Tesão Adormecido
O caso que vou contar aconteceu comigo há quase 20 anos. Em
meados da década de 70, eu era um rapaz jovem, forte e cheio de
saúde, vitalidade e muita disposição para o trabalho e o amor.
Havia chegado a São Paulo para tentar a sorte, depois de passar
toda minha infância na Bahia. Tinha pouco dinheiro no bolso, mas
muita vontade de vencer. Logo que arrumei um emprego, descobri um
local que passou a ser meu ponto principal de diversão. Aos
domingos, me atolava nas poltronas do desconhecido Teatro Santo
Amaro, de onde saia apenas depois do último espetáculo. O local
era freqüentado por muitas mulheres. E a imagem delas ficou
gravada na minha memória para sempre. No decorrer das semanas,
cada vez que eu visitava o teatro era uma garota que comia através
da punheta.
É isso mesmo. Como ainda era moço, não sabia conquistar uma
mulher, ficava só olhando e morrendo de tesão. Quando chegava
em casa, tascava umas punhetas para descarregar. Só fui começar
a trepar quando um amigo me levou até a famosa rua dos Andradas,
mais conhecida como 69. Lá eu afoguei o ganso pela primeira vez,
quase mecanicamente, com as putas. Mas eu gostava daquilo e
sempre queria um pouco mais. Depois dessas transas, o baiano aqui
voltava para casa satisfeito e aliviado, já pensando em voltar
na noite seguinte.
Eu morava longe de tudo, na avenida Cantareira, quase chegando ao
bairro do Tucuruvi. Havia morado em vários lugares, mas sempre
na mesma região, entre Santana e Jardim Tremembé. Eu tinha um
quartinho na pensão da famosa dona Cida, uma senhora simpática,
prestativa e muito responsável. Com muito rigor, ela cuidava de
todos os seus pensionistas. Dona Cida era viúva há anos e
tocava sozinha sua pensão, depois de ter criado os filhos com
muitas dificuldades. Por causa desse passado sofrido, ela passou
a se preocupar com todos como se fossem seus próprios filhos.
Mas, mesmo com toda essa história, dona Cida não era assim tão
velha. Estava com 46 anos. Apenas ela se considerava acabada,
achando que não chamava mais a atenção dos olhos masculinos.
Tinha tanta convicção disso que passou a não se cuidar mais,
acabou engordando algguns quilos e praticamente se fechou dentro
de casa. Seu cotidiano era cuidar da pensão e fazer
supermercado. Dificilmente visitava os parentes; nem mesmo os
filhos, já todos casados e morando um pouco distantes.
Foi durante uma época que decidi desvendar alguns mistérios que
ainda me intrigavam a respeito da dona Cida. Arrumei um trabalho
à noite, numa garagem de ônibus, e voltava para a pensão pela
manhã. Como não era uma pessoa de dormir muito, ficava o dia
todo ajudando dona Cida em alguns afazeres. Não demorou muito,
passei a perceber que dona Cida era uma mulher muito carente. E
também algo abandonada, pois bastava um trato para todos
perceberem que ali estava uma mulher incrível e sedutora. Muitas
coisas se passavam na minha cabeça, um jovem inexperiente de 23
anos na época. A bunda dela, enorme, era muito apetitosa. Passei
a fantasiar uma aventura com dona Cida, imaginava-me mergulhado
naquele bundão. Sempre que chegava do trabalho, cruzava com meus
amigos que faziam caminho inverso, saíam para a labuta. Por isso
eu tinha o quarto só para mim durante o dia. Ao chegar, dava uma
deitadinha só de cueca para relaxar os músculos. Como já
estava pensando em algo mais erótico, passei a deixar a porta do
meu quarto semi-aberta, para que dona Cida me visse. Eu sabia que
isso acontecia, pois ela passava por todos os quartos para dar
uma arrumada geral. Quando ela entrava no quarto, eu fingia estar
dormindo. Um dia decidi deixar meu pinto fora da cueca. Dona Cida
deve ter visto e gostado, pois depois disso ela mudou seu
comportamento comigo. Ela me tratava com gentileza, carinho e
fazia todos os meus gostos.
Isso me dava a certeza de que meu plano estava dando certo. Num
final de semana aconteceu o inevitável. Cheguei do trabalho e
meus amigos de quarto haviam viajado para a praia. Como de hábito,
fui para a cama e me deitei um pouco. Dona Cida apareceu e começou
a conversar comigo, sem ligar que eu estava apenas de cueca. O
papo foi rolando e ela perguntou se eu não queria tomar uma
cervejinha. Disse que gostava muito de beber, mas lamentava que não
tinha alguém que lhe fizesse companhia. Levantei-me e fui ao
mercado comprar umas latinhas. Voltei para a pensão e brindamos
aquele dia lindo. Dona Cida ficou radiante, sorridente e feliz da
vida.
Bastaram alguns goles para que ela ficasse meio tonta e dissesse
que estava sentindo um calorão no corpo. Sugeri a ela que
tomasse um banho frio, pois isso faria bem. Minutos depois ela
voltou com os cabelos molhados e cheirando a sabonete. Percebi
que dona Cida estava um pouco bêbada. Mas era divertido, porque
ela deixava extravasar toda sua felicidade. Retomamos a conversa
e, no meio dela, dona Cida perguntou se eu não queria conhecer
seu quarto, ver umas fotografias antigas. Devo confessar que
neste momento meu coração disparou. Era tudo o que eu queria.
Fiquei um pouco nervoso, mas não vacilei. O quarto dela era bem
maior que o meu e tinha uma cama de casal que parecia muito
confortável. Dona Cida passou a chave na porta e, com um sorriso
malicioso, aproximou-se de mim, sussurrando em meu ouvido e
gemendo dengosamente. Fiquei com o corpo todo arrepiado. Mas,
surpreendentemente, ela se afastou pedindo desculpas pela
ousadia. Dona Cida era mesmo uma mulher carente, que há muito
precisava de um homem que lhe desse carinho e prazer. Sem dizer
nada, abracei aquele corpo rechonchudo e lhe dei um beijo na boca
com um chupão na língua demorado. Ela correspondeu ao beijo,
abraçou-me forte e senti seu corpo estremecer dos pés à cabeça.
Em seguida, soltou um suspiro profundo, encostou a cabeça no meu
peito, sorriu para mim e confessou que havia gozado, apenas com o
calor do meu corpo.
Já mais confiante, ela revelou que seu gozo foi tão bom que só
não gritou porque ficou com vergonha de mim. Puxei-a para a
cama, onde nos deitamos e começamos a rolar. O colchão fazia
muito barulho e aquilo nos deixava mais excitados. Dona Cida
transformou se rapidamente em outra mulher. Ela arrancou minha
bermuda junto com a cueca e arregalou os olhos ao ver minha
ferramenta dura e grossa apontando para seu rosto. Com toda a
experiência e tara, ela segurou firme minha pica com as duas mãos
e iniciou uma punheta deliciosa. Sua mãos tremiam tanto que
pareciam as de uma iniciante. A punheta foi tão deliciosa que
logo comecei a gozar, soltando jatos de porra. A coroa apertava
meu caralho com força, fazendo sair dele as últimas gotas de
esperma.
Com a porra depositada em cima da minha barriga, dona Cida não
se conteve e passou a se esfregar nela com o rosto, os lábios e
a língua. Por fim ela abocanhou meu pinto, sem me dar chance
para descansar. Ela me chupou com vontade, lambeu avidamente a
cabeçorra, passou a língua até o saco e babou muito. As vezes,
colocava o pau no canto da boca e fazia movimentos rápidos de
entra-e-sai. A cabeça roçava na língua dela e aquilo me levou
a outro orgasmo, mas agora dentro da garganta da dona Cida. Eu
jamais imaginava que uma mulher como ela se permitia a uma coisa
dessas. Mas ela engoliu toda minha porra e lambeu os lábios de
prazer.
Dona Cida foi ao banheiro e, somente ao voltar, passou a tirar a
roupa, ficando apenas de calcinha. Era uma daquelas calcinhas
antigas, muito grandes. Seus peitos eram enormes, caídos e muito
brancos também, um branco que destacava os mamilos bem pretos e
um par de bicos grossos e pontudos. Ela se jogou por cima de mim
e me ofereceu as tetas para que mamasse. Suguei e mordi cada um
dos seios, especialmente aqueles bicos pretos e grandes, que
pareciam duas jabuticabas.
A mulher gemia e delirava de prazer, apertando os peitos na minha
cara e esfregando a buceta na minha rola. Querendo alcançar o
gozo rapidamente, Dona Cida se levantou e tirou a calcinha,
enquanto eu permanecia deitado, esperando tudo acontecer. A
boceta era enorme e a mais cabeluda que vi na minha vida. Ela
percebeu minha admiração e veio por cima de mim, metendo a xota
na minha cara e se esfregando na minha boca. Gozou na minha cara,
gemendo e apertando minha cabeça. Minha língua ficou cheia de
pentelhos. Os cabelos grossos e compridos daquela buceta se
espalhavam até o cu e cobriam toda a virilha.
Depois de gozar uma três vezes seguidas, dona Cida se esparramou
na cama e escancarou as pernas. Nessa posição pude ver com mais
nitidez que se tratava de uma espécie de buceta em extinção.
Aproximei-me mais dela e conferi com a mão aquele bichão preto
e cabeludo, todo melecado com um líquido viscoso e branco.
Fiquei alguns minutos apenas admirando aquela buça molhada, que
espumava e exalava um cheiro típico de mulher no cio, excitada e
carente. Afastei os pentelhos com as mãos e avistei uma vagina
polpuda e vermelha, com lábios enormes e engruvinhados que
exibia também um grelo tamanho família. Abaixei minha cabeça e
passei a língua com força naquele grelo. Ela deu um gemido e
puxou minha cabeça contra sua buceta. Sem ter como escapar,
iniciei um banho de língua na dona Cida, que esperneava, se
contorcia toda e gozava na minha boca. O desespero da coroa era tão
forte que ela mesma me ajudava a abrir a bucetona, separando os lábios
carnudos e me oferecendo o grelo para sugar. Sem resistir mais ao
tesão e ao desejo, começou a pedir por minha rola. Dizia que
queria sentir sua buceta carente sendo penetrada como nos velhos
tempos.
Levantei-me e fiquei de joelhos na frente dela. Segurei minha
rola e encostei a chapeleta naquele buraco negro. Primeiramente,
rocei a cabeça da pica lentamente nos beiços da xana,
pincelando o clitóris e o cuzão da coroa, fazendo com que
gozasse duas vezes antes mesmo de penetrá-la. A xoxota da Dona
Cida se alargava a cada gozo. Quando meti a vara, invadindo sua
xota até o fundo, dona Cida me prendeu com uma chave de pernas e
passou a chorar de felicidade. Cravei o caralho o mais fundo que
pude, com violentas bombadas. Pela falta de uso da buça e pela
grossura da minha benga, sentia a buceta dela até um pouco
apertadinha.
Acompanhei o balanço daquela bunda e aproveitei para meter o
dedo em seu cuzão. Pra quê!? A mulher endoideceu de vez. As
pernas apertaram-me ainda mais as costas e as unhas arranharam
todo meu corpo. O vaivém ficou cada vez mais acelerado e, não
demorou muito, descarreguei minha porra naquela ensopada buceta.
Ela sentia meu caralho ainda pulsante dentro dela e procurava
pressioná-lo com os músculos da xoxota. Dessa forma ela gozou
mais uma vez antes que meu cacete amolecesse e saísse de dentro
dela.
Com certeza, foi uma das melhores trepadas da minha vida. Nunca
tinha gozado tão gostoso assim. Dona Cida também confessou que
jamais havia sentido tanto tesão e prazer com um homem.
Permanecemos ali deitados, esparramados na cama. Dona Cida
permaneceu com as pernas abertas, exibindo a bucetona cabeluda
que vazava porra sobre o lençol.
Dona Cida, então, abriu seu coração para mim e começou a
contar detalhes sobre sua vida e o que tinha sentido por mim.
Mais uma vez disse que estava carente e há mais de quatro anos não
dava uma boa fodida. Contou ainda que, naquele dia em que deixei
minha pica para fora da cueca, ela ficou louca de desejo e sentiu
vontade de agarrar meu membro ali mesmo e me chupar até sentir
minha porra jorrando em sua boca. Enquanto ela falava, aplicava
delicados carinhos em minha rola. Confessou também que passava
os dias com muito tesão e se masturbava toda noite pensando em
minha pica dura enfiada na sua buceta. Dona Cida disse que chegou
até a sonhar comigo, que estávamos trepando feito animais.
Acordou toda molhada e teve de enfiar três dedos na xoxota para
apagar seu fogo. Ela revelou que até aquele nosso primeiro
encontro não dormia sem antes bater uma siririca pensando no meu
caralho atolado em sua xota.
Mas o que me deixou mais excitado foi quando disse que queria ser
descabaçada no cu. Falou que nunca tinha dado o rabo e que, no máximo,
havia sentido um dedo no cu e gostado muito. Olhando para meu
caralho, disse: "Então, você vai colocar essa coisona no
meu cuzão peludo?" Ela parecia querer sentir a dor de ser
enrabada com força. Dona Cida me punhetava e, ao mesmo tempo,
acariciava sua buceta dizendo: "Olha, minha xoxota está
quase com cabelos brancos, mas eu tinha certeza de que ainda
sentiria um caralho bem duro entrando e saindo de mim. Eu tinha
muita saudade disso..."
Naquele dia dona Cida e eu trepamos até o anoitecer. Mas ainda não
foi nesse dia que inaugurei seu rabo. No encontro seguinte, também
no quarto dela, ela me perguntou de bate-pronto se gostaria de
depilá-la. A idéia me pareceu excitante pois, a buceta dela,
com todo aquele tamanho, ficaria uma tremenda montanha desmatada.
Falei que adoraria fazer e Dona Cida pegou todos os apetrechos
(cremes para amaciar a cabeleira, tesoura e uma lâmina de
barbear) e se deitou na cama em cima de uma toalha e me deixou
fazer o serviço. Tive de me controlar, para não gozar só de
ver o resultado.
Terminada a depilação da xoxota, pedi para deixar seu cuzão
cabeludo, pois daria mais tesão comê-lo daquele jeito. O serviço
estava feito. A buceta dela parecia ainda maior sem aquele tufo
de pentelhos negros. Os lábios grossos e vermelhos estavam
arregaçados e pareciam sorrir para mim. E o grelão, que já
ficava à mostra mesmo com tanto cabelo por cima, balançava
quando ela andava peladona.
Vendo aquilo não resisti e cai de boca, mamando naquele clitóris
avantajado e enchendo a boca com aquela buceta descomunal. A
partir daquele dia, dona Cida deixou os pentelhos crescerem
novamente e, um mês depois já estavam bem volumosos. Novamente
a depilei e fiz isso várias vezes durante o nosso romance.
Deixava os cabelos crescerem e depois a depilava, revelando
aquela monumental buceta. E, como era de esperar, dona Cida se
viciou em dar o cu, sempre gozava mais profundamente quando
sentia o caralho atolado até o fundo do rabo. Ela é, sem dúvida,
uma das melhores e grandes recordações que guardo na memória.
Milton
Brasília (DF)