UM
TERCEIRO AMANTE RARO
" Tudo começou com a leitura do suplemento "fórum"
de Ele & Ela. Eu e minha
esposa tivemos a idéia de colocar um anuncio. Eu jornalista
minha esposa
bailarina, iniciantes nas artes do amor a três, tínhamos que
redigir um texto
diferente. E assim enviamos uma nota mostrando interesse em
conhecer alguém,
do dois sexos que atendesse às nossas expectativas. Para nossa
surpresa, nossa
caixa postal ficou lotada d e correspondência, obrigando-me a ir
dia sim dia não
ao Correio. Hoje acreditamos que o sucesso deveu-se ao fato de
termos
elaborado um texto claro e de alto nível, adequado ao padrão do
Fórum.
E assim passamos horas abrindo cartas, escondidos dos nossos
filhos com aquele
sentimento de cumplicidade, gostoso que une um casal numa hora
dessas. Fomos
criteriosos. Olhávamos as fotos.
Primeiro decidimos telefonar para uma garota de Santos e ficamos
espantados
com "vontade" dela.
Queria pegar um ônibus imediatamente, dizendo que hospedagem não
era
problema pois tinha amigos no Rio. Isso nos assustou um pouco.
Mas de repente
abrimos uma carta e para nossa surpresa, vimos que nossa busca
chegava ao fim.
O autor, que a partir daqui chamaremos de J. era o que eu tinha
imaginado para
a minha esposa, branco, cabelos negros, físico perfeito, limpo,
bem vestido. A
Sonia é daquelas mulheres, que a cada dia que passa fica melhor.
Mãe de dois
filhos, corpo escultural, às vezes tímida outras vezes sacana não
parece ter 35
anos. Eu, um amante que vê no sexo uma coisa divina, romântica,
e inesgotável
nas suas formas não tenho vícios, a não ser amar.
O J. revelou-se um companheiro, ideal. Encontramo-nos num
restaurante de um
shopping no Rio. A principio percebemos que erramos todos
iniciantes naquele
tipo de relacionamento. Ficamos amigos, comemos uma pizza tomamos
um
chope e prometemos nos encontrar. Na volta para casa Sonia
manifestou uma
insatisfação quanto à idade (23) de J. Diante desse problema,
não manifestei mais
o meu desejo que era vê-la sendo penetrada por aquele garanhão.
O tempo passou (1 ano) em fevereiro deste ano J. ligou para a
Sonia dizendo que
nunca nos tinha esquecido e que queria nos encontrar. Então de
comum acordo,
decidimos que era a hora de embarcarmos nas nossas fantasias.
Elaboramos um
plano. Tudo tinha que ser natural. Sonia morrendo de medo falava
- Se eu não
sentir nada não insiste - eu concordei. Marcamos encontro no
mesmo local e ao
chegarmos J. deu dois beijinhos na Sonia e sentou no banco de trás.
No percurso
para o encontro eu tinha falado com ela que se ela sentisse
vontade que passasse
para o banco de trás. mas ela permaneceu quieta no banco da
frente,
conversando com o nosso amigo. decidimos ir ver os ensaios das
Escolas de
Samba, Salgueiro e Mangueira.
A partir daqui começa a mais bonita experiência que eu já
passei e quero
testemunhar para que sirva de incentivo a todos aqueles que
acreditam na força
do amor. Ao chegarmos perto da Praça Saens Peña, onde deveria
ocorrer o
desfile do Salgueiro, verificamos que não havia aglomeração, e
que somente
alguns componentes estavam no local. Sonia pede que saia do carro
compre para
ela um isqueiro e pergunte ao pessoal o que tinha acontecido com
o ensaio.
Assim o fiz saí do carro, já adrenalina tomando meu coração e
imaginado o que
iria ocorrer. O desfile tinha sido cancelado e ao voltar depois
de comprar o
isqueiro vejo os dois se beijando. Dei um tempo. Curti aquela
cena.
Transportei-me para o corpo de minha mulher, fiquei molhado,
senti meu pênis
crescer entre as pernas e decidi interromper, com uma
brincadeira. Os dois
coraram e riram. decidimos então ir na Mangueira. Ao chegar-mos
lá o ensaio já
tinha terminado e "rolava" um Baile Funk. Ao voltarmos
para o carro Sandra
manifestou vontade de sentar no banco de trás com J. Eu
imediatamente
encarnei o papel de "motorista de madame", não sem
antes acertar o retrovisor
para tirar uma casquinha do que iria ocorrer. Os dois começaram
se beijar.
carícias de todos os tipos que me fizeram errar o caminho.
Passei por dentro de
Favelas, becos, ruas sem saída, até que consegui chegar à Av.
Brasil e rumar
para o motel Comodoro na entrada da Dutra. A recepcionista foi
taxativa: - Três
não entram!- Falei para ela que era o motorista da madame. Ela
disse que e eu
tinha que deixar o casal ali e aguardar do lado de fora. Fui
categórico, tinha
ordens de não abandonar madame nem nessas horas e que ia ficar
na garagem,
no carro. Eles engoliram a estória, Mesmo assim tive que alugar
um outro
apartamento ao lado. Rumamos para o apartamento. Subimos para o
quarto. Aí
nossos corações podiam ser ouvidos claramente. a excitação
era tanta que as
nossas calças pareciam que iam rebentar. A Sonia tremia.
Entramos no
apartamento. e eu deixei que as coisas acontecessem. Sentei no
sofá apreciando
aqueles dois amantes cheios de tesão que agora beijavam-se
enlouquecedoramente. Meu pau latejava querendo sair da calça. As
carícias
aumentaram e de repente, Sonia para minha surpresa, começa a
tirar a roupa de
J. este a tirar a roupa dela. E de repente na minha frente e cena
que eu havia
sonhado.
Dois lindos corpos se amando, ao vivo. O J. era bem dotado, a
tendia a todas as
minhas expectativas, de um homem para Sonia. Mas aí notei que
eles estavam
constrangidos de eu estar ali sentado olhando para eles. E decidi
perguntar se eles
queriam que fosse para o outro apartamento. Eu iria até que me
chamassem.
J. ficou quieto mas a safada da minha mulher disse logo que
queria. Era domingo.
11 horas da noite.
Ao chegar no outro apartamento tirei a roupa, liguei a televisão
e tentei fazer
passar o tempo, não assistindo filme de sacanagem. Procurei
assistir Charlie
Chapplin em "O grande Ditador". Era impossível. O tesão
e a expectativa "me
matavam". O que será que estão fazendo. Será que ela está
em ciam dele, coisa
de que eu tanto gosto. Será que ele está machucando aquela
bucetinha apertada
com aquele caralho descomunal. E as imagens tomavam conta de
minha cabeça.
Assim fiquei uma hora. Passado esse tempo decidi ligar para eles.
A voz de minha
mulher parecia cansada entremeada de suspiros e pequenos
gritinhos. E me pedia
para aguardar mais um pouco. Quase fui à loucura.
Será que ela seguiu as recomendações, usar camisinha. Será
que ele a machucou.
será que ela chupou o pau dela. E pior será que conseguiu
enterrá-lo todo na boca
como faz com o meu. Ao entrar no apartamento o fiz bem devagar
para curtir
aquele momento pegá-los no flagrante. E assim foi. Ao entrar
encontrei Sandra
de pernas abertas recebendo aquele falo com toda a vontade. Para
minha
surpresa o chão estava repleto de camisinhas rasgadas. Aproveito
para denunciar
a péssima qualidade das camisinhas nacionais. Os dois nem
ligaram para a minha
presença, e ele penetrando num ritmo perfeito, já tinha desdito
da caminha e
agora fodia minha mulher com gosto. Sentei no sofá tirei o pau
para fora e
comecei a acariciá-lo. A um determinado momento a pedido dela
tirei a roupa e
me juntei a eles. Enquanto J. fodia a buceta de Sonia eu enfiei o
meu caralho na
boca dela. Quando eu fiz isso ele murmurou é incrível, é
demais e começou a
gozar. Ele não parava e eu comecei a achar que ele estava nesse
ritmo desde que
eu saí do apartamento. Fiquei bestificado. Quando vi que ele
estava suando
muito, não cansado, eu me oferecei para trocar com ele.
Acreditem ele gozou mais uma vez. Eu tomei o lugar dele enquanto
tomava
banho, e para minha agradável surpresa minha mulher estava toda
molhada,
macia, quente e passou a urrar de prazer. Um prazer interior
completo de ter tido
ao mesmo tempo o vigor de macho de 23 anos e o amor daquele que
sempre vai
amá-la.
A noite foi completa tentamos todas a posições possíveis.
Sonia só não deixou
infelizmente que eu comesse o cú dela enquanto aquele caralho
maravilhoso
esporava as suas entranhas. A um determinado momento,
aproveitando que ele
estava no banheiro fiquei de joelhos na cama e fiz com que ela
ficasse na mesma
posição só de bunda para a porta do banheiro ecomecei a beijá-la.
Eu sabia que
J. não ia resistir. E assim foi ao sair do banheiro o pau dele
cresceu de novo e ele
veio por trás e penetrou. Ela deu um grito e me agarrou com força
e começou a
tocar uma punheta em mim. O J. metia com forca escancarando
aquela buceta já
machucada pelas diversas camisinhas. E assim gozamos juntos.
Saímos do hotel prometendo nos encontrar outro dia. E assim
aconteceu de novo.
Infelizmente nosso relacionamento terminou, pois J. incentivado
por nós tentou
contar á sua namorada. Esta ciumenta e com razão, pois J. é um
espécime raro,
não permito que ele nos encontrasse. Aqui fica o nosso
agradecimento a J. por
dois dias maravilhosos e uma mensagem para a namorada dele. O J.
foi feito
para o amor não o perca.