Curiosidades sobre Gatos

 

Veja a idade do seu gato

Gato=^..^=Homem

2 meses = 9-10 meses
3 meses = 2-3 anos
4 meses = 5-6 anos
5 meses = 8-9 anos
6 meses = 14 anos
7 meses = 15 anos
8 meses = 16 anos
1 ano = 18 anos
2 anos = 25 anos
3 anos = 30 anos
4 anos = 35 anos
5 anos = 38-40 anos

Gato=^..^=Homem

6 anos = 42-44 anos
7 anos = 45 anos
8 anos = 48 anos
9 anos = 55 anos
10 anos = 60 anos
11 anos = 62 anos
12 anos = 65 anos
13 anos = 68 anos
14 anos = 72 anos
15 anos = 74 anos
16 anos = 78 anos
17 anos = 80 anos

 

 

Nos tempos antigos, um rebelde.

As fontes científicas concordam ao afirmar
que o gato é um cruzamento entre o Felis
sylvestris e o Felis lybica, e que pertence a
classe dos mamíferos, ordem dos
carnívoros, familia dos felídeos, gênero
Felis, espécie Felis catus. Da grande família
dos felídeos, ele é o único que aceitou
viver na casa do homem, por isso foi
correto batizá-lo com o nome científico de
Felis doméstica.
Antes de ser domesticado, o gato
pagara por sua liberdade, sofrendo de fome
e de frio e vivendo de ataques
sanguinários, como um pequeno tigre.
Nunca quisera vender-se ao homem por um
pedaço de carne e pelo calor de um pouco
de fogo. Somente no terceiro milênio a.C. o
gato decidiu entregar-se, e nessa data
aproximada começa, gradualmente, a sua
vida doméstica.
Nas cortes egípcias, o gato foi amado e
divinizado. Os egípcios estavam
convencidos de que algumas divindades
assumiam a forma do gato, motivo pelo
qual os grandes sacerdotes adivinhavam os
mandos divinos e faziam previsões para o
futuro com base no comportamento dos
gatos.

Porém é necessário dizer que no antigo
Egito já havia a tendência de divinizar os
animais.

Primeiro, os sacerdotes costumavam voltar
sua atenção ao leão; mas tratava-se de um
felino problemático e feroz, de forma que,
mal tomou-se conhecimento do gato,
optou-se por ele, que se não estava ainda
completamente domesticado, pelo menos
era de menor tamanho. E não só isso: aos
poucos, sucediam-se as ninhadas, e
percebia-se que as novas gerações se
comportavam com mais mansidão e
deixavam-se acariciar pela mão do homem.

Além do mais, era um novo animal,
estupendo, de movimentos fascinantes e de
porte escultural.


O "mau" entra nas casas.
Primeiramente sagrado, e portanto
venerado, o gato começou, pouco a
pouco, a penetrar nas casas, a aceitar a
companhia do homem comum. Este era-lhe
bastante grato, porque libertava os
celeiros e quintais dos ratos devastadores
que vinham do Nilo. O gato, como podemos
imaginar, miava, e por isso os egípcios o
chamavam de mau.


A Deusa com cabeça de gato.
Uma deusa egípcia, chamada Bast, que
simbolizava a fecundidade e a beleza, foi
imaginada justamente com a cabeça de um
gato, com seu olhar misterioso e sedutor.
Como a deusa também era chamada de
Bastet ou Pash, deste último nome pode
ter-se derivado o termo carinhoso puss,
freqüentemente utilizado para os gatos.
A belíssima Bast era o símbolo da luz, do
calor, da energia solar; mas representada
como gato, animal misterioso e amante da
noite, era também o símbolo da Lua. Além
disso, acreditava-se que ela controlava a
fertilidade dos homens e dos animais,
curava as doenças e era a guardiã das
almas dos mortos.
Isso não era pouco, e assim compreende-se
por que as leis faraônicas defendiam com
rigor a vida dos gatos: considerava-se que
aquele que matasse um deles ultrajava a
divindade; podia, portanto, ser condenado à
morte. Um dignatário romano que, por engano,
matou um gato no Egito, foi salvo com
dificuldade do linchamento pela população
enfurecida. Os gatos, então, morriam
sempre de morte natural e eram sepultados
com honras de Estado.

 

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