Minha irmã Ângela

Meus pais se separaram quando eu era bebê. Logo meu pai arrumou outra mulher e dessa união nasceu Ângela, minha irmã. Os anos se passaram. Ela foi criada com meu pai e eu com minha mãe. Poucas vezes eu a via. Agora tenho 40 anos e ela 32.

Meu pai morreu cedo e a mãe de Ângela também. A casa ficou como herança para nós dois e eu me mudei para lá. Após alguns meses juntos, algo começou a acontecer. Ela me provocava saindo do banho seminua. Uma noite, Ângela foi deitar-se no sofá só de camisola transparente. Fiquei desconcertado mas encarei a situação, afinal ela parecia que queria levar chumbo. Pensei com meus botões até onde ela iria chegar.

Olhei com mais detalhes para ela. Tinha um belo corpo, seios firmes, coxas grossas. Pronto, isso já era o suficiente para me deixar excitado. De repente, Angela se virou no sofá e deixou aparecer mais ainda seu corpo. Eu não agüentava mais ver aquilo tudo. Levantei-me e fui á cozinha. Fiquei indeciso no que deveria fazer. Afinal, era minha irmã. Por parte de pai, mas era, caramba!

Pensei por alguns minutos mas meu tesão atrapalhava meu raciocínio. O que fazer? Tive uma idéia e ofereci vinho à ela. Aceitou de cara. Ficamos em silêncio tomando o vinho. Só o som da TV se fazia no ar. Depois de alguns copos, Angela tentou se levantar e quase caiu. Quando a segurei, ela se agarrou em mim. Seu corpo encostou no meu e imediatamente senti um tesão imenso. Eu a abracei com força e ela se enroscou em mim mais ainda. Senti seus seios no meu peito, sua coxas em minhas coxas ao mesmo tempo que meu membro duro encostou firme no seu triângulo de pêlos. Ficamos abraçados por um bom tempo. Eu suava por todo corpo. Ela me apertava cada vez mais forte, quando falei:

"Você quer dançar?" Angela apenas balançou a cabeça afirmando que sim.

Desliguei a TV, coloquei uma música lenta no aparelho de som e voltei aos seus braços. Aos poucos a música foi nos envolvendo mais e mais. De repente estávamos nos beijando loucamente. Tirei a camisola dela e soltei o cinto da minha calça. Assim acabamos nus. Nossos corpos agora se roçavam. Senti sua mão direita no meu pênis. Ângela o acariciava de uma forma que nunca outra mulher havia feito igual. Estava doidão. Não agüentava mais de tanto tesão e, num impulso, a coloquei no sofá e trepei em cima dela. Ela abriu suas pernas e senti seu sexo molhado no meu pau. Minha irmã passou a se contorcer como uma serpente e meu cacete entrava na sua sedenta buceta cada vez mais.

Ao mesmo tempo que a fodia, chupava seus peitos com ferocidade. Ela gemia e me puxava cada vez mais para dentro dela. Dava gritinhos, me mordia, cravava suas unhas nas minhas costas. Tentava não gozar mas Ãngela me enfeitiçava cada vez mais com seus movimentos. Dizia que era gostoso e que queria sentir meu pau inteiro dentro dela. Descobri que minha irmã era uma tarada. Pediu para eu esporrar dentro dela, mordendo minha orelha e falando baixinho no meu ouvido para derramar meu leite dentro de sua gruta.

Ela cruzou suas pernas nas minhas costas facilitando o vaivém profundo em sua deliciosa xoxota. Nesse momento eu e ela fomos à loucura. Aos gritos, Angela gozou como nunca me apertando com força. Ela, ao perceber que eu também estava para atingir o clímax, ficou mais louca ainda e misturou gritos com choro.

Depois de tudo, ficamos ali abraçados sem dizer nada um pro outro. Permanecemos apenas sentindo nossos corpos molhados de suor e gozo.

O tempo passou. E de vez em quando eu ofereço vinho para ela, depois dançamos e o resto vocês já sabem o que acontece...

Caso
São Paulo (SP)