Do 10 ao 12 de Dezembro
De Jakarta a Bandung (Java Oeste), a miseria e omnipresente : mendicidade na estacao, bairros pobres, criancas no campos maos erguidas a passagem do comboio.
Em Bandung, fazemos uma homenagem as nossas aulas de historia, ao visitar a sala onde decorreu, em 1955, a conferencia dos paises nao-alinhados. Outra particularidade desta cidade : o bonito campo universitario, onde facto raro na Indonesia, passamos totalmente despercebidos. Um jovem Indonesio, com quem conversamos a noite sobre a situacao na Indonesia explica-nos que esta universidade, como a de Jogjakarta, sao os indicadores da contestacao politica na Imdonesia. Tambem nos diz que a maioria na concorda com a intervencao militar em Timor Leste e fica felississimo em encontrar a primeira Portuguesa na vida dele (os Portugueses nao podem entrar na Indonesia).
Aproveitamos a nossa presenca numa das ilhas (Java) mais vulcanicas no mundo para visitar o Tangkuban Perahu, vulcao activo e para sentir o cheiro de enxofre e a agua a ferver debaixo dos pes.
Do 13 ao 17 de Dezembro
Depois de ter atravessado de comboio paisagens magnificas (vulcoes, arrozais, vales, rios), chegamos a Jogjakarta qualificada pelo livro Lonely Planet como o berco da cultura javanesa. Acontece que tambem e o nosso primeiro encontro na Indonesia com a imdustria turistica (precos altissimos, pequenas vigarices, incomodos constantes). Dificil nestas condicoes de manter com os habitantes de Jogja relacoes diferentes das de cliente e vendedor. No entanto, a cidade e bonita, especialmente o palacio e as ruazinhas estreitas com casas baixas e flores as janelas do bairro do sultao. Acabamos a visita em Jogja com um espectaculo de marionetas (Wayang Kulit) e com a visita de 2 templos imensos : Borobodur (budista) e Prambanan (hinduista). Temos de lutar para nao pagar o preco especial turista estrangeiro 15 vezes superio ao Indonesio : com um certo sucesso.
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Bairro pobre em Bandung
Yannick na cratera do Tangkuban Perahu