A Exibicionista e suas Siriricas
Quando estava em Los Angeles, assistindo a um congresso e
visitando pais e parentes, cheguei, certo dia ao hotel
aproximadamente às duas horas da madrugada. Abrindo a janela,
percebi que havia luz na sala de um apartamento do prédio ao
lado. Lá, uma garota muito linda, nos seus mais ou menos 25
anos, corpinho bem-feito, enfiada numa tanguinha minúscula e sem
sutiã, praticava aeróbica. Os seios eram pequenos, mas com
biquinhos enormes e escuros. Dava até para ver os pelinhos
saindo pelos lados da tanga transparente. Deu-me o maior tesão
ver seus seios balançando ao ritmo da dança. Tive uma grande
vontade de passar a língua por seu corpinho brilhoso, sentindo o
aroma e o sabor do suor. Queria, e como, lambe-la todinha, mas
todinha mesma...
Com medo que a garota me visse e eu acabasse perdendo aquele show
excitante, apaguei a luz do quarto. Para minha surpresa, ela também
apagou a luz do ambiente! Fiquei chateado, pois pensei que tinha
me notado e não gostara. Ledo engano! Assim que acendi novamente
a luz, a garota também acendeu a dela e, com um sorriso
malicioso, recomeçou a dança. Durante a ginástica que se
seguiu, levantou a perna até a cabeça, abaixou-se tocando nos pés,
virou-se, abaixou-se novamente, deixando aparecer a tanguinha
enfiada no reguinho, a metade daquela bundinha maravilhosa à
mostra. Depois levantou-se e colocou uma perna no parapeito,
deixando aparecer os pelinhos e até os lábios da xoxota, que
era muito peluda. Claro, fiquei com um tesão enorme, o cacete
duro, melado... Estava doido para me masturbar mas, mais uma vez,
tinha medo que se assim o fizesse ela iria sumir ou apagar a luz.
Outro ledo engano!
A menina me olhou e sorriu. Vi seu corpinho muito suado,
brilhando, os seios tesos, a tanguinha enfiada na xoxota, os pêlos
pretos aparecendo de cada lado. Para minha segunda surpresa, a
garota começou a alisar os seios e esfregar os biquinhos, sempre
olhando para mim. Eu, é claro, ficando cada vez mais louco. E
quase perdi a respiração quando, olhando fixamente para mim,
ela tirou a tanguinha e expôs uma xoxota extremamente cabeluda,
lábia muito grossa, carnuda e molhada. Sempre me olhando com um
sorriso malicioso passou a se masturbar, com uma das mãos
abrindo a buceta e, com os dedos da outra mão, esfregava e
beliscava o grelo bem avantajado. Fiquei mais louco ainda, o
cacete duro feito ferro, doido para me masturbar assistindo àquele
espetáculo tão excitante. Mas, mais uma vez, não sabia qual
seria a sua reação e, por isso, detive-me. Felizmente, foi ela
mesma quem decidiu!
Arregaçando aquela bucetona gostosa, molhada, cabeluda demais,
aparecendo o grelo realmente grande que parecia uma piquinha, a
menina levou a mão por trás e enfiou um dedo na xoxota, depois
dois, e então três... e fodia-se feito uma louca, com os dedos
da outra mão mexendo com aquele grelão maravilhoso. Como podem
imaginar, foi um tesão alucinante. Não satisfeita, ela
virou-se, abaixou-se, arreganhou o cuzinho rosado, enfiou um
dedo, depois outro, sempre tocando siririca e olhando com um
sorriso malicioso. De repente, fez-me sinal para tirar o cacete e
mostrar a ela. E não teve de pedir duas vezes. Tirei para fora o
caralho duro, melado, e também os culhões inchados e,
mostrando-os a ela, comecei a tocar uma punheta louca, os dois
olhando cheios de tesão um para o outro. A garota se ergueu e,
ainda se fodendo no cuzinho com uma mão, passou a lamber e sugar
os dedos melados da buceta, oferecendo-os também a mim. Não
satisfeita, fez um sinal para que a esperasse e saiu da sala,
voltando em seguida com dois enormes e grossos consolos. Sorriu,
um sorriso bem sacana e tesudo, deitou-se na poltrona, colocou as
pernas nos dois braços do móvel, a buceta totalmente arregaçada,
lambeu os dois consolos descomunais, lubrificando-os com sua
saliva antes de enterrar um deles de vez na gruta, que a essa
altura deveria estar completamente encharcada. E passou a
foder-se alucinadamente. Estava louca, contorcia-se, mexia com o
corpo, alisava os seios, os biquinhos... Depois, largando os
seios, passou a enrabar-se com o outro consolo. Fiquei pasmo ao
ver aquele enorme e grosso cacete de borracha totalmente
enterrado naquele cuzinho que tanto gostaria de chupar, de
lamber... Fodia-se e enrabava-se com uma fúria louca. Eu estava
tocando uma punheta alucinante, quando a garota me fez um sinal.
Podia até ver, pela expressão de tesão em seu rosto, que
estava prestes a gozar. E gozou durante, no mínimo, uns cinco
minutos, sempre se contorcendo loucamente. Não podendo mais me
controlar, gozei também, e como! Foi um loucura gostosa e total!
Já com as pernos bambas, pensei que a brincadeira tão gostosa
tinha acabada, mas que nada! Através de sinais perguntou-me o número
do telefone do hotel e qual era o meu apartamento. Informei, também
por sinais. Fazendo-me um sinal para esperar, foi até o quarto,
pegou o telefone, levou o aparelho para a sala e me ligou. Com
uma voz doce, perguntou se eu tinha gostado. E insistiu quando
respondi que sim:
"Você gostou mesmo?? Pois eu adorei, fiquei louquinha,
gozei demais exibindo-me para você, me siriricando, me
enrabando, você assistindo a tudo, eu vendo você tocando
punheta por minha causa no seu cacetão gostoso! Bem que gostaria
de chupá-lo, de senti-lo arrombando a minha buceta e,
especialmente, meu cuzinho! Gozo muito, muito assim! Você gosta
de comer um cuzinho? Gostaria de comer o meu? Gostaria de chupar
a minha bucetinha toda melada, toda ensopada, tesuda? E de chupar
meu cuzinho teso? Eu ficaria louca se você fizesse isso?
Faz?!"
"Gostada sim, e como, de chupar tudo, seu corpinho, as
axilas suadas, o cuzinho melado com seu gozo... Adoraria chupar
sua boceta enorme, cabeluda, enfiar a cara, me deliciar com o
cheiro, o gosto... Ficada louco se pudesse fodê-la, enrabá-la...!"
Respondi eufórico.
"Meu amor, bem que gostaria, mas gostaria mesmo, mas amor,
meu marido vai chegar a qualquer instante e não vái dar!"
Justificou.
Quando sugeri para marcarmos um encontro já no dia seguinte,
pois só estaria em Los Angeles por mais quatro ou cinco dias,
ela respondeu:
"Adorarei, mas adorarei mesmo! Ligarei para você amanhã,
para marcarmos nosso encontro. Quero sentir seu cacetão na minha
mão, na minha boca, na minha buceta, no meu cuzinho. Fico
imaginando você me fodendo entre os seios, esporrando neles, no
meu rosto... Ai, que lesão louco!"
Fiquei fora de mim, louco de tesão, e ela, vendo pela janela o
cacete ficando durão de novo, disse:
"Agora vou te enlouquecer anda mais, veja só!"
Aí, pegando o consolo com o qual se fodeu na buceta, lambeu,
cheirou, chupou, ao mesmo tempo que tocava uma siririca. Então
pegou o consolo com o qual tinha-se enrabado e também lambeu,
cheirou e chupou. Depois perguntou:
"Você está gostando? Está te dando tesão? Eu adoro meu
próprio cheiro e sabor. Até minha tanguinha ensopada, com
aquele cheiro bem forte, me dá muito tesão, mas muito mesrno! E
você? gosta do cheiro, do gosto de uma bucetinha ensopada e de
um cuzinho melado? Já cheirou uma tanguinha bem melada, com
aquele gosto, aquele cheiro? Gostaria de chupar a minha bucetona
ensopada, com o cheiro bem forte? Gostaria também de chupar meu
cuzinho melado, com o mesmo cheiro bem forte que dá tesão? E de
chupar minha tanguinha bem encharcada com meus sucos, com o
cheiro e o gosto da minha buceta, gostaria?!"
"E como! Ficarei louco de tesão. Por que você não me
manda uma tanguinha assim? Eu a cheirarei e a chuparei para você
ver pela janela. Tocarei loucas punhetas para você ver.
Assistirei a você tocando siririca, fodendo-se e enrabando-se
com os consolos. E, como você, também gostaria de chupar e
sentir o gosto desses consolos com o sabor de seus dois
buraquinhos tesudos." Respondi.
Nessa altura, eu estava doido para chupar, sentir o gosto e o
cheiro tesudos da buceta e do cuzinho gostoso. Sentir o sabor dos
consolos, da tanguinha ensopada... Estava louco mesmo. E falei
todas essas coisas para a garota, que ficou doidinha e exclamou:
"Amor, que tesão louco me daria vendo e sentindo você
fazendo essas coisas todas? Acho que nunca, mas nunca mais iria
parar de gozar! Você quer mesmo amor?"
Já eram 4 horas da madrugada, estava cansado demais e falei que
não agüentava mais de sono, que as pernas estavam bambas, e que
esperaria seu telefonema no dia seguinte. Quando lhe mandei um
beijo, ela me mandou outro, apagou a luz da sala e foi para o
quarto. Apaguei a luz e caí na cama. Mas, mesmo exausto, tinha
em minha mente aquelas cenas, sua vozinha rouca, tesuda... E não
deu outra: tive de tocar mais uma punheta. Foram três quase que
seguidas. E eu nem sabia que tinha essa capacidade! Dormi
pensando na garota, no seu telefonema, nas transas loucas que faríamos
no dia seguinte.
Quando levantei, pela manhã, vi que a menina não estava em
casa. Então, pensei que me ligaria à noite. Saí para assistir
a mais um congresso, mas era muito difícil prestar atenção ao
que ouvia. Só pensava nela, nas sacanagens que tinha feito, na
transa louca que iríamos ter logo mais. Voltei ao hotel às 23
horas. A luz na sala dela estava acesa, e logo ela apareceu na
janela, jogou um beijo, pegou no telefone que já estava na sala,
e me ligou.
"Meu amor, o porteiro entregou a encomenda que deixei para
você?"
Disse que não, e ela me mandou reclamar com a recepção. Depois
de algumas desculpas, mandaram a encomenda. Da sua janela, a
garota me viu abrindo o embrulho. Que surpresa! Que tesão:
Dentro de um saquinho plástico estava uma tanguinha muito, mas
muito ensopada, com aquele cheiro e gosto enlouquecedores. O
cacete ficou duro na hora. Pelo telefone, ela me disse para cheirá-la
e chupá-la, me enlouquecer com a tanga, e tocar uma punheta para
ela ver. Perguntei se a gente não ia se encontrar, transar, e
ela respondeu que naquela noite não seria possível, pois tinha
de ir a uma recepção com o marido, mas que até lá queria
aproveitar e fazermos de tudo, mas do jeito que fizemos na noite
anterior. Meio decepcionado, concordei, e fiquei mais feliz
quando me prometeu que no dia seguinte a gente iria mesmo
transar.
Enquanto eu cheirava e chupava aquela tanguinha ensopada, com
cheiro e gosto alucinantes tocando uma louca punheta, de maneira
muita sacana e sensual a garota brincava com o biquinho dos
seios. Estava só de tanguinha. Enfiou a mão e começou a mexer
com aquela bucetona tesuda e tão desejada. Depois tirou a tanga,
arreganhou a boceta ensopada, enfiou os dedos, mostrou-me aquele
grelão enorme, grosso, pegou um consolo, virou-se, abaixou-se e
o enfiou no cuzinho que eu estava louco para chupar, cheirar,
penetrar... Pelo telefone, perguntava-me se eu estava gostando,
se aquilo me dava tesão, se gostaria que meu cacetão estivesse
enterrado no seu cuzinho, no lugar do consolo. Virou-se um pouco,
pegou o outro consolo e o enfiou na buceta, ficando fodendo e
enrabando-se ao mesmo tempo.
"Você está gostando amor? Está com tesão? Deixa eu ver a
sua pica, deixa-me ver você chupando e cheirando a tanguinha que
preparei especialmente para você!" Provocava.
Cheirei e chupei aquela tanguinha ensopada, fedida,
enlouquecendo-me com o cheiro, o gosto, e toquei mais uma punheta
assistindo-a fodendo e enrabando-se com os consolos, que lambia,
cheirava e chupava em cada vez que tirava de um dos buraquinhos.
"Amor, você não gostaria de estar cheirando e chupando
esses consolos, um melado e gozado da minha buceta, o outro com
aquele cheiro bem forte e o gosto do meu cuzinho? Gostaria?"
Dizia com voz trêmula de desejo.
Eu já não aguentava mais e vendo ela se contorcendo, com o
corpo suado, fodendo e enrabando a si própria, tirando dos
buraquinhos os consolos, que lambia e chupava, sabia que estava
prestes a gozar. Seus movimentos ficaram cada vez mais rápidos,
seu rosto estava com uma expressão de muito, mas muito tesão,
um tesão louco mesmo. Contorcia-se, gemia e falava mil
obscenidades ao telefone:
"Amor, vou gozar loucamente pelos dois buraquinhos! Goza
comigo, goza junto comigo! Deixa eu ver aquela picona tesuda,
deixa ver você esporrando, a porra jorrando da sua pica tão
gostosa... ficarei louca ao ver... gozarei alucinadamente
vendo... ficarei doidinha, doidinha... Goza, amor? Esporra
amor!"
Claro que não agüentei mais e gozei como nunca, rios de porra
grossa e branquinha jorrando do cacete, sujando o chão, melando
as minhas pernas... tudo. Alucinada, a garota enfiava e tirava os
consolos da buceta e do cuzinho com uma velocidade incrível. Ela
suava demais, arfava, seu corpinho molhado, sua bunda branquinha,
linda, tesuda... O consolo entrava e saia do cuzinho cada vez com
mais força... Ela gemia, até chorando de tesão. O outro
consolo entrava e saia da boceta ensopada, tão gostosamente
cabeluda... o grelão saia por entre os lábios vaginais. Parecia
que estava em transe, quando gritou:
"Goza agora, amor, goza pela pica gostosa, goza para sua
putinha ver! Ficarei louca, gozarei mais ainda! Goza, amor! Deixa
eu ver a porra jorrando do cacetão! Ai... como gostaria de ter
essa picona na minha buceta, no meu cuzinho, me fodendo, me
enrabando loucamente, jorrando porra! Que tesão louco, gostoso!
Vai, amor, esporra para eu ver! Chupa minha tanguinha! Veja como
estou chupando os consolos melados, fedidos! Gostaria de
chupa-los também? Goza, seu puto! Estou gozando loucamente pelos
dois lados! Goza, goza, goza... !"
E gozei, gozei feito um louco, tanto que quase desmaiei. A garota
caiu na poltrona, também exausta. Depois de dizer que iria tomar
banho, mandou-me desligar, prometendo ligar no dia seguinte. Mais
uma vez, na minha cama, fiquei com o cacete duro, e novamente
tive de me punhetar, visualizando em minha mente todas as
sacanagens.
No dia seguinte, ao descer para a portaria, a recepção me
entregou um embrulho, com o qual retornei ao quarto. Nele havia
uma outra tanguinha, esta muito mais ensopada e cheirosa do que a
primeira. Também tinha um bilhete: "Amor, adorei, mas
adorei mesmo! Foi uma das melhores coisas que aconteceram na
minha vida. Nunca esquecerei, nunca, nunca,.. Sei que você também
gostou, e muito. Por isso, deixo-lhe meu telefone, pois viajo
amanhã para Nova Iorque com meu marido. Amor, assim que voltar a
Los Angeles, não deixa de me ligar, quero muito, mas muito
mesmo, transar de tudo com você... quero morrer de tesão, quero
fazer com você coisas que nunca fiz, coisas bem loucas, bem
taradas. Te direi quando me ligar. Fique se punhetando muito,
pensando em mim, me desejando, cheirando e chupando minha
tanguinha. Eu vou me siriricar muito pensando em você, no seu
cacetão delicioso e nas sacanagens tão gostosas e tesudas que
fizermos. Com todo amor e tesão, sua putinha."
A.G.N.
Rio de Janeiro (RJ)