A Dança
Tom: E Intr.: E7 E7 Não sei o que é direito Só vejo preconceito C E a sua roupa nova É só uma roupa nova E7 Você não tem idéias Pra acompanhar a moda C Tratando as meninas Como se fossem lixo E7 Ou então espécie rara Só a você pertence C Ou então espécie rara Que você não respeita E7 Ou então espécie rara Que é isso um objeto C Pra usar e jogar fora Depois de ter prazer. C7 Você é tão moderno Am Se acha tão moderno Bm Cm Mas é igual a seus pais G É só questão de idade F Passando dessa fase D Tanto fez e tanto faz. E7 Você com as suas drogas E as suas teorias C E a sua rebeldia E a sua solidão E7 Vive com seus excessos Mas não tem mais dinheiro C Pra comprar outra fuga Sair de casa então E7 Então é outra festa É outra sexta-feira C Que se dane o futuro Você tem a vida inteira E7 Você é tão esperto Você está tão certo C Mas você nunca dançou Com ódio de verdade. C7 Você é tão esperto Am Você está tão certo Bm Cm Que você nunca vai errar G Mas a vida deixa marcas F Tenha cuidado D E7 Se um dia você dançar C7 Nós somos tão modernos Am Só não somos sinceros Bm Cm Nos escondemos mais e mais G É só questão de idade F Passando dessa fase D Tanto fez e tanto faz C7 Você é tão esperto Am Você está tão certo Bm Cm Que você nunca vai errar G Mas a vida deixa marcas F Tenha cuidado D Se um dia você dançar.









Tom: Dm
Intr.: (Dm C Am)
Dm C
Uma menina me ensinou
Am
Quase tudo que eu sei
Dm
Era quase escravidão
C Am
Mas ela me tratava como um rei
Dm C
Ela fazia muitos planos
Am
Eu só queria estar ali
Dm
Sempre ao lado dela
C Am
Eu não tinha onde ir
Dm C
Mas, egoísta que eu sou,
Am
Me esqueci de ajudar
Dm C
A ela como ela me ajudou
Am
E não quis me separar
Dm
Ela também estava perdida
C Am
E por isso se agarrava a mim também
Am
E eu me agarrava a ela
C Am
Porque eu não tinha mais ninguém
Dm C Am
E eu dizia: Ainda é cedo, cedo, cedo, cedo, cedo
Dm C
Sei que ela terminou
Am
O que eu não comecei
Dm C
E o que ela descobriu
Am
Eu aprendi também, eu sei
Dm
Ela me falou: - Você tem medo
C Am
Aí eu disse: - Quem tem medo é você
Dm
Falamos o que não devia
C Am
Nunca ser dito por ninguém
Dm
ela me disse: - Eu não sei
C Am
Mais o que eu sinto por você
Dm C Am
Vamos dar um tempo, um dia a gente se vê
Dm C Am
E eu dizia: Ainda é cedo, cedo, cedo, cedo, cedo



Andréa Doria
(Dado Villa-Lobos / Renato Russo / Marcelo BONFÁ)
Tom: Dm
Introd.: Dm Em7 A4/7 Bb A4/7 F7+ G A4/7 Bb
Dm Em7 Am
Às vezes parecia que, de tanto acreditar
Dm Em7 Am
Em tudo que achávamos tão certo,
Dm Em7 Am
Teríamos o mundo inteiro e até um pouco mais:
Dm Em7 Am
Faríamos floresta do deserto
Bb Gm C
E diamantes de pedaços de vidro.
F
Mas percebo agora
Am
Que o teu sorriso
Dm
Vem diferente,
Bb Gm C
Quase parecendo te ferir.
F Am
Não queria te ver assim -
Bb C
Quero a tua força como era antes.
F Am
O que tens é só teu
Bb
E de nada vale fugir
C
E não sentir mais nada.
Dm Em7 Am
às vezes parecia que era só improvisar
Dm Em7 Am
E o mundo então seria um livro aberto,
Dm Em7 Am
Até chegar o dia em que tentamos ter demais,
Dm Em7 Am
Vendendo fácil o que não tinha preço.
Bb Gm C
Eu sei - é tudo sem sentido.
F Am
Quero ter alguém com quem conversar,
Dm Bb Gm
Alguém que depois não use o que eu disse
C
Contra mim.
F
Nada mais vai me ferir.
Am
é que já me acostumei
Bb
Com a estrada errada que eu segui
C
E com a minha própria lei.
F
Tenho o que ficou
Am
E tenho sorte até demais,
Bb C
Como sei que tens também.




Tom: C
Intr.: C G7 C G7
G7 C G7 C G7
Deixa, se fosse sempre assim quente
C G7
Deita aqui perto de mim
C G7 C G7
Tem dias em que tudo está em paz
C G7 C G7
E agora todos os dias são iguais
C C/E
Se fosse só sentir saudade
Am Bb
Mas tem sempre algo mais
C
Seja como for
C/E Am
É uma dor que dói no peito
Bb Am
Pode rir agora que estou sozinho
Bb (C G7)
Mas não venha me roubar
G7 C G7 C G7
Vamos brincar perto da usina
C G7 C G7
Deixa pra lá, a angra é dos reis
C G7 C G7
Porque se explicar se não existe perigo?
C C/E Am
Senti teu coração perfeito batendo à toa
Bb
E isso dói
C
Seja como for
C/E
é uma dor que dói no peito
Am Bb Am
Pode rir agora que estou sozinho
Bb (C G7)
Mas não venha me roubar
Bb
Vai ver que não é nada disso
Am
Vai ver que já não sei quem sou
Bb
Vai ver que nunca fui o mesmo
Am
A culpa e toda sua e nunca foi
Bb Am
Mesmo se as estrelas começassem a cair
E a luz queimasse tudo ao redor
Bb
E fosse o fim chegando cedo
Am C7
E você visse nosso corpo em chamas
(C Gm)
Deixa pra lá
C Gm
Quando as estrelas começassem a cair
C Gm
Me diz, me diz pra onde a gente vai fugir?

De: Renato Russo
Tom: A
Intr.: A D G A
(Usar notas ressoantes)
A D
Eu quis você
G A D
E me perdi Você não viu
G A
E eu não senti
D G A
Não acredito nem vou julgar
D G A
Você sorriu, ficou e quis me provocar
D G A
Quis dar uma volta em todo o mundo
D G A
Mas não é bem assim que as coisas são
D G A
Seu interesse é só traição
G
E mentir é fácil demais
D A
Mentir é fácil demais
G
Mentir é fácil demais
D A
Mentir é fácil demais
(A D G A)
D G A
Tua indecência não serve mais
D G A
Tão decadente e tanto faz
D G A
Quais são as regras? O que ficou?
D G A
O seu cinismo essa sedução
D
Volta pro esgoto baby
G A
Vê se alguém lhe quer
D G A
O que ficou é esse modelito da estação passada
D G A
Extorsão e drogas demais
D G A
Todos já sabem o que você faz
D
Teu perfume barato, teus truques banais
G A
Você acabou ficando pra trás
G
Porque mentir é fácil demais
D A
Mentir é fácil demais
G
Mentir é fácil demais
D A
Mentir é fácil demais
D
Volta pro esgoto baby
G A
Vê se alguém te quer



Tom: F
Intr.: (Bb F)
(Bb F)
Estou cansado de ouvir você falar
Em Freud, Jung, Engels e Marx
Intrigas intelectuais
Rodando em mesa de bar
Db Bb F
Ei ei ei ei ei ei
(Bb F)
O que eu quero eu não tenho
O que eu não tenho eu quero ter
Não posso ter o que eu quero
E acho que isso nada tem a ver
Db Bb F
Ei ei ei ei ei ei
F
Os tambores da selva já começaram a rufar
A cocaína não vai chegar
Conexão amaz"nica está interompida
Db Bb F
Ei ei ei ei ei ei
C Eb F
E você quer ficar maluco sem dinheiro e acha que está tudo bem
C Eb F
Mas alimento pra cabeça nunca vai matar a fome de ninguém
C Eb F
Uma peregrinação involuntária talvez fosse a solução
C Eb F
Auto-exílio nada mais é do que ter seu coração na solidão




Tom: C
Intr.: (C Bb G)
C Bb G
Vamos deixar as janelas abertas
C Bb G
Deixar o equilíbrio ir embora
C Bb G
Cair como um saxofone na calçada
G Bb G
Amarra um fio de cobre no pescoço
F Em
Acender um intervalo pelo filtro
Dm C
Usar um extintor como lençol
F Em
Jogar pólo-aquático na cama
Dm Bb G
Ficar deslizando pelo teto
C Bb G
Da nossa casa cega e medieval
C Bb G
Cantar canções em línguas estranhas
C Bb G
Retalhar as cortinas desarmadas
C Bb C
Com a faca surda que a fé sujou
F Em
Desarmar os brinquedos indecentes
Dm C
E a indecência pura dos retratos no salão
F Em
Vamos beber livros e mastigar tapetes
Dm Bb G
Catar pontas de cigarros nas paredes
C Bb G
Abrir a geladeira e deixar o vento sair
C Bb G
Cuspir um dia qualquer no futuro
C Bb C Bb G
De quem já desapareceu
F Em Dm C
Deus, Deus, somos todos ateus
F Em
Vamos cortar os cabelos do príncipe
Dm Bb G
E entregá-los a um deus plebeu
C Bb G
E depois do começo
C Bb G C
O que vier vai começar a ser o fim.




De: Renato Russo
Tom: Bb
Intr.: Bb Eb
Eb
João Roberto era o maioral
F
O nosso Johnny era um cara legal
Eb
Ele tinha um Opala metálico azul
Bb G F
Era o rei dos pegas na Asa Sul
Bb
E em todo lugar
G
Quando ele pegava no violão
Ab
Conquistava as meninas
E quem mais quisesse ver
Eb
Sabia tudo da Janis
G
Do Led Zeppelin, dos Beatles e dos Rolling
(Bb)
Stones
Eb
Mas de uns tempos prá cá
Meio sem querer
F Bb
Alguma coisa aconteceu
Eb Bb
Johnny andava meio quieto demais
G F Bb
Só que quase ninguém percebeu
G
Johnny estava com um sorriso estranho
Ab
Quando marcou um super pega no fim de semana
Eb
Não vai ser no CASEB
F (Bb)
Nem no Lago Norte, nem na UnB
Eb
As máquinas prontas, o ronco de motor
F
A cidade inteira se movimentou
Eb
E Johnny disse:
Bb
"- Eu vou prá curva do Diabo em Sobradinho
G F
e vocês ?"
Bb F/A
E os motores saíram ligados a mil
Ab Bb
Prá estrada da morte o maior pega que
existiu
F/A
Só deu para ouvir, foi aquela explosão
Ab Eb
E os pedaços do Opala azul de Johnny pelo chão
Bb F/A
No dia seguinte, falou o diretor:
Ab Eb
"- O aluno João Roberto não está mais entre nós
Bb F/A
Ele só tinha dezesseis.
Ab Eb
Que isso sirva de aviso prá vocês".
Bb F/A
E na saída da aula, foi estranho e bonito
Ab Eb
Todo o mundo cantando baixinho:
Bb F/A
Strawberry Fields Forever
Ab Eb
Strawberry Fields Forever
Bb
E até hoje, quem se lembra
F/A
Diz que não foi o caminhão
Ab
Nem a curva fatal
Eb
E nem a explosão
Bb
Johnny era fera demais
F/A
Prá vacilar assim
Ab
E o que dizem que foi tudo
Eb
Por causa de um coração partido
Bb F/A Ab Eb Bb
Um coração... um coração...um coração
Bb F/A
Bye, bye Johnny
Ab
Johnny, bye, bye
Eb
Bye, bye Johnny.




Tom: G
Intr.: G D Am D G D C Am D
G D
Vou passar
Am D
Quero ver
G D
Volta aqui
Am D
Vem você
G D
Como foi
Am D
Nem sentiu
G D
Se era falso
Am D
Ou fevereiro
C G/B
Temos paz
C G/B
Temos tempo
Am
Chegou a hora
D
E agora é aqui.
G D
Cortaram meus braços
Am D
Cortaram minhas mãos
G D
Cortaram minhas pernas
Am D
Num dia de verão
G D
Num dia de verão
Am D
Num dia de verão
G D
Podia ser meu pai
Am D
Podia ser meu irmão
C G/B
Não se esqueça
C G/B
Temos sorte
Am D
E agora é aqui
G D
Quando querem transformar
G D
Dignidade em doença
G D
Quando querem transformar
G D
Inteligência em traição
G D
Quando querem transformar
G D
Estupidez em recompensa
G D
Quando querem transformar
G D
Esperança em maldição:
G D Am D
É o bem contra o mal
G D Am D
E você de que lado está?
G D Am D
Estou do la...do do bem
G D Am D
E você de que lado está?
G D Am D
Estou do la...do do bem.
Am D
Com a luz e com os anjos
(G)
Mataram um menino
Tinha arma de verdade
Tinha arma nenhuma
Tinha arma de brinquedo
Eu tenho autorama
Eu tenho Hanna-Barbera
Eu tenho pêra, uva e maga
Eu tenho Guanabara
D
E modelos revell
Am D G D
O Brasil é o país do futuro
Am D G D
O Brasil é o país do futuro
Am D G D
O Brasil é o p
Eduardo e Mônica
(Renato Russo)
Tom: E
Introd.: (E A D E) 2 vezes
E A
Quem um dia irá dizer
D
Que existe razão
E
Nas coisas feitas pelo coração?
A
E quem irá dizer
D E
Que não existe razão?
B E
Eduardo abriu os olhos mas não quis se levantar:
A E
Ficou deitado e viu que horas eram
B E
Enquanto Mônica tomava um conhaque,
A
Noutro canto da cidade,
B
Como eles disseram.
E A
Eduardo e Mônica um dia se encontraram sem querer
D E
E conversaram muito mesmo pra tentar se conhecer.
A
Foi um carinha do cursinho do Eduardo que disse:
D E
- Tem uma festa legal e a gente quer se divertir.
A
Festa estranha, com gente esquisita:
D E
- Eu não tou legal, não aguento mais birita.
B E
E a Mônica riu e quis saber um pouco mais
A B E
Sobre o boyzinho que tentava impressionar
B E
E o Eduardo, meio tonto, só pensava em ir pra casa:
A B
- é quase duas, eu vou me ferrar.
E A
Eduardo e Mônica trocaram telefone
D E
Depois telefonaram e decidiram se encontrar.
A
O Eduardo sugeriu uma lanchonete
D E
Mas a Mônica queria ver o filme do Godard.
B E
Se encontraram então no parque da cidade
A E
A Mônica de moto e o Eduardo de camelo.
B E
O Eduardo achou estranho e melhor não comentar
A B
Mas a menina tinha tinta nos cabelos.
E A
Eduardo e Mônica eram nada parecidos -
D E
Ela era de Leão e ele tinha dezesseis.
A
Ela fazia Medicina e falava alemão
D E
E ele ainda nas aulinha de inglês.
A
Ela gostava do Bandeira e do Bauhaus,
D
De Van Gogh e dos Mutantes,
E
Do Caetano e de Rimbaud
A
E o Eduardo gostava de novela
D E
E jogava futebol-de-botão com seu avô.
A
Ela falava coisas sobre o Planalto Central,
D E
Também magia e meditação.
E o Eduardo ainda estava
A D E
No esquema "escola, cinema, clube, televisão".
B A E
E, mesmo com tudo diferente,
A
Veio mesmo, de repente,
B E
Uma vontade de se ver
B A E
E os dois se encontravam todo dia
A
E a vontade crescia,
B
Como tinha de ser.
E A
Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia,
D E
Teatro e artesanato e foram viajar.
A
A Mônica explicava pro Eduardo
D E
Coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar:
A
Ele aprendeu a beber, deixou o cabelo crescer
D E
E decidiu trabalhar;
A
E ela se formou no mesmo mês
D E
Em que ele passou no vestibular
A
E os dois comemoraram juntos
D E
E também brigaram juntos, muitas vezes depois.
A D
E todo mundo diz que ele completa ela e vice-versa,
E
Que nem feijão com arroz.
B E
Contruíram uma casa uns dois anos atrás,
A B E
Mais ou menos quando os gêmeos vieram -
B E
Batalharam grana e seguraram legal
A B
A barra mais pesada que tiveram.
E A
Eduardo e Mônica voltaram pra Brasília
D E
E a nossa amizade dá saudade no verão.
A
Só que nessas férias não vão viajar
D
Porque o filhinho do Eduardo
E A D E
Tá de recuperação.
E A
E quem um dia irá dizer
D
Que existe razão
E
Nas coisas feitas pelo coração?
A
E quem irá dizer
D (E D E)
Que não existe razão?




Eu era um lobisomem juvenil
Tom: E
Intr.: Em D A B
E D E B E D A B E
Luzes e sentido e palavra - Palavra é e o coração não pensa
A
Ontem faltou água
'Tiontem faltou luz
G
Tinha torcida gritando quando a luz voltou
B E
Não falo como você fala mas vejo bem o que você me diz
A
Se o mundo é mesmo parecido com que vejo
C
Quis acreditar no mundo do meu jeito
B
E você estava esperando voar
E G A
Mas como chegar até as nuvens com os pés no chão?
E D
Sinto muitas vezes faz sentido
E
E outras vezes não descubro o motivo
B E
Que me explique porque é que não consigo ver sentido
D A B E
No que sinto, no que procuro e desejo que faz parte do meu mundo
A G
O arco-íris tem sete cores
B E
E fui juiz supremo
A G
Vai, vem embora, volta
B E G A
Todos tem, todos tem suas próprias razões
E D
Qual foi a semente que você plantou?
E
Tudo acontece ao mesmo tempo
B E
Nem eu mesmo sei direito o que está acontecendo
D A B E Solo
E daí, de hoje em diante, todo dia vai ser o dia mais importante
C A E
Se você quiser alguém pra ser só seu
G A E
É só não se esquecer eu estarei aqui
D
Digo nada, espero o vendaval passar
E
Por enquanto eu não sei
B E
O que você me falou me fez rir e pensar
D A B E
Porque estou tão preocupado por estar tão preocupado assim
D
Mesmo se eu cantasse todas as canções
E B
Todas as canções, todas as canções
E D
Todas as canções do mundo
A B
Sou bicho do mato
E C A E
Mas se você quiser alguém pra ser só seu
G A E
É só não se esquecer eu estarei aqui
E C A E
Mas se você quiser alguém pra ser só seu
G A E
É só não se esquecer eu estarei aqui
E C A E
Mas se você quiser alguém pra ser só seu
G A E
É só não se esquecer eu estarei aqui
E C A E
Mas se você quiser alguém pra ser só seu
G A E
É só não se esquecer eu estarei aqui
G A E C A E G A E C A E G A E
Ou então não terás jamais a chave do meu coração




Tom: D
Intr.: D
D A
Sexo verbal não faz meu estilo
Em
Palavras sáo erros, e os erros são seus
G F#m Em A
Não quero lembrar que eu erro também
D A
Um dia pretendo tentar descobrir
Em
Porque é mais forte quem sabe mentir
G F#m Em A
Não quero lembrar que eu minto também
D G C Bm
Eu sei...
D A
Feche a porta do seu quarto
Em
Porque se toca o telefone pode ser alguém
G F#m Em
Com quem você quer falar
A D A Em
Por horas e horas e horas
G F#m Em A
A noite acabou, talvez tenhamos que fugir sem você
D
Mas não, não vá agora, quero honras e promessas
Em
Lembranças e histórias
G F#m Em A
Somos pássaro novo longe do ninho
D G C Bm
Eu sei...







Fábrica
(Renato Russo)
Tom: D
Introd.: D G D G
D G D
Nosso dia vai chegar,
G D
teremos nossa vez
G D
Não é pedir demais:
G
Quero justiça,
C Bm
Quero trabalhar em paz.
Am G
Não é muito o que lhe peço -
D C
Eu quero trabalho honesto
E A
Em vez de escravidão.
D G D
Deve haver algum lugar
G
Onde o mais forte
D G D
Não consegue escravizar
G
Quem não tem chance.
D A F#m A
De onde vem a indiferença
G G7+ Em A
Temperada a ferro e fogo?
D A F#m A G D Em A
Quem guarda os portíes da fábrica?
D G D G
O céu já foi azul, mas agora é cinza
D G
E o que era verde aqui já não existe mais.
C Bm
Quem me dera acreditar
Am G
Geração Coca-Cola
Tom: B
Intr.: B D A B D A
B
Quando nascemos fomos programados
D A B
A receber o que vocês nos empurraram
D A
Com os enlatados dos USA, de 9 às 6.
B
Desde pequenos nós comemos lixo
D A
Comercial e industrial
B
Mas agora chegou nossa vez
D A
Vamos cuspir de volta o lixo em cima de vocês
Refrão
B A G
Somos os filhos da revolução
B G
Somos burgueses sem religião
B A G
Nós somos o futuro da nação
A D B
Geração Coca-Cola
B
Depois de vinte anos na escola
D A
Não é difícil aprender
B
Todas as manhas do jogo sujo
D A
Não é assim que tem que ser?
B
Vamos fazer nosso dever de casa
D A
E a¡ então, vocês vão ver
B
Suas crianças derrubando reis
D A
Fazer comédia no cinema com as suas leis.
Refrão
Solo de voz
Repete Refrão

Tom: D
Intr.: G D
G D
Não tinha medo o tal João de Santo Cristo
G D
Era o que todos diziam quando ele se perdeu
G D
Deixou pra trás todo o marasmo da fazenda
G D
Só pra sentir no seu sangue o ódio que Jesus lhe deu
G D
Quando criança só pensava em ser bandido
G D
Ainda mais quando com um tiro de soldado o pai morreu
G D
Era o terror da cercania onde morava
G D
E na escola até o professor com ele aprendeu
G D
Ia pra igreja só pra roubar o dinheiro
G D
Que as velhinhas colocavam na caixinha do altar
G D
Sentia mesmo que era mesmo diferente
G D
Sentia que aquilo ali não era o seu lugar
G D
Ele queria sair para ver o mar
G D
E as coisas que ele via na televisão
G D
Juntou dinheiro para poder viajar
G D
E de escolha própria escolheu a solidão
G D
Comia todas as menininhas da cidade
G D
De tanto brincar de médico aos doze era professor
G D
Aos quinze foi mandado pro reformatório
G D
Onde aumentou seu ódio diante de tanto terror
G D
Não entendia como a vida funcionava
G D
Descriminação por causa da sua classe e sua cor
G D
Ficou cansado de tentar achar resposta
G D
E comprou uma passagem foi direto a Salvador
G D
E l7aacute; chegando foi tomar um cafezinho
G D
E encontrou um boiadeiro com quem foi falar
G D
E o boiadeiro tinha uma passagem
G D
Ia perder a viagem mas João foi lhe salvar
G D
Dizia ele "- Estou indo pra Brasília
G D
Nesse país lugar melhor não há
G D
Estou precisando visitar a minha filha
G D
Eu fico aqui e você vai no meu lugar"
G D
E João aceitou sua proposta
G D
E num ônibus entrou no Planalto Central
G D
Ele ficou bestificado com a cidade
G D
Saindo da rodoviária viu as luzes de Natal
G D
"- Meu Deus mas que cidade linda!
G D
No Ano Novo eu começo a trabalhar"
G D
Cortar madeira aprendiz de carpinteiro
G D
Ganhava cem mil por mês em Taguatinga
G D
Na sexta feira foi pra zona da cidade
G D
Gastar todo o seu dinheiro de rapaz trabalhador
G D
E conhecia muita gente interessante
G D
Até um neto bastardo do seu bisavô
G D
Um peruano que vivia na Bolivia
G D
E muitas coisas trazia de lá
G D
Seu nome era Pablo e ele dizia
G D
Que um negócio ele ia começar
G D
E Santo Cristo até a morte trabalhava
G D
Mas o dinheiro não dava pra ele se alimentar
G D
E ouvia às sete horas o noticiário
G D
Que dizia sempre que seu ministro ia ajudar
G D
Mas ele não queria mais conversa
G D
E decidiu que como Pablo ele ia se virar
G D
Elaborou mais uma vez seu plano santo
G D
E sem ser crucificado a plantação foi começar
G D
Logo logo os maluco da cidade
G
Souberam da novidade
D
"- Tem bagulho bom ai!"
G D
E João de Santo Cristo ficou rico
G D
E acabou com todos os traficantes dali
G D
Fez amigos, frequentava a Asa Norte
G D
Ia pra festa de Rock pra se libertar
G
Mas de repente
D G
Sob uma má influência dos boyzinhos da cidade
D
Começou a roubar
C G/B
Já no primeiro roubo ele dançou
Am7 G
E pro inferno ele foi pela primeira vez
C G/B
Violência e estupro do seu corpo
Am7 G
"- Vocês vão ver, eu vou pegar vocês!"
G D
Agora Santo Cristo era bandido
G D
Destemido e temido no Distrito Federal
G D
Não tinha nenhum medo de polícia
G D
Capitão ou traficante, playboy ou general
G
Foi quando conheceu uma menina
D
E de todos os seus pecados ele se arrependeu
G D
Maria Lúcia era uma menina linda
D
E o coração dele pra ela o Santo Cristo prometeu
G
Ele dizia que queria se casar
E carpinteiro ele voltou a ser
"- Maria Lúcia eu pra sempre vou te amar
C G/B G C G/B D
E um filho com você eu quero ter"
G C
O tempo passa e um dia vem na porta um senhor
G D
De alta classe com dinheiro na mão
G
E ele faz uma proposta indecorosa
C G F
E diz que espera uma resposta, uma resposta de João
G D
"- Não boto bomba em banca de jornal
G
E nem em colégio de criança
D
Isso eu não faço não
G D
E não protejo general de dez estrelas
G D
Que fica atrás da mesa com o cú na mão
G D
E é melhor o senhor sair da minha casa
G D
Nunca brinque com um Peixes de ascendente escorpião"
G D
Mas antes de sair, com ódio no olhar o velho disse:
G D
"- Você perdeu a sua vida, meu irmão!"
G D
"- Você perdeu a sua vida, meu irmão!"
G D
"- Você perdeu a sua vida, meu irmão!"
G D
Essas palavras vão entrar no coração
G D
"- Eu vou sofrer as consequências como um cão."
G D
Não é que o Santo Cristo estava certo
G
Seu futuro era incerto
D
E ele não foi trabalhar
G D
Se embebedou e no meio da bebedeira
G D
Descobriu que tinha outro trabalhando em seu lugar
G D
Falou com Pablo que queria um parceiro
G D
Que também tinha dinheiro e queria se armar
G D
Pablo trazia o contrabando da Bol¡via
G D
E Santo Cristo revendia em Planaltina
G Ab
Mas acontece que um tal de Jeremias
F G
Traficante de renome apareceu por lá
Ab
Ficou sabendo dos planos de Santo Cristo
F G
E decidiu que com João ele ia acabar.
D#
Mas Pablo trouxe uma Winchester 22
Em
E Santo Cristo lá sabia atirar
C G/B
E decidiu usar a arma só depois
Am7 D
Que Jeremias começasse a brigar
G Ab
(O Jeremias maconheiro sem vergonha
F G
Organizou a Roconha e fez todo mundo dançar
Ab
Desvirginava mocinhas inocentes
F G
E dizia que era crente mas não sabia rezar
D/F#
E Santo Cristo há muito não ia pra casa
Em
E a saudade começou a apertar
C G/B
"- Eu vou me embora, eu vou ver Maria Lúcia
Am7 D
Já está em tempo de a gente se casar"
C G/B
Chegando em casa então ele chorou
Am7 G
E pro inferno ele foi pela segunda vez
C G/B
Com Maria Lúcia Jeremias se casou
Am7 G
E um filho nela ele fez
G Ab
Santo Cristo era só ódio pro dentro
F G
E então o Jeremias pra um duelo ele chamou
Ab
"- Amanhã, as duas horas na Ceilândia
F G
Em frente ao lote catorze é pra lá que eu vou
Ab
E você pode escolher as suas armas
F G
Que eu acabo mesmo com você, seu porco traidor
Ab
E mato também Maria Lúcia
F G
Aquela menina falsa pra que jurei o meu amor"
D/F#
E Santo Cristo não sabia o que fazer
Em
Quando viu o reporter da televisão
C G/B
Que deu a notícia do duelo na TV
Am7 D
Dizendo a hora o local e a razão
G Ab
No sábado, então as duas horas
F
Todo o povo sem demora
G
Foi lá só pra assistir
Ab
Um homem que atirava pelas costas
F
E acertou o Santo Cristo
G
E começou a sorrir
Ab
Sentindo o sangue na garganta
F
João olhou as bandeirinhas
G
E o povo a aplaudir
Ab
E olhou pro sorveteiro e pras câmeras e
F G
A gente da TV que filmava tudo ali
D/F#
E se lembrou de quando era uma criança
Em
E de tudo o que viveu até aqui
C G/B
E decidiu entar de vez naquela dança
Am7 D
"- Se a via-crucis virou circo, estou aqui."
C G/B
E nisso o sol cegou seus olhos
Am7 G
E então Maria Lúcia ele reconheceu
C G/B
Ela trazia a Winchester 22
Am7 G
A arma que seu primo Pablo lhe deu
G D
"- Jeremias, eu sou homem, coisa que você não é
G D
Eu não atiro pelas costas, não.
G D
Olha pra cá filha da puta sem vergonha
G
Dá uma olhada no meu sangue
D
E vem sentir o teu perdão"
G D
E Santo Cristo com a Winchester 22
G D
Deu cinco tiros no bandido traidor
G D
Maria Lúcia se arrependeu depois
G D
E morreu junto com João, seu protetor
C G/B
O povo declarava que João de Santo Cristo
Am7 G
Era santo porque sabia morrer
C G/B Am7
E a alta burgesia da cidade não acreditava na história
G
Que ele viram da TV
C G/B
E João não conseguiu o que queria
Am7 G
Quando veio pra Brasília com o diabo ter
C G/B
Ele queria era falar com o presidente
Am7 D
Pra ajudar toda essa gente que só faz
C Bb G
Sofrer








Tom: D
Intr.: (D A D A D E D A)
D A D
E mesmo sem te ver
E D A
Acho até que estou indo bem
D A D A
Só apareço por assim dizer,
D E
Quando convém
D A A A/G# F#m D
Aparecer ou quando quero
Bm D E A
Desenho toda a calçada
Bm D E F#m
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Bm D A
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
D A D A
Quero que saibas que me lembro
D E D A
Queria até que pudesses me ver
D A D A
És parte ainda do que me faz forte
D E
E p'ra ser honesto,
D A
Só um pouquinho infeliz
A/G#
Mas tudo bem
F#m D
Tudo bem, tudo bem...
Bm D E
La vem lá vem lá vem
A
De novo:
Bm D E F#m
Acho que estou gostando de alguém
Bm D E (A A/G# F#m D)
E é de ti que não me esquecerei
Tudo bem, tudo bem...
A A/G# F#m D
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Tudo bem, tudo bem...
A A/G# F#m D
Acho que estou gostando de alguém
Tudo bem, tudo bem...


A/G#
Tom: D
Intr.: A Am7 D G4 G
D Am7
Parece cocaína mas é isso tristeza,
D Am7
Talvez tua cidade
D Am7
Muitos temores nascem do cansaço e da solidão
D Am7 G
E o descompasso e o desperdício herdeiros são
Em
Agora da virtude que perdemos
D Am7
Há tempos tive um sonho
D Am7
Não me lembro não me lembro
F C
Tua tristeza é tão exata
F C
E hoje o dia é tão bonito
D Am7
Já estamos acostumados
D G4 G
A não termos mais nem isso
D Am7
Os sonhos vem. E sonhos vão
D Am7
O resto é imperfeito
D Am7
Disseste que se tua voz tivesse força igual
D Am7
À imensa dor que sentes
G
Teu grito acordaria
Em
Não isso a tua casa
D Am7
Mas a vizinhança inteira
D Am7 F
E há tempos nem os santos têm ao certo
C
A medida da maldade
F C
Há tempos são os jovens que adoecem
F C
Há tempos o encanto está ausente
F
E há ferrugem nos sorrisos
C
E só o acaso estende os braços
A quem procura abrigo e
A
proteção
D G
Meu amor, disciplina é liberdade
D G
Compaixão é fortaleza
D G4 G
Ter bondade é ter coragem
E ela disse:
D G
- Lá em casa tem um poço mas a água é muito limpa.


G4
(Renato Russo)
Tom: C
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G
Ter de volta todo ouro que entreguei
Em
A quem conseguiu me convencer
Que era prova de amizade
Am
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Em
Que se cortava sempre um pano-de-chão
Am
De linho nobre e pura seda.
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G
Explicar o que ninguém consegue entender:
Em
Que o que aconteceu ainda está por vir
Am
E o futuro não é mais como era antigamente.
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Em
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Am
E fala demais por não ter nada a dizer.
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G
Que o mais simples fosse visto como o mais importante,
Em
Mas nos deram espelhos
Am
E vimos um mundo doente.
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
Em
E esse mesmo Deus foi morto por vocês -
Am
é só maldade então, deixar um Deus tão triste.
F
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
C
Entenda - assim pude trazer você de volta pra mim,
F
Quando descobri que é sempre só você
C
Que me entende do inicio ao fim
F
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
C
De tudo que eu ainda não vi.
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G
Acreditar por um instante em tudo que existe
Em
E acreditar que o mundo é perfeito
Am
E que todas as pessoas são felizes.
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Em
Está em tudo e mesmo assim
Am
Ninguém lhe diz ao menos obrigado.
Dm
Quem me dera, ao menos uma vez,
G Em
Como a mais bela tribo, dos mais belos índios,
Am
Não ser atacado por ser inocente.
F
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho.
C
Entenda - assim pude trazer você de volta pra mim,
F
Quando descobri que é sempre só você
C
Que me entende do início ao fim
F
E é só você que tem a cura para o meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
C
De tudo que eu ainda não vi.
F
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente -
C
Tentei chorar e não consegui.






L'avventura
Tom: Am
Intrr.: A A7 G G7 F7+
Am
Quando não há compaixão
Ou mesmo um gesto de ajuda
F
O que pensar da vida
Am
E daqueles que sabemos
que amamos?
Dm
Qem pensa por si mesmo é livre
F
E ser livre é coisa muito séria
C
Não se pode fechar os olhos
Eb
Não se pode olhar olhar p'ra trás
G
Sem se aprender alguma coisa
F
P'ro futuro
C G/B
Corri p'ro esconderijo e olhei
Am
pela janela
F
O sol é um só mas quem sabe
Em Am
são duas manhãs
Bb
Não precisa vir se não for
p'ra ficar
F
Pelo menos uma noite
Eb Bb
três semanas
Solo G
C G
Nada é fácil, nada é certo
F Am
Não façamos do amor algo
desonesto
C G
Quero ser prudente e sempre
ser correto
F
Quero ser constante e sempre
Am
tentar ser sincero
C
E queremos fugir
G
Mas ficamos sempre sem
F Am
saber
Am
Seu olhar não conta mais
histórias
F Am
Não brota o fruto e nem a flor
Dm F
E nem o céu é belo e pratiado
C
E o que eu era eu não sou mais
Eb G
E não tenho nada p'ra lembrar
C G/B
Triste coisa é querer bem
Am F
A quem não sabe perdoar
Em
Acho que sempre te amarei
Am Bb
Só que não lhe quero mais
F
Não é desejo, nem é saudade
Eb Bb
Sinceramente nem é
verdade
Solo G
3 [ C G
V [ Eu sei por que você fugiu
E [
Z [ F Am
E [ Mas não consigo entender
S [












Intr.: ( D Bm G7M G/A )
D
Marco se ne è andato e non ritorna piú
Bm
E il treno delle 7:30 senza lui
G7M
È un cuore di metallo senza l'anima
G/A
Nel freddo del mattino grigio di città
D
A scuola il banco à vuoto, marco è dentro me
Bm
È dolce il suo respiro fra i pensieri miei
G7M
Distanze enormi sembrano dividerci
G/A
Ma il cuore batte forte dentro me
D A/C# Bm Bm/A
Chissà se tu mi penserai, se con i tuoi non parli mai
G D/F#
Se ti nascondi come me
Em G/A
Sfuggi gli sguardi e te ne stai
D A/C#
Rinchiuso in camera e non vuoi mangiare
Bm Bm/A
Stringi forte a te il cuscino
G7M D/F# Em G/A
Piangi e non lo sai quanto altro male ti farà
D (intr.)
La solitudine
D
Marco nel mio diario ho una fotografia
Bm
Hai gli occhi di bambino un poco timido
G
La stringo forte al cuore e sento che ci sei
G/A
Fra i compiti d'inglese e matematica
D
Tuo padre e i suoi consigli che monotonia
Bm
Lui con il suo lavoro ti ha portato via
G
Di certo il tuo parere non l'ha chiesto mai
G/A
Ha detto "un giorno tu mi capirai"
D A/C# Bm Bm/A
Chissà se tu mi penserai, se con gli amici parlerai
G D/F# Em G/A
Per non soffrire più per me, ma non è facile lo sai
D A/C# Bm Bm/A
A scuola non ne posso più, e i pomeriggi senza te
G D/F# Em A7
Studiare è inutile tutte le idee, si affollano su te
G D/F# Em D/F#
Non è possibile dividere la vita di noi due
G D/F# Em A
Ti prego aspettami amore mio, ma illuderti non so !
D A/C# Bm Bm/A
La solitudine fra noi, questo silenzio dentro me
G D/F# Em A
È l'inquietudine di vivere la vita senza te
D A/C#
Ti prego aspettami perché
Bm Bm/A
Non posso stare senza te
G D/F# Em A
Non è possibile dividere la storia di noi due
D A/C# Bm Bm/A
La solitudine fra noi, questo silenzio dentro me
G D/F# Em A
È l'inquietudine di vivere la vita senza te
D A/C#
Ti prego aspettami perché
Bm Bm/A
Non posso stare senza te
G D/F# Em A
Non è possibile dividere la storia di noi due
G Bm Em G/A D (G D)
La solitudine


G/A
Bm/A 

Tom: C
Intr.: G
G C A
Ei menino branco o que é que você faz aqui
D Em
Subindo o morro pra tentar se divertir
F
Mas já disse que não tem
G
E você ainda quer mais
C F
Por que você não me deixa em paz?
G C A
Desses vinte anos nenhum foi feito pra mim
D Em
E agora você quer que eu fique assim igual a você
F G
É mesmo, como vou crescer se nada cresce por aqui?
C
Quem vai tomar conta dos doentes?
F C
E quando tem chacina de adolescentes
F C F Solo
Como é que você se sente?
D Bm G A
Em vez de luz tem tiroteio no fim do t£nel.
D Bm
Sempre mais do mesmo
G A
Não era isso que você queria ouvir?
G C A
Bondade sua me explicar com tanta determinação
D Em
Exatamente o que eu sinto, como penso e como sou
F G
Eu realmente não sabia que eu pensava assim
C F C
E agora você quer um retrato do país
F C C
Mas queimram o filme, queimaram o filme
C F G
E enquanto isso, na enfermaria
C F G C F
Todos os doentes estão cantando sucessos populares
C F G C F
Todos os doentes estão cantando sucessos populares
(E todos os índios foram mortos)




Tom: D
Intr.: (D G A)
D G A
Quero me encontrar, mas não sei onde estou
D G F
Vem comigo procurar algum lugar mais calmo
C D C D Em A
Longe dessa confusão e dessa gente que não se respeita
G D Bm C D
Tenho quase certeza que eu não sou daqui
A
Acho que gosto de São Paulo
C D
Gosto de São João
A C D
Gosto de São Francisco e São Sebastião
Em G A
E eu gosto de meninos e meninas
D G A
Vai ver que é assim mesmo e vai ser assim pra sempre
D G F
Vai ficando complicado e ao mesmo tempo diferente
C D C D
Estou cansado de bater e ninguém abrir
Em A G D
Você me deixou sentindo tanto frio
Bm C D
Não sei mais o que dizer
A C D
Te fiz comida, velei teu sono
A C D
Fui teu amigo, te levei comigo
Em G A
E me diz: pra mim o que é que ficou?
D G A
Me deixa ver como viver é bom
D G F
Não é a vida como está, e sim as coisas como são
C D C D
Você não quis tentar me ajudar
Em A G D Bm C D
Então, a culpa é de quem? A culpa é de quem?
A C D
Eu canto em português errado
A C D
Acho que o imperfeito não participa do passado
Em
Troco as pessoas
G A
Troco os pronomes
D G A
Preciso de oxigênio, preciso ter amigos
D G F
Preciso ter dinheiro, preciso de carinho
C D C D
Acho que te amava, agora acho que te odeio
Em A G D Bm C D
São tudo pequenas coisas e tudo deve passar
A
Acho que gosto de São Paulo
C D
Gosto de São João
A C D
Gosto de São Francisco e São Sebastião
Em G A Intr.
E eu gosto de meninos e meninas







Metal Contra as Nuvens
Tom: G
I
D G
Não sou escravo de ninguém
D A D
Ninguém senhor do meu domínio
C
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
Em A D
E temo o que agora se defaz
G D G
Viajamos sete léguas
D A D
Por entre abismos e florestas
C
Por Deus nunca me vi tão só
Em
É a própria fé o que destrói
A D
Estes são dias desleais.
C D G Em
Sou metal - raio, relâmpago e trovão
C D G Em
Sou metal, eu sou o ouro em seu brazão
C D F G
Sou metal: me sabe o sopro do dragão.
C Am
Reconheço meu pesar:
D
Quando tudo é traição,
Dm
O que venho encontrar
G
É a virtude em outras mãos.
A D G E A
Minha terra é a terra que é minha
D G E A D G
E sempre será minha terra
E A D G E A (Am)
Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.
II
Am D Am
Quase acreditei na tua promessa
D
E o que vejo é fome e destruição
Am D
Perdi a minha sela e a minha espada
Am D (A)
Perdi o meu castelo e minha princesa.
(Am D)
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo.
Vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão
(Am) C (Em D C Am G D)
III
D G D
É a verdade o que assombra
G D A D
O descaso que condena,
C
A estupidez o que destrói
Em
Eu vejo tudo que se foi
A
E que não existe mais
D G D G
Tenho os sentidos já dormentes,
D A D
O corpo quer, a alma entende.
C
Esta é a terra-de-ninguém
Em
Sei que devo resitir -
A D
Eu quero a espada em minhas mãos.
C D G Em
Sou metal - raio, relâmpago e trovão
C D G Em
Sou metal: eu sou o ouro em seu brazão
C D F G
Sou metal: me sabe o sopro do dragão.
C Am
Não me entrego sem lutar -
D
Tenho ainda coração.
D
Não aprendi a me render:
G (Em A C G D)
Que caia o inimigo então.
IV
(Em A C G D)
- Tudo passa, tudo passará
C G Am
E nossa história não estará pelo avesso
G
Assim, sem final feliz.
C Em Am D
Teremos coisas bonitas pra contar.
C D G C D G
E até lá, vamos viver
C D G
Temos muito ainda por fazer.
C D Em
Não olhe para trás -
C D G
Apenas começamos.
C D G C D Em
O mundo começa agora -
C D G C G
Apenas começamos



