Taras de Minha Irmã
Aqueles que tiveram a felicidade de crescer ao lado de uma
irmã super gostosa, como eu, com certeza irão entender melhor o
meu relato. Minha mana, Sheila, está na idade da coceirinha, é
morena, não muito alta, tem cabelos curtos, cinturinha fina,
coxas grossas, uma bunda arrebitada e peitos cheios e rijos. Nas
poucas vezes em que saía com Sheila me irritava quando
galanteadores gritavam de longe que ela era um tesão. Mas com o
tempo fui me acostumando e aceitando numa boa qualquer tipo de
gracejo.
Embora tenhamos gostos muito semelhantes, nunca dividimos nossas
amizades. Um dia, no entanto, Sheila ficou caidinha por um amigo
meu da faculdade. Não gostei nada do interesse dela por Alex,
pois ele tinha fama de grande comedor e bem-dotado.
Bem, o tempo foi passando e o namoro dos dois se firmou. Minha
raiva pelo Alex aumentou na mesma proporção. Nossas conversas
se limitavam a cumprimentos com poucas palavras e a um ou outro
comentário sobre provas e trabalhos. Mas, decididamente, ele
tinha conquistado minha irmã, que lhe dava muita atenção. Os
dois saiam sempre juntos, freqüentavam barzinhos, shows.
Estavam, enfim, juntos o tempo todo.
Foi num domingo de carnaval que tive uma grande surpresa. Eram
quase 3 da madrugada, o calor era muito forte. Acordei e fui até
a cozinha beber água quando ouvi um barulho na garagem, que fica
embaixo da área de serviço. Eu tinha certeza de que Alex e
Sheila estavam lá, voltando de mais uma noite de folia. Desci
silenciosamente as escadas que levam à garagem e parei perto da
porta. Alex parecia querer acender as luzes da escada, mas foi
interrompido por Sheila: "Cuidado, pode aparecer alguém".
Envolvido por aquele clima de erotismo e tomado por grande
curiosidade, resolvi me esconder e bisbilhotar o que estava para
rolar. Estava parado num lugar onde eles não poderiam me ver.
Sheila estava de costas para Alex, que a encoxava deliciosamente.
Ela roçava e se esfregava no pinto dele, querendo excita-lo
ainda mais. Fiquei tão tarado que me interessei mais ainda por
aquele show particular. Estava ansioso à espera do que viria a
seguir. Alex corria suas mãos fortes e ágeis pelas coxas da
minha irmã, enquanto a beijava na boca, lambia suas orelhas e
mordia sua nuca. O clima esquentou quando Alex pegou a mão da
minha irmã e a conduziu até seu cacete. Sheila parecia conhecer
bem os gostos do macho, pois não demorou muito para ela se virar
e delicadamente abaixar a calça e a cueca de Alex.
Minha reação foi de espanto ao ver o calibre daquele cacete. As
pessoas comentavam na faculdade, mas nunca imaginei que ele
tivesse um caralho tão grande. Sheila se ajoelhou na frente dele
e correu os dedos carinhosamente sobre a delicada pele daquele
mastro gigante. A cabeçorra vermelha e brilhante despontou como
uma ameixa chilena. E foi talvez imaginando uma fruta dessas que
minha esfomeada irmã se pôs a chupar avidamente aquela
chapeleta. Mostrava muita habilidade, sabia como fazer o trabalho
direitinho. Sheila segurava com firmeza aquele nervo e sua boca
deslizava rapidamente desde a cabeça até um pouco mais da
metade, subindo e descendo. Alex gemia baixo e pedia a ela que
mostrasse o rosto, pois queria ver seu pinto quase todo dentro
daquela boquinha gulosa. Sheila obedecia com prazer às ordens do
seu macho. Lambia, chupava, mordia, dava beijos no saco com
maestria. E quando Alex gozou parecia que seu pau iria explodir.
Minha irmã levou jatos fortes de porra dentro da boca. A danada,
quem diria, engoliu cada gota, gemendo alucinadamente. Eu não
sabia o que fazer, estava confuso, dominado pelo tesão. Tentava
controlar-me a todo custo para não bater uma punheta, afinal
como poderia me masturbar vendo minha própria irmã fodendo?
Perturbado por essa indecisão, nem percebi quando os dois avançaram
para outro sarro. Ambos caminharam até o carro do meu pai e se
atracaram novamente sobre o capô. Alex tirou a roupa da minha
irmã, colocou-a deitada sobre o carro e passou a chupar todo o
corpo dela. Ele dedicou maior atenção aos seios e à bucetinha.
Aliás, era a primeira vez que eu via a xoxota de Sheila. Era
gordinha, fofinha e bem peludinha. Alex lambia minha irmã com
muita técnica. Sua língua passeava agilmente pelo grelinho e
chegava ao cuzinho em movimentos rápidos e excitantes. Sheila
movimentava a buceta na cara dele em movimentos de vaivém, como
se estivesse trepando. O pinto do Alex estava em ponto de bala
outra vez. Fiquei doido ao ouvir o pedido de Sheila: "Enfia
em mim... Quero seu pinto inteiro na minha bucetinha". Alex
a colocou de quatro e pincelou o cacete na xotinha dela. Como
eles estavam de lado, acompanhei nitidamente a invasão daquele
caralho descomunal na buceta dela. Desta vez, não me contive,
saquei meu pau e passei a bater uma punheta, saboreando com os
olhos aquela fada incrível, louco para gozar junto com eles. Ele
atolou a vara em Sheila, que rebolava e gemia pedindo mais.
Estocava o pinto com força, vigorosamente, fazendo desaparecer
na grutinha dela. Os dois estavam enlouquecidos de tara, de
desejo. E eu não agüentava mais.
Sheila passou a balançar a bunda para frente e para trás, num
frenético vaivém. Era claro sinal de que estava gozando como
nunca. Quando Alex começou a derramar o leite dentro dela,
Sheila virou seu rosto para o lado para poder vê-lo. Seus olhos,
no entanto, pararam no meio do caminho, atraídos para um outro
foco, pela minha presença. Meu olhar cruzou com o dela
justamente no momento em que eu também gozava com minha punheta.
O que se sucedeu deixo para a imaginação dos leitores. Só
posso dizer que rolou muita aventura depois desse dia. Mas quem
quiser saber um pouco mais é só escrever para Caio e Sheila,
minha adorável irmã.
Caio e Sheila
São Paulo (SP)