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Roqueiro precoce, aos 12 anos tocava com os Cave
Man, banda de
cover dos Beatles.
Ao longo dos anos 70, emprestaria sua guitarra ao
Albatroz, Veludo Elétrico, Veludo e Vímana, no qual tocou com o
então flautista Ritchie e o baterista Lobão. Depois de um tempo como
músico free lancer, estreou carreira solo, com o nome de Luís
Maurício, lançando um compacto.
Em 1981, já como Lulu Santos, lançou
o compacto com “Tesouros da Juventude”, parceria com o jornalista e
produtor Nelson Motta.
Em 1982, lançou seu LP de estréia, “Tempos
Modernos”, cuja faixa-título se tornaria seu primeiro grande
sucesso.
Seguiriam-se os LPs “O Ritmo do Momento” (1983), “Tudo
Azul” (1984), “Normal” (1985), “Lulu” (1986) e “Toda Forma de Amor”
(1988), que lhe garantiram uma invejável quantidade de sucessos: “Um
Certo Alguém”, “Como Uma Onda”, “Tão Bem”, “O Último Romântico”,
“Casa” e “A Cura”. Depois de três LPs sem a mesma repercussão de
antes – “Popsambalanço e Outras Levadas” (1989), “Honolulu” (1990) e
“Mondo Cane” (1992) –, Lulu Santos fez as pazes com o sucesso ao
enveredar pela disco-dance nos LPs “Assim Caminha a Humanidade”, “Eu
e Memê, Memê e Eu” (1995, com o produtor Marcelo “Memê”
Mansur) e
“Anticiclone Tropical” (1996).
Uma parada para a experimentação
eletrônica – o disco “Liga Lá”, de 1997 – e o músico voltou ao
formato radiofônico com “Calendário” (1999), puxado pela música
“Fogo de Palha”.
