestaram nas cidades de Bacolod e Iloilo no centro das Filipinas. Em Iloilo, os protestos eram contra a Lei Mineira de 1995 que permite 100 por cento de investimento estrangeiro em projetos locais, mas que tem sido desafiada por tribos que declaram que os bens naturais são uma herança que não deve ser explorada por companhias estrangeiras. O Tribunal Supremo ainda não resolveu o caso. Em Bacolod protestava-se contra os planos do Presidente Joseph Estrada em alterar a constituição de modo a permitir um maior investimento estrangeiro, segundo algumas testemunhas.

3 de Dezembro: Os manifestantes tentaram, à força, entrar pelos portões da embaixada dos Estados Unidos da América em Manila para uma "ação trovejante" contra as violentas prisões e tratamento dos manifestantes contra a OMC no encontro em Seattle.

 

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