Lógica Paraconsistente
O desenvolvimento da lógica paraconsistente foi iniciada para
contrariar o principio lógico de que tudo vem de premissas contraditórias,
ex contradictione quodlibet (ECQ). Façamos
ser uma relação de consequencia lógica, definido ou semanticamente
ou teoricamente provado. Vamos dizer que
é explosivo se e somente se para cada fórmula A e B, {A,
~A}
B. Lógica
clássica, lógica intuicionista, e a maioria das outras lógicas
padrão são explosivas. Uma lógica é dita como sendo
paraconsistente se e somente se sua relação de consequência
lógica não é explosiva.
A história moderna da lógica paraconsistente é relativamente
curta. Essa matéria tem provado ser um importante desenvolvimento na
lógica por muitos motivos. Isto involve as motivações para
o assunto, suas implicações filosóficas e suas aplicações.
Na primeira metade deste artigo, nós iremos rever alguns destes. À
seguir, nós daremos alguma idéia da construção técnica
básica involvida nas lógicas paraconsistentes. Outras discussões
podem ser encontrados nas referências dadas no final do artigo.
O maior motivo da lógica paraconsistente é o fato de que há
teorias que são inconsistentes mas não-triviais. Claramente, um
vez que nós admitamos a existência de tais teorias, suas lógicas
fundamentais devem ser paraconsistente. Exemplos de teorias inconsistentes mas
não-triviais são fáceis de produzir. Um exemplo pode ser
derivado da história da ciência. (Na verdade, muitos exemplos podem
ser tirados desta área.) Considere a teoria do átomo de Bohr. De
acordo com ela, um elétron orbita o núcleo do átomo sem radiar
energia. Entretanto, de acordo com as equações de Maxwell, que formou
parte integral da teoria, um elétron que está acelerando em órbita
deve irradiar energia. Portanto a consequencia de Bohrs do comportameto do átomo
era inconsistente. Ainda, evidentemente, nem tudo sobre o comportamento dos elétrons
foi inferida disto. Portanto, qualquer mecanismo de inferência que fundamentou
isso, deve ter sido paraconsistente.
A importancia da lógica paraconsistente também segue condições,
mais controversicamente, mas como algumas pessoas tem dito, existe verdadeiras
contradições (dialetheias), ex., há sentenças, A,
tal que ambos A e ~A são verdadeiras. Se existe dialetheias então
algumas inferencias da forma {A, ~A}
B devem falhar. Pois apenas conclusões verdadeiras são validadas
das premissas verdadeiras. Portanto lógcia tem que ser paraconsistente.
Um exemplo plausível de dialetheia é o paradoxo mentiroso.
Considere a sentença: Esta sentença não é verdadeira.
Há duas opções: ou a sentença é verdadeira
ou não é. Suponha ser verdadeira. Então o que ela diz é
o oposto. Portanto a sentença não é verdadeira. Suponha agora
que não seja verdadeira. Isto é o que ela diz. Portanto é
verdadeira. Nos dois casos é verdadeiro e não verdadeiro.
Lógica paraconsistente é considerada não apenas por considerações
filosóficas, mas também por suas aplicações e implicações.
Uma das aplicações é a conclusão automatizada
(processamento de informação). Considere um computador que
armazena uma grande quantidade de informações. Enquanto o computador
armazena a informação, é também usado para operá-la,
e, crucialmente, para inferir dela. Agora é bem comum para o computador
conter informações inconsistente, por causa de erros pelo operador
de entrada de dados ou por causa de multiplas origens. Isto é certamente
um problema para operações de banco de dados com provadores de teoremas,
e portanto tem tomado muita atenção dos cientistas de computação.
Técnicas para remoção de informação inconsistente
tem sido investigadas. Todas elas ainda tem aplicações limitadas,
e, em todo caso, não são garantidas de produzir consistência.
(Não há algoritmo para falsidade lógica.) Portanto, mesmo
se os passos são tomados para se livrar de contradições quando
elas são encontradas, um fundamento da lógica paraconsistente é
desejado se contradições escondidas não são feitas
para gerar respostas não genuinas para as questões.
Como parte das pesquisas de inteligência artificial, revisão de
crença é uma das áreas que tem sido estudada mais amplamente.
Revisão de crença é o estudo da racionalidade revisando corpos
de crença tomando em consideração nova evidência. Notoriamente,
pessoas tem crenças inconsistentes. Elas podem ser até racionais
em fazê-las. Por exemplo, podem ter aparentemente evidencias que superam
alguma coisa e sua negação. Podem haver até casos onde é
impossível eliminar tla inconsistência. Por exemplo, considere o
"paradoxo do prefácio". Uma pessoal racional, após pesquisas
completas, escreve um livro no qual ele afirma A1, ... , An. Mas eles estão
também à par de que nenhum livro de qualquer complexidade contém
apenas verdades. Então eles racionalmente acreditam em ~(A1 & ... &
An) também. Portanto, princípios de revisão de crença
racional devem trabalhar em partes inconsistentes de crenças. Contas padrões
de revisão de crença, ex., a do Gärdenfors et al., tudo
falha em fazer isso uma vez que eles são baseados em lógica clássica.
Uma razão mais adequada é baseada em uma lógica paraconsistente.
Outras aplicações da lógica paraconsistente diz respeito
às teorias da significância matemática. Exemplos de tais teorias
são formalmente semânticas e teoria dos grupos.
Semânticas é o estudo que tem por objetivo descrever um entendimento
teórico de significado. Maioria das afirmações de semânticas
implica que para descrever o significado de uma sentença é, de
alguma forma, descrever suas condições-verdades. Agora, prima
facie de qualquer forma, verdade é um predicado caracterizado pelo esquema
Tarski T:
T(A)
A,
onde A é uma sentença e A é seu nome.
Mas dado qualquer significado padrão de auto-referência, ex., aritimetização,
alguém pode construir uma sentença, B, que significa que ~T(B).
O esquema T diz que T(B)
~T(B). Então segue que T(B) & ~T(B). (Isto
é, claramente, apenas o paradoxo da mentira.)
A situação é similar na teoria do grupo. O ingênuo,
e intuitivamente correto, axiomas da teoria de grupo são o Esquema
de Compreensão e Princípio da Extensionalidade:
(
y)(x)(x
y
A)
(x)(x
y
x
z)
y = z
onde x não ocorre livre em A. Como foi descoberto por Russell, qualquer
teoria que contém o Esquema de Compreensão é inconsistente.
Pondo `y
y' para A no esquema de Compreensão e instanciando o quantificador
existencial para um arbitrário tal objeto `r' resulta:
(y)(y
r
y
y)
Então, instanciando o quantificador universal para `r' resulta:
r
r
r
r
Então segue que r
r & r
r.
O padrão que se aproxima à estes problemas de inconsistência
são, de longe, vantajosos. Entretanto, uma aproximação
paraconsistente torna possível ter teorias de verdade e grupos no qual
as intuições fundamentais sobre essas noções são
respeitadas. As contradições podem ser permitidas que apareçam,
mas não precisam infectar o resto da teoria.
Lógica paraconsistente também tem ramificações filosóficas
importantes. Um exemplo deste fato é o teorema de Gödel. Uma versão
do primeiro teorema incompleto diz que para qualquer teoria axiomatica da aritmética,
que pode ser reconhecidamente confiável, haverá uma verdade aritmética
- que quer dizer, sua sentença Gödel - não pode ser provado,
mas que pode ser estabelicido como verdade por corretas razões intuitivas.
O coração do teorema de Gödel é, na verdade, um paradoxo
que diz respeito à sentença, G, `Esta sentença não
é provável'. Se G é provável, então é
verdade e não provável. Logo G está provado. Entretanto G
é verdade e improvável. Se um fundamento da lógica paraconsistente
é usado para formalizar a aritmética, e a teoria consequentemente
permitida ser inconsistente, a sentença Gödel pode muito bem ser provável
na teoria (essencialmente pela conclusão acima). Então uma aproximação
paraconsistente à aritmética supera as limitações
da aritmética que é suposta (por muitos) vir do teorema de Gödel.
A discussão anterior indica algumas das motivações da lógica
paraconsistente, suas aplicações e implicações. Nós
iremos agora indicar algumas das principais aproximações de paraconsistência.
Existem muitas lógicas paraconsistentes diferentes. A maioria delas podem
ser definidas em termos de uma semântica que permite ambos A e ~A em sustentar
uma interpretação. Validade é então definida em termos
da preservação de sustentar uma interpretação, e então
ECQ falha. Nós iremos ilustrar isto com quatro tipos de lógicas
paraconsistentes proposicionais: não-adjuntiva, não-verdade-funcional,
múltiplo-valor, e relevante. (Lógicas paraconsistentes
quantificadas são extensões destas.) Em todos os seguintes sistemas,
não apenas ECQ falha, mas também Silogismo Disjuntivo (SD), definida
como a seguinte regra de inferência: {A, ~A
B}
B.
Em particular, então, se um define o material condicional, A
B, como ~A
B (como
de costume) então modus ponens para isto falha.
Vamos começar com sistemas não-adjuntivos, assim chamado por causa
da inferencia de que A e B para A & B falha. O primeiro destes a ser produzido
foi também a primeira lógica paraconsistente formal. Esta foi lógica
discussica (ou discursiva) de Jaskowski. Em um discurso, cada participante
propõe alguma informação, crenças, ou opiniões.
O que é verdade em um discurso é a soma das opiniões dadas
pelos participantes. A opinião de cada participante são tomadas
como auto-consistente, mas podem ser inconsistente com a dos outros. Para formalizar
a idéia, tome uma interpretação, I, para ser uma lógica
modal padrão, digamos S5. A crença de cada participante é
o grupo de sentenças verdadeiras em um mundo possível I.
Logo, A depende de I se e somente se A depende de algum mundo em
I. Claramente, um pode ter ambos A e ~A (mas não A & ~A) assegurando
uma interpretação. Uma vez que modus ponens para
falha, Jaskowski introduziu um conectivo que ele chamou implicação
discussiva,
d, definida como
(A
B). É fácil
checar que em S5 implicação discussiva satisfaz modus
ponens.
O estudo do sistema de não-verdade-funcional foi iniciado por da Costa
(que também produziu vários outros tipos de sistemas). A principal
idéia aqui foi manter o aparelho de alguma lógica positiva, digamos
clássico ou intuicionista, mas para permitir negação em uma
interpretação para se comportar não-verdadeiramente-funcional.
Logo, tome uma interpretação em sendo uma função na
qual os mapas de fórmulas para 1 ou 0; & ,
,
e
comportam-se como de costume
(clássico), mas o valor de ~A é independente de A. Em particular,
ambos podem conter o valor 1. Negação não tem propriedades
significativas sobre essas semânticas. Várias propriedades de negação
podem ser obtidas adicionando mais restrnições à interpretação.
Se nós adicionarmos o requerimento de que, paraa qualquer A, ou A ou ~A
devem ter o valor 1 (usando a Lei do Meio Excluído) e que todavez ~~A tem
o valor 1, e também A, nós obtemos o princípio do sistema
de da Costa Ci , para i finito. Se nós começarmos
com uma semântica apropriada para lógica intuicionista positiva,
e continua no mesmo caminho, nós obtemos lógica da Costa C
.
Se nós escrevermos A
para ~(A & ~A) então é natural tomar isso como expressando
a consistência de A. Postulados posteriores restringindo como A
se comporta diferencia entre os sistemas Ci para i finito.
Talvez o jeito mais simples de gerar lógica paraconsistente, proposto por
Asenjo, é usar uma lógica de múltiplo-valor, que é,
uma lógica com mais do que dois valores verdades. As fórmulas que
suporta interpretações de múltiplos-valores são aquelas
que tem um valor diro como designado. Uma lógica de múltiplo-valor
consequentemente será paraconsistente se permite uma fórmula e sua
negação ser designada. a estratégia mais simples é
usar três valores verdades: verdadeiro (apenas) e falso
(apenas), que funciona como na lógica clássica, e ambos
verdadeiro e falso (que, naturalmente, é um ponto fixo para negação).
Ambas variedades para verdade são designados. Esta é a aproximação
da lógica paraconsistente LP. Se alguém soma um quarto do valor,
nem verdadeiro nem falso, que se comporta de um jeito apropriado, obtém-se
a semântica de Dunn para Necessidade de Primeiro Grau. Se alguém
toma os valores verdade sendo números reais entre 0 e 1, com um grupo ajustável
de valores designados, a lógica será uma lógica natural paraconsistente
fuzzy.
Lógica relevante foi iniciada por Anderson e Belnap. semânticas-mundo
para eles foi desenvolvida por R. e V. Routley e Meyer. Em uma interpretação
para tais lógicas, conjução e disjunção se
comportam do jeito normal. Mas cada mundo, w, tem um mundo associado, w*;
e ~A é verdade em w se e somente se A é falso,
não em w, mas w*. Logo, se A é verdadeiro em w,
mas falso em w*, A & ~A é verdade em w. Para obter
as lógicas relevantes padrões, alguém precisa adicionar a
restrinção que w** = w. Como é evidente, negação
nestas semânticas é um operador intensional. (Há também
versões de semânticas-mundo para lógicas relevantes baseada
na semântica de quatro-valores de Dunn. Neste caso, negação
é extensional.)
A importante relação com a lógica relevante não
é tanto com a negação quanto com um conectivo condicional,
(satisfazendo modus ponens).
Semânticas para isto são obtidas moldando cada interpretação
com uma relação ternária, R. Na semântica
simplificada de Priest, Sylvan e Restall, mundos são divididos em normais
e não-normais. Se w é um mundo normal, A
B é verdadeiro em w
se e somente se em todos os mundos onde A é verdadeiro, B é verdadeiro.
Se w é não-normal, A
B é verdadeiro em w se e somente se para todo x, y,
tal que Rwxy, se A é verdadeiro em x, B é
verdadeiro em y. (Validade é definido com preservação
verdadeira sobre mundos normais.) Isto dá o ba'sico da lógica
relevante, B. Lógicas mais fortes, tal como a lógica R, são
obtidas adicionando restrinções na relação ternária.
Maiores detalhes sobre lógica
relevante pode ser encontrado no artigo deste tópico nesta enciclopédia.
Para Lógica Paraconsistente e Paraconsistência em geral, veja:
- Priest, G., Routley, R., and Norman, J. (eds.) Paraconsistent
Logic: Essays on the Inconsistent, Philosophia Verlag,
München, 1989.
- Priest, G. "Paraconsistent Logic", Handbook of Philosophical
Logic (second edition), forthcoming.
Sobre Dialeteismo, veja:
- Priest, G. "Logic of Paradox", Journal of Philosophical
Logic, Vol. VIII, pp. 219-241, 1979.
- Priest, G. In Contradiction: A Study of the
Transconsistent, Martinus Nijhoff, Dordrecht, 1987.
Para Conclusões Automatizadas, veja:
- Belnap, N.D., Jr. "A Useful Four-valued Logic: How a computer
should think", Entailment: The Logic of Relevance and
Necessity, Vol II, A.R. Anderson, N.D. Belnap, Jr, and J.M. Dunn,
Princeton University Press, 1992, first appeared as "A Usuful
Four-valued Logic", Modern Use of Multiple-valued Logic,
J.M. Dunn and G. Epstein (eds.), D.Reidel Publishing Company,
Dordrecht, 1977, and "How a Computer Should Think", Comtemporary
Aspects of Philosophy, G. Ryle (ed.), Oriel Press, 1977.
Para Revisão de Crença, veja:
- Restall, G. and Slaney, J. "Realistic Belief Revision", Technical
Report: TR-ARP-2-95, Automated Reasoning Project, Australian National
University, 1995.
- Tanaka, K. "Paraconsistent Belief Revision", to appear.
Para Sistemas Não-Adjuntivos, veja:
- Jaskowski, S. "Propositional Calculus for Contradictory Deductive
Systems", Studia Logica, Vol. XXIV, pp. 143-157, 1969, first
published as "Rachunek zdah dla systemow dedukcyjnych sprzecznych",
Studia Societatis Scientiarun Torunesis, Sectio A, Vol. I,
No. 5, pp. 55-77, 1948.
- da Costa, N.C.A. and Dubikajtis, L. "On Jaskowski's Discussive
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- Schotch, P.K. and Jennings, R.E. "Inference and Necessity",
Journal of Philosophical Logic, Vol. IX, pp. 327-340, 1980.
Para Sistemas Não-Verdade-Funcional, veja:
- da Costa, N.C.A. "On the Theory of Inconsistent Formal Systems",
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pp. 497-510, 1974.
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No. 4, pp. 621-630, 1977.
- Loparic, A. "Une etude semantique de quelques calculs
propositionnels", Comptes Rendus Hebdomadaires des Seances de
l'Academic des Sciences, Paris 284, pp. 835-838, 1977.
Para Sistemas de Múltiplos-Valores, veja:
- Asenjo, F.G. "A Calculus of Antinomies", Notre Dame Journal of
Formal Logic, Vol. XVI, pp. 103-5, 1966.
- Dunn, J.M. "Intuitive Semantics for First Degree Entailment and
Coupled Trees", Philosophicl Studies, Vol. XXIX, pp. 149-68,
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- Kotas, J. and da Costa, N. "On the Problem of Jaskowski and the
Logics of Lukasiewicz", Non-Classical Logic, Model Theory and
Computability, A.I. Arruda, N.C.A da Costa, and R. Chuaqui (eds.),
North Holland Publishing Company, Amsterdam, pp. 127-39, 1977.
Para Sistemas Relevantes, veja:
- Dunn, J.M. "Relevant Logic and Entailment", Handbook of
Philosophical Logic, Vol. III: Alternatives to Classical
Logic, D. Gabbay and F. Guenthner (eds.), D.Reidel Publishing
Company, Dordrecht, pp. 117-224, 1986.
- Routley, R., Plumwood, V., Meyer, R.K., and Brady,
R.T. Relevant Logics and Their Rivals, Atascadero, Ridgeview,
CA, 1982.
- Restall, G. "Simplified Semantics for Relevant Logics (and some of
their rivals)", Journal of Philosophical Logic, Vol. XXII,
pp. 481-511, 1993.
dialetheism |
logic: relevance |
mathematics: inconsistent
Copyright © 1996 by
Graham Priest
ggp@lingua.cltr.uq.oz.au
and
Koji Tanaka
bluesky@lingua.cltr.uq.oz.au
Traduzido da Stanford Encyclopedia por Fabrício Olivetti de França.
First posted: September 24, 1996
Last modified: September 25 1996